Mostrando postagens com marcador cursos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador cursos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, agosto 22, 2018

MODELO DE CURSO DE MAQUIAGEM

O mês de junho se encerrou da maneira mais inusitada possível: me tornando modelo de cursos de maquiagem.
Vejam como as sincronicidades do universo ocorrem para quem está aberto a elas.

Um certo sábado do começo de junho estava eu saindo de casa para ir para a meditação que ocorre no mesmo prédio que moro, basta pegar o elevador. Na hora em que eu estava saindo de casa, estavam 3 moças no meu corredor, entrando em uma das salas próxima à minha kit, sala esta que eu sabia que estava vazia. Cumprimentei-as e perguntei se haviam comprado ou alugado a sala. Uma delas me respondeu que ali instalaria um estúdio de maquiagem. Me apresentei como futura vizinha e ali começamos um papo. Uma delas me conhecia da dança do ventre e até fiz há muitos anos atrás um curso com ela de automaquiagem, que era parte de um evento que participei. Mas como já tinham passado muitos anos e minha memória fotográfica é péssima, não me lembrei de imediato dela, mas ao falar o nome dela, me lembrei que tinha feito o curso com ela. 
Papo vai, papo vem, descobri que a outra amiga era a Raquel Spósitto, maquiadora e (ex-)apresentadora do quadro Blitz da Maquiagem no Programa Inside do SBT Brasília. Volta e meia eu assisto o programa, por ser sábado na hora do almoço, 12h30. Prosseguindo a conversa, a Raquel me pergunta se eu toparia ser modelo de algum curso de maquiagem dela. Eu disse que sim, dependendo do horário, se não chocasse com o meu trabalho. Deixei meus contatos com ela e me fui, mas acabei voltando pra meditar em casa porque com a conversa toda eu cheguei atrasada para a meditação e a porta já estava trancada. Mas eu percebi que naquele dia era muito mais importante eu ter parado para aquela conversa do que ter ido meditar. 
Alguns dias depois, ela entra em contato comigo, explica melhor o projeto dela de transformação de mulheres que possuam muitas marcas no rosto (queimadura, melasmas, espinhas, vitiligo, dentre outros), me manda alguns vídeos e me pergunta se aceito ser modela dela em um curso numa sexta de manhã. Fiquei chocada, no bom sentido, ao ver os vídeos. Caraca, que trabalho top! Ao vê-los, tive certeza que seria uma oportunidade única.

No fim do mês lá fui para o meu momento transformação. Era um curso vip para uma maquiadora do Espírito Santo. Foram mais de 2h sendo maquiada, com pausas para água e lanchinho. ☺ Pra mim foi destas experiências como ir a um Esquadrão da Moda e ter a aparência renovada. Mesmo sendo um trabalho, quem mais ganhou fui eu, pois aprendi muito sobre características de maquiagem personalizadas pro meu rosto e sobre produtos top para cobrir manchas. E ainda tive o Uber pago, um pequeno cachê e ganhei um batom e um glitter da linha de produtos dela pra serem usados nas minhas maquiagens de dança e dias mais glamourosos. Adooooooro! 

O vídeo da trsnformação teve mais de 8 mil visualizações somando Facebook e Instagram (isto no momento da publicação deste post) e pode ser visto no link abaixo. Fiquei chicada com o tanto de visualizações.
www.facebook.com/benditamake/videos/1789060841178473/

E no meio de julho a Raquel fez a cobertura pro programa Inside da Hair Brasília, que é a maior feira de cabelo e maquiagem do centro-oeste e me chamou para uma entrevista. Eu como vou à Hair Brasília todos os anos desde 2011 (vide post sobre minha primeira ida lá, que foi quando coloquei aplique pela primeira vez: https://borboletaroxa.blogspot.com/2011/07/cabelo-novo-com-mega-hair.html) , não ia deixar de aproveitar a oportunidade. O mais legal foi que a cobertura do Hair Brasília foi dividida em 2 episódios, sendo que o segundo, no qual eu apareci, foi só sobre inclusão. Uma coisa linda, de qualidade, super bem editado, sem exploração de coitadismos, o que é bem comum na TV. O vídeo pode ser visto no link: https://youtu.be/WWByZ0fNCbs

