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domingo, agosto 31, 2014

FESTA DO MORANGO

Pela primeira vez fui na Festa do Morango no caminho pra Brazlândia.
Minha mãe vai há muitos anos, em geral com um vizinha dela. Mas como mãe chata, ela sempre impôs uma série de empecilhos para eu ir: que é muito longe, que é cheio de poeira, que para o carro longe, que o piso é irregular... E eu sempre confabulava se lá era esse horror todo mesmo ou se era só frescuragem de mãe super protetora.
Este ano consegui ir, por força de um amigo da família, que disse que por conhecer uma senhora que vende seus produtos lá na Festa, que conversaria com ela para conseguir estacionar lá dentro do local, e não no estacionamento externo.
Bem, ele não conseguiu a credencial, que era só para caminhões, mas pode me deixar na porta e depois ir procurar lugar pra estacionar (o que certamente foi beeeeem longe).
Na chegada passamos por um galpão onde vendia creme de morango, que estava muito gostoso. Depois fomos direto almoçar (já tínhamos planejado isso) comida japonesa. Tinham vários pratos que eu nunca tinha nem visto os nomes, mas estava muito quente e a yakissoba era gigante, então não experimentei nenhum. Em seguida, passamos por uma feirinha de artesanato onde quase comprei uma blusa, mas comprei um presente para uma amiga. 
E finalmente chegamos no galpão onde ficavam as bancas vendendo morango. Já não tinha mais orgânico, então comprei umas boas caixas na banca da conhecida do meu amigo, com direito a um descontinho e geleia de morango de brinde. 
Mas nessa hora o calor e a secura tavam matando! Mesmo carregando minha garrafa de água a tiracolo não deu. Comecei a passar mal de calor. Enquanto meu amigo botava o papo em dia com a dona da banca, fui pra fora do galpão e sentei no chão em cima da serragem mesmo. Depois minha mãe conseguiu uma cadeira pra mim. Felizmente meu amigo conversou com o brigadista (e não sei mais quantas pessoas) e conseguiu entrar com o carro pra me buscar na porta do galpão. Não sei como teria sido pra eu voltar o caminho todo no sol quente se não fosse ele.
Por último, o que posso dizer sobre a estrutura: são vários galpões cobertos com telha de amianto, onde faz calor pra caramba. E não é organizado de maneira circular: você vai, vai, e depois tem que voltar tudo. O chão é de terra batida entre um galpão e outro, mas não tava poeirento nem barrento, e até que não é tão irregular assim. Ou seja, dava pra andar de boa, devagar, claro! O problema todo é a Festa ser no fim de agosto, com sol de rachar e secura matando. 
Valeu a experiência de ter ido, mas pra mim não vale muito a pena ir não, Melhor ir outra pessoa no meu lugar fazer minhas compras.

domingo, janeiro 27, 2013

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA: SORVETES "GOURMET"

Hoje, meio de saco cheio da vida, aproveitei os parcos raios de sol que surgiram no céu e resolvi dar uma volta.
Eu confesso que não gosto de sair muto aos domingos. Domingo é o dia que gosto de ficar largada em casa, de preferência de camisola, curtindo o ócio. Não gosto de marcar compromissos para o domingo, o que não quer dizer que deixarei de ir a algum lugar que um amigo tiver convidado. Mas é  o dia em que gosto de exercitar o ócio criativo (e também corrigir exercícios de alunos, quando é época de aulas).
Mas, considerando o sol, minha baixa autoestima (é tão esquisito escrever assim, mas é a nova ortografia!) no momento, a necessidade de comprar um presente e a promoção de varal de chão na Leroy Merlin que só ia até amanhã segundo a propaganda da TV, resolvi quebrar essa regra.
Depois de ir na Leroy, fui ao Park Shopping para comprar o presente. Aproveitei para ver a exposição Tesouros das Américas, que não é grande, mas é bem interessante. Além de aprender um pouco mais sobre as culturas nos nossos vizinhos, exercitei meu espanhol, pois as placas são escritas de um lado em português e do outro em espanhol. Vale a pena conferir, ainda mais que gratuita.

