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segunda-feira, abril 04, 2016

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA - DOCE DE LEITE

Não existe coisa melhor do que você estar com larica de comer doce, abrir a geladeira e ter ele ali reluzindo pra você: meio pote de doce de leite caseiro legitimamente mineiro, ainda mais feito em fogão de lenha. Ê trem bom!!!

Não sou mineira, mas o bom filho de mineiro, mineiro é. Portanto, não posso negar minhas origens. Fui criada indo pra BH visitar minha vó e sempre eu era recebia com a maravilhosa alquimia: lata de leite condensado + panela de pressão = doce de leite!!! Era muito mágico algo tão bom poder se transformar em algo melhor ainda...

Mas esse doce de leite com o qual me lambuzo agora tem um sabor ainda mais especial, conforme o feitio indicado no primeiro parágrafo. E lá em BH, no mês passado, ver que minha tia fez doce de leite com coco pra família e tinha um pote separado pra mim, pois "a Anna não come coco", e ainda ver minha tia o tempo inteiro preocupada com o tal pote, como quem diz "não ponha a mão no pote de doce da Anna a não ser que seja pra servi-la do doce dela" é muito carinho e honra. E claro, já que o pote era meu, ele veio comigo na mala.

E viva Minas! E viva o doce de leite! E viva o queijo! (Que não fez parte do post, mas falar de Minas sem falar de queijo é sacrilégio, e minha herança mineira que adora todo e qualquer tipo de queijo não permitiria. Me lembrei agora dos queijos europeus. Aquilo sim é queijo bom! Mas isso fica pra um post dedicado aos queijos. =D ) 

quarta-feira, março 11, 2015

ARTE INUSITADA, INGLÊS E CAPIVARAS

No fim de semana recebi com muita alegria a visita de 2 primos e uma holandesa que mora há muitos anos na Austrália. Foi um fim de semana muito divertido apresentando a cidade pra ela, tanto por eu adorar apresentar às visitas a cidade que me adotou, mostrando que Brasília não é só política, mas sim uma cidade repleta de belezas, assim como poder praticar meu inglês. No quesito prática de inglês eu, no meu perfeccionismo, creio que não fui tão bem quanto eu gostaria, mas o que é facilmente justificado pelo fato de eu ter que o tempo inteiro estar trocando o raciocínio em inglês para o em português, pois tinha que interagir também com o ambiente e as pessoas que não falam inglês, no caso minha mãe e um dos primos. Gente, isso dá um nó na cabeça que me deixa doidinha e uma ou outra palavra não vem! Depois, quando a palavra vem à mente, bate até aquela vergonha de "como é que eu não me lembrei disso!?" Mesmo assim, consegui me comunicar bem e entender perfeitamente tudo o que ela me dizia.

Um dos passeios que fizemos foi ao CCBB, para ver a exposição Ciclo, que ainda não tinha visto. Exposição muto criativa, e me encantei com o "mar" feito de copinhos plásticos. Minha primeira vontade foi de pular em cima deles, algo que obviamente não poderia fazer, pois passava a sensação de ser uma espuma macia.


Em uma outra obra, também super criativa, tirei uma foto especial para este bloguinho:


Será verdade?!? Dê sua opinião. =D

Por último, o momento mais interessante do fim de semana. Quando saíamos da área de lazer ao lado da Ponte JK (existe um nome para aquela área?!?), passando de carro vimos uma manada de capivaras. Sim, capivaras na beira do lago!!! E era um grupo grande, talvez umas 40, adultas e filhotes, numa área cercada sendo tocadas (tocar no sentido de tocar uma boiada) por um homem. Por um momento, pensamos que eram domesticadas e que viviam naquele cercado. Mas considerando que haviam partes da cerca pelas quais elas poderiam passar facilmente, vimos que elas haviam entrado ali. Logo depois, vemos o grupo entrando na água, saindo nadando pelo Lago afora. Doideira, né?
Tentamos tirar fotos com máquina e celular, mas estávamos longe e as fotos não ficaram boas, mesmo usando zoom, o suficiente pra visualizar os bichinhos. Mas eu tenho 4 testemunhas pra provar o que eu vi. =D

