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segunda-feira, agosto 08, 2016

CONHECENDO O DF - METROPOLITANA

Fim de semana passado achei que ia passar "curtindo" a sinusite na solidão do lar. Daí uma amiga me convida pro ensaio aberto da banda de rock do cunhado dela, a Galões de Diesel em um estúdio em Águas Claras. Clima bem simples, mas sonzeira de primeira. Quando o ensaio estava acabando, ela me convida pra ir comer (já que no local só tinha espetinho) no trailer do primo dela de hambúrgeres artesanais, o Zoião Hamburber Artesanal. Ela, chefe de cozinha, foi responsável pelas receitas do blend de carnes para o hamburger e do molho. Não é porque é minha amiga não, mas até eu que não gosto tanto de hamburger comi um quase inteiro de tão gostoso que estava. Super recomendo. 
E lá fomos nós pra uma pracinha super fofa na Metropolitana, "bairro" do Núcleo Bandeirante. A Metropolitana localiza-se "atrás" do Núcleo Bandeirante (já tinha visto placas dentro do Bandeirante e também no pedaço do Park Way lá próximo. É como uma cidadezinha de interior, com uma praça principal com a igreja e uma escola de madeira. Lugar pacato e frio, pois tem córregos pela região. Um pedacinho da história de Brasília escondido ali. Pra quem gosta de ver construções antigas e gosta de pracinhas fofas, é bom conhecer, embora não haja muito o que conhecer por lá. Então aproveite quando estiver por perto pra dar uma passadinha lá.

quinta-feira, maio 19, 2016

CONHECENDO O DF - AGROBRASÍLIA E PAD/DF

Não sei dizer muito bem como a conversa começou, mas certa vez comentei com uma amiga minha (que trabalha na Embrapa) que eu era louca pra conhecer um campo de girassóis e tirar fotos nele.
Daí ela me mostrou que eu poderia ter a chance de conhecer um campo de girassóis aqui no DF mesmo. Mas claro, tive que aguardar a época certa pra eles florescerem.
E eis que no mês mais lindo do ano a oportunidade surgiu... 

Esta amiga me apresentou a AgroBrasília, feira cujo nome é autoexplicativo. E nela haveriam girassóis da Embrapa. Assim, combinei com a fotógrafa já conhecida desta amiga, lotamos um carro e fomos rumo ao PAD/DF.

O PAD/DF (leia-se "padéf") é uma região rural do DF (siiiimmmmm, temos região rural no DF, pra quem não sabe), próximo à divisa do Goiás e de Minas (siiiimmmmm, o DF tem uma mini-divida com Minas, mas tem), pegando o caminho pra Unaí. Do meu prédio foram cerca de 1h15 de viagem e uns 65km segundo o Google Maps. Pensa num trem longe, ainda mais por estar andando numa rodovia no meio do mato. Toda hora eu me perguntava se ainda estava no DF. kkkk

Na região pude ver diversas plantações com placas exibindo códigos relativos às espécies ali plantadas e vi placas para lugares inusitados, como uma comunidade rural chamada Café Sem Troco (!). 

A feira em si é enorme, e só pude andar nela graças á existência de carrinhos elétricos pra ajudar na locomoção de quem tem mais dificuldade. Confesso nunca ter visto ao vivo tratores e outros maquinários tão grandes. Da feira não aproveitei muito, pois meu destino era certo: procurar os girassóis e fazer 1h de sessão fotográfica. 

Os girassóis da Embrapa eram lindos, enooormes, mas havia uma fita isolante ao redor da plantação e não havia como entrar nela. Mas havia outra, bem pertinho, que eu não sei a quem pertencia, mas que era aberta. Logo, esta foi a escolhida, para que eu pudesse tirar fotos DENTRO do campo de girassóis. E as fotos ficaram incríveis, um lindo presente de aniversário para mim mesma.

Mas por que esta fixação por girassóis? Bem, já faz muitos anos, em sonhos e meditações eu sou levada a um lindo campo de girassóis. Em geral eu brinco com os girassóis, corro no meio deles, e depois sento-me embaixo de uma árvore frondosa, que me lembra algumas árvores do Parque da Cidade, localizada em cima de um pequeno morrinho. Sempre que em alguma meditação preciso ir a um "local tranquilo", eu volto ao meu campo de girassóis. 
Então, passear no meio de girassóis de verdade foi incrível. Meu coração batia forte e a vontade de chorar era muito grande. Eu fiquei embasbacada, sem palavras com tamanha grandeza e beleza da plantação. 