Mas este post é sobre sorvete, não é verdade? Quer coisa melhor para levantar o astral do que tomar sorvete, ainda mais que já faz dias que eu amanheço meio alérgica do frio, sei lá!? Quando eu quase ia embora, vi um quiosquinho chamado Mil Frutas. Resolvi parar nele antes de partir e não me arrependi.
Acho meio salgado pagar 10 reais numa bola de sorvete. Eu tb não gosto de lugares que vendem sorvetes por bola, porque dificilmente peço mais de uma, e assim deixo de saborear diversos sabores. (Quando vou a local com sorvete por quilo, em geral consumo umas 3 meias bolas de sabores diferentes.) Mas foi uma experiência bem boa.
Antes de pedir, claro, experimentei vários sabores para me decidir. Ei-los: laranja com gengibre (muito bom), limão siciliano com framboesa (azedo; a própria atendente me alertou), morango com lichia e hortelã (bom, mas não me emplogou), figo com mascarpone (excelente e bem docinho, indicado por uma das atendentes; e aprendi que mascarpone é um tipo de queijo), canela com gengibre (bom, porém bem forte; só a provinha dele já me foi suficiente); mas acabei ficando com o de limão siciliano com cascas de laranja, que é um bom equilíbrio entre doce e azedo. Não sei porque hoje eu estava à procura de algo levemente azedo. =D Valeu a pena conhecer...e saborear!

Ah, descobri também que meu carrinho tem força pra subir a subida do Park Shopping rumo ao Guará II. Eeeeeeeeeeee \o/

domingo, fevereiro 28, 2010

DESBRAVANDO O NORTE - MANAUS

No último dia do mês, finalmente encontrei um tempinho para falar sobre as aventuras do início do mês, quando tive a oportunidade de conhecer Manaus.
Essa viagem foi muito significativa, pois de uma certa forma, foi um resgaste às minhas raízes. Para quem não sabe, eu sou paraense e, por motivos de saúde, minha família se mudou comigo para o centro-oeste quando eu tinha menos de 1 ano. Nunca voltei lá e o que ouvi a vida inteira é que era altamente não-recomendável eu ir lá.
Com o surgimento do casamento do meu primo em Manaus, resolvi tomar isso como desculpa para ir ao Norte. Minha mãe e minha tia acharam que eu estava louca, que era uma idéia absurda eu ir lá. Se fosse para eu ir lá a passeio, eu certamente quereria lá ficar por muitos dias para conhecer tudo, o que eu não suportaria. Mas como o objetivo era ir ao casamento, marcamos de ficar lá por menos de uma semana.

Ao sair do avião e entrar no túnel, o calor já me deu boas vindas. Foi um fogo subindo pelas pernas... Perguntei a minha mãe se ela sentia aquilo, ao que ela me respondeu que era assim. No estacionamento do aeroporto, minha tia (que viajou conosco) me pergunta: "Você está sentindo o que eu estou sentindo?". Minha resposta: "Não sei o que você está sentindo, mas estou sentindo também." kkkkkk

Eu tive muita sorte de Manaus não estar extremamente quente nos dias que estive lá. Quase todas as madrugadas/manhãs caía uma chuvinha e o tempo tava bem nublado. Mas isso não quer dizer que não estava quente: eu só aguentava ficar muito tempo fora do ar condicionado pela manhã, antes do almoço, e quando próximos ao rio.

O passeio foi muito divertido. A casa estava cheia de parentes e amigos (nem todos dormiam lá, mas durante o dia eram 28 pessoas na casa), alguns que eu não via fazia tempo. Tudo era uma grandeconfusão: cada mesa posta ficava lá por horas, at é todo mundo chegar e comer; pra sair pra passear eram pelo menos 4 carros; fila para usar os banheiros;aquele burburinho de gente conversando e rindo o tempo todo... Mas o importante é que todos nos divertimos e meus tios e primos ficaram muito felizes por todos estarem lá.

