quinta-feira, junho 01, 2017

AGRADECER...

Hoje é dia de agradecer...


Agradecer por mais este ano de vida, novo ciclo que se inicia.

Agradecer todo o carinho que recebi pessoalmente dos colegas de trabalho e amigos nas comemorações, assim como os presentes.
Agradecer todos que me desejaram felicidades virtualmente, de maneira pública ou privada. Muito bom poder conversar com alguns que não vejo faz tempo. Sei que ainda não conseguir ler as manifestações de todos, pois foram muitas, mas tenham paciência!
Agradecer todas as transformações pelas quais minha vida vem passando. 
Agradecer o aprendizado que venho adquirindo nos últimos meses, seja de dança ou de autoconhecimento.
Agradecer toda a limpeza emocional que venho fazendo nos últimos meses, por meio da EFT, do thetahealing e da pura prânica. Ainda tem muita coisa pra limpar, mas agora acendi uma luz na escuridão do meu ser que me fez enxergar a sujeira pra poder fazer a limpeza. O pior cego é aquele que não quer ver.
Agradecer a minha coragem de saber impor limites a mim mesma e principalmente aos outros.
Agradecer pela nuvem negra que vai embora.
Agradecer por eu começar a enxergar a minha verdadeira beleza e o mundo com novos olhos, permitindo muita coisa surpreendente acontecer.
Agradecer minha liberdade de ir e vir, de não ter que dar satisfações desnecessárias e de permitir que meus dias possam começar despretenciosos e terminar de forma inesperada.
Agradecer por não viver mais sob o signo do medo.

Gratidão, gratidão, gratidão. Assim é!

quarta-feira, maio 24, 2017

VAMOS FALAR SOBRE ABUSO PSICOLÓGICO...

Peço desculpas ao leitores deste blog pelo sumiço. 
Meus últimos meses não foram muito bons no quesito saúde. Mas já percebi que infelizmente volta e meia preciso aprender pela dor e não pelo amor, então questões de saúde ultimamente tem influenciado de maneira muito positiva minhas mudanças de comportamento.

Em março comecei um curso de EFT (Emocional Freedom Techniques, do inglês Técnicas de Libertação Emocional, também conhecido no Brasil como Acupuntura Emocional sem Agulhas). Já havia feito um em 2015, mas este é diferente, sobre como atender clinicamente usando a EFT. 
Na primeira aula, a Sonia Novinsky, instrutora do curso, começou falando sobre handling e holding. Achei aquilo tudo muito interessante, mas comecei a boiar, pois sabia que aquilo não era teoria do EFT, mas eu não sabia de onde vinha. Ela me explicou que isto era da teoria do Winnicott, um pediatra e psicanalista. Eu sabia da existência de Winnicott e que suas teorias tinham a ver com bebês, pois tive uma aluna particular de inglês psicóloga, que eu preparei para provas de doutorado e me lembro que lemos textos em inglês que citavam ele. 
Não vou aqui explicar a teoria dele, quem quiser se aprofundar tem material suficiente na internet.  E desculpa a quem achar que estou descrevendo de maneira simplista, pois não sou psicóloga nem psiquiatra. Mas o básico é o holding (sustentação) é um conjunto de comportamentos que visam apoiar a criança de maneira física mas principalmente emocional, o que engloba amamentação e carinho. Este suporte deve ocorrer não só bebê, mas ao longo da infância para ajudar a formar o emocional daquela criança. 
Já o handling (manejo) consiste nos cuidados de higiene e alimentação, nas necessidades fisiológicas. Estes cuidados são muito intensos no começo da vida e vão diminuindo gradativamente, sendo que o normal é que a partir dos 2 anos de idade comecem a diminuir por a criança começar a ser mais autônoma. 

