terça-feira, junho 12, 2018

RESERVA DE ESPAÇOS E ASSENTOS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Há cerca de 1 mês fiquei sabendo por meio de um grupo sobre acessibilidade que tava rolando uma consulta pública sobre a reserva de espaços e assentos para pessoas com deficiência. Resolvi enviar minha contribuição por e-mail, a qual segue abaixo, pois explica bem porque esta consulta pública me interessava:
Gostaria de fazer uma sugestão para esta consulta pública. 
Sou uma pessoa com deficiência física, que não uso cadeira de rodas, mas tenho dificuldade de locomoção e equilíbrio, e portanto não posso ficar em pé por muito tempo. 
Em geral encontro muita dificuldade em shows em grandes espaços abertos ou em estádios e ginásios. Primeiro, as empresas que vendem os ingressos nunca sabem informar se há áreas reservadas para pessoas com deficiência nas áreas denominadas "Pista", daí sempre tenho que comprar ingressos pra arquibancadas por causa das cadeiras, mas que ficam mais longe do palco e com visão pior dos shows. 
E quando há áreas reservadas na "Pista" fechadas com grades, em geral só pensam nos cadeirantes, não pensam em quem tem dificuldade pra ficar em pé. Já teve show em que estava eu e um rapaz com muletas e ambos tivemos que sentar no chão quando não aguentamos mais, pois nestas áreas nunca há cadeiras. 
Desta forma, sugiro que o decreto contemple este tipo de situação, permitindo que nós com deficiência que temos dificuldade em ficar em pé possamos assistir grandes shows na área que quisermos, com cadeiras mesmo que plásticas para quem é necessário, e que não sejamos condenados a sentar muito longe do palco, assim como que as empresas que vendem os ingressos saibam informar adequadamente sobre a existência das áreas fechadas reservadas no meio da "Pista". 
Claro que obviamente os legisladores teriam que pensar numa boa maneira de contemplar este tipo de questão. E na minha opinião, de uma maneira mais discreta, acho que conseguiram. 
Ontem foi publicado o Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, que altera o Art. 23 do Decreto nº 5.296 de 2 de dezembro de 2004, que era a principal lei brasileira sobre acessibilidade antes da Lei Brasileira de Inclusão (LBI). 
O objetivo deste post não é citar tudo que mudou, até porque não sou profissional do Direito para discorrer com profundidade sobre o assunto. Logo trago a minha visão prática das principais mudanças:
§ 3º Os espaços e os assentos a que se refere este artigo deverão situar-se em locais que garantam a acomodação de um acompanhante ao lado da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida, resguardado o direito de se acomodar proximamente a grupo familiar e comunitário. (grifo meu)
Esta considero uma mudança importante, pois já houve situação em que eu teria que ficar longe de todo um grupo de amigos, tendo que escolher um para me acompanhar. 
§ 11. O direito à meia entrada para pessoas com deficiência não está restrito aos espaços e aos assentos reservados de que trata o caput e está sujeito ao limite estabelecido no § 10 do art. 1º da Lei nº 12.933, de 26 de dezembro de 2013. (grifo meu)
Algo que parece besta, mas é importante frisar que o nosso direito à meia entrada nos permite sentar no local que quisermos, seja ele um assento reservado ou não.  
§ 12. Os espaços e os assentos a que se refere o caput deverão garantir às pessoas com deficiência auditiva boa visualização da interpretação em Libras e da legendagem descritiva, sempre que estas forem oferecidas. (grifo meu)
Grande ganho para as pessoas com deficiência auditiva.

E a grande novidade são os novos artigos 23-A e 23-B:
Art. 23-A. Na hipótese de não haver procura comprovada pelos espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida, esses podem, excepcionalmente, ser ocupados por pessoas sem deficiência ou que não tenham mobilidade reduzida.
§ 1º A reserva de assentos de que trata o caput será garantida a partir do início das vendas até vinte e quatro horas antes de cada evento, com disponibilidade em todos os pontos de venda de ingresso, sejam eles físicos ou virtuais.
§ 2º No caso de eventos realizados em estabelecimentos com capacidade superior a dez mil pessoas, a reserva de assentos de que trata o caput será garantida a partir do início das vendas até setenta e duas horas antes de cada evento, com disponibilidade em todos os pontos de venda de ingresso, sejam eles físicos ou virtuais.
§ 3º Os espaços e os assentos de que trata o caput, em cada setor, somente serão disponibilizados às pessoas sem deficiência ou sem mobilidade reduzida depois de esgotados os demais assentos daquele setor e somente quando os prazos estabelecidos nos § 1º e § 2º se encerrarem.
§ 4º Nos cinemas, a reserva de assentos de que trata o caput será garantida a partir do início das vendas até meia hora antes de cada sessão, com disponibilidade em todos os pontos de venda de ingresso, sejam eles físicos ou virtuais.
Ou seja, há reserva de assentos garantida se comprados com antecedência e disponibilidade em todos os pontos de venda, inclusive os virtuais. 
Art. 23-B. Os espaços livres para pessoas em cadeira de rodas e assentos reservados para pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida serão identificados no mapa de assentos localizados nos pontos de venda de ingresso e de divulgação do evento, sejam eles físicos ou virtuais.
Parágrafo único. Os pontos físicos e os sítios eletrônicos de venda de ingressos e de divulgação do evento deverão:
I - ser acessíveis a pessoas com deficiência e com mobilidade reduzida; e
II - conter informações sobre os recursos de acessibilidade disponíveis nos eventos.
Logo, agora é obrigatória a informação nos mapas de assento sobre quais os assentos reservados existem, e esta informação deve existir nos pontos de venda físicos ou virtuais. Desta forma, foi contemplada minha reclamação de o pessoal dos pontos de venda nunca saber as informações sobre os assentos. 