Para quem acha que Manaus é um lugar no meio do mato e que não tem nada pra fazer/conhecer, está muito enganado. Não tive muito tempo para passear, mas fui ao Hotel Tropical, onde passamos um agradável fim de tarde na beira do rio, que é tão largo que mal se enxerga a outra margem. Eu experimentei fechar os olhos e o que se ouve é o mesmo barulho das ondas no mar.
Também fui ao Teatro Amazonas assistir uma apresentação da orquestra de lá. Não costumo entrar em teatros nas cidades onde visito, embora eu adore teatro, mas o Teatro Amazonas é o teatro mais chique que já entrei. A decoração élindíssima, tudo às custas do dinheiro proveniente da exploração da borracha.
Um dia fui ao Shopping Manauara, mas porque eu queria comprar sabonetes artesanais feitos a base de plantas/frutos nativos e tomar sorvete de frutas da região. Acabou que tomamos sorvete paraense, da Cairu, pois nas 2 sorveterias lá de Manaus se vendia sorvete somente a bola (e era caro: 5 reais a bola), e ainten ção era tomar sorvete no quilo pra provar um pouquinho de cada sabor que eu nunca tivesse ouvido falar. Fui a um centro de artesanato, onde comprei mais sabonetes artesanais.kkkkkk
Mas eu não podia ir embora de Manaus sem fazer um passeio de barco pelos rios, ver o Encontro das Águas, a vegetação e os animais nativos. É algo indescritível: tudo é muito lindo e grande. Quando passamos pelo Encontro das Águas, coloquei a mão na água de cada rio para comprovar que as temperaturas são diferentes. Visitamos um criadouro de pirarucu numa comunidade ribeirinha, vimos artesanato local, eaté passei a mão em um bicho-preguiça (tão fofinho!). Foi uma aventura incrível, mas feita com todo o conforto.

Vale destacar que o custo de vida lá é muito alto e alimentação é caríssima (por ex.: um quilo de limão cuta 7 reais), exceto peixe (cujo quilo do pirarucu ou do tucunaré não custa muito mais do que isso), que eu me esbaldei de tanto comer. Trouxe um pequeno estoque de polpa de açaí pra tomar em casa, mas ao contrário do que eu imaginava, açaí lá é caro. A diferença é que lá compra-se a polpa pura, da melhor qualidade. Já aqui, só se compra polpa "batizada".
Pra quem pensa que Manaus é cheio de mosquito, eu não vi um mosquitinho sequer.
Foi um passeio muito bom, mas 5 dias era minha cota máxima, pois a pele já estava piorando.

Se você não conhece Manaus, eu digo que vale muito a pena conhecer.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

CONHECENDO O CHILE - INTRODUÇÃO

No início do mês, tive a oportunidade de ir a Santiago - Chile participar de um simpósio sobre EB. Foi uma viagem muito boa, tanto pelo Simpósio em si, que agregou muitos conhecimentos novos aos que eu já tinha, além de eu ter dito a oportunidade de compartilhar experiências minhas com os que estavam lá presentes, quanto pelas maravilhosas pessoas e lugares que conheci, além de, é claro, desenferrujar e aprender um pouco mais de espanhol.

A parte chata da viagem foi "trabalhar" de tradutora sem ganhar nada em troca. Mesmo que meu espanhol não seja lá essas coisas, pois tem muito tempo que parei de estudar o idioma, eu me esforçava para falar o espanhol mais correto possível, e as pessoas de lá sempre me entendiam e ainda ousavam me elogiar, dizendo que eu falava espanhol muito bem, o que sei não ser a realidade.
Em primeiro lugar, eu tinha que traduzir para minha mãe algumas das respostas que as pessoas davam. Ela, como tem noção de como conversar com estrangeiros (ou seja, falando devagar, pronunciando bem as palavras e sem usar regionalismos, procurando falar o português mais correto possível), pelo menos quando perguntava, os outros a entendiam na grande maioria das vezes, mas nem sempre ela conseguia compreender as respostas, pois muitas vezes continham palavras do espanhol que não possuem semelhança com o português, o que é normal.
O problema é que no Simpósio haviam mais 3 brasileiras que não sabiam espanhol nem como conversar com estrangeiros, então elas eram, muitas vezes, simplesmente incompreendidas. Daí o médico que coordenava o Simpósio (o qual eu já conhecia) após fazer uma cara de interrogação, virava para mim e dizia meu nome seguido de "traduzca!". Daí eu que tinha que me virar para dizer em espanhol o que as outras brasileiras tinham dito.