terça-feira, junho 04, 2013

FESTA 3.0 - PREPARATIVOS NO DIA

O dia mais lindo do ano foi beeeem corrido...
Levantei antes das 8h da manhã, pra dar tempo de tudo. Felizmente combinei com a diarista de ir lá no dia, tanto pra deixar tudo arrumadinho lá em casa, quanto pra poder levar a “mudança” pro carro, para que eu pudesse levar pra festa.
Gente, era muita coisa! Tinha a decoração de parede, as lembrancinhas, guardanapos, sacola de roupa para a festa e para dança, maquiagem, bebidas (além das uso particular, ainda tinha as que eu comprei pensando nos parentes e pra ter bebida gelada pra começar, porque a maioria dos convidados chega com bebida quente)... afff... Organizar festa sozinha não é fácil!
Passei a manhã quase enlouquecida organizando isso. Almocei pela metade e fui pro salão de beleza. Marquei meu horário lá de 14 às 16h, pra que de lá eu já fosse pro salão, desta vez o de festas.
Já faz anos que, em datas especiais, vou no mesmo salão na Asa Norte, que é especializado em noivas e descobri graças a cupons de hidratação em sites de compras coletivas. Os preços lá não são tão exorbitantes de considerarmos a qualidade dos serviços e o excelente atendimento. Todo ano eu ganho, no mês do meu aniversário, uma hidratação na cadeira de nutoterapia, que usa música, massagem e cromoterapia para você relaxar enquanto espera o cabelo ficar lindo e hidratado. É tudo de bom!
Esse ano eu fui com antecedência lá e combinei com o dono de lá para que eu fizesse algum penteado especial. Depois de espairecer na na cadeira de nutoterapia, pela primeira vez ele mesmo cuidou do meu cabelo. Quero dizer, ele pôs a mão na massa, porque sempre que se vai lá, ele passa de cliente em cliente com toda simpatia, pergunta o que ela está fazendo, pergunta ao profissional o que ele está fazendo naquele momento; daí ele olha, olha e diz ao profissional: “Ah, você deve fazer assim por causa disso e daquilo.”
Ele me fez um penteado que eu não sei nem descrever. Foi algo meio cacheado, meio solto, jogado para o lado com 5kg de 2 sprays fixadores diferentes e bem uns 30 grampos (os grampos não são exagero: foi issos mesmo!). Como eu cabelo é tenso para segurar penteados, ele usou um dos sprays mais fortes que eu conheço, o preto do Sebastian. È daquele que fixa MESMO! (Depois falo mais sobre como foi com esse meu cabelo até o dia seguinte da festa.) O que eu morri muito de rir foi quando, após lavar e fazer escova, ele foi usando o baby liss mais fininho que ele tinha; quando meu cabelo estav quase todo cacheado, ele disse: “Não se preocupe, seu cabelo não vai ficar essa coisa Luluzinha.” E realmente não ficou. Foi algo bem alternativo, que eu acho que combinava com o estilo roqueiro da festa. Só não deu pra eu fazer jogadas de cabelo enqto estava dançando. =D
Saí de um salão e fui direto pro outro. Achei que a banda já estaria lá, mas estava tudo fechado. Abri e fiquei lá esperando alguém chegar, ou alguém da banda, ou minha mãe, pra me ajudar a arrumar as coisas. Não podia me trocar nem tirar um cochilo, pois alguém poderia chegar enqto isso.
Já quase 17h, chegou o pessoal da banda pra montar as coisas e depois chegou minha mãe, acompanhada da minha tia e do meu primo, (que vieram de Goiânia, com suas famílias, em 2 carros) para procedermos os trabalhos de arrumação.
2 coisas posso dizer sobre esse processo: 1) Foi bem corrido decorar e arrumar o salão, mesmo com mais 3 pessoas pra ajudar. E olha que nem era muita coisa: forrar e distribuir mesas, colocar arranjinhos de flores sobre elas e colar decorações de parede com motivos musicais. 2) Eu não tinha uma noção real da parafernália que uma banda carrega. Eu sabia que era muita coisa, mas era mais do que eu imaginava. Foram umas 2h para montarem tudo, e olha que eram 5 montando.
Lá pelas 19h, todos foram embora, mas o pessoal do crepe já tinha chegado. Deixei eles lá se ajeitando e finalmente fui me trocar e me maquiar. Mal deu tempo de eu ficar pronta pras 20h, horário de início da festa.

