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terça-feira, julho 07, 2015

INCOMPATIBILIDADE WINDOWS 7 E ANTIVÍRUS (PARTE 2)

E foram alguns dias de alegria com o Avast instalado...
Hoje meu computador travou e, ao reiniciar, parou DE NOVO antes da tela de Bem-vindo. Por tudo que já tinha me passado antes, eu restaurei o computador pra antes da instalação do Avast e ele iniciou corretamente... e agora estou escrevendo este post.

É com muito desespero que eu escrevo isso, na esperança de que alguém possa me dar alguma solução, por ex., sugerir um outro antivírus grátis, que não o AVG e o Avast e que não dê pau no meu note. Pois não posso nem ficar sem o meu note, nem ficar com um note sem antivírus.

quarta-feira, junho 17, 2015

INCOMPATIBILIDADE WINDOWS 7 E ANTIVÍRUS

Nesse mês teve uns dias que meu com passou por um perrengue total por causa de antivírus e eu quase fiquei louca.
Na verdade já fazia um tempo que eu percebia que o antivírus que eu tinha, o McAfee fornecido pela Oi, que é meu provedor de internet, não funcionava corretamente. Ao fazer uma varredura, ele ficava rodando infinitamente, sem concluir om processo. Isso não era bom sinal, mas como boa procrastinadora que sou (hábito que estou lutando pra acabar), fui deixando isso que la. Feio, feio, feio, ainda mais pra uma garota de informática.
Daí precisei gravar algo no meu pendrive e não consegui fazer uma varredura nele. Pendrives dificilmente não contem vírus, por serem espetados em computadores alheios. Obviamente o pendrive tava contaminado e meu computador ficou com vírus. Foram alguns dos meus dias eu tentando tirar o vírus sem um antivírus, o que não deu certo.
Desinstalei o McAfee, instalei o AVG e "matei" a porcaria do vírus. Uffffaaaa!!!
Só que eu consegui iniciar meu computador 1 ou 2 vezes depois disso. Ele passou a travar antes da tela de Bem-vindo, ficando com tela preta. Felizmente eu conseguia acessar pelo modo de segurança, mas claro, além de não poder se passar o resto da vida acessando um comp pelo modo de segurança, eu também ficava sem áudio, o que me impedia de ouvir meus áudios legais em inglês.

(Grande parênteses no meio do post:
Quando estou em casa costumo passar o dia todo ouvindo algo, seja música, seja vendo algo na TV, ou o meu favorito, que é ouvir palestras e entrevistas em inglês sobre assuntos que são do meu interesse.
Língua viva é língua ativa! É interessante o quanto as pessoas se surpreendem por achar que eu me comunico bem em inglês. Além das aulas que eu dou, que me ajudam a enriquecer vocabulário basicamente, eu todo dia ouço algo em inglês, o que me faz praticar o listening, vocabulário e o raciocínio, aprendendo coisas novas que não só o idioma.
Para isso, sou cadastrada em diversos sites e canais no YouTube, que fazem com que eu sempre tenha uma imensa quantidade de palestras e entrevistas a minha disposição, para eu ouvir enquanto faço as coisas do meu dia-a-dia, como me arrumar ou mexer na cozinha, sem ter que ficar presa na frente do comp assistindo algo.
Na verdade eu precisava fazer a mesma coisa pro espanhol e repartir meu tempo entre os 2 idiomas. Sugestões de canais legais em espanhol que se enquadrem nos quesitos acima são bem-vindas.)

No modo de segurança tentei fazer diversas coisas conforme as dicas que fui lendo na internet, dentre elas entrar no msconfig pra desabilitar os serviços não fundamentais pra tentar descobrir qual dava pau. Isso me fez conseguir usar o comp fora do modo de segurança umas 2x, mas como eu não conseguia descobrir o que causava o problema, não serviu como solução.
Pesquisando mais, descobri que houve uma incompatibilidade do AVG com o Windows 7 depois de uma atualização XPTO antigona. Segui as dicas que achei para alterar alguns arqs do AVG que resolveriam o problema e nada de resolver definitivamente.
Voltei o computador pra antes do ponto de restauração automático anterior à instalação do AVG. Nem isso resolveu!
Moral da estória: desinstalei o AVG e estou sem antivírus de novo e com o pendrive novamente contaminado (por ter sido usado em computadores alheios). Um saco!!!

Atualização em 26/06/15: Missão deste fim de semana: criar um ponto de restauração e instalar o Avast pra ver se dá certo. Meeeeeeeedo!!!

quinta-feira, setembro 04, 2014

INOVAÇÃO DO GMAIL

Essa semana aconteceu algo muito inusitado. Uma amiga me mandou um e-mail no Gmail com as informações de uma passagem aérea comprada para mim. Ela escreveu em texto corrido: "Vinda dia X GOL Vôo Y sai de BSB as W e chega Z. Retorno dia A GOL Vôo B sai de SSA C e chega em BSB as D. Seu código LOCALIZADOR é XPTO"  

Para minha surpresa, olha o que o Gmail fez automaticamente:


Observe q embaixo tem as abas para as informações de ida e volta.

Muito interessante como o Gmail conseguiu detectar as informações, interpretá-las e transformar em algo tão bonitinho!

terça-feira, fevereiro 04, 2014

REMOVENDO MEU E-MAIL DE CADASTRO EQUIVOCADO

Ultimamente tenho tipo muitos problemas com pessoas que cadastram meu e-mail por engano em sistemas aleatórios. Muitos são em sites internacionais, e as pessoas que cadastraram erroneamente meu e-mail moram nos EUA.
A parte triste é que nos sites, não tenho como pedir para descadastrar. Já tentei de diversas formas, mas por serem grandes corporações, não há um e-mail para contato; em geral só tem telefones (americanos, claro!) e formulários que pedem outros dados, que eu não tenho. Daí fico recebendo e-mails com informações de outras pessoas. 
Também já recebi e-mails de escolas e felizmente, por ser e-mails, eu respondi pedindo para tirar meu e-mail do cadastro.
Em geral as pessoas que cadastraram meu e-mail por engano possuem o mesmo primeiro e últimos nomes que o meu (os quais constituem meu e-mail), então deduzo que falta simplesmente alguma letra entre os 2 nomes. Só que o caso de ontem foi curioso em 2 aspectos.

