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quarta-feira, outubro 16, 2013

CONHECENDO O DF - BARRAGEM DO PARANOÁ E CAMINHO DO LAGO NORTE AO LAGO SU,

Sábado foi o casamento de um casal de amigosmuito querido.
A cerimônia foi realizada num espaço para festas em frente ao Setor de Mansões do lago Norte. A ida foi bem tranquila e com medo de me perder e chegar tarde, acabei chegando cedo demais. No caminho, pude ver ao vivo, pela primeira vez, o chamado Piscinão do Lago Norte. Tava quente, sol, e tinha bastante gente se divertindo. Pareceu-me ser um lugar calmo pra curtir o Lago no fim de semana.
Passando em frente ao Varjão, me indaguei se aquele era um lugar que visitei em tempos remotos. Logo depois que me mudei pra Brasília, fizemos amizade com uma moça que era solteira, e muitas vezes no fim de semana ela nos chamava pra almoçar e dar uma volta. Assim, minha mãe e eu conhecemos diversos lugares do DF. Num desses passeios, fomos num morro, onde tinham umas casas espaçadas, parecia um setor de chácaras. Eu me lembro que ela disse que era entre os Lagos Norte e Sul. Lembro até de que paramos num boteco pra beber algo, como uma água, e ela perguntou pro dono se havia alguma casa pra vender por lá. Não tenho certeza, mas hoje eu penso que era ou o Varjão ou uma área ao lado dele que eu visitei.

Voltemos à festa: foi bem divertida e bebemos bastante, em especial espumante. Lá pelas tantas da festa, uma amiga já tava bem bêbada e eu tava alegre, daí parei de beber e fiquei só no suco. (Obs. importante: bêbados devem ficar longe de equipamentos tecnológicos, sob o risco de vergonha alheia na internet. kkkk) Pelo menos ela ainda estava consciente para me dizer que era bom verificarmos se havia blitz no Lago Norte, pois era bem provável que haveria uma no nosso caminho pra casa.
Consultando o Waze (aplicativo que, dentre outros, serve pra os usuários informarem uns aos outros onde há blitz, acidentes e etc), descobrimos que havia realmente uma blitz. E então, o que fazer?
A opção era irmos para a casa de 2 amigos nossos pelo outro caminho possível: o Lago Sul.
Minha amiga, coitada, nem tinha condições de dirigir, e a esposa de um amigo nosso que teve que dirigir o carro dela.
Passamos por um caminho totalmente desconhecido pra mim, ligando Lago Norte e Sul, passando perto do Paranoá. No caminho, conheci também a Barragem do Paranoá. Um lugar bonito, mas não dava pra fazer turismo por lá por volta de meia noite. Confesso que se me soltassem lá, eu não fazia a menor ideia de onde eu estava e para onde eu estava indo; fui confiando cegamente nos carros dos amigos, os quais eu seguia. Foi uma volta muito grande e maluca que demos, mas tudo para não sermos pegos numa blitz.
Chegamos na casa, fizemos uma hora por lá e voltamos para nossas respectivas casas via 3ª Ponte. Felizmente não houve nenhuma blitz pelo caminho e agora eu sei o que há à esquerda da terceira ponte além de condomínios. =D