Depois de ler sobre o assunto, comecei a pensar sobre a minha própria vida e no que eu vejo acontecer com a maioria das crianças com EB: crianças que não receberam o holding adequado, pois muitas não mamaram no peito (eu inclusa) e quando somos bebês todos nos evitam de nos tocar para que não surjam mais feridas ou bolhas, ao passo que o handling não cessa, por causa da rotina de curativos. Ou seja, falta de carinho, afeto e toque, acompanhada de uma rotina de cuidados feitas por outrem que não estimula a nossa autonomia. 
Foi daí que eu pensei: "Nossa, é por isto que eu sou tão errada!". E é por isto também que vejo algumas mães com depressão ou distúrbios emocionais muito sérios e que acham que isto é normal por causa do filho com EB, mas na verdade tem como uma das causas a execução errada destas funções maternais. 

E nisto entrei num loop de muitos dias de reflexão com meus botões, até que, "do nada", sem eu ter ouvido o termo, eu deduzi por mim mesma que eu vivi (e ainda vivia) abuso psicológico. Joguei no Google o termo, comecei a ler a respeito e vi que meu subconsciente estava certo. Eu havia identificado uma questão crucial da minha vida. E agora identificada, era hora de agir.

Pouco se fala sobre abuso psicológico (também chamado abuso emocional). Quando se fala em abuso, pensa-se em abuso sexual ou agressão física. Mas em geral o abuso psicológico é primeiro passo para as 2 outras formas de abuso. Eis um resumão de algumas coisas que aprendi sobre abuso psicológico:

Alguns dos sinais de abuso psicológico, os quais eu sofri até pouco tempo: 
  • Xingamentos, não necessariamente palavrões, mas qualquer termo que faça você se sentir "um lixo", que ferem mais do que um castigo físico (isto era algo que eu já tinha consciência e eu já disse a minha mãe diversas vezes para que parar de xingar, mas pra ela isto não era xingamento, pois não dizia nenhum palavrão.)
  • Controle e possessividade (de alguma forma me consolou ano passado ter descoberto que meu irmão também sofre com isto por parte da nossa mãe, ou seja, não era algo só comigo)
  • Menosprezo a qualquer conquista, de forma a te fazer sentir sempre inferior
  • Condenação e crítica (muitos acham que sempre recebi um super apoio, mas na verdade o que eu recebi na infância e adolescência foram as frases "Você é inútil", "Você não presta pra nada" ou, a pior, "Você é tão insuportável que nunca ninguém vai gostar de você". As aparências enganam... e muito!)
  • Ameaças, sejam elas de violência (o que leva à agressão física ou sexual) quanto de abandono (na minha fase adulta, por ela ter raiva de ter que me levar pra universidade de manhã todos os dias, eu ouvia além das frases já citadas acima, a ameaça "Você está me matando! E o que será de você quando eu morrer!?"
  • Manipulação, por exemplo, criando atividades e compromissos que só beneficiam ao outro e/ou te prejudicam (O meu insight sobre a minha situação de abuso foi em um dia em que eu estava com uma ulceração de córnea, acabando de sair da oftalmologista mal conseguindo ficar com olho aberto, e fui levada a uma reunião só porque era interesse dela que eu estivesse lá, com nenhuma preocupação real com a minha saúde e bem-estar)
  • Isolamento de outras pessoas que te fazem bem
Como "uma mentira repetida várias vezes se torna uma verdade", é isto que acontece no abuso psicológico: o outro fala tantas mentiras sobre você, mas as repete dia após dia, de forma que você passa a acreditar que aquilo é a realidade. 

O que é muito complicado do abuso psicológico é que, quando não se tem consciência dele, mas sabe-se que há algo errado, tentar falar com os outros não é uma boa ideia. Quando mais adolescente, ao tentar falar algo com colegas da mesma idade, o que eu mais ouvia era a palavra "Creeeeedo!!!" e ao tentar me expressar artisticamente as pessoas achavam que eu estava em depressão (e eu não estava, pois eu sei o que é depressão, e hoje eu sei que ela foi causada por excesso de controle). Já adulta, o que mais ouvi, principalmente de outras mães, é que "ela fazia aquilo pelo meu bem"... nunca foi pelo meu bem, mas só pelo bem da loucura da cabeça dela.

Por um tempo fiquei livre disto quando me mudei. Foram alguns poucos anos de alegria. Mas a partir do momento em que ela teve que morar 3 meses na minha casa por causa do meu câncer, passou a achar que minha casa era uma extensão da casa dela, o que fez com que os velhos comportamentos voltassem todos de novo. 