E as sincronicidades não acabam aí. No começo de agosto vou a um pub, em plena 4a feira, ver os amigos da banda Galões de Diesel tocar. Na hora que eu to indo embora, literalmente, um rapaz me chama dizendo que me conhece. Eu, como uma pessoa inesquecível kkkk, sempre tenho que perguntar de onde a pessoa me conhece, pois em geral eu não lembro. Daí o rapaz foi me dizer que tinha sido o editor da matéria do programa Inside e que tava muito feliz de conhecer uma das pessoas que estavam nas reportagens que edita, pois como ele já foi câmera (função que ficou com o irmão dele, que inclusive foi quem filmou a reportagem), ele sente falta de conhecer as pessoas pessoalmente e hoje só conhecer por imagens. Bati muito papo, já do lado de fora do local, com ele e a esposa. Quando contei que tinha sido modelo da Raquel, ele me perguntou porque ele não tinha ficado sabendo disto, senão teria colocado na reportagem. Mas eu disse que ele que a Raquel disse isso no começo da reportagem e esta fala foi ao ar, mas ele que não associou uma coisa com a outra.

Enfim, as sincronicidades não tem fim quando estamos na vibe correta.
Só posso resumir dizendo que tudo foi incrível. Passei a dedicar mais tempo para maquiagem no dia-a-dia e finalmente fiz alguma reportagem pelo que eu sou, por coisas que eu gosto, saindo daquele estigma chato de reportagens "O que é EB", que eu já to de saco cheio. E de vez em quando a gente precisa desses momentos "mulherzinha" pra ter maior contato com a feminilidade, ainda mais eu, inserida num universo de trabalho muito masculino.

Uma pena que a Raquel foi embora de Brasília, voltando pra cidade natal dela, pouco depois disto tudo. Uma pessoa que vai me deixar saudades pelo excelente trabalho e pelo alto astral. Sucesso e gratidão, querida! Espero que nos reencontremos algum dia. 

segunda-feira, maio 04, 2015

VIRANDO DANÇARINA PROFISSA (ou MEU CURRÍCULO DE DANÇA)

Hoje quero compartilhar com vocês uma grande alegria artística.
Há uns 10 dias, uma amiga me encaminhou e-mail da Caixa Cultural sobre uma oficina gratuita sobre dança contemporânea. (Depois também vi o e-mail enviado a mim pela própria Caixa, uma vez que sou cadastrada na lista de e-mails deles.) Eu olhei pro convite, que dizia que o público alvo era profissionais de dança contemporânea. Mas achei que o fato da minha amiga ter me enviado era um sinal e resolvi me inscrever na base do "vai que cola!".
Mandei e-mail, conforme indicado no convite, e me pediram meu currículo...
Putz, eu tenho currículo de informática, currículo de professora de inglês, mas nunca tinha feito um currículo artístico. E agora, como fazer?
Fui olhando nos sites de algumas dançarinas de dança do ventre pra ver como elas colocavam, mas como era pra site, em geral eles tinham uma historinha, em linguagem não própria para currículo, contando alguns cursos que fizeram e professores com quem tiveram aulas. Comecei a esboçar algo e resolvi pedir ajuda a minha professora de dança, que prontamente me deu algumas ideias. Por fim, achei um post no site Central Dança do Ventre que terminou de sanar minas dúvidas. 

Mas o mais difícil foi revisitar minha vida "dancística" pra resgatar os cursos e apresentações dos quais participei. Nossa, foi um trabalho de detetive, que me tomou bastante tempo, envolvendo Flickr, YouTube, Facebook, e-mails, fotos e vídeos armazenados somente no meu computador para estudo, buscas no Google pra lembrar "como chamava aquele evento mesmo?", posts deste blog, assim como meu caderno de anotações dos aprendizados dos cursos. Afff... foi todo um cruzamento de informações pra eu conseguir me lembrar e confirmar tudo. Como alguns cursos e apresentações eu não conseguia nem ter certeza absoluta do mês em que ocorreu, me restringi a colocar os anos de cada fato. Ainda teve um evento citado neste blog que eu não me lembrei do que se tratava e outro que me lembrei que fiz uma participação rápida mas não consegui achar info sobre ele. (Até cheguei a cogitar que era o mesmo evento, mas alguns indícios, como a data e pessoas envolvidas, me mostraram que não foi o mesmo.) Mas faltar 1 ou 2 eventos menos importantes não fazem tanta diferença assim. 
Confesso que me surpreendi com o resultado final desta busca frenética pra fazer um currículo artístico de um dia pro outro: eu fiz muito mais coisa do que eu imaginava nesses quase 6 anos de dança, tanto cursos quanto apresentações, isso sem contar os aulões temáticos gratuitos, intensivões de férias e apresentações em eventos familiares. E também foi legal resgatar outros cursos relacionados a artes, teatro e dança que já fiz durante a minha vida, que de alguma maneira contribuíram para minha formação artística. Agora, com currículo organizado, é só ir atualizando. 
Claro, não posso achar que isso está bom, afinal sempre se há o que aprender, ainda mais quando se trata de uma ciência não exata que sempre pode ser aprimorada e modificada, que é a arte. Também percebi que estudei muita coisa que não estou colocando em prática atualmente e que tenho que fazer mais cursos voltados para fusão, de modo a aprimorar esse meu "lado B" que eu tanto gosto.