O primeiro foi que, pela primeira vez, no próprio e-mail vinha dizendo: "Se você não criou uma conta no Instagram usando este endereço de e-mail, avise-nos."


O segundo é que ao clicar em 'avise-nos', foi aberta a seguinte tela:


Esta tela mostra 2 fatos muito interessantes: um é que eu achei que precisaria escrever uma mensagem, mas o e-mail já foi removido automaticamente; outro é que pela primeira vez vi que meu e-mail foi usado em um cadastro de uma pessoa cujo nome não tem nenhuma relação com o meu. 

Parabéns ao Instagram por possuir um serviço eficiente. Enquanto isso, continuarei recebendo e-mails de contas telefônicas de uma mulher residente nos EUA...

sexta-feira, novembro 22, 2013

CAPTCHA ACESSÍVEL

CAPTCHA já foi assunto deste blog outras vezes. E hoje fiquei muito feliz ao ver um CAPTCHA acessível em um site brasileiro provando que Sim! É possível evitar cadastros feitos por robôs em sites de maneira elegante e acessível para deficientes visuais. 


O site que está de parabéns é o Fórum de Idiomas. No cadastro, constam 2 CAPTCHAS usando perguntas. A primeira é "Quanto é oito mais sete?" e a segunda "Quais são as primeiras três letras da palavra PROFESSOR?". Não entendi o porquê de 2 CAPTCHAS, mas como são acessíveis, não me importei nem um pouco que tivesse 2 (talvez seja para aumentar ainda mais a segurança, não sei).

segunda-feira, setembro 17, 2012

ACESSIBILIDADE, TRIBO DE JAH E O SUMIÇO DO CARRO

Finalmente estou de volta ao blog!!! eeeeeeeeee \o/

Agradeço a todos pela paciência e por aqueles que puxaram a minha orelha, me cobrando novos vôos desta borboleta que vos fala. Esta borboleta vem voando em alta velocidade, faltando tempo para se dedicar a este humilde espaço pessoal. Nas próximas semanas procurarei, na medida do possível, preencher as lacunas dos meses passados. 

Este post é pra falar sobre um evento excelente que ocorreu no TCU na semana passada: Controle das Políticas Públicas de Acessibilidade. Mais informações sobre o que aconteceu no link http://www.tcu.gov.br/acessibilidade
Pra quem me conhece, eu não poderia ficar fora dessa. Infelizmente por questões profissionais, só estive na parte da tarde, mas valeu super a pena. Além da oportunidade de me atualizar com o que está ocorrendo Brasil afora relacionado a este assunto, conheci pessoas interessantíssimas, fiz contatos importantes, me diverti e aprendi muito. 
Destaco a exposição Além dos Sentidos, aberta até dia 28 deste mês. Nela estão expostos trabalhos de pintura e escultura de artistas locais, todos deficientes, e da artista Cristina Portella, que produz quadros táteis, acessíveis para deficientes visuais, com relevos e texturas diferenciados. è divertido até para quem não é deficiente, fugir da regra do "Não toque" de todas as exposições. 

Mas este post é sobre as curiosidades deste evento, senão este post não teria graça. Primeiramente, o que me fez ganhar o dia, o mês e quiçá o ano, foi conhecer ao vivo a Lêda Spelta e o Horácio Soares, pioneiros em acessibilidade digital no Brasil, dos quais posso dizer que sou "fã", uma vez que boa parte do conhecimento inicial que possuo nessa área foi graças a leitura de textos e artigos escritos por eles. No fim da palestra, mesmo sendo interrompida quinhentas vezes, consegui conversar com o Horácio (nem tentei conversar com a Lêda, pois o assédio era maior) e trocar algumas ideias com ele, expondo resumidamente minhas pesquisas na área, as quais fiquei muito feliz por ele ter se interessado. Ele também foi responsável por fazer a ponte entre eu e a Fernanda Lobato, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação - SLTI, do Ministério de Planejamento, onde são definidas as estratégias de implementação da acessibilidade digital nos órgãos públicos.
No fim do primeiro dia do evento, ocorreu um coquetel no restaurante do TCU, onde, além de ter sido super bem servida, tive a oportunidade conversar com diversas pessoas interessantes. O coquetel foi regado a música e poesia. No encerramento, show da bando Tribo de Jah. Muita gente foi embora antes do show começar, mas valeu a pena ficar, pois foi super animado e divertido. O Procurador do TCU Sergio Caribé, quem foi responsável pela organização do evento e é cadeirante, estava todo animado durante o show, ao contrário da imagem que temos de que quem tem alto cargo é sisudo e, muitas vezes, até chato. O show durou 1h15 e só não durou mais porque não permitiram. 
O caminho do local do evento ao restaurante era longo, e era necessário passar por um grande túnel/passarela de vidro. Meu carro estava estacionado próximo ao elevador mais próximo ao evento; logo, ao fim do show, tive que pe4rcorrer todo o caminho de volta ao meu carro. Não sei se saí meio apressada, mas quando voltei, o caminho estava todo escuro. Eu fui me guinado pelas luzes dos postes da rua, que eram visíveis por causa do vidro. Era um breu total! Quando saí do túnel, continuou não tendo vivalma e luz somente nos halls de elevadores. Cheguei até o elevador o qual deveria usar para descer à garagem no subsolo, mas daí não sabia qual andar estava meu carro! Tentei o S1, mas só haviam salas lá; logo, fui para o S2. Saí do elevador, comecei a procurar meu carro e... cadê meu carro? E olha que eu não estava bêbada, pois só bebi água e suco, nem com sono, nem noiada, apesar do show ter sido de reggae. Havia um carro no estacionamento, em que vi entrar um cadeirante, e depois estavam 2 rapazes desmontando a cadeira para colocá-la no bagageiro. Tive que ir lá, na maior cara de pau, dizer: "Olha, eu nunca vim aqui no TCU e eu entrei nesse estacionamento vindo pleo caminho tal, e quando parei o carro a portaria estava aqui a esquerda. Mas meu carro não está aqui!" Daí fizeram mais algumas perguntas para entender melhor a situação e daí ouvi a pessoa de dentro do carro me pedir pra entrar no carro pois daríamos uma volta para localizar o carro. Quando entro, para minha surpresa, de quem era o carro? Do Procurador Caribé! E o mais comédia foi onde estava o carro. Bastou dar uma voltinha e o localizamos. Como? bem, quando saí do elevador, havia saída pros dois lados. Não prestei atenção, e fui pro lado contrário de onde meu carro estava. Bastou dar a volta e lá estava o carro! kkkk Eu agradeci muito, num misto de alegria e vergonha.
No dia seguinte, enquanto conversava com o Horário, ele foi chamado pra tirar foto com o Procurador. Ele foi lá, e depois o fotógrafo me chamou para tirar foto com eles. Ao me posicionar junto ao Procurador, ele me sotou a seguinte piadinha: "Não vai perder seu carro hoje de novo, hein?!" Eu respondi, rindo, que naquele dia eu já sabia das 2 saídas. kkkk