quinta-feira, setembro 16, 2010

BASTIDORES DE UM CASAMENTO

Uma das melhores partes da viagem foi o casamento, que foi acompanhado desde os bastidores. Ainda não havia ocorrido de uma prima aproximadamente da minha idade se casar (neste ano casaram-se 2 primos), logo nunca pude acompanhar uma noiva tão de perto. Neste caso, ela resolveu reservar um quarto num hotel para se arrumar e nos hospedamos no mesmo andar. Portanto, de cabelo e maquiagem a vestir o vestido, tudo eu acompanhei de perto (e fotografei). E melhor: ainda fui no carro junto com a noiva para a igreja! Olha que legal!
Não imaginava que era tão trabalhoso e cheio de detalhes uma noiva se arrumar para o seu “grande dia”. Tanto que os cerimoniais oferecem uma pessoa para ajudar a noiva a vestir o vestido e acertar os últimos detalhes.
Tadinha, minha prima tava hipernervosa. Já tinha passado mal nos dias anteriores e no dia mal se alimentou. Mas quando ela começou a colocar o vestido foi surgindo o brilho nos olhos dela e depois foi só alegria! Passado o nervosismo, ela se soltou e acho que conseguiu curtir bastante a cerimônia e a festa.
O casamento foi lindo, numa capela pequena mas com diversas imagens bem trabalhadas que tornavam o lugar lindíssimo. Outro detalhe que achei o máximo foi que os cânticos e a leitura do evangelho foram em canto gregoriano.

É... eu que tinha vontade de, se um dia eu me casar, ser durante o dia, posso tirar meu cavalinho da chuva. Acho que eu não ia nem dormir de tão cedo que precisaria me levantar para dar tempo de tudo. Acho que o máximo que daria para mim seria num fim de tarde e me arrumar desde de manhã.

domingo, fevereiro 28, 2010

DESBRAVANDO O NORTE - MANAUS

No último dia do mês, finalmente encontrei um tempinho para falar sobre as aventuras do início do mês, quando tive a oportunidade de conhecer Manaus.
Essa viagem foi muito significativa, pois de uma certa forma, foi um resgaste às minhas raízes. Para quem não sabe, eu sou paraense e, por motivos de saúde, minha família se mudou comigo para o centro-oeste quando eu tinha menos de 1 ano. Nunca voltei lá e o que ouvi a vida inteira é que era altamente não-recomendável eu ir lá.
Com o surgimento do casamento do meu primo em Manaus, resolvi tomar isso como desculpa para ir ao Norte. Minha mãe e minha tia acharam que eu estava louca, que era uma idéia absurda eu ir lá. Se fosse para eu ir lá a passeio, eu certamente quereria lá ficar por muitos dias para conhecer tudo, o que eu não suportaria. Mas como o objetivo era ir ao casamento, marcamos de ficar lá por menos de uma semana.

Ao sair do avião e entrar no túnel, o calor já me deu boas vindas. Foi um fogo subindo pelas pernas... Perguntei a minha mãe se ela sentia aquilo, ao que ela me respondeu que era assim. No estacionamento do aeroporto, minha tia (que viajou conosco) me pergunta: "Você está sentindo o que eu estou sentindo?". Minha resposta: "Não sei o que você está sentindo, mas estou sentindo também." kkkkkk

Eu tive muita sorte de Manaus não estar extremamente quente nos dias que estive lá. Quase todas as madrugadas/manhãs caía uma chuvinha e o tempo tava bem nublado. Mas isso não quer dizer que não estava quente: eu só aguentava ficar muito tempo fora do ar condicionado pela manhã, antes do almoço, e quando próximos ao rio.

O passeio foi muito divertido. A casa estava cheia de parentes e amigos (nem todos dormiam lá, mas durante o dia eram 28 pessoas na casa), alguns que eu não via fazia tempo. Tudo era uma grandeconfusão: cada mesa posta ficava lá por horas, at é todo mundo chegar e comer; pra sair pra passear eram pelo menos 4 carros; fila para usar os banheiros;aquele burburinho de gente conversando e rindo o tempo todo... Mas o importante é que todos nos divertimos e meus tios e primos ficaram muito felizes por todos estarem lá.