O abuso psicológico deixa algumas marcas terríveis em quem o sofre. Eis as quais eu estou em processo de limpeza:

  • Culpa e vergonha: Tudo que acontece de errado, a culpa é sua.
  • Comparação: Você nunca é bom o suficiente, nada que você se esforça pra fazer tem valor.
  • Erros são proibidos, e principalmente dizer que o outro está errado, pois foi o outro quem criou e tem controle pelas regras.
  • Quando se erra, é ignorado, é usada a lei do silêncio.
  • Sabotagem: O outro recusa a te ajudar ou te atrapalha/proíbe suas realizações.
  • Falta de qualquer forma de carinho, amor, apoio e tempo de qualidade sinceros. 
  • Constante intromissão na sua vida, impondo que tudo tenha que ser feito junto com o outro. Usa amigos, familiares e redes sociais para controlar e saber cada detalhe da sua vida.
E por último, uma que não achei nos textos que eu li, mas que foi minha realidade por muitos anos:
  • Não conseguir sentir amor pela pessoa, mas sim medo, pois eu vivia em um constante estado de medo, pois sabia que o tempo todo eu seria podada ou recriminada.
Além disto, o sintoma mais frequente do abuso psicológico que eu sofria era a piora física. Tudo bem que tenho uma doença crônica, mas praticamente todas as complicações que tenho estão diretamente ligadas a um desequilíbrio emocional. E quando se convive com um narcisista (aquele que comete o abuso psicológico), o estrago psicológico é grande, e no meu caso o consequente estrago físico. Passei por uma sequencia de infecções, lesões oculares, sinusite, às vezes tudo junto e misturado, com episódios repetitivos. De fevereiro até o começo deste mês foi o caos pra mim! Mas agora com a questão psicológica sendo tratada, e sabendo reconhecer os sintomas maléficos para que eu possa atuar (principalmente com a EFT), antes deles se manifestarem fisicamente, tudo começa tomar um novo rumo. 
Isto me lembra um livro maravilhoso que encontrei em uma estante comunitária e que me foi um grande achado, pois comecei a lê-lo de fevereiro pra cá. No livro Quem ama não adoece, o cardiologista Marco Aurélio Dias da Silva explica que o emocional é a origem de todas as doenças, até mesmo das infecciosas, pois se o emocional está abalado, a tendência é que a imunidade baixe e uma pessoa esteja mais propensa a contrair uma doença infeciosa. Este livro é maravilhoso, vale muito a pena comprar pra ler e reler muitas vezes.


Um dos fatos mais complicados pra quem sofre o abuso psicológico é saber estabelecer limites para o narcisista (aquele que comete o abuso psicológico). Uma vez que esta pessoa esta enraizada em diversas atividades da sua vida, faz-se necessário, para quebrar este ciclo, tentar ao máximo se livrar de todas estas atividades e de evitar pessoas que possuem contato mais corriqueiro ou íntimo com esta pessoa, além de todos os "defensores" dela, sejam eles amigos dela ou seus amigos. Este é um processo muito doloroso.

Também é muito importante hoje eu conseguir observar o quanto o narcisista é uma pessoa negativa. No último Dia das Mães, em que fui almoçar com ela só pra "cumprir o dever de filha", pude observar claramente que não houve nenhuma conversa positiva da parte dela. Tudo o que ela dizia era sempre reclamando de algo ou de alguém ou falando mal de outras pessoas, conhecidas ou não. Este é um padrão dos narcisistas: eles "se alimentam da desgraça alheia", pois como eles acham que criam as regras, só eles estão certos. Vendo alguns vídeos sobre o assunto, de psicólogos especializados em narcisismo e abuso psicológico e que uma das maneiras de "quebrar a perna" do narcisista é ter um vasto repertório de coisas positivas para contar quando estiver na presença dele, inclusive ressaltando o quanto sua vida está boa. Ele irá se calar, sorrirá amarelo, pois não terá um gancho para começar a reclamar e mostrar sua superioridade. 