segunda-feira, abril 23, 2012

GOOGLE E A SEMÂNTICA

Fiz uma descoberta muito interessante sobre a eficiência da avaliação semântica do Google semana passada.
Fui confirmar no Google a grafia da palavra "carérrimo". Sabemos que este é um termo informal. Assim, o Google já me exibiu direto os resultados para "caríssimo", me dizendo indiretamente "olha, não queria fazer isso, mas vou te corrigir, porque você não sabe o termo correto".
Já vi o Google corrigir quando se digita uma ou 2 letras erradas, mas fazer uma associação desse tipo foi a primeira vez. 
Um viva para o Google!

quinta-feira, fevereiro 23, 2012

NOTA LEGAL: PERDA DE DADOS E FALTA DE ACESSIBILIDADE

Mês passado, quando fui conferir minhas notas de novembro no programa Nota Legal, vi que já estava disponível a destinação dos créditos. Eu, pra adiantar o processo, fui lá fiz a destinação. 
A primeira coisa que estranhei foi o teclado virtual, que estava muito horrível. Como se já não bastasse aquele teclado virtual com as letras misturadas para digitar a senha, ainda ter que trocar a posição das letras a cada clique é sacanagem, né? Como as letras são fora do lugar, enquanto procuro uma letra, se eu acho a posição de outra que faz parte da senha, normalmente eu gravo mentalmente a posição, assim não preciso ficar procurando de novo. Com o teclado modificado, como a posição das teclas mudava a cada clique, haja procurar aquelas letras malditas. (Letras malditas, pôneis malditos... kkkk)
Nesse ínterim, recebi e-mail de uma amiga deficiente visual que havia feito reclamações à Secretaria de Fazenda por causa do novo teclado. No teclado antigo, era possível saber as posições por meio de leitores de tela, pois as letras estavam escritas na tag alt de cada um dos botões. Eu nem tinha conhecimento disso, e achava (sem fazer nenhum teste a respeito disso) que o teclado já era inacessível. Mas ele só se tornou inacessível na nova versão, na qual foi retirada a tag alt por causa da mudança das letras a cada clique.

Tal foi minha surpresa quando descobri que fui penalizada por me adiantar na destinação dos créditos. O sistema ficou lento/fora do ar por vários dias, e o que fora divulgado à imprensa havia sido um problema de rompimento em uma fibra ótica. Alguns dias depois, sai a notícia de que quem tinha registrado o pedido de destinação dos créditos teria que fazê-lo de novo. Hummm... algo não me cheira bem... Desde quando fibra ótica tem a ver com perda de banco de dados?! kkkk
Enfim...
A versão do teclado voltou para a antiga assim que o sistema voltou ao ar. E agora dá pra perceber nitidamente o que comentei sobre a tag alt, pois por algum motivo o carregamento do teclado está mais lento, assim é possível ver o texto da tag alt antes do carregamento dos botões, conforme imagem abaixo.


Queria acreditar que foi trocado esse teclado por causa das reclamações da minha amiga, que alguma mente sensata teria visto e ordenado a mudança. Mas, voltando ao mundo real, creio que junto com a  perda do banco de dados perderam também o fonte do novo teclado. kkkkkk
Vale ressaltar que ainda falta muito pro sistema estar "plenamente" acessível (pois ou algo é acessível ou não é), mas pelo menos agora um deficiente visual consegue digitar sua senha sozinho de novo.

quarta-feira, fevereiro 01, 2012

EXPOSIÇÃO GAME ON: O JOGO COMEÇOU

Semana passada estive no CCBB na exposição Game On: O Jogo Começou, que reúne games de todos os tipos.
Pra se ter uma ideia do tamanho da bagaça, a feira ocupa a Galeria II e o Pavilhão de Vidro. Fico imaginado a trabalheira que foi reunir todos aqueles games e equipamentos antigos, alguns em pleno funcionamento. Nota 10 pra quem organizou a exposição. Certamente foi um trabalho do caramba.
O ideal é ir com tempo pra poder ficar jogando. Fui no domingo, então estava bem cheio, mas mesmo assim, consegui jogar um pouquinho. É bem democrático: se um jogo estiver vazio, você chega e joga; se estiver ocupado, você se amontoa ao redor, como se fosse uma fila, e espera a pessoa sair.
Foi muito proveitosa minha ida. Pude ver diversos videogames, computadores precursores do fliperama, fliperamas, mini games... Isso pra falar da parte de hardware. Na parte de jogos, puxa, matei saudade de muitos clássicos, como os jogos Pong, Pitfall e Freeway (que eu conhecia apenas como “o jogo da galinha”) de Atari (senti falta do River Raid, mas tinham outros jogos que eu nem conhecia), Sonic, vários jogos do Mario e Prince of Persia (que eu conheci no computador, com fundo preto e letra verde).
Não entendi muito a divisão feita da exposição. Na Galeria I, até fazia sentido. Começou com o pioneiríssimo Spacewar! E passa por games dos anos 80. Já o Pavilhão de Vidro, era uma grande miscelânea: por ex., havia a seção do Pokemon junto com mini games, uma seção infantil (muito pequena por sinal) que juntava Wii e Genius, um simulador de avião, homenagens a alguns personagens famosos, como a Lara Croft e The Beatles: Rock Band. Torre de Babel total!
Além disso, o ônibus do CCBB está devidamente decorado com propaganda da exposição. Do lado de fora, há um jogo da velha gigante pra quem quiser descansar dos jogos eletrônicos. =D
As filas estavam beeem grandes, pois há um limite de pessoas e só pode entra mais gente quando outras saem, e em geral, elas demoram pra sair. Mas consegui prioridade para entrar, sem ter que esperar em pé na fila e depois me cansar rapidamente, pois a exposição era completamente em pé. Mesmo assim, me cansei de ficar em pé muito tempo.
Vi até um cadeirante se divertindo em um fliperama, aparentemente sem dificuldades.