FESTA 3.0 - AFTER PARTY

Não sei dizer que horas a Festa 3.0 acabou (eu tirei o relógio quando fui dançar e fiquei com preguiça de colocá-lo de novo). Mas, assim que acabou, minha mãe reuniu os familiares para ajudarem a arrumar as coisas. Assim que arrumamos tudo, colocaram o que era meu no meu carro.
Sobrou muita, mas muita bebida. Eu levei algumas coisas a mais além do que eu iria consumir para estar gelado para começar a festa (uns poucos refris, umas Smirnoff Ice a mais e uma caixa de cerveja para os parentes). Embora eu já tivesse avisado isso para minha mãe, ela não se deu por contente (ela é mineira; mineiros são assim, eu já desisti disso!) e levou mais uma quantidade grande de bebida, incluindo mais 2 caixas de cerveja. Ou seja, no fim, juntando com o que o povo leva a mais, devia ter ainda as 3 caixas de cerveja.
Sem ter como levar tudo de volta nos isopores que ela levou (ela ia levar de volta o que sobrasse, pois os parentes estavam hospedados na casa dela, logo, ajudariam a consumir o restante), eu enchi o isopor de cerveja do pessoal da banda (que estava pela metade no fim da festa) e ela levou o restante. 
Quando terminou de colocar tudo no carro, os equipamentos da banda ainda não estavam todos desmontados; logo, eu teria que esperar eles terminarem o trabalho para eu poder entregar o salão. A parte mais hilária foi o seguinte diálogo (as falas são aproximadas, não vou lembrar tudo certinho) entre eu, minha mãe e alguém da banda que eu não vi especificamente quem era, ou ela falou coletivamente para todos:

M: Filha, vamos embora.
Eu: Não mãe, eles ainda estão desmontando os equipamentos. Vou ter que esperá-los terminar para entregar o salão.
M: Mas vc não pode ficar sozinha nesse lugar deserto! É perigoso!
Eu: Mãe, eu estou com 6 homens da banda. Como é que eu estou sozinha?!?
Nesse momento, ela se dirige ao pessoal da banda e diz:
M: Por favor, qdo vocês forem embora, não deixem minha filha sozinha pra trás nesse lugar deserto! (em tom de criança quase chorando e pedindo "por favor, por favor, POR FAVOR!")
(Momento em que eu tento enfiar minha cabeça num buraco imaginário.)

Nota da autora: Contando esta parte da estória para alguém, me sacanearam falando que provavelmente minha mãe estava justamente com medo de eu ficar num lugar deserto com 6 homens. =D

Quando os equipamentos terminaram de ser desmontados, um deles foi à portaria para avisar que o salão já poderia ser entregue, mas cadê que tinha alguém lá!
Eu fiquei apavorada, pois como eu ia embora e deixar o salão sem trancar?! Resolvemos esperar um pouco na porta do salão, já com as luzes todas apagadas, pois a pessoa podia ter ido ao banheiro, ou estar fazendo uma ronda pelo clube. Esperamos, esperamos, e nada!
Nisso, resolvemos bater papo, ouvir música tocada no som de um dos carros e tomar cerveja (que era a única bebida disponível no isopor deles). E nada! Optamos por esperar até às 4h da manhã, que era o horário de entrega do salão... E nada!
Moral da estória: metade da banda foi embora aos poucos e os outros 3 bravos guerreiros e eu ficamos lá na porta do salão, ainda ouvindo música, jogando conversa fora e tomando cerveja. A essa altura, já estávamos agasalhados e buscamos cadeiras dentro salão para sentarmos. 
Papo vai, papo vem, perdemos a noção do tempo e, quando alguém viu, eram 5h45 da manhã e o céu começava a ficar azul.
Fazia muito tempo que eu não ficava na rua até (quase) o sol nascer, ainda mais num papo tão divertido, tão animado. Nessa horas que a gente se lembra o quanto vamos ficando caretas quando envelhecemos. (Meninos, obrigada pelo after party mais maravilhoso que eu já tive!!!)
Fomos todos embora. Eu cheguei em casa era pouco mais de 6h da manhã. E vocês acham que nessa hora fui direto pra cama?! Não!

Cheguei em casa com o carro cheio de presentes, e como eu gosto muito de abrir os presentes, minha ansiedade não me permitiu dormir e esperar eu acordar para ir buscá-los. Resolvi naquela hora mesmo levá-los para o apê e abri-los.
Foi uma operação complexa: primeiro tirei tudo do carro; depois levei tudo do carro para a porta do elevador; em seguida, colocar tudo dentro, subir e tirar tudo do elevador; por fim, levar tudo para o apê e, finalmente começar a abrir. Quando abri a porta do apê, me perguntei se eu havia esquecido alguma luz acessa quando saí de tarde (o que não fazia sentido, uma vez que foi a diarista a última a sair). Logo me toquei que era o sol que tinha nascido. =D

Moral da estória 2: Fui dormir umas 7h30 da manhã. Muito, mas muito feliz!!!