Voltando já de noite, cansados, mas euzinha muito feliz. No fim, foi um dia incrível viajando dentro do próprio DF!

segunda-feira, fevereiro 08, 2016

CONHECENDO O DF - SETOR DE MANSÕES DOM BOSCO

To encantada com o quanto a vida tem me levado a lugares nada óbvios em Brasília.
Desta vez minha "folia" de Carnaval foi meditar no domingo, num lugar lindo no Setor de Mansões Dom Bosco, mais um meio do mato junto da cidade. 
Esse Setor fica no Lago Sul, por trás das QIs 17, 19, 21 e 23. Como fui no Conjunto 2, entrei pela QI 17. Daí foi só seguir um caminho sinuoso e asfaltado mato adentro, super pertinho.

Meditar ouvindo os passarinhos nativos cantando é muito bom, ainda mais sabendo que em uns 5 min estaria na Ponte JK. Delícia! Mais um meio de mato super recomendável, mas esse é pra high society. 

quarta-feira, janeiro 20, 2016

CONHECENDO O DF - POLO VERDE E NÚCLEO RURAL DO TORTO

Neste fim de semana fui num aniversário numa casa de festas no Núcleo Rural do Torto, atrás do Polo Verde. 
Esse é um localzinho escondido no fim do Eixão Norte. O Polo Verde é bem no fim do Eixão mesmo, rumo à Ponte do Bragueto, onde há diversas lojas de plantas. E o Núcleo Rural do Torto fica atrás dele, seguindo por uma estradinha de terra. 
No caso dessa casa de festas em que eu fui, o trecho de terra não dá nem 100m. 

Muito legal conhecer estas pequenas zonas rurais do lado da cidade. Adooooro meios de mato que são perto da "civilização", de fácil acesso. Um dia ainda morarei assim.

sexta-feira, janeiro 01, 2016

CONHECENDO O DF - GRANJA DO IPÊ

E o local da festa, a UNIPAZ, fica na Granja do Ipê.

A Granja do Ipê é uma região rural, localizada entre o Park Way e o Riacho Fundo. O caminho é ir pela EPIA, passar o Setor de Postos e Motéis e pegar a marginal direita da EPIA. Entra-se na Quadra 8, conjunto 2 do Park Way, onde há um balão e há uma grande placa indicando a UNIPAZ. A pista é asfaltada e possui iluminação. A UNIPAZ fica exatamente no fim dela.
Segundo informações que ouvi em conversas lá no evento e alguma informação que achei na internet, o terreno da Granja do Ipê é propriedade da União e é cedido ao GDF por períodos de tempo, mas sempre é renovada a cessão. E que o nome Ipê na verdade é uma referência a Israel Pinheiro (IP), político que foi presidente da Novacap e responsável pela construção de Brasília. É uma região conhecida por ser um pólo de piscicultura no DF.

Eu adoooro locais que são no meio do mato, mas um meio do mato perto, de fácil acesso, sem ter que pegar estradas de terra pra se chegar. Portanto, esse foi um meio do mato que adorei!
Especificamente dentro da UNIPAZ tem uma cachoeira, a qual descobri que é de super fácil acesso, até mesmo para mim. De uma próxima vez, posso me preparar e levar até roupa de banho.

Mas voltando à Granja do Ipê, na pista principal pude ver algumas fazendas e a Escola Classe Granja do Ipê, de aparência super fofa, com detalhes coloridos pintados do lado de fora. 

A volta de lá foi um capítulo á parte... kkkkk

Depois da construção do BRT diminuíram a quantidade de retornos pros carros naquela parte da EPIA. Juntando isso ao fato de ser de madrugada, uma rodovia em que os motoristas enfiam o pé no acelerador e pessoas que provavelmente beberam, resolvi voltar pela marginal da EPIA mesmo, sem movimento, e quando acabasse, eu veria como seguir meu caminho.
Fui seguindo, seguindo, margeando a EPIA, até que comecei a ver placas indicando "Siga Asa Sul" e "Siga Asa Norte". Depois teve uma placa indicando Núcleo Bandeirante e Guará para um lado e Asa Sul e aeroporto do outro. Como pensei que seguir pro Bandeirante deveria me levar pra EPNB, resolvi seguir as placas indicando Asa Sul. Depois houve placas separando o caminho pro aeroporto e pra Asa Sul. Segui o caminho pra Asa Sul. Daí passei por debaixo de um monte de viadutos, quando foi meu 1 minuto de "onde é que eu tô". Eu só pensava que eu não sabia onde iria sair, mas depois que eu descobrisse, eu voltaria ao meu rumo pra casa. Depois me situei: estava passando de alguma forma pelo antigo Balão do Aeroporto e quando percebi, estava no fim do Eixão. Foi uma volta do caramba que eu dei por causa da escolha que eu fiz, mas voltei pra casa em segurança.