O resultado disso tudo vocês já devem imaginar: eu fui aceita pra participar da oficina, mesmo não sendo profissional. Isso me fez comprovar que não era mentira o que minha professora disse certa vez para minha turma avançada: que nós só não éramos profissionais porque não vivíamos da dança, mas que o conhecimento e experiência a gente já tinha.
Vale ressaltar que aproximadamente metade dos que estavam na oficina eram alunos da faculdade de dança no IFB e, pelo que contaram de suas experiências, também não eram profissionais. Logo, no fim das contas, a maioria absoluta eram de não-profissionais, mas isso não tira o brilho da minha conquista.

Acho que a grande lição que aprendi com essa experiência de montar o currículo foi que eu tenho mais potencial do que eu imaginava. Ao ver o quanto conquistei nesses quase 6 anos, me senti mais confiante para buscar me aprimorar ainda mais e explorar mais a fundo minhas possibilidades artísticas, sem ter medo de me "jogar".
Que venham mais 6 anos de dança!!!

quarta-feira, abril 22, 2015

CURSOS E MAIS CURSOS

Já que estou em casa sem conseguir trabalhar fora, devido a não completa recuperação da cirurgia, estou aproveitando o tempo para fazer cursos que eu não conseguiria fazer normalmente, por serem durante a semana ou sábado de manhã.

O primeiro foi no fim de março, o Seminário Insight - Presente do Coração. Este seminário equivale ao nível 1 deles, mas é oferecido gratuitamente a pessoas que enfrentem alguma questão de saúde, assim como cuidadores e profissionais que lidam com estas pessoas. 
Foi um seminário longo, de 5 dias, 3 noites e fim de semana em tempo integral, que só aguentei porque eles preparam uma estrutura bacana para pessoas com doenças complexas, então pude ficar deitadinha numa das espreguiçadeiras de piscina que foram cobertas com colchonetes e viraram uma espécie de maca, assim meu é não doeu (pois não consigo passar muitas horas com o pé para baixo, pois ele começa a inchar e doer). Mas foi uma aventura, pois tinha que pegar um táxi pro estacionamento do Tetro Nacional e de lá pegar um ônibus provido pela organização do seminário para nos levar ao local do evento, o Instituto Israel Pinheiro, ao lado da Ermida Dom Bosco.
O Seminário é excelente e super recomendo a quem puder, fazer o Nível 1 para conhecer. São palestras, dinâmicas de grupo e em dupla, momentos de depoimento e outras atividades que nos fornecem ferramentas para trabalhar nossas questões emocionais. É algo que mexe tanto com você, caso esteja realmente aberto e comprometido, que em uma das atividades cheguei a passar mal, querendo colocar pra fora fisicamente algumas emoções mexidas, uma verdadeira assepsia. 
Foi muito cansativo fisicamente pra mim, pois foi uma rotina corrida de horários, transporte, muitos dias fora de casa. No fim tava quebrada, pedindo arrego, mas o ganho emocional valeu a pena o sacrifício.