FESTA 3.0 - O(S) DIA(S) SEGUINTE(S)

Pra quem dormiu com o sol já claro, vocês devem pensar que eu levantei tarde, certo? Ainda mais que eu sou boa de cama (no bom sentido – eu consigo dormir até 12h, 13h tranquilamente se eu estiver cansada o suficiente; altas vezes minha mãe já me acordou aos domingos para me chamar pra almoçar).
Minha mãe marcou um churrasco com a parentada no condomínio do meu irmão e desde logo avisei a ela que eu não tinha horário pra acordar; portanto, eu acordaria e ligaria pra saber que onde estavam e se eu ainda poderia ir.
Mas eu tava tão pilhada que eu acordei 11h e não consegui mais dormir! Simples assim. Fui me arrumar e fui pro churrasco.
Lá eu chorei de rir com os comentários do meu primo e do meu tio sobre as danças e a empolgação deles com as dançarinas. Não vou reproduzir os detalhes aqui, mas eles contavam as mesmas estórias repetidas vezes e todos morríamos de rir. Eles estavam loucos para que eu, ou alguma das outras meninas, os chamássemos pra dançar. Teria sido hilário!
As esposas, claro, estavam no time das invejosas, que não aguentavam mais o assunto. Minha cunhada, que nem foi na festa, se juntou ao grupo ciumento pra aumentar o coro. Tudo em tom de brincadeira, claro, mas toda brincadeira costuma ter fundo de verdade. No fim eu falei com elas, pra completar a zoação: “Vocês todas são um bando de invejosas. Mas nós dançarinas já estamos acostumadas com isso. Vcs deveriam é parar de ter inveja e ir fazer aulas, oras!” Obviamente, mais gargalhadas gerais.

Outro ponto curioso do dia foi meu cabelo. Lá pela madrugada, enquanto tomava cerveja com os meninos da banda, do nada me lembrei do meu cabelo e falei: "Carca, como é que eu vou fazer pra desmontar sozinha esse cabelo?!" Um deles me respondeu: "Dorme com a cabeça virada pro outro lado (pois o cabelo estav puxado para um lado, como já dito em post anterior) e quando acordar vc vê o que vc faz." Eu não tinha escokha, então fiz isso.
No dia seguinte, quando liguei pra minha mâe perguntei se eu podia levar escova pra ela desmanchar meu cabelo, pois eu não iria dar conta. E assim fizemos. Lá pelas tantas, no meio do churrasco, fomos "desmontar" meu cabelo. Gente, saiu tanto grampo do alto da minha cabeça! E eram uns grampos diferentes, meio curvos, próprios para penteados. Depois que sobrou aquela pilha de uns 30 grampos desses diferentes + uns 2 normais, nos perguntamos o que faríamos com aquilo. Minha mãe usa muito grampo, mas quem disse que iríamos saber usar aquilo! Tivemos que jogar fora o monte de grampos felizes tortinhos fora.

Foi ótimo ter um feedback de familiares. Assim pude saber, de maneira sincera, o que deu certo, o que não deu certo mas não tinha como corrigir, e o que posso melhorar para uma próxima festa. De maneira geral, acho que tudo que eu podia controlar correu bem.
Saí do churrasco e fui pra casa descansar um pouco, pois à noite tinha mais. Convidei a todos para irem lá em casa para uma rodada de pizza (como eu não cozinho nada, pizza é bem democrático: as pessoas opinaram sobre os sabores, eu paguei e todos ficaram felizes); afinal virem aqui em Brasília e não irem conhecer o apê seria um absurdo.
(Obviamente não fui dormir cedo.)

A essa altura, vocês devem estar pensando: bem, no domingo ela dormiu bastante, certo? Errado!
Naquele domingo começava um curso de dança e, como eu já faltar no sábado da Copa das Confederações, eu não ia faltar a primeira aula do curso. Logo, não podia levantar tarde, porque eu tinha que levantar, tomar café, me arrumar, almoçar e poder descansar pra ir pro curso às 14h (não dá pra acabar de almoçar e ir pra aula de dança do ventre, pois, ao fazer contrações de barriga e quadril, pode ser que parte da comida volte).
Fui pro curso, que foi muito bom, e dancei bem até às 17h. Depois o sono baixou e fiquei lerda até às 17h30, quando todas estavam lerdas e a aula foi praticamente encerrada. Voltei pra casa em estado sonâmbulo e fui direto pra cama. Dormi até umas 22h30, desmaiada. Acordei, comi algo e dormi de novo, afinal o dia seguinte era 2a feira. Welcome to the real world!!!