Moral da estória: se souber de alguma consulta pública que te interessa, contribua com suas sugestões! A união da sua ideia com as de outras pessoas que trazem as mudanças que queremos. 

Estas mudanças já estão em vigor e espero vê-las logo em prática. 

P.S.: Pra quem se interessa por consultas públicas, eis um link dos órgãos do Executivo que possuem consultas públicas: www.brasil.gov.br/consultas-publicas Chato que ainda tem que entrar de um por um e faltam as consultas públicas de outros órgãos não contemplados aqui, como Câmara e Senado, além as consultas públicas estaduais. Mas já é um começo. 

terça-feira, janeiro 23, 2018

BRASÍLIA ABAIXO DE ZERO

Ano passado uma amiga e eu fizemos um trato de 1x por mês termos um "girls' night out", que consiste em ela deixar o filho com o marido em casa e fazermos algo divertido, além de bater papo aleatório. Em geral somos só nós duas, mas já teve uma vez que ela chamou uma prima dela que eu já conhecia e foi bem divertido também.
Ainda não tínhamos planejado o encontro de janeiro e o Peixe Urbano me envia propaganda sobre um tal de Brasília Abaixo de Zero. Não tinha ouvido falar do negócio e fui ler umas notícias a respeito. Achei interessante o que li e perguntei se ela encarava a ideia. Comprei cupons pra nós duas e fomos.

O local fica no 3º piso do Pátio Brasil. Segundo o que eu li, foi inaugurado em outubro de 2017 para ser uma atração temporária (até março de 2018), e os donos estavam pensando se fariam outra temporada no fim deste ano. Possui 2 ambientes: o chamado "bar quente", que é um bar comum, contendo espaço kids e uma sala para pequenos eventos, e o "bar gelado", para o qual se paga para entrar e é a atração em si. 
Ficamos um tempo no bar quente, onde comemos uma porção de mini empanadas (estavam bem gostosas) e tomamos os drinks infantis (não-alcoólicos) que eram coloridos e muito gostosos. Tiramos fotos nos painéis em que há desenhos da Catedral, Ponte JK e Torre de TV com neve sobre eles. Estes painéis são feitos para as pessoas interagirem e tirarem fotos felizes mesmo. 
Depois informamos ao garçom que queríamos ir ao bar gelado. Neste momento é registrada a cobrança nos nossos cartões de consumo. São oferecidos guarda-volumes (para deixar os pertences e levar só a chave e o celular) e os apetrechos para se aquecer: casaco, luvas e gorro daquele que cobre as orelhas.   
Depois disto, somos condizidas a uma antessala, com temperatura um pouco menor, mas não tanto, para evitar o choque térmico ao entrar em um ambiente tão gelado saindo do calor. Nela somos obrigadas a permanecer por pelo menos 5 minutos antes de adentrar o bar gelado. 

O bar gelado consiste em um salão comprido com uma quantidade considerável de gelo. Foram esculpidos alguns objetos, como bancadas, um trono, uma mini réplica da Catedral de Brasília e uma do Eu 💗 Brasília. No fundo fica o barman.

Visão geral do bar gelado tirada a partir da porta de entrada. 
A iluminação não ajudou muito. Sim, é pequeno assim mesmo!

A entrada no bar gelado dá direito a um chocolate quente ou um shot da casa. Eu tomei o shot (por isto na parte quente fui de bebida não-alcoólica) e minha amiga, que estava dirigindo, tomou o chocolate quente, o qual provei e estava muito bom.  
A permanência é de no máximo 30 minutos e há uma idade mínima para entrar. (Não lembro ao certo, mas crianças pequenas não entram. Há uma brinquedoteca para elas no bar quente.) Tocam música bem dançante pras pessoas dançarem e se esquentarem. (Descobri o quanto é útil dançar num local gelado. kkkk) Enfim, você tira fotos, toma sua bebida, dança um pouco e já pede pra sair!
Baseada na minha experiência de frio em temperaturas ainda positivas na Europa, recomendei ao barman passar um hidratante no rosto antes de entrar para o turno dele. Falei que homem pode achar que é frescura, mas o frio queima e pode queimar o rosto dele com o passar dos dias (ou meses).