Hoje consigo contar tudo isto pra vocês graças a muito EFT, meditação, Thetahealing, cura prânica, constelação familiar, nos últimos meses tenho feito de tudo pra limpar toda esta inhaca acumulada por pelo menos 25 anos.
Seria muito bom se desde cedo fôssemos ensinados a fazer limpeza emocional diária assim como tomamos banho ou escovamos os dentes. Mas poucos receberam esta orientação na infância. E quando na fase adulta vamos limpar todo este cascão duro que se formou, é um trabalho pesado e muito árduo, mas necessário.

Felizmente estou me profundando cada vez mais na EFT e em conhecimentos de psicologia, de forma a conseguir fazer esta autoassepsia e ajudar outras pessoas a fazer o mesmo com os atendimentos de EFT.

O post foi bem grande, pra compensar os meses passados em que eu não tive condições de postar. O objetivo era colocar isto pra fora, pois colocar pra fora é um passo muito importante para o tratamento. Não espero que você me compreenda, não espero que me apoie. Se os fizer, ótimo! Mas se fizer justamente o oposto, me recriminar de alguma forma, saberei que você uma pessoa que não  deve pertencer mais a minha nova vida. 

E agora com o aniversário chegando, é ano novo, vida nova pra mim...!

segunda-feira, janeiro 09, 2017

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA - BANHO DE PISCINA

Feliz Ano Novo a todos os leitores deste querido bloguinho!
Finalmente iniciando as atividades em 2017.

A primeira semana do ano é sempre uma semana de recesso para mim, pois tenho este direito no meu trabalho. Então aproveito para resolver coisas necessárias na rua e descansar da correria de fim de ano.
Este ano meu recesso foi bem atípico, pois além das coisas acima citadas, nunca tive um recesso tão "vida louca". Sinal de que 2017 promete!
Foram 3 festas em 1 semana, mais uma ida ao cinema com meu irmão, o que implicou em 4 noites indo dormir super tarde (e em 3 delas um tanto alcoolizada kkk). E o encerramento da "semana vida louca" foi com festa na piscina!

Dentre as amizades mais antigas as quais consegui conservar está uma amiga a qual estudamos juntas na 7a e 8a séries. E creio que em 2015 (2016 tenho certeza que não foi) fomos a um Festival de Vinhos no Terraço Shopping (uma grande vantagem de fazer níver no fim de maio e fazer compras pré-níver lá, pois com R$150,00 em compras ganhei um par de ingressos). E lá degustamos e ela comprou um vinho "para piscina", que consiste em um vinho rosé mais concentrado que se toma com 2 pedras de gelo dentro (recomendação da embalagem) para ficar com sabor suave e agradável. E na casa dos pais dela tem piscina...
Na última vez que saímos juntas, ela me disse que o vinho ainda estava na casa dela, aguardando minha companhia para ser tomado. Super fofo! Daí eu disse que ela tinha que marcar uma festa na piscina pra podermos tomá-lo.

Na terça passada, que coincidentemente era níver dela, fui num outro níver. Lá pelas tantas da festa, a outra aniversariante me diz que tinha um Chandon rosé pra se tomar com gelo e pediu minha opinião se deveria abri-lo naquela momento. Eu disse que o níver era dela, logo merecia ser celebrado como quisesse e que espumante era uma boa. O espumante foi aberto, servimos algumas taças e várias pessoas começaram a perguntar qual era a do gelo dentro. Saí contando o fato ocorrido com a minha outra amiga no Festival de Vinhos.
No dia seguinte, constato que o níver da amiga da primeira história tinha sido no dia em que eu estava falando dela. E aí gravei alguns áudios desejando a ela feliz aniversário atrasado e relatando o que tinha ocorrido no dia anterior. Daí ela me responde que então teríamos festa na piscina pra comemorar o níver dela.

Passei a semana passada tentando lembrar quando foi a última vez que tomei banho de piscina e não consegui me lembrar de jeito algum. Consigo lembrar as últimas vezes que entrei no mar, mas numa piscina faz muuuito tempo! 
Pra falar que não entrei recentemente, ano passado estive na casa de uma colega e dança para um ensaio. No final, algumas das meninas entraram na piscina. Eu tinha um compromisso depois e, como minha "logística pós banho de piscina" é um tanto complexa, eu sentei na beira da piscina, tirei as meias e só molhei os pés e as canelas enquanto conversava. Depois sequei-os e fui pro outro compromisso que eu tinha. 