quarta-feira, fevereiro 22, 2012

MARATONA DE TEATRO

O meu carnaval foi salvo pelo grupo Setebelos e seu Festival de Carnaval, em que cada dia havia uma peça diferente, lá no Teatro dos Bancários. Não assisti todas, pois não tive pique, mas estar lá em 4 dos 6 dias foi uma boa marca, não acham!?
Fui acompanhada por 2 amigos super queridos, sendo que cada um me acompanhou por 2 dias. Foi desopilação de fígado total, pois ri muito, ri até chorar de tanto rir.

Acho que, além do trabalho dos meninos, que é muuuuuiiiito bom, um ponto que merece destaque foi ter conhecido os pais de um dos atores, o Saulo.
No primeiro dia sentei ao lado de uma senhora e seu esposo. No final, a senhora veio me perguntar toda coruja o que eu havia achado, se já tinha assistido outras peças deles. Daí ela contou que era a mãe do Saulo, e que ela e o esposo estariam lá todos os dias, para assistir o filhote, claro! Casal super simpático!
No dia seguinte ficamos meio que os procurando, mas fomos na sessão das 19h todos os dias, exceto o primeiro, que foi às 21h. Logo deduzimos que o casal deve ter ido sempre às 21h.
No último dia que fui (ontem), estou eu saindo da sessão das 19h, prestes a entrar no carro e quem eu encontro: os pais de novo; desta vez eu estava saindo e eles chegando. Conversei bastante de novo com a mãe, que me contou o quanto o filho dela trabalha muito, das viagens pra se apresentar em casas de stand up, das várias apresentações que o grupo faz para empresas e tal. Eu comentei sobre a apresentação que tinham acabado de fazer, que tinha sito muito boa e que o Saulo tinha arrasado na equipe com o Lucas Moll (num tava puxando o saco não, foi verdade mesmo).
Enfim, um casal bem humorado, de bem com a vida e super corujas do filho ator. Posso dizer que parte do humor do Saulo ele herdou de berço...

segunda-feira, janeiro 23, 2012

VIAGEM COM GOSTINHO DE INFÂNCIA

Neste fds estive em Goiânia para o aniversário de 50 anos de um tio meu "de coração". Foi uma grande oportunidade para rever várias pessoas queridas da minha infância.
A maior parte da minha infância passei em Goiânia, embora não tenha nascido lá. Quando minha família se mudou pra lá por minha causa, não tínhamos nenhum parente por lá, mas havia a família de um cunhado da minha mãe (casado com uma irmã dela), que nos recebeu tão bem como se fossemos parte da mesma família. Desta forma, a matriarca da família é como uma avó pra mim. Logo todos os filhos dela, meus tios e os netos, meus primos. Participávamos de todas as reuniões de família, como Dia das Mães, Dia dos Pais, Páscoa, Natal, tudo com eles. As famílias "de coração" são as melhores. 
Quando mudamos pra Brasília, passamos a ter menos contato. Nós crianças foram crescendo e os primos foram tomando diferentes rumos, assim nos distanciamos. Portanto, foi uma oportunidade ímpar de rever quase todos (e olha que teve gente que eu teria dificuldade em reconhecer se eu encontrasse pela rua). Aproveitei pra pegar os contatos eletrônicos, para ver se as tecnologias nos ajudam a manter contato.
Provavelmente também foi a última oportunidade de ir na casa onde costumavam ser todas as reuniões familiares, pois estão querendo vendê-la para comprar um apartamento, por uma questão de segurança (pois é uma senhora de idade morando sozinha). Assim deixarei de poder ir a um lugar cheio de ótimas lembranças da infância.

E ainda tive tempo para fazer compras! Sim, como eu ia deixar passar a oportunidade de ir a Goiânia, com carros e primos disponíveis para dirigir, e não comprar roupinhas?! E ainda fui 2x. Na sexta no fim da tarde, antes da festa, fui em algumas lojas próximas a Av. 85, pois era perto de onde eu estava hospedada. No sábado, como não houve nenhuma programação especial, aproveitei e fui na Feira da Lua. Em resumo: gastei no total menos de 200 reais e comprei 7 peças! Suuuuper em conta!

Já ia me esquecendo: teve as paradas na ida e na volta no Jerivá pra comprar curau. Tudo de bom! Trouxe curau pra lanchar no trab por essa semana toda.