O segundo, já em abril, foi um curso de EFT - Emocional Freedom Techniques (Técnicas de Libertação Emocional, também conhecidas internacionalmente como Tapping e no Brasil como Acupuntura Emocional sem Agulhas). Já este foi 1 noite e o fim de semana em tempo integral de explanações sobre as técnicas, atividades em grupo e em dupla, em que trabalhamos diversas questões emocionais. Dentre elas, aproveitei para trabalhar com o instrutor, como parte do curso, o meu trauma de zumbido de insetos, que me fazia ficar nervosa e começar a me coçar toda só de ouvir o barulho. Já pude testar o resultado, tanto na noite seguinte, pois estávamos num sítio e dormi lá 2 noites, quanto depois, ao ouvir barulho de zumbidos na TV. Ainda não resolveu 100%, mas diria que uns 90%, pois já consigo ficar mais calma e me controlar, sem querer começar a me coçar toda. Mais uma prova da eficiência da técnica, que eu já conhecia, mas agora pude aprofundar meus conhecimentos e trabalhar questões mais profundas em mim mesma.
O fato de eu ter ficado hospedada no sítio onde foi o evento (conforme contei no post anterior), me permitiu fazer uma imersão, juntando a EFT com alimentação natural. Um verdadeiro fim de semana detox, tanto físico quanto emocionalmente. A única coisa ruim é que no almoço e jantar não havia carnes, nem mesmo proteína de soja para substituir. Como necessito uma dieta hiperproteica, isso me desesperou um pouco, e quando tinha queijo no café da manhã e dos lanches, eu comia diversas fatias de queijo com patês em cima, pra tentar suprir a necessidade. Mas voltei pra casa com meu corpo pedindo proteína pelo amor de Deus! Eu procuro seguir uma alimentação natural, com muitos legumes e verduras, mas sem radicalismos. Só acho complicado passar 2 dias a refeições sem carnes em que não havia alguma outra fonte proteica para substituição.

Como o curso me habilita para aplicar a EFT em outras pessoas e me tornar terapeuta de EFT, mas claro, se tornar profissional é algo que demanda tempo e treino, ofereço aos meus amigos que se interessarem em conhecer a EFT sessões sem custo algum, para que eu possa treinar e me aperfeiçoar nas novas técnicas que aprendi. =D

Por último, no fim de semana passado, workshops de dança! Pra quem estava a mais de 6 meses sem dançar, foi bom fazer esses cursos, ainda que mais que um foi com a Lulu, que da "velha guarda" brasileira da dança do ventre, ela é a mais experiente em atividade. Os ensinamentos foram muito bons e fiquei feliz por ter conseguido dançar até bastante pra quem está parada e com dores nos pés, mas claro, eu tava toda troncha, fazendo vergonha a quem já me viu dançando super bem, mas recomeço é assim mesmo. Não preciso dizer que no meio do curso eu "morri" e sentei no chão com as pernas esticadas pra passar a dor muscular e me dedicar somente ao meu lado nerd de ficar com caderninho anotando tudo.
O outro foi bem interessante, em que trabalhamos a questão da expressão corporal e facial, misturando exercícios de teatro com dança, mas no domingo eu tava dolorida e cansada, a base de energético. Fisicamente, consegui participar bem menos, mas novamente anotando tudo pra poder reler e usar posteriormente.

Enfim, estou aproveitando o meu tempo para aprender e me aperfeiçoar no que gosto. Em maio teremos mais!

quarta-feira, abril 15, 2015

CONHECENDO O DF - ALTIPLANO LESTE

Neste fim de semana tive a oportunidade de conhecer um cantinho super bacana e escondido do DF, o Altiplano Leste. É uma região de chácaras localizada no fim do Lago Sul, quase em frente à Ermida Dom Bosco. Estive lá para fazer um curso maravilhoso de EFT (mais informações no próximo post), que foi realizado no Sítio Vale das Flores. 
O Altiplano Leste possui uma parte asfaltada, mas para chegar ao Vale das Flores, a estrada de asfalto acabava e havia um longo trecho de terra. Eu iria sofrer se estivesse dirigindo e fosse no meu carrinho baixo, mas felizmente consegui caronas para ir e voltar. A região é super fofa, meio do mato total: pássaros cantando, muitas plantas, muitos mosquitos... Essa foi a parte chata, os mosquitos! No fim da tarde tinha uns mosquitinhos chatos que não picavam, mas se eu estava deitada, eles ficaram o tempo todo na minha cara, e de noite os pernilongos. A primeira noite foi tensa, quase não dormi, mesmo tendo uma inseticida de parede em cima da minha cabeça (acho que esses produtos de parede não funcionam pros pernilongos do mato, só da cidade kkkkk). No dia seguinte consegui repelente pra passar no corpo e arrumaram ara mim até um mosqueteiro para eu dormir embaixo (acho que eu nunca tinha usado um mosqueteiro).
A vista do sítio era linda, com montanhas ao fundo. Dá até para esquecer que se está no DF! No domingo, levantei cedo e pude ver uma névoa linda, cobrindo a vegetação. Tirei fotos lindas deste fenômeno, que podem ser vistas no link abaixo:
https://www.flickr.com/photos/borboletaroxa/sets/72157652007716212/
Enfim, uma região que vale a pena conhecer pra dar uma desestressada do clima da cidade grande.