Importante destacar que na ida, gastei uns 20 min, seguindo pela EPIA toda vida, que é o caminho mais perto pra minha casa. A volta deu uns 10 min a mais no percurso, mas eu gosto de conhecer novos lugares e caminhos.

quarta-feira, abril 15, 2015

CONHECENDO O DF - ALTIPLANO LESTE

Neste fim de semana tive a oportunidade de conhecer um cantinho super bacana e escondido do DF, o Altiplano Leste. É uma região de chácaras localizada no fim do Lago Sul, quase em frente à Ermida Dom Bosco. Estive lá para fazer um curso maravilhoso de EFT (mais informações no próximo post), que foi realizado no Sítio Vale das Flores. 
O Altiplano Leste possui uma parte asfaltada, mas para chegar ao Vale das Flores, a estrada de asfalto acabava e havia um longo trecho de terra. Eu iria sofrer se estivesse dirigindo e fosse no meu carrinho baixo, mas felizmente consegui caronas para ir e voltar. A região é super fofa, meio do mato total: pássaros cantando, muitas plantas, muitos mosquitos... Essa foi a parte chata, os mosquitos! No fim da tarde tinha uns mosquitinhos chatos que não picavam, mas se eu estava deitada, eles ficaram o tempo todo na minha cara, e de noite os pernilongos. A primeira noite foi tensa, quase não dormi, mesmo tendo uma inseticida de parede em cima da minha cabeça (acho que esses produtos de parede não funcionam pros pernilongos do mato, só da cidade kkkkk). No dia seguinte consegui repelente pra passar no corpo e arrumaram ara mim até um mosqueteiro para eu dormir embaixo (acho que eu nunca tinha usado um mosqueteiro).
A vista do sítio era linda, com montanhas ao fundo. Dá até para esquecer que se está no DF! No domingo, levantei cedo e pude ver uma névoa linda, cobrindo a vegetação. Tirei fotos lindas deste fenômeno, que podem ser vistas no link abaixo:
https://www.flickr.com/photos/borboletaroxa/sets/72157652007716212/
Enfim, uma região que vale a pena conhecer pra dar uma desestressada do clima da cidade grande. 

terça-feira, março 24, 2015

CONHECENDO O DF - MACARRÃO NA RUA

Depois de algum tempo, mais um post culinário...
Tem muito tempo que eu ouço boas recomendações sobre o Macarrão na Rua. Mas sempre passava pelo local indo para algum outro local e nunca parava.
Ele fica no estacionamento da comercial da 206 norte, comercial esta conhecida por ser a comercial "esquisita", pois os prédios dos 2 lados (205 e 206) são prédios construídos em estilo árabe, que destoa bastante das outras comerciais e dá um ar alternativo a esta comercial.
Recentemente tenho passado muito por esta comercial, pois faz parte do meu caminho de ida e volta da fisioterapia, e quando estou voltando costuma ser o horário em que estão montando o estabelecimento. Mas sempre que passo por lá ficava aquela vontade: num dia em que passarmos e já estiver tudo montado, pararemos para comer macarrão.
Ontem houve a conjuntura adequada para pararmos, pois montara mais cedo e ao passarmos por lá, já estavam inclusive pessoas sentadas em algumas das mesas.
E o que consiste? Basicamente um carrinho tipo de cachorro quente, com uma tendinha em cima que vende macarrão, caldos e... cachorro-quente! Ao redor, mesinhas de plástico com simpáticas velinhas que são acendidas quando o sol se põe. Uma caixinha de som tocando só música nacional de qualidade: MPB, pop-rock e algumas músicas que fiquei em dúvida se eram do O Rappa mesmo, mas se não eram, era uma banda com ritmo muito parecido. Massas caseiras deliciosas servidas em tigelas de plástico coloridas. Clima aconchegante no melhor estilo bom e barato!

Abrindo um parênteses aqui, gostaria de destacar que fazia tempo que tinha comido uma massa tão gostosa. Me refiro à massa mesmo, pois na maioria dos locais onde se come massa, as massas não são caseiras, ou seja, são sem gosto, e o que tem gosto são os molhos, temperos e acompanhamentos. No caso do Macarrão na Rua, serve-se com muito molho e apenas com um pouco de queijo e um galhinho de manjericão por cima, mas a massa TEM gosto!!! A minha eram gigantes conchas com espinafre. Saí de lá cheinha e feliz!