Foi um fim de semana corrido, mas divertido. Corpo cansado, mas mente descansada e feliz. Pra mim, isso é o que importa.

terça-feira, outubro 11, 2011

100 ANOS NÃO SÃO 100 DIAS!!!

Nestas minhas férias pude celebrar um grande momento familiar: os 100 anos da minha única tia-avó ainda viva. Vale lembrar que meu avô, irmão dela, viveu até os 99 anos, mas nos últimos anos ele já estava bem mal. Ela não: está inteiríssima! Boa memória (mesmo para fatos recentes), conversando com todo mundo e andando sem grandes dificuldades, ou seja, uma saúde mais do que boa para a idade. 
Durante a festa pude rever 2 tias que moram no interior (na cidade de origem da minha família materna), as quais não via a um bom tempo, e conheci mais um montes de primos de segundo e terceiro graus. É o tipo de festa em que eu não conhecia muitas pessoas, mas sabia que a grande maioria delas eram parentes.
Em suma, uma grande data que merece todo o destaque, até porque é única.

De "brinde" ainda tive a oportunidade de, no tempo livre depois da festa, conhecer uma prima de segundo grau a qual só nos conhecíamos via internet. É tâo bom conhecer pessoas!

quarta-feira, julho 20, 2011

DANÇANDO NO NORTE


Neste mês de julho, via viagem relâmpago de férias foi ao Pará, minha terra natal, desta vez para as Bodas de Prata de um primo.
Confesso que, devido a depressão da qual estou tentando me recuperar, não tinha nenhuma motivação para viajar. Acabei resolvendo ir por insistência de 2 primos.
Pra eu me manter motivada depois de ter comprado a passagem, inventei de fazer uma apresentação de dança do ventre como “presente de bodas”. Tive menos de um mês para ensaiar uma coreografia com véu, pois apesar de eu já ter uma coreografia pronta, eu achei que só uma música era muito pouco e, como a coreografia que eu tinha pronta não usava nenhum elemento, resolvi que a segunda coreografia deveria conter algum; e como o véu é um dos elementos mais fáceis...
Depois foi a confusão para saber se no local da festa eu teria espaço suficiente para me trocar, pois se fosse apenas aqueles banheiros que, ao abrir a porta, já dá direto no vaso e na pia, sem condições!
Como tava difícil descobrir esta info antes de chegar lá, e minha mãe resolveu que iria comemorar o aniversário dela fazendo um almoço de família no dia seguinte à festa das Bodas, eu estava mais propensa a fazer neste dia do almoço, só pra família, por poder me trocar tranquilamente em um quarto da casa do meu primo.
Mas descobri que teríamos que almoçar correndo para voltar pra Belém (estávamos em Castanhal, aprox. 70 km de Belém) a tempo do vôo, daí lá fui eu mudar de ideia de novo. Combinei que levaria a roupa e demais apetrechos pro lugar da festa e lá eu daria uma olhada no banheiro pra ver se dava pra me trocar. Se desse, eu dançava; senão, ficaria pro dia seguinte.
Faltou dizer que, foi só minha mãe ficar 2 dias longe de mim (pois ela viajou antes), mal cheguei e ela começou a me estressar. Minha raiva foi tamanha que eu disse que eu não tinha obrigação nenhuma de estar ali, ainda mais aguentando encheção de saco dela. Portanto, se no dia seguinte ela me enchesse o saco de novo, eu daria um jeito de pegar um ônibus e ir pro aeroporto pra pegar qualquer vôo que fosse possível de volta pra casa. Daí ela maneirou no dia seguinte e consegui “sobreviver” à viagem.
O importante foi que no fim deu tudo certo: dancei na festa, como era o plano original. E fiquei muito feliz com a reação das pessoas. Surpreendentemente começaram a bater palmas espontaneamente quase no fim da segunda música (o que é algo muito raro, pois normalmente é a bailarina quem começa a bater palmas para “acordar” o público, que em geral está admirando a dança sem nem conseguir piscar os olhos). E alguns tempo depois, foi uma gracinha ver algumas criancinhas da família tentando me imitar. Tão fofo!