Resumindo: É uma exposição que vale muuuuiiiito a pena. É diversão garantida pra todas as idades. Mas vá com tempo, pra poder desfrutar bastante, ou então vá durante a semana, quando, certamente, estará mais vazio.
Como vai até dia 26, aproveitem um fim de semana ou o Carnaval e passem por lá. No Carnaval devo ir de novo.

terça-feira, maio 10, 2011

COMIDINHA JAVANESA

Este blog, depois de algum tempo, volta com seus posts gastronômicos. Sexta passada fui a um restaurante de comida javanesa.
Para quem não sabe, Java é a maior ilha da Indonésia, assim como também uma linguagem de programação. O que me faz lembrar de uma piadinha da vida real. Eu, de carona com um amigo que foi colega de inglês e que na época estudava Relações Internacionais na UnB, conversávamos sobre o que cada um andava fazendo de novidade, quando eu disse:
- Estou fazendo um curso de Java.
- Nossa, eu sei que gostamos muito de idiomas, mas você estudar javanês?!
- Não, estou falando de Java, a linguagem de programação, não de um idioma falado.
Muitas risadas!

* Não, eu não sei Java. Só fiz o curso pq caíam muitas questões contendo códigos Java em concursos. Logo, eu queria ter uma noção básica para poder tentar resolver as questões. Depois descobri que a parte mais complicada não era entender Java, mas sim decorar os Design Patterns.

Mas voltando ao post culinário, na sexta um amigo me chamou para comer no tal restaurante. Era uma boa chance de experimentar comida diferente. Eu gosto de experimentar comidinhas diferentes, nem que seja só pra dizer depois que não gostei. Não suporto aquelas pessoas que falam “não gosto disso!” sendo que nunca nem experimentaram. Posso até não gostar de tudo, mas pelo menos tenho algum embasamento para dizer porque não gostei. E como não são muitas pessoas que são adeptas de comer comidas diferentes, tinha que aproveitar a chance de ter companhia para fazê-lo.
A culinária javanesa tem muitas coisas em comum com a culinária chinesa. Portanto, não comi nada muito exótico (não duvido que hajam comidinhas exóticas no cardápio). Por precaução, como ele já conhecia o lugar, perguntei o que ele recomendava. Ele disse que sempre pede o Peixe à Moda Java, que consiste em um peixe inteiro cozido (no caso um tucunaré, sabe-se lá qual peixe é usado na receita original) temperado com molho curry, que estava suave (portanto pude comer sem problemas). Como não como arroz, pois me engasgo facilmente com os grãos, sugeri como complemento um bifum (macarrão de arroz com camarão e legumes). 
Depois de já termos pedido os pratos principais, a dona, ao ver que chegou um outro amigo que nos acompanhou no jantar, sugeriu que pedíssemos uma entrada. Havia no cardápio um tal de Camarão Pan, acompanhado de uma foto. Mas mesmo vendo a foto, não dava pra saber o que era. Falei aos meus amigos que estava curiosa para saber o que era aquilo e iria chamar a dona para perguntar; um deles disse: "Mas o mais divertido é comer sem saber o que é!" Ao ver minha cara de espanto, ele me perguntou se eu era alérgica a camarão, o que obviamente não sou, senão não ia pedir um prato com camarão no nome. Daí ele reforçou que deveríamos pedir, que o mais legal é a surpresa. 
Não me arrependi. O tal negocinho é uma delícia! Conversando com uma amiga sobre o fato, ela me deu uma boa definição para o Camarão Pan, que ela já conhecia: um mandiopan cuja massa contém camarão.
Foi uma noite bastante agradável. Comemos bem e o papo foi bom. Não ficou muito barata a conta, pois ficamos lá bastante tempo, o que implicou em pedirmos muitos sucos pra embalar a conversa e a comilança.  Com certeza um lugar para voltar várias vezes.

segunda-feira, maio 09, 2011

TECLADOS NÃO-ACESSÍVEIS (ou A MICROSOFT E SUAS "INOVAÇÕES")

