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quinta-feira, abril 01, 2010

TEMAS PARA O FIREFOX

Esses dias descobri como adicionar temas ao Firefox, deixando-o com a sua cara:
www.getpersonas.com

É só fazer uma pesquisa por alguma palavra-chave (em inglês) relacionada a algo que gosta e achará dezenas de opções. Eu por exemplo pesquisei por "borboleta", quer dizer, "butterfly". Dentre as várias opções, procurei algumas roxas. Não vi todas as opções pois eram muitas, mas eu particularmente gostei muito dessa, a qual estou usando como tema:
http://www.getpersonas.com/en-US/persona/14521

Não é a minha cara?!? Agora meu Firefox está bem mais bonitinho!

domingo, março 01, 2009

VERIFICADOR ORTOGRÁFICO JÁ ATUALIZADO PARA O NOVO ACORDO

Dica dada por uma amiga...

Trata-se do verificador ortográfico Vero, que é mais um dos projetos relacionados ao BrOffice, que mais uma vez sai na frente da Microsoft.
Para mais informações, acesse www.broffice.org/verortografico.
Na página Dicas tem direitinho como instalar. Observe que para as versões 3.x (onde x = qualquer coisa; por exemplo, 3.0.1, que é a versão mais recente do BrOffice) e 2.x ou anteriores os arquivos de instalação e o modo de instalar são completamente diferentes.

domingo, agosto 31, 2008

TESTES, ACESSIBILIDADE E O PAU DE CHUVA

Esta foi uma semana de eventos de informática. Segunda e terça fui para um curso que pelo conteúdo programático era para ser “O curso”, mas só durou 2 dias. Foi cancelado pq colocaram um instrutor sem domínio do conteúdo para dar o curso. Ele era programador. O que estaria fazendo dando um curso de teste? Programadores odeiam testar!

Eu me empolguei quando na 6a anterior vi o conteúdo do curso, tinha uns tipos de teste q eu nunca tinha visto. Pensei que seria uma boa oportunidade de aperfeiçoamento. Mas quando peguei o nome do instrutor e perguntei ao grande deus da internet quem era ele não achei nada de interessante. Daí comecei a desconfiar. Teste é uma área pequena, é como uma cidadezinha do interior, onde todos meio q se conhecem ou já ouviram falar uns dos outros. Ainda mais em Brasília, que não é tão grande assim. Ao ver que ele não participava de listas de discussão de teste, não participou de nenhum congresso (ou algo do tipo) da área, não fez mestrado ou pós em alguns dos poucos lugares onde existe algum curso por aqui... bem, já deu pra sentir meu mal pressentimento. Mas fui, e perdi meu tempo.

O coitado do instrutor caiu de pára-queda no curso. A licitação usou o critério de menor preço e não exigia qualificação do instrutor. A empresa ganhou e pegou o primeiro cara que tava desocupado e pôs pra dar o curso. Ele não sabia o conteúdo, tentou usar uns slides que alguém fez pra ele e tava desorientado de tudo, principalmente pq os nossos livros não tinham chegado. (Coitado! Sem falsa modéstia, eu daria aquele curso melhor do que ele, já que era sobre um assunto que conheço bem: teste de software.) No primeiro dia, o gerente assistiu a aula da tarde e solicitou o cancelamento do curso até que conseguissem alguém competente para dar o curso. Pelo meno ganhei uma pastinha bonitinha...

Já que não tinha mais o curso para ir, fui 2 dias a um congresso internacional de informática. O foco era software livre relacionado ao governo. Assisti a um minicurso bem legal sobre um software para verificação de acessibilidade com um dos desenvolvedores do software. Foi bem produtivo, embora assustador a princípio.

Era um congresso muito grande, com muitas coisas simultâneas. Por ser um assunto pouco conhecido, não foi um curso prestigiado. Deu a hora de começar e haviam na sala, um garoto de 15 anos, eu e o palestrante. Depois chegaram mais algumas pessoas, mas era um entra e sai, pq as pessoas queriam pegar um pedacinho de cada coisa e no fim não assistiam nada direito. Mas aprendi sobre o software, o que foi importante para mim.

Nunca tinha ido em um evento tão grande e com um coffee break tão bom! Nossa, era comida que não acabava mais e só coisa boa. Destaques para os salgadinhos de camarão e bacalhau, para a mini-pizza e, o meu favorito, o bolinho de mandioca recheado com requeijão. Bom demais.