Vídeos:

terça-feira, junho 14, 2011

CONHECENDO O DF – TAQUARI

Domingo fui a uma chácara localizada no Taquari. O Taquari é uma região de casas e chácaras, localizadas entre o Colorado e o Lago Norte. Pelas informações do dono da casa, a parte onde ele mora, a de chácaras, é irregular, pois é quase na beira de uma encosta.
Eu só sabia da existência desse lugar porque na subida do Colorado tem uma placa indicando acesso ao Taquari a 500m. Dá pra se chegar pelo Lago Norte também, mas tem que subir um morro na terra; logo é preciso um bom carro para subir. Pela subida do Colorado é mais longe e mais terra, mas o terreno é mais plano, logo considero um acesso melhor.
O local é lindo, no meio do mato, estrada de terra... e do terraço da casa a vista é linda! Dá pra ver a Torre Digital e também os pontos mais em destaque no Plano, como a Torre de TV e o Banco Central. Até tem uma cachoeira bem pertinho, mas não deu pra ir desta vez pois já cheguei meio tarde (na verdade nem sei se dá pra eu ir; me falaram que a descida é bem íngreme). Um daqueles locais tranquilos que dá vontade de morar quando estiver aposentada. kkkk
Foi uma tarde maravilhosa, na companhia da família Daudt, da qual eu me considero agregada. Pra quem não tem família no DF, é ótimo poder ir em festas animadas, cheias de gente, em que se conhece todo mundo e mal dá tempo de conversar com todos. Além, é claro, do carinho com que sou sempre recebida por todos eles.

quinta-feira, setembro 16, 2010

DE VOLTA ÀS ORIGENS: PARÁ

O fim de semana do feriado foi muito bom. Tive a oportunidade de voltar à minha terrinha natal: Belém. (Quem quiser entender melhor o assunto, basta procurar minha postagem sobre Manaus, onde falo sobre isso resumidamente.)
Novamente fui ao Norte motivada por um casamento: desta vez de uma prima por parte de pai. Como só tenho contato com 2 tias por parte de pai, eu era uma das pouquíssimas representantes deste lado da família.
Se Manaus já era quente, pense num lugar quente! Agora pense num lugar mais quente ainda! Bem-vindo a Belém!!! O calor no Parazão é realmente insuportável como ouvi minha vida toda. Só não foi pior porque 1) passei apenas 4 dias lá; 2) em Belém passei praticamente o tempo todo num hotel, com ar condicionado, obviamente; 3) com a secura que faz em Brasília, até me fez bem a umidade (não o calor, apenas a umidade).
Ao chegar lá fomos direto para Castanhal, cidade a uma hora de Belém, onde moram diversos parentes e meus padrinhos, que eu vi pela última vez quando eu tinha uns 5, 6 anos de idade. Todos nos receberam muito bem e organizaram um jantar para reunir a família toda para nos ver. No cardápio, não podiam faltar o jambu e o tucupi, que são usados em diversos pratos típicos paraenses.
No dia seguinte, tomei no café da manhã uma bela tigela de açaí do próprio pé da minha madrinha, que fora colhida no dia anterior e processada. Nossa, que delícia tomar açaí fresquinho, cultivado sem agrotóxicos e sem adição de conservantes! O melhor açaí da minha vida!
Após o almoço, voltamos a Belém, onde também fui muito bem recebida pela minha tia, a mãe da noiva. Passeamos no fim da tarde pelas Docas, um lugar que ficou lindo após a revitalização. Foi criada uma grande área com restaurantes, quiosques e lojinhas diversas, além de salões para eventos. (Quando saímos chegavam os convidados para um casamento chiquérrimo, cuja decoração espiamos pelas cortinas que cobriam as paredes de vidro.) Aproveitei para tomar tacacá e sorvete da Cairu. Tudo de bom!
No último dia saímos com uma tia pela manhã para um passeio para conhecer a cidade. Foi corrido, mas deu para ter uma visão geral e tirar várias fotos. Pude conhecer o prédio onde eu vivi meus poucos meses em Belém e onde minha mãe trabalhava, locais os quais ouvi falar a vida toda e só faziam parte do meu imaginário.
No almoço arrisquei-me a experimentar um pouquinho de maniçoba. Ô coisa ruim! Muitas pessoas me diziam que era ruim, mas não imaginava que tinha gosto de queimado, devido ao grande período de cozimento da folha da mandioca-brava.
Foi uma viagem rápida, mas muito proveitosa. Ano que vem estarei lá de novo, em mais um evento familiar.