Para quem acha que Manaus é um lugar no meio do mato e que não tem nada pra fazer/conhecer, está muito enganado. Não tive muito tempo para passear, mas fui ao Hotel Tropical, onde passamos um agradável fim de tarde na beira do rio, que é tão largo que mal se enxerga a outra margem. Eu experimentei fechar os olhos e o que se ouve é o mesmo barulho das ondas no mar.
Também fui ao Teatro Amazonas assistir uma apresentação da orquestra de lá. Não costumo entrar em teatros nas cidades onde visito, embora eu adore teatro, mas o Teatro Amazonas é o teatro mais chique que já entrei. A decoração élindíssima, tudo às custas do dinheiro proveniente da exploração da borracha.
Um dia fui ao Shopping Manauara, mas porque eu queria comprar sabonetes artesanais feitos a base de plantas/frutos nativos e tomar sorvete de frutas da região. Acabou que tomamos sorvete paraense, da Cairu, pois nas 2 sorveterias lá de Manaus se vendia sorvete somente a bola (e era caro: 5 reais a bola), e ainten ção era tomar sorvete no quilo pra provar um pouquinho de cada sabor que eu nunca tivesse ouvido falar. Fui a um centro de artesanato, onde comprei mais sabonetes artesanais.kkkkkk
Mas eu não podia ir embora de Manaus sem fazer um passeio de barco pelos rios, ver o Encontro das Águas, a vegetação e os animais nativos. É algo indescritível: tudo é muito lindo e grande. Quando passamos pelo Encontro das Águas, coloquei a mão na água de cada rio para comprovar que as temperaturas são diferentes. Visitamos um criadouro de pirarucu numa comunidade ribeirinha, vimos artesanato local, eaté passei a mão em um bicho-preguiça (tão fofinho!). Foi uma aventura incrível, mas feita com todo o conforto.

Vale destacar que o custo de vida lá é muito alto e alimentação é caríssima (por ex.: um quilo de limão cuta 7 reais), exceto peixe (cujo quilo do pirarucu ou do tucunaré não custa muito mais do que isso), que eu me esbaldei de tanto comer. Trouxe um pequeno estoque de polpa de açaí pra tomar em casa, mas ao contrário do que eu imaginava, açaí lá é caro. A diferença é que lá compra-se a polpa pura, da melhor qualidade. Já aqui, só se compra polpa "batizada".
Pra quem pensa que Manaus é cheio de mosquito, eu não vi um mosquitinho sequer.
Foi um passeio muito bom, mas 5 dias era minha cota máxima, pois a pele já estava piorando.

Se você não conhece Manaus, eu digo que vale muito a pena conhecer.

terça-feira, janeiro 13, 2009

CASAMENTO ZEN (ou CASAMENTO DIFERENTE 2 - A MISSÃO)

Esse início de ano a galera resolveu casar! Na sexta fui em mais um casamento. Desta vez a idéia era ser uma casamento no fim da tarde, mas acabou sendo de noite msm. Tudo foi bem inusitado: o local (Faculdadade de Ed. Física da UnB), o celebrante (um ex-prof dos noivos, um cara zen que, dentre outras coisas, leu cartas de um baralho que eu não sei qual era, provavelmente algum tipo de tarô), a roupa do noivo (que eu nem sei descrever muito - era uma túnica em algodão e uma calça pantalona). Outra coisa interessante foi que a festa foi um sarau, em que os convidados fizeram apresentações de teatro, música, poesia e dança.
Infelizmente não tenho fotos, pois não levei a máquina pois fui direto do trab e, como estava marcado para começar cedo, eu achei que eu ia chegar só para a festa. Se eu conseguir alguma foto eu postarei em minha página de fotos.
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Algo que está me assustando com relação a festas de casamento diurnas são os atrasos. O casamento anterior, que estava marcado para 11h, foi começar era quase 13h. Este, marcado para 17h, foi começar às 20h! Felizmente eu cheguei já era umas 19:45. Se eu tivesse chegado na hora marcada e tivesse que esperar isso tudo, eu certamente estaria cansada, entediada de tanto esperar e mal ficaria para a festa.