Semana passada meu comp do trabalho foi trocado. Que maravilha! Comp novo! Só não gosto de comps novos porque tenho que reinstalar tudo, mas paciência.
Uma grande novidade é que agora possuo 2 monitores. Parece um exagero, algo absurdo. Pro dia a dia, é só uma frescura, mas agora que trabalho com testes é muito útil, pois posso abrir em uma tela a descrição do que é para ser testado e na outra o programa a testar, agilizando bastante o trabalho. (Quer dizer, ainda não comecei a usar 2 monitores, pois tá faltando tomada pra um deles. Kkkkk)
A parte chata é aprender a usar o Windows 7, o qual nunca havia usado. To apanhando pacas, pois muitas coisas mudaram de lugar, de apresentação ou de nome. Mas é questão de tempo. Como disse um colega meu, como boa geminiana, não deveria ser resistente a mudanças. Até tentei contra-argumentar que, como estou em vias de completar 28, passarei a ser regida pelo meu ascendente, Virgem. A explicação é bem plausível, mas não colou.
Mas o grande motivo deste post é acessibilidade. Alguém já parou pra pensar que, se sempre temos que pressionar control+alt+del para logar em um computador, por que as teclas control e alt não ficam juntas? Por que sempre há uma tecla no meio, aquela teclazinha do Windows, para atrapalhar? Por que usar 3 dedos para apertar as 3 teclas, se poderia-se usar o mesmo para pressionar o  control e o alt?
Para você, usuário comum, pode parecer uma bobagem. Mas pra quem me conhece, ou para quem como eu possui dedos das mãos atrofiados, sabe que pressionar 2 teclas ao mesmo tempo é sem problema, afinal cada mão pode pressionar um. Mas e como pressionar 3 teclas, se 2 dessas não estiverem juntas?!?!?
Mesmo para um usuário comum, seria muito mais fácil se as 2 teclas estivessem juntas. Logo, podemos dizer que poderia-se melhorar a usabilidade dos teclados de computador se as teclas mencionadas ficassem juntinhas.
O Windows XP ignorava caso a tecla do Windows fosse pressionada junto com control+alt+del, portanto, nunca tinha tido problemas. Foi só instalar o comp novo com Windows 7 que eu não não conseguia logar! Tentei até voltar o teclado antigo, achando que ele poderia influenciar, mas é do sistema operacional mesmo.
O que fazer? Um colega de sala veio com a brilhante ideia: vamos arrancar a tecla Windows do teclado. Eu nem sabia que era tão simples arrancar uma tecla! 
Assim ficou meu teclado:



Como trata-se de patrimônio público, informo que a tecla está devidamente guardada para um dia que o teclado for repassado a outra pessoa.

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Atualizando:
Nos comentários há uma dica ótima de como configurar para que possa-se pressionar sequencialmente teclas de atalho (ou seja, ao invés de pressionar as 3 teclas juntas, é só pressionar na sequência). O caminho para configurar é: Painel de Controle\Facilidade de Acesso\Central de Facilidade de Acesso\Facilitar o uso do teclado\Ativar Teclas de Aderência.
Como eu poderia me confundir com outros atalhos de 2 teclas que já estou acostumada a usar, fiz um teste mas optei por não usar.
Tem outras opções de acessibilidade bem legais na Central de Facilidade de Acesso. Quem tem alguma necessidade especial, vale a pena dar uma olhada lá.
Rodrigo, obrigada pela dica.

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Atualizando, parte 2:
Um colega de trabalho me ensinou como não precisar usar ctrl+alt+del ao logar no computador. O caminho é: Painel de Controle\Contas de Usuário\Alterar o tipo de conta\Aba Avançado\Exigir que os usuários pressionem Ctrl-Alt-Delete. Essa eu passei a usar!
Jorge, obrigada pela dica 2!

domingo, março 06, 2011

ESTATÍSTICAS DO BLOG

Estava semana estava conversando com meu psicólogo sobre o blog, em especial o fato dele ter sido reativado. Ele fez algumas perguntas, sobre os assuntos tratados no blog e até umas perguntas técnicas sobre acesso para edição e comentários.
Ele me sugeriu colocar um contador de acessos para ter idéia da popularidade do blog, até como forma de motivação, i.e., eu não ficar achando que "meu blog não é lido, snif!"
Fiquei surpresa aos descobrir que, nestes 5 anos de Borboleta Roxa, já tive mais de 8100 acessos e só nos últimos 30 dias, mais de 800 acessos! Números impressionantes para quem criou este blog sem muitas pretensões.
Obrigada a todos que acessam este blog e contribuem para que ele continue!

quarta-feira, novembro 24, 2010

ACESSIBILIDADE NOS SITES GOVERNAMENTAIS

No dia 22 passado, ocorreu aqui em Brasília, no Teatro da Caixa, a Conferência W3C eGOV Brasil. Por motivos profissionais, só assisti as palestras da manhã, horário em que também estavam as palestras que mais me interessavam.

Um fato bastante curioso apresentado é que, embora a acessibilidade nos sites governamentais seja obrigatória faz anos, o censo da web feito pela W3C Brasil comprovou que apenas 2% dos sites governamentais (aqueles que terminam com .gov.br) estão acessíveis, o que, além de altamente revoltante, é contrário à legislação vigente.
Considerando que apenas 5% dos sites respeitam o HTML padrão, não sei dizer se 2% dos sites estarem acessíveis é um dado ruim. Isso mostra que o sites governamentais de maneira geral são ruins em diversos aspectos, e a acessibilidade não fica de fora.

Para quem se interessou pelo evento, as palestras estão publicadas no site:
http://www.w3c.br/conferenciaegov/programa.htm

sexta-feira, julho 23, 2010

CNH DEFINITIVA

Ontem chegou pelo correio minha CNH definitiva, substituindo minha permissão. Para quem acompanhou neste blog a saga que foi obter essa permissão (quem tiver interesse em ler, basta pesquisar neste blog por "CNH"), com certeza sabe que é uma imensa vitória eu já ter completado 1 ano motorizada.
Quem me conhece a mais tempo sabe da dificuldade que eu tinha para fazer coisas simples na rua, como comprar um shampoo que acabou, pois eu sempre dependia da boa vontade de alguém para me levar até o lugar para comprar. Além disso, eu era privada de me divertir o quanto eu gostaria, pois mesmo que o programa fosse gratuito, eu gastaria no mínimo R$50 para ir e voltar de táxi.
Portanto, uma CNH pode parecer bobagem para alguns, mas para mim, que tenho dificuldades de locomoção, ela é um símbolo de independência, persistência e força de vontade.

Um detalhe importante que vale destacar aqui é que eu aprendi na auto-escola (não tenho certeza se foi isso que ensinaram, mas foi assim que entendi) que a CNH definitiva chegaria pelo correio quando a permissão vencesse. Ponto final. Começou o mês e pensei: "minha CNH vai chegar qualquer dia desses", mas nada aconteceu. Fui ver minha permissão e ela estava vencida. Daí que tomei a iniciativa de dar uma olhada no site do Detran como é que isso funcionava. A CNH só é enviada mediante pagamento de uma taxa (claro, eles tem que pegar dinheiro nosso de alguma forma!). Portanto, era necessário informar e confirmar alguns dados, gerar um boleto bancário e o pagar. Pronto! Em até 5 dias úteis após o pagamento, chegaria a CNH pelo correio.