Enfim, super recomendo pra quem não tem frescura de comer em quiosques ao ar livre. 

terça-feira, março 03, 2015

CONHECENDO O DF - SOF NORTE

Sábado passado fui num espetáculo de dança em um lugar bem Inusitado: o Setor de Oficinas Norte.
O SOF Norte, ou simplesmente SOFN, é um lugar que eu conhecia de vista, por ficar na beira da EPIA e acaba sendo parte do meu caminho para ir para o fim da Asa Norte. Mas as 2 únicas vezes que eu havia entrado lá foram para ir no posto de gasolina na beira da EPIA.
Como de costume, usei o Google Maps para tentar localizar o local e ver qual o caminho que eu deveria fazer. Eu acho que a indicação do conjunto não estava certinha, mas foi diferença de uma rua. Isso fez com que eu conseguisse indicar ao taxista o retorno correto a ser feito para pegar a entrada correta (no sentido sul-norte fazer o retorno depois que o SOFN já acabou, que fica já em frente ao Parque da Água Mineral, e entrar na primeira entrada do SOFN no sentido norte-sul).
Mas para achar a rua, confesso que eu teria dificuldades, se não fosse o fato de, por eu entrar na entrada correta, haver plaquinhas indicando o local. Assim que vi a primeira plaquinha, disse ao motorista para simplesmente seguir as plaquinhas. 
Caso tivesse entrado em outra entrada, teríamos muita dificuldade para localizar o local, uma vez que num setor de oficinas tudo está fechado de noite! Então não tem gente na rua nem comércio aberto para pedir informação. Caso isso fosse necessário, provavelmente teríamos que ir ao posto de gasolina (que fica consideravelmente longe) pra pedir informação. As pessoas com quem conversei se perderam bastante pra conseguir achar o local.

Felizmente cheguei facilmente no centro de arte super bacaninha onde foi o espetáculo: o Usina. Depois verificando no Face deles, há diversas aulas no espaço, muitas delas de diferentes tipos de dança, e nos fins de semana há apresentações. Não calculei a quantidade de cadeiras pra saber a capacidade, até porque eram cadeiras dobráveis (estilo cadeira de bar, mas com um acolchoadinho; mas mesmo assim o ferro das costas pegava no mesmo lugar infeliz onde me costuma pegar o ferro das cadeiras de bar) e havia espaço livre para se colocar mais cadeiras, caso necessário, mas coube bastante gente.
A estrutura é simples, sem grandes emoções, mas só a ideia de transformar um galpão no meio de um setor de oficinas em um centro de arte merece o meu elogio pela expansão e democratização da arte.

Fica a dica: se for fazer algum evento em um local inusitado ou pouco conhecido, divulgue um mapa pra facilitar a vida das pessoas.

segunda-feira, fevereiro 03, 2014

'RE-CONHECENDO' LUGARES: CCBB

No fim de semana passado participei de um piquenique com alguns amigos. Eles marcaram o evento no gramado do CCBB, o que num primeiro momento me causou certa estranheza. Não falei nada para não parecer que eu era uma pessoa do contra, mas fazer um piquenique num gramado em um espaço privado poderia não dar certo.
Eu sou frequentadora do CCBB com certa assiduidade. Volta e meia vou visitar alguma exposição, ver algum filme. Só nunca fui ver peças de teatro. Mas sempre passeei pelo prédio principal, sendo que raramente fui na parte de trás. Bem, já fui algumas vezes com parentes tirar fotos das esculturas a céu aberto, mas nunca vi grande quantidade de pessoas por lá.
Tal foi minha surpresa ao chegar no gramado na parte atrás do prédio: havia umas 5 rodas de pessoas fazendo piqueniques lá, tanto que tive que procurar o piquenique para qual estava indo. Ou seja, parece que as pessoas descobriram este passo para fazer piqueniques e estão fazendo um bom uso dele. Uma vantagem muito importante com relação ao Parque da Cidade é que, por questões de segurança, não ficaríamos lá depois do sol se por, o que pudemos fazer tranquilamente no CCBB.
Vivendo e aprendendo!

* Embora gramaticalmente errado, usei o termo "re-conhecendo" no título do post para enfatizar o ponto de que eu estava 'conhecendo novamente' um lugar já conhecido.

quarta-feira, outubro 16, 2013

CONHECENDO O DF - BARRAGEM DO PARANOÁ E CAMINHO DO LAGO NORTE AO LAGO SU,

Sábado foi o casamento de um casal de amigosmuito querido.
A cerimônia foi realizada num espaço para festas em frente ao Setor de Mansões do lago Norte. A ida foi bem tranquila e com medo de me perder e chegar tarde, acabei chegando cedo demais. No caminho, pude ver ao vivo, pela primeira vez, o chamado Piscinão do Lago Norte. Tava quente, sol, e tinha bastante gente se divertindo. Pareceu-me ser um lugar calmo pra curtir o Lago no fim de semana.
Passando em frente ao Varjão, me indaguei se aquele era um lugar que visitei em tempos remotos. Logo depois que me mudei pra Brasília, fizemos amizade com uma moça que era solteira, e muitas vezes no fim de semana ela nos chamava pra almoçar e dar uma volta. Assim, minha mãe e eu conhecemos diversos lugares do DF. Num desses passeios, fomos num morro, onde tinham umas casas espaçadas, parecia um setor de chácaras. Eu me lembro que ela disse que era entre os Lagos Norte e Sul. Lembro até de que paramos num boteco pra beber algo, como uma água, e ela perguntou pro dono se havia alguma casa pra vender por lá. Não tenho certeza, mas hoje eu penso que era ou o Varjão ou uma área ao lado dele que eu visitei.