As postagens seguintes relatam um pouco dos passeios e das curiosidades do pouco que tive tempo de conhecer do Chile. O que posso dizer, baseada no que eu conheci, é que Santiago é uma cidade muito bonita e bem arborizada, com pessoas muito educadas e gentis com os turistas.Vale a pena conhecer!

CONHECENDO O CHILE - PASSEIOS TURÍSTICOS

Como cheguei a Santiago 1 dia antes do Simpósio e saí 2 dias depois, e considerando que o sol lá se põe às 20:30 e até 21h ainda está claro, consegui passear até bastante.
No primeiro dia, fizemos um city tour para conhecer um pouco da cidade: museus, praças, prédios históricos, o Palacio de la Moneda, a casa do Pablo Neruda e por fim fomos ao Cerro San Cristóbal, um morro lindo com diversas atrações turísticas.
No dia seguinte começou o Simpósio, mas como acabava às 5 da tarde,ainda deu tempo de passear. Fizemos amizade com umas colombianas que participavam do evento e fomos ao Pueblo Los Dominicos, um espaço enorme onde são vendidos artesanatos diversos, um pouco de comida e até animais. O local é tão grande que, mesmo após caminhar por 1:30, não sei se vi a metade das lojinhas.
No dia seguinte, após o término do Simpósio, fomos a um supermercado, pois queríamos conhecer um pouco mais das frutas e castanhas produzidas por lá e ver preços de vinhos. O supermercado ficava ao lado de um grande shopping chamado Parque Arauco. Claro que eu não saí do Brasil pra ficar passeando em shopping. Nosso único objetivo era ir a uma loja chamada El Mundo del Vino, para degustarmos e compararmos preços dos vinhos. Lá compramos 2 vinhos da marca Equus, muito gostosos.
No sábado era dia de ir à forra e fazermos os passeios mais distantes. Primeiramente fomos à Vinícola Concha y Toro. Vimos a parreiras, os barris cheios de vinho, aprendemos um pouquinho e degustamos 2 vinhos: um branco e um tinto. Conhecemos também a lenda do vinho Casillero del Diablo, que pode ser lida em http://www.casillerodeldiablo.com
Depois almoçamos em um restaurante típico chamado La Vaquita Echá, onde havia um cantor de músicas folclóricas e um casal de jovens dançando a cueca, dança típica chilena.
Para encerrar o dia, fomos ao Valle Nevado, porque minha mãe se fosse embora de lá sem ver a neve ela teria um troço. Como não era inverno, obviamente não havia lá tanta neve, mas durante o ano todo fica alguma neve acumulada nos picos das montanhas. A subida da serra para chegar na estação de esqui, a mais de 3000m de altura, é um caminho muito tortuoso, com curvas fechadas e muito íngremes. Somente estas curvas são 52, sem contar as outras curvas "mais suaves". Minha mãe subiu morrendo de medo, brigando com o motorista dizendo que ninguém avisou a ela que era assim e que se ela soubesse, não tinha ido.
A visão das montanhas lá no alto é linda, mesmo com pouca neve. A paz interior é muito grande. Você se sente pequeno diante de tanta grandeza.