Como garota de informática que sou, não pude deixar de observar alguns detalhes de implementação do sistema de solicitação da CNH definitiva.
Na primeira tela, havia um CAPTCHA, o que não é acessível. Mas neste caso, não vejo problema, pois se você dirige, não pode ter deficiência visual. Mas eu vi uma solução alternativa em uma tela seguinte que eu achei muito boa.
A tela era para confirmação do endereço residencial para envio da CNH. Mas ao invés de mostrar o endereço completo e simplesmente pedir para confirmar, eles criaram um sistema inteligente de verificação. Na tela eram exibidas as primeiras partes de 4 endereços (por ex.: SQS 104), sendo 3 deles aleatórios e um o endereço verdadeiro. Deveria-se clicar no radio button ao lado do início de endereço que correspondesse ao seu. (Uma pena não ter dado um print screen para ilustrar)
Dá pra se pensar em um CAPTCHA usando o mesmo princípio...

quarta-feira, junho 23, 2010

PALESTRA SOBRE ACESSIBILIDADE - MINHAS IMPRESSÕES

Não foi porque eu ministrei a palestra, mas tenho que dizer que foi um sucesso! O encontro, que era para ser algo rápido, com duração de 1h aproximadamente, acabou rendendo quase 2h. Se somar às conversas posteriores com diversas pessoas, foram umas 2h30.
Tive a sorte de palestrar em companhia do Daniel, coordenador do DFJUG, que possui uma vasta experiência com deficientes, em especial auditivos. Logo, ele fez uma inrodução maravilhosa e sempre tinha ótimos pitacos para dar na minha palestra, trazendo informações complementares muito úteis.


O público não foi grande, mas bem seleto. Eram pessoas realmente interessadas no assunto, ou porque já pesquisavam sobre ele ou que precisavam entendê-lo por motivos profissionais, por ex. Tive a alegria de contar com a presença de 2 amigas, uma delas a responsável pelas fotos, nas quais não fiquei linda, afinal não estava posando para elas; foram expontâneas.


Aqui trago para vocês um resumão do que falei e que não consta escrito na apresentação. (Aos interessados em ter a apresentação, basta entrar em contato que eu envio por e-mail.) O vídeo exibido na apresentação pode ser baixado em diversos formatos no site http://acessodigital.net/video.html

As historinhas práticas contadas por mim e pelo Daniel foram muito úteis para passar a realidade dos deficientes visuais e da acessibilidade foram muito boas, mas não cabem aqui, senão o post iria ficar gigantesco.

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Deficiente visual não é sinônimo de cego!

Os deficientes visuais podem ser divididos em 2 grandes grupos:

Deficiente visual parcial (visão subnormal ou com baixa visão): Pessoas que possuem dificuldade de enxergar que não pode ser corrigida por lentes ou cirurgias. Normalmente conseguem ler textos em fonte ampliada (em geral tamanho 24) ou com ajuda de lupas. A visão é suficiente para, por ex., se desviar de obstáculos.

Deficiente visual total (ou cego): Aquele que possui uma visão muito limitada. Em geral conseguem apenas distinguir a presença ou ausência de luz ou ver silhuetas. É muito raro uma pessoa que não possua nenhum resquício de visão, por menor que seja.

Há ainda o daltônicos, que legalmente não são deficientes visuais, mas são tratados como tal quando falamos de acessibilidade de sites, por ser uma doença que altera a percepção das cores. Existem três tipos de daltonismo, sendo que o tipo mais comum é aquele em que o indivíduo não enxerga as cores verdes e vermelhas (e cores derivadas, como o rosa). Os outros dois tipos são mais raros: em um deles não se enxerga a cor azul e no tipo mais grave não há a percepção de cores (ou seja, enxerga-se preto, branco e cinza apenas).


Por que considerar como grupo prioritário quando se trata de acessibilidade de sites o deficiente visual?

O deficiente visual, antes do surgimento do computador, da internet e das tecnologias assistivas, possuía um acesso muito limitado a informação e cultura. A ele não é possível ler um jornal, uma revista ou um livro. A televisão só podia ser ouvida. Com poucas bibliotecas com livros em Braille disponíveis, a única fonte de informação possível era o rádio. Além disso, um deficiente visual possui dificuldade de deslocamento, o que dificulta a realização de compras.

Atualmente, usando um computador, o deficiente visual tem acesso em diversos sites a notícias e livros. Além disso, pode fazer compras sem sair de casa, podendo pesquisar soznho por informações sobre os produtos que deseja, sem depender das descrições de vendedores e familiares, necessárias quando se vai a uma loja física.


O grande oráculo cego da internet: o Google

Quem possui um site acessível também está facilitando sua localização pelo Google. Isso porque ele usa princípio semelhante ao leitor de tela para indexar os sites: ele procura por todo o texto disponível. Se um site é totalmente feito em flash, por ex., não haverá palavras para o Google indexar, nem para o leitor de tela ler.


Programas leitores de tela

Identificam o texto escrito na tela e o convertem para um sintetizador de voz, responsável por transformar o texto em voz. No Brasil, os deficientes visuais costumam usar os programas leitores de tela Jaws e Virtual Vision. Os dois leitores possuem funcionalidades semelhantes, logo a escolha entre usar um e outro vai mais do gosto de cada usuário, em geral motivado pelo programa que ele conheceu primeiro.

O Daniel (coordenador do DFJUG) citou que para o Linux, existe o leitor de tela Orca que já vem no CD de instalação do Ubuntu.


Validação automática da acessibilidade de um site

Para validação automática de sites brasileiros, utiliza-se em geral os 2 programas abaixo. Essa validação deve ser feita pelo programador do site, pois os resultados permitirão a correção de erros “grosseiros” de acessbilidade.