Na 6a pela manhã fui de novo. O destaque do dia não foram as palestras, mas a compra do meu pau de chuva. Sempre quis ter um, mas quando eu achava para vender, eram muito grandes, quase do meu tamanho, o que inviabilizaria a sua utilização por mim. Daí estou eu, parada na hora do coffee break, conversando com um ex-prof e um ex-colega meus da UnB e outra pessoa aleatória próximos à banquinha de artigos indígenas (os índios participavam do congresso), quando vejo chegar um pau de chuva. Eu ficava um olho no prof, testando prestar atenção no que ele falava, o outro olho na banquinha e em saber o que acontecia com o pau de chuva. Acabada a conversa fui lá e comprei o dito cujo por um preço bem bom. Só terei que envernizá-lo, pois é de madeira, como todo pau de chuva, e a emenda da madeira tá meio abertinha. Mas mesmo assim ele é lindo, pois a madeira é toda talhada, fazendo desenhos em alto e baixo relevo. Os paus de chuva que eu já tinha visto eram lisos com pinturas.

Alguém tem verniz sobrando em casa que possa me arrumar um pouco?

Pra quem não faz idéia do que é um pau de chuva, como o nome diz, é uma peça feita de madeira cilíndrica e comprida. Dentro dela são colocadas sementes. Ao virar lentamente o pau de chuva para algum lado, ele emite um som que se assemelha ao barulho da chuva. É usado pelos indígenas em rituais para atrair a chuva, a famosa “dança da chuva”. Também é usado como instrumento de percussão.

segunda-feira, junho 16, 2008

ODT e ZIP

Para postar as mensagens anteriores de hj, acabei descobrindo algo muito interessante.

Normalmente, eu escrevo as postagens no meu notebook, salvo em arquivo de texto e gravo no pendrive para postar usando internet alheia. Só que normalmente, eu gravo como arquivo .doc, não por vontade própria, mas por falta de opção, uma vez que em geral, computadores alheios não possuem Open Office ou algo similar. Desta vez, me esqueci, e quando cheguei aqui no trab e fui postar, o arquivo tava em .odt, que é o padrão do Open Office. Como aqui não tem o Open Office, não tinha como abrir.

Fui procurar pela internet alguma forma de abrir o arquivo online, um conversor, algo assim. Até achei um, mas não funcionou, deu excesso de conexões.

Lendo alguns fóruns sobre pessoas com problemas para abrir docs em .odt, um cara fez a horrível sugestão de simplesmente renomear para a extensão .doc e tentar abrir. Obviamente não funciona! Em resposta, outro cara comentou que o arquivo .doc é somente binário e o .odt é um .zip que contém um monte de arquivos xml dentro (ele inclusive sugeriu que renomeassem para .zip para ver o que acontecia). – caso eu tenha dito alguma asneira, alguém que mexe com software livre me corrija, só reproduzi o que o cara falou no fórum.


Renomeei e abri o arquivo zip resultante. Há vários arquivos xml e 3 pastas, com mais arquivos dentro. Dei uma futucada e vi que o arquivo content.xml, localizado na raiz do arquivo zip, contém o texto original, claro, com muitas tags a mais. Mas foi só copiar o trecho do arquivo, escolher a opção de Editar HTML no meu blog, colar e pronto! Perfeito! Não sabia que seria tão fácil... E eu procurando conversores... tststststs

quarta-feira, abril 11, 2007

PALESTRA DO JOHN MADDOG

Anteontem fui numa palestra com o John Maddog. Tive q matar 2 aulas, mas foram por uma boa causa.

Ele parece o papai-noel. Só faltava a roupa vermelha...

A palestra dele foi bem evangelizadora. Muito básica. Foi bom pq eu aprendi termos técnicos de informática em inglês, ouvi as estorinhas dele sobre Software Livre ao redor do mundo e algumas estatísticas. A palestra era basicamente para o povo de TI da Caixa, que, segundo o Daniel, foi "obrigado" a ir. Isso explica o monte de manés faezndo perguntas idiotas no fim da palestra.

Acho que a única palavra que o Maddog sabe em português é "livre" (que por sinal o coitado tentava pronunciar, mas saía algo como "liver"), então em todos os slides, embora todos em inglês, tinham escrito "software livre". Curioso...