Voltemos à festa: foi bem divertida e bebemos bastante, em especial espumante. Lá pelas tantas da festa, uma amiga já tava bem bêbada e eu tava alegre, daí parei de beber e fiquei só no suco. (Obs. importante: bêbados devem ficar longe de equipamentos tecnológicos, sob o risco de vergonha alheia na internet. kkkk) Pelo menos ela ainda estava consciente para me dizer que era bom verificarmos se havia blitz no Lago Norte, pois era bem provável que haveria uma no nosso caminho pra casa.
Consultando o Waze (aplicativo que, dentre outros, serve pra os usuários informarem uns aos outros onde há blitz, acidentes e etc), descobrimos que havia realmente uma blitz. E então, o que fazer?
A opção era irmos para a casa de 2 amigos nossos pelo outro caminho possível: o Lago Sul.
Minha amiga, coitada, nem tinha condições de dirigir, e a esposa de um amigo nosso que teve que dirigir o carro dela.
Passamos por um caminho totalmente desconhecido pra mim, ligando Lago Norte e Sul, passando perto do Paranoá. No caminho, conheci também a Barragem do Paranoá. Um lugar bonito, mas não dava pra fazer turismo por lá por volta de meia noite. Confesso que se me soltassem lá, eu não fazia a menor ideia de onde eu estava e para onde eu estava indo; fui confiando cegamente nos carros dos amigos, os quais eu seguia. Foi uma volta muito grande e maluca que demos, mas tudo para não sermos pegos numa blitz.
Chegamos na casa, fizemos uma hora por lá e voltamos para nossas respectivas casas via 3ª Ponte. Felizmente não houve nenhuma blitz pelo caminho e agora eu sei o que há à esquerda da terceira ponte além de condomínios. =D

terça-feira, junho 14, 2011

CONHECENDO O DF – TAQUARI

Domingo fui a uma chácara localizada no Taquari. O Taquari é uma região de casas e chácaras, localizadas entre o Colorado e o Lago Norte. Pelas informações do dono da casa, a parte onde ele mora, a de chácaras, é irregular, pois é quase na beira de uma encosta.
Eu só sabia da existência desse lugar porque na subida do Colorado tem uma placa indicando acesso ao Taquari a 500m. Dá pra se chegar pelo Lago Norte também, mas tem que subir um morro na terra; logo é preciso um bom carro para subir. Pela subida do Colorado é mais longe e mais terra, mas o terreno é mais plano, logo considero um acesso melhor.
O local é lindo, no meio do mato, estrada de terra... e do terraço da casa a vista é linda! Dá pra ver a Torre Digital e também os pontos mais em destaque no Plano, como a Torre de TV e o Banco Central. Até tem uma cachoeira bem pertinho, mas não deu pra ir desta vez pois já cheguei meio tarde (na verdade nem sei se dá pra eu ir; me falaram que a descida é bem íngreme). Um daqueles locais tranquilos que dá vontade de morar quando estiver aposentada. kkkk
Foi uma tarde maravilhosa, na companhia da família Daudt, da qual eu me considero agregada. Pra quem não tem família no DF, é ótimo poder ir em festas animadas, cheias de gente, em que se conhece todo mundo e mal dá tempo de conversar com todos. Além, é claro, do carinho com que sou sempre recebida por todos eles.