domingo, janeiro 04, 2009

CASAMENTO TRIPLO

O objetivo principal da viagem era ir a um casamento que foi muito especial. Foi casamento conjunto de 3 (um irmão e 2 irmãs) dos 4 irmãos, um dos casamentos mais lindos e emocionantes que já fui.
Primeiro pq era de dia: acho muito chique casar de dia, apesar de ter que levantar cedo para se arrumar. Quando eu casar, meu casamento será de dia. Luz do sol, ótimas fotos!
Por ser uma família de músicos, a parte musical foi show! Algumas músicas da entrada foram gravadas em casa por eles mesmos e editadas. Depois do almoço também teve um showzinho, com o noivo e uma das noivas tocando e cantando.
Dois fatos muito curiosos aconteceram:
Um dos noivos se atrasou! Já viu isso? Ele estava lá, saiu e, na hora que era para ele entrar, cadê o rapaz? Depois de esperarmos por uns minutos, ele chegou de moto. Achei que era uma entrada triunfal dele, mas não, depois ele foi pedir desculpas pelo atraso enquanto discursava, mas não explicou o que aconteceu.
Fazia um sol lindo, de repente cai uma pancada de chuva na hora e somente na benção das alianças. Acabou a benção, acabou a chuva e abriu o sol de novo. Coitados foram dos padrinhos, que estavam ao ar livre e tiveram q sair correndo para se proteger.

sexta-feira, abril 25, 2008

ESTATÍSTICAS E CURIOSIDADES DE UM CASAMENTO

No fds passado foi casamento de uma amiga do trab. O casamento foi legal (excetuando o juiz de paz, que foi falar sobre a menina que morreu bem o meio da cerimônia – ninguém merece!); a noiva estava linda e a música animada.

Mas eu resolvi foi destacar alguns fatos curiosos do evento, até pra ela ler depois:

Verde: nova moda?
A decoração da festa era em tons de verde. As toalhas das mesas eram verde claro ou escuro; a daminha estava de verde claro. Até aí tudo bem. Só que eu nunca vi uma incidência tão gde de pessoas com roupa verde. Eram muitos vestidos de festa verde, homens de camisa verde... tentamos contabilizar e chegamos a umas 15 pessoas de verde. Será que as pessoas sabiam da cor da decoração e resolveram ir combinando ou verde é a nova moda em cor de vestido de festa?

Casal de lilás!
Achei interessante que tinha um casal que resolveu combinar: a moça de vestido longo lilás brilhante e o rapaz de gravata lilás listrada. Fiquei brincando com meu namorado que tinha que comprar uma gravata igual pra ele.

Efeito dominó
Não conseguimos achar uma explicação plausível para tantas cadeiras caírem no chão. O chão não era tão liso assim, mas toda hora ouvíamos o barulho de cadeira caindo. Uma colega resolveu contabilizar e chegou a mais de 20 cadeiras que caíram.

Nossa mesa: apoio para o cerimonial
Outro fato curioso foi a moça do cerimonial que estava com microfone, narrando coisas durante o casamento resolveu fazer nossa mesa de apoio para seu microfone e anotações quando ela não estava falando. O mais interessante é que nossa mesa era uma das que estava mais longe do altar.

Roubo de bolinho de queijo

Todo casamento tem o momento dos noivos passarem cumprimentando os convidados. Pouco antes dos noivos chegarem a nossa mesa, foram servidos salgadinhos. Cada um de nós pegou uns 2 ou 3 salgadinhos, que deixamos em cima da mesa para cumprimentar o casal. Quando eles saíram da nossa mesa e dirigiram-se à mesa do lado, uma doida chegou do lado do meu namorado, pediu licença e pegou um salgadinho dele na cara dura e foi dar pro noivo. É mole? Por que não pegar um salgado que estivesse na mesa dela? Por que não chamar um garçon para pegar um salgado? Não! Ela roubou na cara ura um salgadinho, deixando meu namorado desolado, sem reação e sem o bolinho de queijo dele. Quase dei o que eu tinha pra ele, tamanha cara de tristeza e perplexidade.