Segunda-feira, Novembro 23, 2009

MINUTO POÉTICO

Semana passada recebi um lindo poema por e-mail. Como não confio muito nas infos que recebo por e-mail, fui confirmar a autoria do poema.
Autoria confirmada, segue poema escrito por Cecília Meireles e publicado no livro Vaga Música, de 1942.

Canção Mínima

No mistério do sem-fim
equilibra-se um planeta.

E, no planeta, um jardim,
e, no jardim, um canteiro;
no canteiro uma violeta,
e, sobre ela, o dia inteiro,

entre o planeta e o sem-fim,
a asa de uma borboleta...

Além da temática ecológica em uma época que ecologia não era assunto em voga, o poema ainda fala das queridas borboletas. Simples, bonito e enigmático.

Sexta-feira, Novembro 20, 2009

PORTUGUÊS BEM "DIZIDO"

Olha o que eu tenho q aguentar! Imagem extraída esta semana do ambiente virtual que uso para a minha pós.

Alguém por favor ensine português pros progrmadores daquela faculdade!

Sábado, Novembro 14, 2009

MAU FUNCIONAMENTO DE RECURSO DO GOOGLE LABS

Faz algum tempo eu estava fuçando os novos recursos do Google Labs e me deparei com um que me parecia fantástico: o Detector de anexo esquecido, que supostamente deveria evitar "que você envie mensagens acidentalmente sem os anexos relevantes. Solicita que você anexe um arquivo, caso o tenha mencionado, mas tenha se esquecido de anexá-lo.". Como quando envio anexos eu normalmente escrevo expressões do tipo "Segue anexo", pensei que a funcionalidade seria muito útil.
Como eu tb adicionei o recurso de Cancelar envio, que evita "que mensagens sejam enviadas alguns segundos após clicar o botão de Enviar", eu testei não anexar um arquivo e escrever "Segue anexo" no corpo da mensagem. Só que o detector de e-mail esquecido não funcionava. Até perguntei a alguns colegas da computação se funcionava com eles. Pelas respostas que recebi, tudo indicava que o recurso só funcionava para e-mails escritos em inglês.
Até que um dia eu escrevo inocentemente em um e-mail a frase:"Assim que puder vou incluí-lo no restante do texto." Olha o resultado ao clicar em Enviar:

Ou seja, o detector de anexo esquecido funciona. Só que com o termo "errado". Putz! O mais fácil que era associar o desejo de se anexar algo à palavra "anexo" eles não implmentam. Daí o verbo "incluir", que pode ser usado em diversos contextos eles colocam no filtro. Tstststststststs Bola fora do Google.
Felizmente não foi só comigo que ocorreu esse erro:
http://www.google.com/support/forum/p/gmail/thread?tid=1dded310ed9a68d7&hl=pt-BR

P.S.: Se vc tem e-mail do Gmail e não faz a menor idéia do que é o Google Labs, abra seu Gmail e clique num bonequinho verde localizado no topo da página a direita, junto à opção Configurações.

Domingo, Novembro 08, 2009

PEQUENOS DETALHES FAZEM SIM A DIFERENÇA

Essa semana teve um dia que lavei o cabelo e o parti de lado ao invés de parti-lo no meio como sempre. Interessante como uma pequena mudança não intencional pode fazer tanta diferença ao ponto de provocar elogios.