quarta-feira, maio 11, 2011

CONHECENDO O DF - CONIC

Sábado fui num espetáculo e dança do ventre no Teatro Dulcina de Moraes, no CONIC. Confesso que fui ao CONIC umas 2x em toda minha vida, mas de dia, em alguma loja que só tinha lá para comprar algo muito específico. Nunca tinha ido lá à noite.
Como a fama do lugar à noite, não é das melhores, não quis ir sozinha. Deixei meu carro em um outro local, movimentado e teoricamente seguro, no qual era me buscou e de lá fomos juntas.
Por causa do espetáculo no teatro, o local estava cheíssimo de gente, logo nossa chegada às 20h foi bem tranquila.
Na hora da saída, por volta de 22:30, continuava o movimento do pessoal por causa do teatro, mas havia também umas outras pessoas esquisitas. Havia também um som quase ensurdecedor de um rap com uma letra “super criativa”. Um dos caras cantava um verso e o outro dizia “só o ouro”. A música inteira era isso, um verso, “só o ouro”, outro verso, “só o ouro”. Comédia demais.
Felizmente estava super bem policiado, tão bem policiado que o carro da minha amiga ficou preso por uma viatura e um ônibus da polícia parados em fila dupla. E lá foi ela, pedir ao policial pra chegar o ônibus pra frente pra podermos sair.
Não conhecia o Teatro Dulcina e gostei. É um bom espaço. O único problema foi a falta de ar condicionado (devia estar com defeito), que tornou o lugar insuportavelmente quente. Eu tava quase passando mal e no fim, enquanto procurávamos nossas amigas que dançaram pra cumprimentá-las, uma amiga passou mal que até saiu do teatro pra tomar um ar. Imagina as coitadas dançando naquele calor e ainda com a iluminação em cima delas!
Não posso esquecer de comentar que o espetáculo foi muito bom, com figurinos lindíssimos. Minhas 2 amigas que se apresentaram arrasaram!

segunda-feira, maio 02, 2011

CONHECENDO O DF - ÁGUAS CLARAS (e O MELHOR PÃO DE ALHO QUE JÁ PROVEI)

Na sexta fui pela primeira vez sozinha a Águas Claras por ocasião de níver de uma colega de trab. Na verdade eu fui poucas vezes a Águas Claras (se fui 5x antes dessa, foi muito) e eu sempre ia de carona com alguém, ou pq eu não tinha carro ainda ou pela velha desculpa "já que não sei andar lá, você me dá uma carona pra eu não me perder?".
Desta vez eu tinha um bom mapa e o bar era bem próximo à entrada pelo Park Way, que é a única que eu sei entrar. Fui meio receosa, com medo de errar, mas foi super fácil. Agora vai saber se lá pra dentro é fácil também.
Foi uma noite bem agradável no bar All Dublin. Só é meio ruim de estacionar, mas blz. O melhor da noite foi provar o melhor pão de alho da minha vida. Normalmente pães de alho são torradas duras, as quais tenho dificuldade para deglutir. Já a de lá era uma baguetinha coberta e recheada de uma pasta de alho bem apetitosa, porém suave, sem ficar aquele gosto de alho na boca. Comi até, e de uma próxima vez  até perguntarei se eles vendem o pão de alho sem a picanha o qual ele acompanha, pra eu pedir um extra só pra mim.

terça-feira, fevereiro 22, 2011

315 NORTE - UMA QUADRA SEGURA, APESAR DA MÁ FAMA

Por 1 ano e meio eu trabalhei na 515 Norte e frequentava sempre a comercial da 315 na hora do almoço. Sempre que eu falava onde eu trabalhava, principalmente se era com um homem, costuma rolar uma piadinha... "hummmm, 315, né?"
Pra quem não sabe, a 315 Norte tem a má fama pois muitas moças costumam trabalhar lá a noite. Mas como eu circulava pela quadra sempre durante o dia, nunca vi nada de anormal.
Um amigo (bem brother) passou a morar justamente na comercial da 315. No fim de semana fui conhecer o ap dele. Saí de lá com uma amiga nossa, por volta de meia noite, e ele, como bom cavalheiro, fez questão de nos acompanhar até meu carro.
Para minha surpresa, a comercial estava super bem segura: havia um carro de polícia com luzinhas piscando, uma barricadinha, como de blitz, e vários policiais observando o movimento, que era praticamente nulo. Se duvidar só tinham os policiais e nós na rua naquele local.
Portanto, a 315 pode ter lá sua má fama, mas que é bem segura, pelo menos no fds, isso é.