Minha relação com piscina é bem atípica. Na infância, fiz acompanhamento no Hospital Sarah por 1 ano, numa época em que eu morava em Goiânia. Lá eles orientaram minha mãe que ter uma piscina em casa seria um ótimo exercício para mim, pois poderia me movimentar com mais facilidade devido à diminuição do peso. Acho que eles não explicaram, mas analisando hoje, acho que a ideia seria eu fazer algo como hidroginástica ou hidroterapia na minha piscina. 
Minha mãe mandou construir a piscina. Meu irmão fazia aulas de natação em um clube e perguntou a diversos professores se algum deles me daria aulas particulares de natação. Naquela época ninguém pensava que iria existir uma profissão chamada "personal", logo devem ter achado a ideia da minha mãe estranha e ninguém topou. 
Portanto, tive uma piscina em casa por uns 3, 4 anos, mas nunca aprendi a nadar. Deprimente, né! 
Contando esta história para algumas pessoas nos últimos anos, tive algumas amigas se oferecendo pra me ensinar, mas a questão seria eu ter acesso fácil a uma piscina, pois em clubes os médicos não me liberam por desconhecimento e preconceito. Mas pensando bem, o risco de eu pegar uma infecção numa piscina de clube seria bem grande, logo não seria uma boa ideia. Teria que ser em uma piscina particular. Mas enfim, não estou pensando nisto agora, pois a academia já tem me tomado bastante tempo no quesito atividades físicas.

O mais legal foi que a mãe da minha amiga achou a solução "ultimate mega power" para facilitar minha entrada e saída de qualquer piscina: basta eu sentar em uma cadeira (que possa ser molhada, claro!) e a cadeira ser carregada pra dentro ou fora da piscina. Genial! Depois agradeci imensamente a ela pela ideia brilhante e indaguei como ninguém tinha tudo esta ideia antes. A resposta foi muito simples: "É porque você nunca tomou banho de piscina na minha casa antes." kkk
Enfim, só saí da piscina quando eu estava "me derretendo" de tanto tempo que passei dentro. E como era aquecida, ah, você vai protelando, protelando, e não sai. Claro que na hora em que se sai e bate o ventinho vem aquele frio terrível. Mas vale super a pena! =D

quarta-feira, dezembro 28, 2016

ISENÇÕES PARA DEFICIENTES EM SHOPPINGS NO DF

Considerando minhas experiências recentes com isenções de taxa de estacionamento de shoppings no DF para deficientes, relato pra vocês um panorama dos shoppings em que estive nos últimos meses:

  • Park Shopping: deficiente tem direito a isenção da taxa de estacionamento sem limite de tempo. A única chatice é ir em um guichê especifico, em frente à Forever 21, para validação. Mas a atendente me disse que a validação não precisa ser na saída. Pode-se ir ao guichê a qualquer momento, liberar o cartão e passar o resto do dia no shopping. 
  • Terraço Shopping: Isenção de 2h para deficientes. Liberação é feita em qualquer caixa de pagamento de estacionamento. 
  • Brasília Shopping: Isenção de 2h para deficientes. Tem que se ir em um balcão de informações localizado no térreo, próximo ao elevador panorâmico, que efetua a autorização da isenção. Necessário apresentar carteira de motorista. Na hora da saída, vai-se a qualquer caixa de estacionamento para liberação do ticket e pagamento o restante das horas, se for o caso. 
  • Pátio Brasil: Não dá isenção alguma. Portanto, um shopping a se evitar. 
  • Boulevard Shopping: Uma amiga me informou, via Facebook, que há isenção de 2h para idosos. Logo, é provável que tenha para deficientes. Não estive lá depois de receber esta informação para confirmá-la. (As vezes que fui lá, a muito tempo atrás, eu usava a isenção do Carrefour, que era ter 2h grátis para compras acima de um valor X que não me lembro mais. Não sei se isto ainda existe.) 
P.S.: A ideia é manter este post atualizado à medida que novas informações forem surgindo. Portanto, se tiver alguma informação a acrescentar, inclua nos comentários que eu atualizarei no post.