Pra mim foi divertido, pois nunca tinha estado abaixo de zero (já estive antes a zero graus em Curitiba), então deu pra brincar de ter a sensação do frio. Pra quem já esteve no frio, não sei se é tão divertido. Certamente é uma experiência diferente para todos. 

Dica extraútil: Vá de sapato fechado (preferência tênis)! O local não possui nenhuma proteção para os pés (uma falha que espero que corrijam no futuro) e minha amiga que estava de sandália não aguentou muito tempo por causa do frio nos pés por estar com sapato aberto.

terça-feira, dezembro 26, 2017

REFLEXÕES DE FIM DE ANO (ou FELIZ TUDO NOVO)

Este foi um ano que bati o recorde de falta de postagens. E peço desculpa a você leitor por isto. Em 2018 pretendo retomar este blog com força total!
2017 não foi um ano fácil pra mim, não por causa desta bobajada de crise, mas um ano que saio com muitos aprendizados. Hoje mesmo minha diarista me disse que não viu nada de ano melhor pra ela: ela tá com saúde, não teve nenhum doença mais grave, tem sua cama pra deitar e acorda cedo quase todos os dias pra ir trabalhar. Logo não teve crise no ano dela. Sábias palavras!
Mas também 2017 não foi o pior ano, pois 2014 e 2015 foram muito mais punk.
Deve ter cerca de um mês que eu ouvi que 2017 era um ano de recomeço pois era um ano 1 (2+0+1+7 = 10 = 1+0 = 1) e se eu somar com a minha data de aniversário também dá um ano 1. E eu saí dos 33 pros 34. Se considerarmos o que herdamos a nível cultural e histórico, 33 tem relação com a idade de Jesus quando morreu, logo também trás um renascimento. Enfim, divagações...

Foi um ano em que aprendi muito pela dor, mas pelo menos decidi parar de aprender por meio dela. Quebrei muitas barreiras, muitas crenças limitantes foram limpadas, mas ainda tenho muitas a limpar. E meu trabalho de ir me aprofundando de verdade na EFT e de me tornar terapeuta tem em ajudado muito nesta limpeza. Mas como eu digo a quem eu falo sobre a EFT: "Nossos pais nos ensinaram, na nossa cultura de país tropical, a tomar banho todo dia, a escovar os dentes todo dia e a lavar o cabelo X vezes na semana. Mas nenhum deles nos soube ensinar que no fim do dia também devemos fazer nossa limpeza emocional, limpando do nosso corpo todas as emoções que não nos fizeram bem (não existem em si emoções boas ou ruins)." Mas como não fizemos isto, temos ai 30, 40, 50 anos de sujeira acumulada desde a nossa infância. E claro, não é possível retirar 30 anos de sujeira milagrosamente em alguns minutos ou horas, é um trabalho árduo, mas se pelo menos pudermos toda noite limpar a sujeira daquele dia e mais alguma do passado, aos poucos o monte de sujeira emocional vai diminuindo. 
Como foi muita mudança, muita reviravolta, necessitava tempo para assimilar novos conceitos. Logo, não tinha cabeça ainda para escrever aqui sobre o que estava passando, pois é complicado escrever no meio do turbilhão.

Outra coisa que aprendi foi a parar de ser idiota, de querer agradar ou ajudar todo mundo, mas me custando meu tempo e principalmente minha saúde. Outro dia achei algo de 2007: uma série de desenhos, que volta e meia eu faço, desenhando um bonequinho de frente e de costas, e numerando quais partes do corpo não estavam bem. Fiz o mapeamento correspondente a como eu estava no dia em que eu achei isto e, por mais que hoje eu tenha mais recursos favoráveis à minha saúde, eu estava o dobro pior do que eu estava em 2007. E olha que em 2007 eu estava super estressada com monografia e matérias difíceis pra me formar na UnB. Mas mesmo assim minha pele estava muuuito melhor. Só que naquela época, eu estava focada em mim, nos meus estudos, no meu bem-estar, em concluir algo importante, logo eu estava melhor do que nos últimos tempos, em que eu simplesmente era mais do que usada, sugada a energia, e eu na minha ilusão, na minha Matrix, achando que eu estava fazendo algo altruísta. Enfim, tomei diversas atitudes, como afastar de pessoas e lugares que só me faziam mal e de gente que não me merece. Cancela, cancela, cancela isto da minha vida pra sempre!!!

Mas também teve muita coisa boa: dancei bastante, viajei consideravelmente, estudei muito assuntos do meu interesse, me diverti até, fui a muitas atividades de autoconhecimento, conheci muitos lugares e pessoas interessantes. Procurei me cercar da verdade, do bem e do belo, como dizem os messiânicos. Mudei meu modo de ver muitas coisas. Joguei fora grandes fardos de mim e hoje caminho com mais leveza, a mesma que tinha a 10 ou mais anos atrás e que aos poucos fui deixando de ter.