segunda-feira, novembro 01, 2010

CONHECENDO O DF - SETOR DE MANSÕES DE SOBRADINHO E FERCAL

Algumas semanas antes do Halloween, falei com alguns amigos que tava com desejo de ir a uma festa de Halloween, vestir fantasia, essa coisa toda. Uma amiga resolveu dar uma festa de Halloween na casa dela e eu entrei como parceira: fiz as compras de diversos objetos decorativos (algo que não fica baratinho) e ela cedeu a casa e fez um caldo.
O local: Setor de Mansões de Sobradinho. Como chegar: não sabia direito até a noite anterior, quando ela mandou um mapa, mas não deu muitas referências de como chegar. O que eu sabia sobre como chegar: pegar a mesma pista que se usa para ir ao Grande Colorado, mas continuar reto até algum lugar e entrar a direita.
Quando olhei a imagem do Google Maps, cheguei a seguinte conclusão: passando o Grande Colorado, haveria alguns condomínios, depois um trecho de mato e quando voltasse a ter casas, seria o local. Bem, construíram mais condomínios onde era o mato. Daí ferrou todo meu entendimento.
Pela estrada afora eu fui bem sozinha, como diria Chapeuzinho Vermelho. Graças ao horário de verão ainda era de dia, pois a via está eternamente em obras, sem iluminação alguma e cheia de desvios e quebra-molas. Coitadas das pessoas que moram por lá e tem que voltar a noite! Tanto que na volta, voltamos em comboio guiados por um amigo que usou o caminho alternativo e mais longo, mas que é todo iluminado.
Passou o Grande Colorado, passou muitas casas a direita e o mato não chegava. Daí vi um posto de gasolina e pensei: Minha amiga falou do posto de gasolina. O que eu deveria fazer no posto de gasolina? Será que eu tinha que entrar? Já era tarde: já havia passado do posto e a via não possuía acostamento. Mas pensei: ainda não passou o mato.
Finalmente surge o mato, mas também curvas, muitas delas. No mapa não haviam tantas curvas. Daí me toquei que havia passado. Mas não havia como retornar, então resolvi ir até a próxima "civilização". Antes dela, havia uma entrada de chão para o Centro Educacional (ou seja lá qual o nome da escola) do Engenho. Bem, engenhos são coisas rurais, logo deveria estar numa área rural.
Finalmente vi a civilização... Mas sabe aquelas cidades de interior em que todo o comércio na beira da pista possui o nome da cidade? Por ex., para a cidade X temos a Drogaria X, o Mecânico X, Açougue X, Mercadinho X... De repente percebo este padrão. Quando vi a Toneadora Fercal me toquei: Nossa, estou na Fercal! Sempre que pego esta via sigo a placa que indica Fercal, mas nunca tinha chegado até ela.
Por sorte, bem na entrada da cidade tem o Posto Policial da Fercal. Parei no Posto e tuve um diálogo hilário com o policial.
- Boa tarde. Eu estou indo pro Setor de Mansões de Sobradinho. (rindo) Eu passei, né?
- Você veio do Plano?
- Humrum. (aceno de cabeça)
- Bem, então você passou.
- Até onde tenho que voltar?
- Até o posto de gasolina. Entrando a esquerda no posto, toda aquela área é o Setor de Mansões.
- (penso com meus botões: eu sabia que tinha que fazer algo no posto de gasolina, só não lembrava o que...) Obrigada.

Voltei e entrei logo que vi casas novamente. Nem esperei chegar o posto para entrar. Depois de mais algumas perdidas no condomínio errado (pois entrei antes da hora), cheguei ao meu destino. Uffffaaaaa!

Vale destacar que o Setor de Mansões não possui mansões.

sexta-feira, junho 12, 2009

CONHECENDO BRASÍLIA - BARCA BRASÍLIA

No domingo passado fui a um passeio que acho que todo mundo deve fazê-lo uma vez na vida: um fim de tarde agradabilíssimo no meio do Lago Paranoá a bordo da Barca Brasília.
O passeio é marcado para as 17h, mas a barca sai mesmo às 17:30. Mas esse tempo é importante para você se acomodar e conhecer a barca e como tudo funciona, antes de partir. A barca sai do Hotel Bay Park, próximo a Vila Planalto. O retorno é às 20:30, mas nem dá vontade de voltar, de tão lindo queé o passeio.

Além da bela vista do Lago, é possível ver pontos turísticos como o Palácio da Alvorada, Ermida Dom Bosco e a Ponte JK por um ângulo bem inusitado. Prestando atenção, eu consegui ver até o Banco Central ao longe, e o fotógrafo profissional que lá estava conseguiu foto da Torre de TV e do Conjunto Nacional.
O passeio também é uma aula de história sobre Brasília e a construção do Lago. Por exemplo, você sabia que existe, próximo a Vila Planalto a Vila Mauri, que abrigou pessoas que trabalharam na construção do Lago? O único detalhe é que ela está submersa, pois fizeram a previsão errada de que demoraria anos para encher o Lago e ele encheu mais rápido do que o previsto. Segundo a historia contada pelo Edimilson, o "capitão" da barca, os moradores tiveram que ser removidos às pressas e criaram a cidade-satélite de Sobradinhopara abrigar essas pessoas.
Para alegrar ainda mais o passeio, sempre há a participação de músicos ou poetas. No dia que eu fui, era um show de MPB com voz, violão e percussão de alta qualidade. A programação é sempre divulgada previamente no site da barca.