sábado, dezembro 03, 2016

PROJETO VERÃO 2018 (ou COMEÇANDO A SER MAROMBEIRA)

Depois de muito tempo protelando, finalmente entrei numa academia. eeeeeeeeeee \o/

Na verdade eu tava começando a ficar com vontade em 2014, pensando nos benefícios que a musculação poderia trazer pra minha dança. Mas ai veio toda a questão da cirurgia e meus planos foram adiados.
Depois de recuperada, como a ideia inicial esfriou, voltei a protelar. Mas aí minha fisioterapeuta me disse que ficaria de férias dezembro todo. Como eu ia ficar 1 mês fazendo atividade física só 1x por semana (a dança), sendo que ainda terá recesso de fim de ano e, considerando o nível hardcore das aulas de dança (porque pra mim não é mais nível avançado, é nível hardcore), que eu em geral não consigo mais nem fazer a 1h30 de aula toda por ser aeróbico demais pra mim?
Daí aproveitei Black Friday, Black Week, Black Month, sei lá, uma vez que a promoção foi até o fim do mês passado, e resolvi me matricular sem ter que pagar taxa de adesão. Daí minha meta é ir 2x por semana enquanto eu não tiver fisio, 3x na semana durante o recesso da dança e em janeiro, quando tudo volta, ficar 1x por semana na academia. 
De qualquer forma, tenho que organizar muito bem meu cronograma semanal, pois todos os professores da academia estão me pedindo pra ir de manhã, horário que tem menos gente e podem me dar uma maior atenção. De noite costuma ser muito cheio, segundo eles. E quem me conhece, sabe do quando eu "adoooro" levantar cedo de manhã (só que não!), e acabo me enrolando e acabo saindo de casa em cima da hora do trabalho. Enfim, tenho que me reorganizar. 

Por mais que um monte de gente tenha me dito que eu precisava me matricular numa academia com personal, pra me dar assistência o tempo todo, por hora posso dizer que a assistência que a Smart Fit me deu tem sido boa. Embora ontem tenha sido só meu primeiro dia, um dos professores montou um treino bacaninha, respeitando minhas possibilidades, o que envolve por hora carga mínima nos aparelhos. Teve um aparelho que tentamos que eu não conseguia nem mover o troço, dai logo ele já pensou num exercício pra trabalhar o mesmo grupo muscular sem aparelhos. E fiquei feliz, além de achar super interessante e prático, com o fato de que em cada aparelho tem um botão que emite um alerta pro relógio dos professores e logo um deles vem te auxiliar a ajustar o aparelho. E professor de hoje me ressaltou que é pra eu usar mesmo este recurso, não me acanhar. 

Acho que tá bom pra começar 2 exercícios com aparelho + 2 sem aparelho + uma bicicleta básica pra aquecer + espaldário pra me alongar. E pra encerrar, uns minutinhos básicos na cadeira de massagem pois, depois de tanto esforço, eu mereço! Até mesmo pra acalmar os batimentos cardíacos, pois a ideia é sair de lá e de ir direto pro trabalho, até porque a academia fica tanto perto de casa quanto do trabalho, só seria melhor se fosse exatamente no meio do caminho (como o laboratório onde faço meus exames de sangue que todo dia eu passo em frente quando vou de casa pro trabalho). Mas desviar um pouquinho da rota faz parte, e nem é um desvio tão gigante assim.