Depois deste ano de tanta transformação, vislumbro que 2018 será um ano mais calmo, embora por um tempo eu sei que terei ainda que fazer certos esforços para manter o que conquistei este ano, pois ainda há muita força contrária à minha evolução que insistentemente tentará me atacar pra me levar de novo pro buraco o qual eu fui entrando nos últimos anos e de onde felizmente saí, pois estas pessoas não compreendem meu movimento de evolução. Cocrio foco na verdadeira saúde e não na doença. E determino preencher todo este vazio ocasionado pela limpeza só com o que for engrandecer meu ser e me tirar cada vez mais desta Matrix que minha vida virou. 

Feliz 2018. Feliz tudo novo!

terça-feira, junho 27, 2017

CONSULTORIA DE ESTILO

Este post começa falando sobre a Lei da Atração.

Um belo dia eu ouvi no rádio que naquela tarde os grafiteiros Toys e Tomik estariam no Park Shopping customizando uma peça de roupa. Parece que isto já tinha acontecido por alguns dias, mas aquele era o último dia e eu não tria tempo de ir. Uma pena!
Enfim, resolvi pesquisar na net pra ver o motivo de tal evento e se teriam mais atividades legais como estas. Descobri que há uma Sala de Estilo e que diversas atividades ocorreram: 
Vi que ainda estava em tempo de me inscrever na Consultoria de Estilo e me inscrevi. Primeiramente entrei numa fila de espera, mas depois me ligaram dizendo que a data final havia sido prorrogada e consegui minha vaga. A contrapartida era a doação de 3 peças de roupa sem bom estado. Eu levei até mais e não me arrependo. 
Foi um fim de manhã muito agradável com a Clariana, a consultora de lá. O que era pra ser 1h de consultoria durou quase 1h30. Ela é uma pessoa muito agradável e foi conduzindo tudo de uma maneira muito tranquila. Pra quem assiste, é mais ou menos a ideia de um Esquadrão da Moda na parte das roupas, mas sem ser radical de jogar seu guarda-roupa fora (afinal você só levou 3 peças de roupa kkkk) e sem os 12 mil pra gastar. 
Aprendi que meu estilo é urbano e que não devo me preocupar em ter que usar coisas menininha que não combinam comigo, o que era algo que sempre fui forçada por tias que não tem filhas mulheres. kkk. Conversamos sobre as peças que uso, quais combinações posso fazer pra aprimorar meu estilo, sugestões de peças que não tenho e que podem ser interessantes (mostrando fotos no computador para eu entender como usar), lojas para eu conhecer pra comprar outros tipos de peças que combinam com meu estilo mas que não estou acostumada a ir. Conversamos também sobre sapatos, maquiagem, lingerie e acessórios. Saí de lá com uma listinha de lojas para visitar e peças para experimentar e comprar. No fim, ela me perguntou o que eu tinha de dúvidas em geral para perguntar.
Algo que foi muito bom foi contar pra consultora. como fui criando soluções para mim mesma para me vestir bem sem me sacrificar fisicamente e como ao longo dos anos fui criando cada vez mais um estilo comfy de ser. Logo, tem muitos itens que passam longe do meu armário, como calças jeans ou qualquer outro tecido mais duro e saltos. Nos últimos tempos me desfiz de mais da metade dos meus sapatos, pois depois da cirurgia de 2014 meu pé mudou muito, então minha coleção de sapatilhas foi trocada por alguns tênis slip on (aqueles meio tênis, meio sapato, só de enfiar o pé) por terem solados mais grossos e serem mais folgados na parte da frente. Também me desfiz de quase todas as leggings P que eu tinha, pois elas cabiam, mas ficavam muitos justas, a ponto de ser desconfortável pra mim. Na verdade me desfiz de tudo que não era mais confortável pra mim e que era só pra me enquadrar em certos padrões impostos pela mídia pra nos fazer gastar dinheiro e nos deixar tristes com nós mesmas. E o melhor foi ela me dizer que não havia nada de errado com as soluções que eu havia criado, mas eu poderia aprimorá-las, como qualquer coisa em nossas vidas.

Pelo que vi, não estou cometendo nenhum erro grave, até porque alguns eu já percebi assistindo Esquadrão da Moda e estava tentando corrigir. kkk Mas acho que o mais importante é estar aberta pra começar a ter um novo olhar, pois a nossa tendência é ir sempre nas mesmas lojas e comprar o mesmo tipo de roupas (no meu caso, com muita cor e estampa, o que fazia com que eu tivesse um guarda-roupa com um monte de blusas e calças estampadas que obviamente não se combinam!). Agora é começar a olhar vitrines diferentes e começar a pensar como eu ficaria naquelas roupas. Um exercício que não é fácil, mas basta começar.
Tive a oportunidade de começar a colocar isto em prática no sábado passado, quando fui usar os 3 vale-presentes que ganhei de aniversário. Não estava com tanta pressa assim de usá-los, e com a expectativa da consultoria, dei uma segurada para usá-los depois das dicas. Comprei umas blusas pensando com o que eu poderia combinar e se eu percebesse que não combinaria com nada ou quase nada, tchau! Assim consegui comprar peças mais neutras, mas que eu não achasse sem graça.