Sábado, Novembro 07, 2009

LIÇÕES APRENDIDAS DURANTE VIAGEM

No fim de semana passado aprendi diversas lições enquanto viajava. Ei-las:
1) Não tenho "paciência" física nem psicológica para aguentar pessoas que se excedem na bebida. Física porque bêbados são sem-noção ao ponto de serem capazes de passar o dia inteirinho sentados, o que acaba impedindo os não-bêbados de fazer outras coisas mais divertidas, como ir passear, ou no meu caso, simplesmente descansar, ao invés de ficar sentada na mesma posição, o que me faz mal. Psicológica porque é chato demais aguentar conversa de bêbado, principalmente quando há muitos bêbados juntos. E mesmo nos momentos de sobriedade, antes de começarem a beber, ficam falando sobre o quanto um passou mal ou contando para outro as besteiras que fez ou falou enquanto bêbado, pois este não se lembra de muita coisa do que aconteceu no dia anterior.
*** Antes que pensem algo, eu também bebo, mas não gosto de cerveja. Eu bebo basicamente vinho, espumante e ice. Mas não preciso beber muito para ser feliz, ou seja, não preciso beber até ficar bêbada. Num dos dias da viagem, eu bebi 2 copos de vinho (que nem estavam cheios) e pra mim tava bom. Quem bebe cerveja parece que tem que beber até acabar com todas as latas/garrafas que tem em casa, e às vezes ainda sair para comprar mais.
2) Camas alheias são minhas melhores amigas! Elas me permitem não ficar sentada na mesma posição o dia todo e me espairecer um pouco dos "papos de bêbado".
3) Se você mora em Brasília, ao viajar à Goiânia, leve apenas umas 2 mudas de roupa. O resto você provavelmente vai comprar lá, devido aos preços muito mais baratos, e vai acabar comprando mais do que planejou.
4) É curioso vc passar tanto tempo sem ver os parentes e sem usar vestidos e, ao comprar um e já resolver usar, todos dizerem que "é a sua cara".
5) Por mais cedo que você ache que está voltando pra casa do feriado, sempre haverá um engarrafamento que te fará pensar 2x antes de fazer outra viagem em um feriado.

Quinta-feira, Outubro 29, 2009

EU NO CORREIO BRAZILIENSE

No final da semana passada e no início desta dei entrevista a Silvia, repórter do jornal Correio Braziliense, sobre como é minha vida com epidermólise bolhosa. Ela fez uma reportagem muito interessante, em que foi atrás de profissionais de saúde que tem experiência com a doença para apresentar na matéria de maneira correta o que é a doença e como ela se manifesta. Mostrou uma visão mais ampla da doença, não só relacionando-a a pele, como é mais comum.
A reportagem saiu hoje e está disponível em:
http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/10/29/cienciaesaude,i=151370/A+INCURAVEL+EPIDERMOLISE+BOLHOSA.shtml
Acho que meus relatos e de minha mãe foram muito importantes, pois mostram que é possível conviver com a doença e, com a orientação e cuidados corretos, ter uma vida quase normal.
Fico feliz por mais um momento "famosa" neste ano e torço para que essa reportagem possa chegar a quem precisa.

P.S.: Faltou comentar um errinho: o nome da minha mãe é com "I" mesmo e não com "Y", como foi escrito.

Domingo, Outubro 25, 2009

AÇAÌ DO BOM

Ontem estive na Feira da Torre no meio da tarde vendo umas coisinhas. Daí foi batendo a fome e pensei em fazer um lanche por lá antes de ir embora. Já que vou tão pouco na Torre e dificilmente como por lá, resolvi unir o útil ao agradável e comer na Barraca do Pará.
Como a maioria dos pratos paraenses são meio pesados para se comer como lanche da tarde (exceto o tacacá, mas como estava quente, eu não ia tomar um caldo quente), resolvi pedir uma tigela de açaí. A primeira pergunta que fiz após ver o preço, que era um tanto salgado, foi se o açaí era puro mesmo, como se serve no Norte, sem essas misterebas que se fazem por aqui (o que na verdade seria vergonhoso em uma barraca paraense).
Não me arrependi nem um pouco de ter gasto 12 reais numa tigela de açaí puro em pleno Planalto Central. E ainda poder comer aquela tigelona como eu comia na infância, com farinha de tapioca e bastante açúcar. Que delícia! Não tem coisa igual.
Como estou desacostumada a comer açaí e estava quente, depois de alguns minutos o açaí pesou no estômago e foi dando aquele soninho, aquela preguiça... Fico imaginando um nortista comendo isso no calor do Norte. Como eles resistem a não ficar com sono? Talvez eu descubra a resposta em fevereiro.