E por que o título do post é Projeto Verão 2018? Não, eu não errei o ano.. e convenhamos, não dá tempo de fazer muita coisa até ano que vem, né? kkkk

segunda-feira, agosto 08, 2016

CONHECENDO O DF - METROPOLITANA

Fim de semana passado achei que ia passar "curtindo" a sinusite na solidão do lar. Daí uma amiga me convida pro ensaio aberto da banda de rock do cunhado dela, a Galões de Diesel em um estúdio em Águas Claras. Clima bem simples, mas sonzeira de primeira. Quando o ensaio estava acabando, ela me convida pra ir comer (já que no local só tinha espetinho) no trailer do primo dela de hambúrgeres artesanais, o Zoião Hamburber Artesanal. Ela, chefe de cozinha, foi responsável pelas receitas do blend de carnes para o hamburger e do molho. Não é porque é minha amiga não, mas até eu que não gosto tanto de hamburger comi um quase inteiro de tão gostoso que estava. Super recomendo. 
E lá fomos nós pra uma pracinha super fofa na Metropolitana, "bairro" do Núcleo Bandeirante. A Metropolitana localiza-se "atrás" do Núcleo Bandeirante (já tinha visto placas dentro do Bandeirante e também no pedaço do Park Way lá próximo. É como uma cidadezinha de interior, com uma praça principal com a igreja e uma escola de madeira. Lugar pacato e frio, pois tem córregos pela região. Um pedacinho da história de Brasília escondido ali. Pra quem gosta de ver construções antigas e gosta de pracinhas fofas, é bom conhecer, embora não haja muito o que conhecer por lá. Então aproveite quando estiver por perto pra dar uma passadinha lá.

quarta-feira, junho 29, 2016

CAPELINHA DE MELÃO

No dia de São João fui a uma festa junina maravilhosa e super família que tenho a honra de ira alguns anos: o Arraiá da Dona Josa, que acontece a mais de 50 anos (!). A Dona Josa em questão é mãe de um amigo meu.
Desta vez convidei uma amiga que mora próximo de mim e do local da festa. Conversa vai, conversa vem, comida vai e comida vem, na mesa de bolos e outros quitutes, minha amiga vê isto:



Capelinha de Melão

Ela, de família baiana, achou curioso ter uma capelinha de melão lá na festa e a fotografou. Depois, conversando com o pessoal da casa, descobriram que eles são de uma mesma cidade baiana onde a minha amiga tem parentes. Segundo ela, aquela era uma festa tipicamente baiana por ter a capelinha de melão.

Eu não resisti e posteriormente fui pesquisar sobre o assunto, pra entender a origem, significado e em quais estados a tal capela é tradicional. 

Primeiro o Google me ajudou a lembrar da música de domínio público que deu origem a este objeto:

CAPELINHA DE MELÃO

Capelinha de melão / É de São João
É de cravo é de rosa /  É de manjericão

São João está dormindo / Não acorde não
Acordai, acordai / Acordai João.

Bem, a música era bem condizente com o que eu tinha visto: uma pequena "capela", feita de melão, com cravos espetados, e em volta folhas (simbolizando o manjericão) e flores (simbolizando as rosas). Mas por que uma capela feita de melão???

O mais surpreendente foi entender a verdade por trás deste símbolo tão bonito, mas que foi mal entendido da música. Na verdade, a Capelinha de Melão é um auto popular, hoje em dia ainda dançado no Rio Grande no Norte, em especial na praia de Carnaúbas (no município de  Maxaranguape) e no município de São Miguel do Gostoso. Implicitamente, eu deduzi que o auto é de origem portuguesa.

Consiste num grupo de moças de roupas brancas, acompanhadas de vários instrumentos, que dançam e cantam ao ar livre. Não vou descrever a dança aqui (pois isto tem nas referências abaixo). 
O importante foi entender que capela também significa "coroa ou grinalda de flores ou folhas" e que o melão em questão não é a fruta, mas a planta melão-de-são-caetano.

Portanto, "capelinha de melão" nada mais é do que uma pequena coroa feita de flores e ramos da planta melão-de-são-caetano (que é uma planta com vários usos medicinais) e, como diz a música, também pode conter folhagens de manjericão e as flores cravo e rosa. Nada a ver com uma pequena igreja ou com a fruta melão, simples assim!
Analisando a história, é bem interessante ver como os brasileiros interpretaram erroneamente a música e criaram outra tradição.

Estes foram os 2 links mais interessantes que eu achei sobre o assunto:
http://papjerimum.blogspot.com.br/2012/06/as-dancas-folcloricas-do-ciclo-junino.html

E no fim das contas não consegui descobrir em quais cidades ou estados a capelinha de melão (feita com o melão fruta, como a da foto) é comum...