Bem, você leitor deve se perguntar o que a Lei da Atração tem a ver com este post... Muita coisa:
1) Ao ouvir no rádio, fui atrás e criei a minha vaga na consultoria de estilo.
2) Ganhei uma consultoria de estilo, por mais tempo que o prometido, custando apenas 3 peças de roupa em bom estado.
3) Sem saber, coloquei na minha lista de aniversário a opção de vales-presentes, que eu usaria depois pra começar minhas compras em busca da mudança de estilo. 

quinta-feira, junho 01, 2017

AGRADECER...

Hoje é dia de agradecer...


Agradecer por mais este ano de vida, novo ciclo que se inicia.

Agradecer todo o carinho que recebi pessoalmente dos colegas de trabalho e amigos nas comemorações, assim como os presentes.
Agradecer todos que me desejaram felicidades virtualmente, de maneira pública ou privada. Muito bom poder conversar com alguns que não vejo faz tempo. Sei que ainda não conseguir ler as manifestações de todos, pois foram muitas, mas tenham paciência!
Agradecer todas as transformações pelas quais minha vida vem passando. 
Agradecer o aprendizado que venho adquirindo nos últimos meses, seja de dança ou de autoconhecimento.
Agradecer toda a limpeza emocional que venho fazendo nos últimos meses, por meio da EFT, do thetahealing e da pura prânica. Ainda tem muita coisa pra limpar, mas agora acendi uma luz na escuridão do meu ser que me fez enxergar a sujeira pra poder fazer a limpeza. O pior cego é aquele que não quer ver.
Agradecer a minha coragem de saber impor limites a mim mesma e principalmente aos outros.
Agradecer pela nuvem negra que vai embora.
Agradecer por eu começar a enxergar a minha verdadeira beleza e o mundo com novos olhos, permitindo muita coisa surpreendente acontecer.
Agradecer minha liberdade de ir e vir, de não ter que dar satisfações desnecessárias e de permitir que meus dias possam começar despretenciosos e terminar de forma inesperada.
Agradecer por não viver mais sob o signo do medo.

Gratidão, gratidão, gratidão. Assim é!

quarta-feira, maio 24, 2017

VAMOS FALAR SOBRE ABUSO PSICOLÓGICO...

Peço desculpas ao leitores deste blog pelo sumiço. 
Meus últimos meses não foram muito bons no quesito saúde. Mas já percebi que infelizmente volta e meia preciso aprender pela dor e não pelo amor, então questões de saúde ultimamente tem influenciado de maneira muito positiva minhas mudanças de comportamento.

Em março comecei um curso de EFT (Emocional Freedom Techniques, do inglês Técnicas de Libertação Emocional, também conhecido no Brasil como Acupuntura Emocional sem Agulhas). Já havia feito um em 2015, mas este é diferente, sobre como atender clinicamente usando a EFT. 
Na primeira aula, a Sonia Novinsky, instrutora do curso, começou falando sobre handling e holding. Achei aquilo tudo muito interessante, mas comecei a boiar, pois sabia que aquilo não era teoria do EFT, mas eu não sabia de onde vinha. Ela me explicou que isto era da teoria do Winnicott, um pediatra e psicanalista. Eu sabia da existência de Winnicott e que suas teorias tinham a ver com bebês, pois tive uma aluna particular de inglês psicóloga, que eu preparei para provas de doutorado e me lembro que lemos textos em inglês que citavam ele. 
Não vou aqui explicar a teoria dele, quem quiser se aprofundar tem material suficiente na internet.  E desculpa a quem achar que estou descrevendo de maneira simplista, pois não sou psicóloga nem psiquiatra. Mas o básico é o holding (sustentação) é um conjunto de comportamentos que visam apoiar a criança de maneira física mas principalmente emocional, o que engloba amamentação e carinho. Este suporte deve ocorrer não só bebê, mas ao longo da infância para ajudar a formar o emocional daquela criança. 
Já o handling (manejo) consiste nos cuidados de higiene e alimentação, nas necessidades fisiológicas. Estes cuidados são muito intensos no começo da vida e vão diminuindo gradativamente, sendo que o normal é que a partir dos 2 anos de idade comecem a diminuir por a criança começar a ser mais autônoma. 