sexta-feira, junho 12, 2009

FERIADO NA EXPOTCHÊ

No feriado eu tava cansadona, mas havia me comprometido a ir na Expotchê, no Pavilhão do Parque, e assim o fiz. Quem puder ir (a feira vai até domingo) tá valendo a pena.
No ano passado eu não fui, pq eu achei que em 2007 tava muito fraca: haviam poucas bancas com coisas típicas do sul e a feira estava inundada de bancas daqui de Brasília mesmo e região.
Mas este ano, eu achei muito boa. Há muitas bancas de produtos totalmente típicos do sul, como cuias e todos os apetrechos para o chimarrão, chocolates, facões, muitas roupas típicas (daquelas bem pesadas, para muito frio), vinhos, queijos, salames... claro que sempre há prdutos de outras regiões, mas achei que desta vez está bem típica a feira.
Tem um espaço culinário, onde é possivel aprender receitas típicas. Pras crianças, tem uma fazendinha com diversos animais. Tem também a escola do chimarrão, onde é possível aprender como prepará-lo.
Compras, não vou nem falar muito, pois comprei demais... hihihihi

Dois fatos curiosos:
1) Constatei que deficientes entram gratuitamente em qualquer feira no Pavilhão do Parque, pois esta foi a terceira feira que eu entrei de graça.
2) Quando paramos para lanchar, umas 20h, percebemos que a feira encheu consideravelmente. Saí da feira às 20:40 e, para minha surpresa, havia uma fila monstruosa para comprar ingressos. E olha que não ia ter show de ninguém conhecido. Nunca vi algo do tipo lá no Parque.

CONHECENDO BRASÍLIA - BARCA BRASÍLIA

No domingo passado fui a um passeio que acho que todo mundo deve fazê-lo uma vez na vida: um fim de tarde agradabilíssimo no meio do Lago Paranoá a bordo da Barca Brasília.
O passeio é marcado para as 17h, mas a barca sai mesmo às 17:30. Mas esse tempo é importante para você se acomodar e conhecer a barca e como tudo funciona, antes de partir. A barca sai do Hotel Bay Park, próximo a Vila Planalto. O retorno é às 20:30, mas nem dá vontade de voltar, de tão lindo queé o passeio.

Além da bela vista do Lago, é possível ver pontos turísticos como o Palácio da Alvorada, Ermida Dom Bosco e a Ponte JK por um ângulo bem inusitado. Prestando atenção, eu consegui ver até o Banco Central ao longe, e o fotógrafo profissional que lá estava conseguiu foto da Torre de TV e do Conjunto Nacional.
O passeio também é uma aula de história sobre Brasília e a construção do Lago. Por exemplo, você sabia que existe, próximo a Vila Planalto a Vila Mauri, que abrigou pessoas que trabalharam na construção do Lago? O único detalhe é que ela está submersa, pois fizeram a previsão errada de que demoraria anos para encher o Lago e ele encheu mais rápido do que o previsto. Segundo a historia contada pelo Edimilson, o "capitão" da barca, os moradores tiveram que ser removidos às pressas e criaram a cidade-satélite de Sobradinhopara abrigar essas pessoas.
Para alegrar ainda mais o passeio, sempre há a participação de músicos ou poetas. No dia que eu fui, era um show de MPB com voz, violão e percussão de alta qualidade. A programação é sempre divulgada previamente no site da barca.

Infelizmente, o passeio sai por um precinho meio salgado. Para pagamento antecipado (depósito na conta corrente da agência de turismo - tem que levar ocomprovante), o passeio sai por 30,00 (40,00 para pagamento no final) + 10,00 de couvert. E como vc vai necessariamente comer e beber algo, pois o passeio é longo, bem, o passeio não sai por menos de 50,00. Mas se vc não tem muita grana, vale a pena juntar e ir um dia.

Um detalhe importante que não tem no site: além de dinheiro e cheque, só é aceito cartão Visa, e se vc for pagar o passeio no final, não poderá ser no crédito.

As fotos publicadas em meu fotolog são minhas, de uma amiga e de um fotógrafo profissional que tirava fotos durante o passeio e perto do final elas são exibidas em um monitor localizado no centro da barca. (Dica: se vc quiser fazer q nem eu e copiar as fotos do fotógrafo, leve um pendrive. Eu não tinha, mas copiei num cartão de memória.)

Para mais detalhes, visite o site www.barcabrasilia.com.br