Da Silva – ferramenta web disponível no site www.dasilva.org.br em que basta digitar uma URL e é feita a validação

ASES – software público voltado para os desenvolvedores, permitindo a validação de diversas páginas simultaneamente diretamente pelos códigos-fonte; possui ferramentas interessantes, como simulador de daltonismo. O Daniel inclusive fez o convite para que os desenvolvedores possam contribuir melhorando o código ou adicionando novas funcionalidades.

Foi apresentada uma tela do Da Silva com a validação de um site governamental, o qal teve um resultado muito interessante para análise. Este site possui o selo de acessibilidade AAA (ou riplo A), atendendo todos os níveis de prioridade definidos na WCAG e no eMAG. Na validação automática constatou-se que o site não possui erros de acessibilidade que possam ser verificados automaticamente. Entretanto, possuía um exagerado número de avisos (pontos que não podem ser verificados automaticamente): mais de 500 na prioridade 1 e mais de 200 em cada uma das prioridades 2 e 3. Conclui-se, portanto, que os programadores se preocuparam apenas em eliminar os erros, conseguir o selo de acessibilidade e estar dentro da lei. Um site que possui quase 1000 itens que precisam ser verificados manualmente muito provavelmente não está acessível.


Exemplos de não-acessibilidade

Foi mostrado que muitas vezes correções simples, que podem ser facilmente incorporadas às boas práticas de programação, aumentam a acessibilidade de um site. Entretanto, há ainda alguns desafios, como lidar com teclados virtuais de bancos e CAPTCHAS (aqueles caracteres distorcidos que aparecem em figuras para lermos digitarmos). Existem soluções menos tradicionais para esses tipos mais complexos de não-acessibilidade, mas que não são considerados pela maioria dos sites.


quarta-feira, junho 09, 2010

ENCONTRO MENSAL DO DFJUG - ACESSIBILIDADE DE SOFTWARE

Dia 16 de junho terei a oportunidade de palestrar em um evento bem bacana: o Encontro Mensal do DFJUG.
Nesse dia pretendo falar um pouco sobre a minha experiência na área de acessibilidade, de forma a tentar conscientizar o público presente de sua importância e relevância. Pretendo apresentar a acessibilidade e em especial a deficiência visual de maneira bem prática, já que as pessoas normalmente não têm conhecimento das necessidades dessa parcela da população, que cada vez mais utiliza o computador e a internet.
Utilizarei de meus artifícios didáticos (ser "teacher" também é proveitoso nessas horas) para não tornar a apresentação chata e cansativa e manter a atenção de todos pela uma hora que terei para falar.

Segue abaixo o convite, conforme publicado no boletim DFJUG # 814.
Divulguem para seus amigos da área de informática.
__ Encontro mensal do DFJUG : Acessibilidade de Software __
O nosso encontro de Maio acontecera' na Quarta-feira, 16 Junho, com o tema Acessibilidade Web, isto e de sitios da internet.
Desde o seu inicio, ha mais de doze anos, o DFJUG sempre teve, e tem, desenvolvido iniciativas que apoiem as Pessoas com Necessidades Especiais – PNE:
- ministrado cursos gratuitos de Java para Cegos, Surdo e Cadeirantes;
- produzindo videos sobre o uso da Lingua BRAsileira de Sinais – LIBRAS na informatica;
- distribuindo nossos quase 900 boletins semanais sem acentos ou outro sinal grafico que possa confundir os softwares “Ledores de Tela” usados por Deficientes Visuais;
- divulgando para a comunidade Javanesa mostrando a absoluta necessidade de cumprir a legislacao pertinente e as boas praticas de criacao e manutencao de sitios na Internet que obedecam as normas W3C – http://www.w3.org/, com versao 2.0 da WCAG: http://www.ilearn.com.br/TR/WCAG20

O DFJUG tem a honra de receber, para o nosso encontro mensal, a colega Anna Carolina Ferreira da Rocha, ela propria uma Pessoa com Necessidades Especiais, tem um extenso curriculo de divulgadora deste importante tema de Acessibilidade em Software, em diversos foruns, inclusive nos seus blogs http://borboletaroxa.blogspot.com/ e http://www.flickr.com/borboletaroxa

Sera apresentado o que e acessibilidade e como ela pode ser aplicada a sites, quais os tipos de deficiencias existentes e como elas influenciam na navegacao pela internet, a legislacao vigente e os padroes para acessibilidade de sites, a relacao entre acessibilidade e usabilidade, como avaliar a acessibilidade de um site e, por fim, alguns estudos de caso de sites nao-acessiveis.

Ela e' formada pela Universidade de Brasilia e pos-graduada em Teste de Software pela Unieuro, palestrante do 2º Seminario de Qualidade e Teste de Software – Deficientes visuais na realizacao de testes orientados e assistidos para melhoria da acessibilidade de sitios – Belo Horizonte, Novembro/2007; Palestrante no Workshop do Programa de Pos-Graduacao em Informatica da UnB - 2009 - Melhoria da acessibilidade de sitios: Deficientes visuais na realizacao de testes orientados e assistidos - Alto Paraiso - GO, Novembro/2009;
Integrante do Comite de Inovacao da Associacao Latino-Americana de Teste de Software – ALATS desde julho/2008.

Agenda
19:30 – 20:30: Assessibilidade de Software
Palestrante : Anna Carolina Ferreira da Rocha

Duracao: Uma hora

O local deste encontro, que acontecera' na noite da Quarta 16 de Junho, a partir das 19:30 hrs, sera' no Auditorio do Bloco 2 (subsolo do predio da biblioteca) do CEUB, http://www.uniceub.br/, parceiro educacional do DFJUG, na SEPN 707/907 - Campus do UniCEUB - Asa Norte, Brasilia / DF.

Apos este encontro, estaremos sorteando para os presentes os livros:

- Android da editora Novatec
http://novatec.com.br/livros/android/

- Testes funcionais de Software da Editora VisualBooks.
http://www.visualbooks.com.br/shop/mostralivro.asp?escolha=8575022344

Atencao : Somente participarao do sorteio aqueles que doarem uma late de leite em po'.