Depois de ler sobre o assunto, comecei a pensar sobre a minha própria vida e no que eu vejo acontecer com a maioria das crianças com EB: crianças que não receberam o holding adequado, pois muitas não mamaram no peito (eu inclusa) e quando somos bebês todos nos evitam de nos tocar para que não surjam mais feridas ou bolhas, ao passo que o handling não cessa, por causa da rotina de curativos. Ou seja, falta de carinho, afeto e toque, acompanhada de uma rotina de cuidados feitas por outrem que não estimula a nossa autonomia. 
Foi daí que eu pensei: "Nossa, é por isto que eu sou tão errada!". E é por isto também que vejo algumas mães com depressão ou distúrbios emocionais muito sérios e que acham que isto é normal por causa do filho com EB, mas na verdade tem como uma das causas a execução errada destas funções maternais. 

E nisto entrei num loop de muitos dias de reflexão com meus botões, até que, "do nada", sem eu ter ouvido o termo, eu deduzi por mim mesma que eu vivi (e ainda vivia) abuso psicológico. Joguei no Google o termo, comecei a ler a respeito e vi que meu subconsciente estava certo. Eu havia identificado uma questão crucial da minha vida. E agora identificada, era hora de agir.

Pouco se fala sobre abuso psicológico (também chamado abuso emocional). Quando se fala em abuso, pensa-se em abuso sexual ou agressão física. Mas em geral o abuso psicológico é primeiro passo para as 2 outras formas de abuso. Eis um resumão de algumas coisas que aprendi sobre abuso psicológico:

Alguns dos sinais de abuso psicológico, os quais eu sofri até pouco tempo: 
  • Xingamentos, não necessariamente palavrões, mas qualquer termo que faça você se sentir "um lixo", que ferem mais do que um castigo físico (isto era algo que eu já tinha consciência e eu já disse a minha mãe diversas vezes para que parar de xingar, mas pra ela isto não era xingamento, pois não dizia nenhum palavrão.)
  • Controle e possessividade (de alguma forma me consolou ano passado ter descoberto que meu irmão também sofre com isto por parte da nossa mãe, ou seja, não era algo só comigo)
  • Menosprezo a qualquer conquista, de forma a te fazer sentir sempre inferior
  • Condenação e crítica (muitos acham que sempre recebi um super apoio, mas na verdade o que eu recebi na infância e adolescência foram as frases "Você é inútil", "Você não presta pra nada" ou, a pior, "Você é tão insuportável que nunca ninguém vai gostar de você". As aparências enganam... e muito!)
  • Ameaças, sejam elas de violência (o que leva à agressão física ou sexual) quanto de abandono (na minha fase adulta, por ela ter raiva de ter que me levar pra universidade de manhã todos os dias, eu ouvia além das frases já citadas acima, a ameaça "Você está me matando! E o que será de você quando eu morrer!?"
  • Manipulação, por exemplo, criando atividades e compromissos que só beneficiam ao outro e/ou te prejudicam (O meu insight sobre a minha situação de abuso foi em um dia em que eu estava com uma ulceração de córnea, acabando de sair da oftalmologista mal conseguindo ficar com olho aberto, e fui levada a uma reunião só porque era interesse dela que eu estivesse lá, com nenhuma preocupação real com a minha saúde e bem-estar)
  • Isolamento de outras pessoas que te fazem bem
Como "uma mentira repetida várias vezes se torna uma verdade", é isto que acontece no abuso psicológico: o outro fala tantas mentiras sobre você, mas as repete dia após dia, de forma que você passa a acreditar que aquilo é a realidade. 

O que é muito complicado do abuso psicológico é que, quando não se tem consciência dele, mas sabe-se que há algo errado, tentar falar com os outros não é uma boa ideia. Quando mais adolescente, ao tentar falar algo com colegas da mesma idade, o que eu mais ouvia era a palavra "Creeeeedo!!!" e ao tentar me expressar artisticamente as pessoas achavam que eu estava em depressão (e eu não estava, pois eu sei o que é depressão, e hoje eu sei que ela foi causada por excesso de controle). Já adulta, o que mais ouvi, principalmente de outras mães, é que "ela fazia aquilo pelo meu bem"... nunca foi pelo meu bem, mas só pelo bem da loucura da cabeça dela.

Por um tempo fiquei livre disto quando me mudei. Foram alguns poucos anos de alegria. Mas a partir do momento em que ela teve que morar 3 meses na minha casa por causa do meu câncer, passou a achar que minha casa era uma extensão da casa dela, o que fez com que os velhos comportamentos voltassem todos de novo. 

O abuso psicológico deixa algumas marcas terríveis em quem o sofre. Eis as quais eu estou em processo de limpeza:

  • Culpa e vergonha: Tudo que acontece de errado, a culpa é sua.
  • Comparação: Você nunca é bom o suficiente, nada que você se esforça pra fazer tem valor.
  • Erros são proibidos, e principalmente dizer que o outro está errado, pois foi o outro quem criou e tem controle pelas regras.
  • Quando se erra, é ignorado, é usada a lei do silêncio.
  • Sabotagem: O outro recusa a te ajudar ou te atrapalha/proíbe suas realizações.
  • Falta de qualquer forma de carinho, amor, apoio e tempo de qualidade sinceros. 
  • Constante intromissão na sua vida, impondo que tudo tenha que ser feito junto com o outro. Usa amigos, familiares e redes sociais para controlar e saber cada detalhe da sua vida.
E por último, uma que não achei nos textos que eu li, mas que foi minha realidade por muitos anos:
  • Não conseguir sentir amor pela pessoa, mas sim medo, pois eu vivia em um constante estado de medo, pois sabia que o tempo todo eu seria podada ou recriminada.
Além disto, o sintoma mais frequente do abuso psicológico que eu sofria era a piora física. Tudo bem que tenho uma doença crônica, mas praticamente todas as complicações que tenho estão diretamente ligadas a um desequilíbrio emocional. E quando se convive com um narcisista (aquele que comete o abuso psicológico), o estrago psicológico é grande, e no meu caso o consequente estrago físico. Passei por uma sequencia de infecções, lesões oculares, sinusite, às vezes tudo junto e misturado, com episódios repetitivos. De fevereiro até o começo deste mês foi o caos pra mim! Mas agora com a questão psicológica sendo tratada, e sabendo reconhecer os sintomas maléficos para que eu possa atuar (principalmente com a EFT), antes deles se manifestarem fisicamente, tudo começa tomar um novo rumo. 
Isto me lembra um livro maravilhoso que encontrei em uma estante comunitária e que me foi um grande achado, pois comecei a lê-lo de fevereiro pra cá. No livro Quem ama não adoece, o cardiologista Marco Aurélio Dias da Silva explica que o emocional é a origem de todas as doenças, até mesmo das infecciosas, pois se o emocional está abalado, a tendência é que a imunidade baixe e uma pessoa esteja mais propensa a contrair uma doença infeciosa. Este livro é maravilhoso, vale muito a pena comprar pra ler e reler muitas vezes.


Um dos fatos mais complicados pra quem sofre o abuso psicológico é saber estabelecer limites para o narcisista (aquele que comete o abuso psicológico). Uma vez que esta pessoa esta enraizada em diversas atividades da sua vida, faz-se necessário, para quebrar este ciclo, tentar ao máximo se livrar de todas estas atividades e de evitar pessoas que possuem contato mais corriqueiro ou íntimo com esta pessoa, além de todos os "defensores" dela, sejam eles amigos dela ou seus amigos. Este é um processo muito doloroso.

Também é muito importante hoje eu conseguir observar o quanto o narcisista é uma pessoa negativa. No último Dia das Mães, em que fui almoçar com ela só pra "cumprir o dever de filha", pude observar claramente que não houve nenhuma conversa positiva da parte dela. Tudo o que ela dizia era sempre reclamando de algo ou de alguém ou falando mal de outras pessoas, conhecidas ou não. Este é um padrão dos narcisistas: eles "se alimentam da desgraça alheia", pois como eles acham que criam as regras, só eles estão certos. Vendo alguns vídeos sobre o assunto, de psicólogos especializados em narcisismo e abuso psicológico e que uma das maneiras de "quebrar a perna" do narcisista é ter um vasto repertório de coisas positivas para contar quando estiver na presença dele, inclusive ressaltando o quanto sua vida está boa. Ele irá se calar, sorrirá amarelo, pois não terá um gancho para começar a reclamar e mostrar sua superioridade. 

Hoje consigo contar tudo isto pra vocês graças a muito EFT, meditação, Thetahealing, cura prânica, constelação familiar, nos últimos meses tenho feito de tudo pra limpar toda esta inhaca acumulada por pelo menos 25 anos.
Seria muito bom se desde cedo fôssemos ensinados a fazer limpeza emocional diária assim como tomamos banho ou escovamos os dentes. Mas poucos receberam esta orientação na infância. E quando na fase adulta vamos limpar todo este cascão duro que se formou, é um trabalho pesado e muito árduo, mas necessário.

Felizmente estou me profundando cada vez mais na EFT e em conhecimentos de psicologia, de forma a conseguir fazer esta autoassepsia e ajudar outras pessoas a fazer o mesmo com os atendimentos de EFT.

O post foi bem grande, pra compensar os meses passados em que eu não tive condições de postar. O objetivo era colocar isto pra fora, pois colocar pra fora é um passo muito importante para o tratamento. Não espero que você me compreenda, não espero que me apoie. Se os fizer, ótimo! Mas se fizer justamente o oposto, me recriminar de alguma forma, saberei que você uma pessoa que não  deve pertencer mais a minha nova vida. 

E agora com o aniversário chegando, é ano novo, vida nova pra mim...!

segunda-feira, janeiro 09, 2017

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA - BANHO DE PISCINA

Feliz Ano Novo a todos os leitores deste querido bloguinho!
Finalmente iniciando as atividades em 2017.