Infelizmente, o passeio sai por um precinho meio salgado. Para pagamento antecipado (depósito na conta corrente da agência de turismo - tem que levar ocomprovante), o passeio sai por 30,00 (40,00 para pagamento no final) + 10,00 de couvert. E como vc vai necessariamente comer e beber algo, pois o passeio é longo, bem, o passeio não sai por menos de 50,00. Mas se vc não tem muita grana, vale a pena juntar e ir um dia.

Um detalhe importante que não tem no site: além de dinheiro e cheque, só é aceito cartão Visa, e se vc for pagar o passeio no final, não poderá ser no crédito.

As fotos publicadas em meu fotolog são minhas, de uma amiga e de um fotógrafo profissional que tirava fotos durante o passeio e perto do final elas são exibidas em um monitor localizado no centro da barca. (Dica: se vc quiser fazer q nem eu e copiar as fotos do fotógrafo, leve um pendrive. Eu não tinha, mas copiei num cartão de memória.)

Para mais detalhes, visite o site www.barcabrasilia.com.br

terça-feira, maio 19, 2009

CONHECENDO O DF - SETOR DE MANSÕES DO LAGO NORTE

No sábado a noite fui a uma festa a fantasia muito boa. O local da festa me era desconhecido: Setor de Mansões do Lago Norte. Pelo mapa enviado pela minha amiga organizadora da festa e pelo que eu vi no Google Maps, eu teria que entrar no Lago Norte e subir uma via pelo meio das CAs que chegaria ao tal local.
O taxista não tinha idéia de onde era e só fomos com segurança porque por sorte o taxi parou num sinaleiro ao lado de outro taxi que justamente ia para o Paranoá passando pelo tal caminho. Assim, o taxi onde eu estava foi seguindo o outro.
Em resumo, esse setor fica na beira do Lago, mas não na península norte, como o Lago Norte. Para chegar até ele, seguimos do Lago Norte pela Estrada Parque Paranoá. À esquerda havia o morro onde fica o Varjão, à direita muito mato e o lago. Depois foram surgindo umas casas já do Setor. Passamos pelo Mirante do Casal, que deve ter uma bela vista de Brasília, mas como era de noite, não vimos muita coisa. (Um dia irei lá durante o dia...) Depois mais mato e mais algumas casas até chegarmos ao nosso destino, que era a quadra ML 09. Só posso dizer que o lugar é longe, mesmo considerando que saimos do fim da Asa Norte para ir lá, mas muito bonito, pois a casa era na beira do lago e dava pra ver as luzinhas do Lago Norte ao fundo.
Ao explicar a minha mãe onde era o local que eu tinha ido, era me disse que a estrada por onde fui sairia no Paranoá e depois sairia no fim do Lago Sul, perto da Terceira Ponte. Olhando no Google Maps, conprovei que, embora inicialmente não fizesse muito sentido para mim, isso era verdade.

Isso prova o quanto eu ainda tenho que conehcer o DF...

P.S.: A festa foi muito boa! Muita gente com fantasias legais, um bom DJ, uma banda muito boa (chamada Sonhadora), boa bebida e bons petiscos. Me diverti até. O mais legal é que esta festa é organizada por um grupo de amigas (dentre elas uma amiga minha, que foi quem me convidou) e já ocorre a vários anos. Sinal de que são pessoas organizadas, devido ao sucesso da festa.
P.S. 2: Fotos da festa (e de mim, fantasiada de Trinity, a mocinha do Matrix) podem ser vistas no meu fotolog.

sábado, outubro 11, 2008

CONHECENDO O DF – SÍTIO DO GAMA

Ontem fui em um evento lá no Gama e depois uma de minhas amigas, a motorista do carro, foi deixar todos que fomos de carona em casa. A primeira parada foi deixar o namorado, que é um ex-colega meu da UnB, no Sítio do Gama.
Descobri algumas coisas curiosas sobre o Sítio do Gama que gostaria de partilhar, já que imagino que muitos nem devem ter ouvido falar do local:

  1. O Sítio do Gama não é no Gama: é em Santa Maria =s Mas fica perto do Gama, já que Gama e Santa Maria são próximos.
  2. Não é uma região de chácaras (ou sítios, como preferir): é um condomínio fechado da Aeronáutica. Imagina-se que, pelo nome, algum dia foi uma região de chácaras, como já foi um dia o Vicente Pires.
  3. O nome foi mudado para Condomínio Residencial Santos Dumont: bem, o local tem relação com a Aeronáutica, portanto, o nome é bem sugestivo. Entretanto, se as pessoas mal sabem o que é o Sítio do Gama com certeza nunca ouviram falar no tal Condomínio.
  4. Fica praticamente na beira da BR040: ou DF450, ou Via EPIA... ah, é tudo a mesma coisa! Não sei pra que ficar inventando tanto nome!?