SOLIDARIEDADE : Quanto voce vai pagar para por este encontro de tecnologia ? NADA! Como voce sabe, este convite e gratuito, mas se voce trouxer uma lata de leite em po', (nao serve leite desnatado, longa vida (caixinha) ou saquinho), esta sera' doada para o Lar Betel - http://www.larbetel.org/ ou http://www.betelchildrenshome.org.uk/ (em ingles), que atende a mais de 200 criancas institucionalizadas (em situacao de risco).

sexta-feira, abril 16, 2010

FRASE DO DIA

Frase dita por um colega de trabalho, cuja ex-chefe costumava dizer:
"Mais vale o sistema miar do que o usuário latir."
Ou seja, na opinião da tal ex-chefe, é melhor um sistema ser cheio de gambiarras se isso implicar que o usuário não reclame que o sistema não funciona. O problema é existir algum sistema que, com gambiarras ou não, não seja alvo de reclamações de usuários.

sábado, abril 03, 2010

MICHELLE PHAN

A algum tempo recebi um video em que uma garota fazia uma maquiagem para ficar igual a Barbie, inclusive com aparência do rosto plastificada. Embora ela usasse cosméticos de renome na maquiagem e desse explicações muito boas, não dei muita bola, pois maquiagem pra parecer plastificada me parecia zoação.

Depois recebi um outro video, com uma maquiagem para sair a noite para uma boate ou local semelhante, e com o detalhe da maquiagem ser toda apropriada para você sair excelente em fotos. Daí percebi que se tratava de uma maquiadora profissional, e muito boa!

Esta é Michelle Phan. Agora tenho procurado assistir os vídeos para aprender com ela. Estou até me empolgando pra começar a me maquiar mais. Embora eu tenha um monte de maquiagem, no dia-a-dia eu acabo não usando, por causa da correria. E quando vou a uma festa, eu até tento me maquiar, mas me desanimo um pouco ao colocar os óculos em cima, escondendo metade da maquiagem.

http://www.youtube.com/user/MichellePhan

O único problema é que ela usa maquiagem de marcas de renome, como eu disse. Isso é problemático, primeiramente por não termos acesso aos produtos por causa do preço, e segundo porque há diversos produtos que nunca ouvi falar e ainda não entendi muito bem qual a diferença deles para bases, pós e corretivos.

quinta-feira, abril 01, 2010

TEMAS PARA O FIREFOX

Esses dias descobri como adicionar temas ao Firefox, deixando-o com a sua cara:
www.getpersonas.com

É só fazer uma pesquisa por alguma palavra-chave (em inglês) relacionada a algo que gosta e achará dezenas de opções. Eu por exemplo pesquisei por "borboleta", quer dizer, "butterfly". Dentre as várias opções, procurei algumas roxas. Não vi todas as opções pois eram muitas, mas eu particularmente gostei muito dessa, a qual estou usando como tema:
http://www.getpersonas.com/en-US/persona/14521

Não é a minha cara?!? Agora meu Firefox está bem mais bonitinho!

domingo, março 28, 2010

MBA EM TESTE DE SOFTWARE - O FIM

Este mês concluí o MBA em Teste de Software pela UniEuro. Estou muito feliz, pois apesar da apresentação ter sido meio tumultuada (por motivos meus de saúde), foi muito bem sucedida. Os professores gostaram muito do tema Testes de Acessibilidade, algo que foge o convencional.

Como recebi diversos comentários na postagem que fiz quando comecei a pós, resolvi comentar aqui minhas impressões gerais sobre o curso, com o intuito de fornecer informações a aqueles que se interessarem pelo curso.

De maneira geral posso dizer que gostei. É uma oportunidade de aprender coisas novas e revisar seus conhecimentos.

Se você já trabalha na área de teste ou o seu desejo é conhecê-la, o curso é bom para as 2 situações, mas se você não tiver conhecimento da área terá que pegar mais pesado nos estudos. As 3 primeiras disciplinas, para quem já é da área, são bem tranquilas, pois são conceitos básicos. Já nas outras 6 há assuntos variados, nas quais aprendi muito.

O curso é dividido em disciplinas de 5 semanas de duração. Normalmente elas são dividias em 5 módulos. Logo, a cada semana você lê o conteúdo de um módulo, responde o questionário e faz a tarefa, que é uma ou 2 perguntinhas sobre o conteúdo (nem todo módulo tem uma tarefa). Se você for uma pessoa organizada e não tiver uma vida muito atribulada, dá pra fazer desta forma organizada sem maiores problemas. Claro, se a coisa apertar, você pode fazer tudo na última semana de entrega.

Um ponto positivo de um curso a distância é que o aluno faz seu ritmo e estuda "o quanto quer", ou seja, pra quem quer, eles fornecem muito material bom para leitura. Mas se você "estiver com preguiça" ou "meio sem tempo", pode ler apenas o material básico de cada módulo, que dá pra cumprir com as atividades e passar na disciplina.

A única coisa chata pra quem não mora em Brasília é vir de 3 em 3 meses fazer as provas (e fazer 3 provas de uma vez eu acho puxado; sempre que pude eu adiantava pelo menos uma prova).

Algo que inicialmente não gostei foi a obrigatoriedade de fazer o trabalho final em grupo. Por tratar-se de um curso a distância, as pessoas não se conheciam, logo você pode dar o azar de pegar pessoas que não tão muito a fim de fazer um trabalho bem feito. Eu tive a sorte de fazer propaganda do meu tema e conseguir 2 pessoas muito bacanas. Já uma amiga minha teve o azar de formar um grupo que não deu certo, do qual ela saiu e resolveu vir para o meu. (Ela havia escolhido outro tema, por isso quis formar outro grupo, apesar do meu convite.) Além disso, nosso grupo só deu certo porque moramos todos em Brasília e podíamos nos reunir quando necessário para discutir o trabalho. Para quem mora fora, não sei como fizeram, mas creio que foi mais complicado, pois na minha opinião tem detalhes que não dão para serem discutidos pela net.

Espero que este post te ajude a decidir se faz (ou não) o curso. Eu acho que o custo-benefício vale a pena.