A primeira semana do ano é sempre uma semana de recesso para mim, pois tenho este direito no meu trabalho. Então aproveito para resolver coisas necessárias na rua e descansar da correria de fim de ano.
Este ano meu recesso foi bem atípico, pois além das coisas acima citadas, nunca tive um recesso tão "vida louca". Sinal de que 2017 promete!
Foram 3 festas em 1 semana, mais uma ida ao cinema com meu irmão, o que implicou em 4 noites indo dormir super tarde (e em 3 delas um tanto alcoolizada kkk). E o encerramento da "semana vida louca" foi com festa na piscina!

Dentre as amizades mais antigas as quais consegui conservar está uma amiga a qual estudamos juntas na 7a e 8a séries. E creio que em 2015 (2016 tenho certeza que não foi) fomos a um Festival de Vinhos no Terraço Shopping (uma grande vantagem de fazer níver no fim de maio e fazer compras pré-níver lá, pois com R$150,00 em compras ganhei um par de ingressos). E lá degustamos e ela comprou um vinho "para piscina", que consiste em um vinho rosé mais concentrado que se toma com 2 pedras de gelo dentro (recomendação da embalagem) para ficar com sabor suave e agradável. E na casa dos pais dela tem piscina...
Na última vez que saímos juntas, ela me disse que o vinho ainda estava na casa dela, aguardando minha companhia para ser tomado. Super fofo! Daí eu disse que ela tinha que marcar uma festa na piscina pra podermos tomá-lo.

Na terça passada, que coincidentemente era níver dela, fui num outro níver. Lá pelas tantas da festa, a outra aniversariante me diz que tinha um Chandon rosé pra se tomar com gelo e pediu minha opinião se deveria abri-lo naquela momento. Eu disse que o níver era dela, logo merecia ser celebrado como quisesse e que espumante era uma boa. O espumante foi aberto, servimos algumas taças e várias pessoas começaram a perguntar qual era a do gelo dentro. Saí contando o fato ocorrido com a minha outra amiga no Festival de Vinhos.
No dia seguinte, constato que o níver da amiga da primeira história tinha sido no dia em que eu estava falando dela. E aí gravei alguns áudios desejando a ela feliz aniversário atrasado e relatando o que tinha ocorrido no dia anterior. Daí ela me responde que então teríamos festa na piscina pra comemorar o níver dela.

Passei a semana passada tentando lembrar quando foi a última vez que tomei banho de piscina e não consegui me lembrar de jeito algum. Consigo lembrar as últimas vezes que entrei no mar, mas numa piscina faz muuuito tempo! 
Pra falar que não entrei recentemente, ano passado estive na casa de uma colega e dança para um ensaio. No final, algumas das meninas entraram na piscina. Eu tinha um compromisso depois e, como minha "logística pós banho de piscina" é um tanto complexa, eu sentei na beira da piscina, tirei as meias e só molhei os pés e as canelas enquanto conversava. Depois sequei-os e fui pro outro compromisso que eu tinha. 

Minha relação com piscina é bem atípica. Na infância, fiz acompanhamento no Hospital Sarah por 1 ano, numa época em que eu morava em Goiânia. Lá eles orientaram minha mãe que ter uma piscina em casa seria um ótimo exercício para mim, pois poderia me movimentar com mais facilidade devido à diminuição do peso. Acho que eles não explicaram, mas analisando hoje, acho que a ideia seria eu fazer algo como hidroginástica ou hidroterapia na minha piscina. 
Minha mãe mandou construir a piscina. Meu irmão fazia aulas de natação em um clube e perguntou a diversos professores se algum deles me daria aulas particulares de natação. Naquela época ninguém pensava que iria existir uma profissão chamada "personal", logo devem ter achado a ideia da minha mãe estranha e ninguém topou. 
Portanto, tive uma piscina em casa por uns 3, 4 anos, mas nunca aprendi a nadar. Deprimente, né! 
Contando esta história para algumas pessoas nos últimos anos, tive algumas amigas se oferecendo pra me ensinar, mas a questão seria eu ter acesso fácil a uma piscina, pois em clubes os médicos não me liberam por desconhecimento e preconceito. Mas pensando bem, o risco de eu pegar uma infecção numa piscina de clube seria bem grande, logo não seria uma boa ideia. Teria que ser em uma piscina particular. Mas enfim, não estou pensando nisto agora, pois a academia já tem me tomado bastante tempo no quesito atividades físicas.

O mais legal foi que a mãe da minha amiga achou a solução "ultimate mega power" para facilitar minha entrada e saída de qualquer piscina: basta eu sentar em uma cadeira (que possa ser molhada, claro!) e a cadeira ser carregada pra dentro ou fora da piscina. Genial! Depois agradeci imensamente a ela pela ideia brilhante e indaguei como ninguém tinha tudo esta ideia antes. A resposta foi muito simples: "É porque você nunca tomou banho de piscina na minha casa antes." kkk
Enfim, só saí da piscina quando eu estava "me derretendo" de tanto tempo que passei dentro. E como era aquecida, ah, você vai protelando, protelando, e não sai. Claro que na hora em que se sai e bate o ventinho vem aquele frio terrível. Mas vale super a pena! =D