BASTIDORES DE UM CASAMENTO

Uma das melhores partes da viagem foi o casamento, que foi acompanhado desde os bastidores. Ainda não havia ocorrido de uma prima aproximadamente da minha idade se casar (neste ano casaram-se 2 primos), logo nunca pude acompanhar uma noiva tão de perto. Neste caso, ela resolveu reservar um quarto num hotel para se arrumar e nos hospedamos no mesmo andar. Portanto, de cabelo e maquiagem a vestir o vestido, tudo eu acompanhei de perto (e fotografei). E melhor: ainda fui no carro junto com a noiva para a igreja! Olha que legal!
Não imaginava que era tão trabalhoso e cheio de detalhes uma noiva se arrumar para o seu “grande dia”. Tanto que os cerimoniais oferecem uma pessoa para ajudar a noiva a vestir o vestido e acertar os últimos detalhes.
Tadinha, minha prima tava hipernervosa. Já tinha passado mal nos dias anteriores e no dia mal se alimentou. Mas quando ela começou a colocar o vestido foi surgindo o brilho nos olhos dela e depois foi só alegria! Passado o nervosismo, ela se soltou e acho que conseguiu curtir bastante a cerimônia e a festa.
O casamento foi lindo, numa capela pequena mas com diversas imagens bem trabalhadas que tornavam o lugar lindíssimo. Outro detalhe que achei o máximo foi que os cânticos e a leitura do evangelho foram em canto gregoriano.

É... eu que tinha vontade de, se um dia eu me casar, ser durante o dia, posso tirar meu cavalinho da chuva. Acho que eu não ia nem dormir de tão cedo que precisaria me levantar para dar tempo de tudo. Acho que o máximo que daria para mim seria num fim de tarde e me arrumar desde de manhã.

quarta-feira, setembro 02, 2009

MEINE TANTE

Meus últimos dias foram repletos de alegria e diversão. Minha titia querida que mora na Alemanha esteve aqui e, com exceção do dia em que ela foi embora, os outros 3 dias foram só de farra e rua.

Na sexta, fomos ao Festival Internacional de Bonecos na Funarte. Já é a terceira vez que vou e sempre me divirto demais. Além das apresentações de bonecos, esse ano o festival teve o intuito de valorizar a cultura popular. Logo, haviam barraquinhas vendendo comidas e produtos típicos brasileiros e houve apresentação no gramado de manifestações populares, como de bumba-meu-boi, que botou a garela pra dançar. Havia até uma barraca do Pará vendendo produtos da terrinha e servindo vatapá e tacacá. Tomamos tacacá, algo que já fazia tempo que eu não tomava.
Pra quem ficou curioso em saber o que é o tacacá, seguem alguns links explicativos. Vale destacar que o jambu é uma folhagem levemente anestésica, que deixa a boca meio dormente, e que a mandioca usada para fazer a goma e o tucupi é a chamada mandioca brava, que precisa ser cozida por dias para retirar o veneno, e não a mandioca que estamos acostumados a comprar por aqui no centro-oeste, que os nortistas chamam de macaxeira.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tacac%C3%A1
http://www.pratofeito.com.br/modules/recipe.php?recid=1575

No sábado, fomos almoçar no Mangai. Eu nunca vi tanta comida na minha frente e nunca senti tanto desespero, por ter um monte de coisa boa e não saber o que servir. Por ex., eu me servi de 3 pratos a base de camarão, dentre outras coisas. Embora eu tenha tentado me conter, não consegui comer tudo que servi. Mas o importante é que o lugar é bom, a comida é boa e a paisagem muito bonita.
De noite, fomos ao Feitiço Mineiro assistir ao show de um compositor chamado Mutinho, que compôs várias músicas com Toquinho e Vinícius. Além disso, um amigo que toca gaita de boca tocou como músico de apoio. Foi uma noite muito agradável, com muita música boa.

Domingo fomos ao Pontão e demos uma voltinha no BsB Mix, que lá ocorria. Eu comprei 2 calças lindas!
No fim da tarde, fomos passear na Barca Brasília. Era aniversário da Barca e foi bem divertido. Além do passeio ter durado uma hora a mais, teve bolo pra comemorar e a reunião mais louca de pessoas que já presenciei. Era muita gente maluca que já tinha bebido vinho acima da conta; morremos de rir com tanta besteira dita. Teve também boa música com o Renato Matos e a Índia Mãe da Lua: muito reggae, blues e improvisos fantásticos.

Na segunda fizemos churrasco na sala na hora do almoço (pretendíamos fazer churrasco num clube, mas não deu certo). Foi só linguiça de frango, chuchu e jiló grelhado (eu não gosto de jiló, mas mamãe e titia gostam), mas foi divertido para encerrar a visita.

Pena que titia demora tanto para vir! Espero que ela demore menos da próxima vez. E que bom que eu estava de férias prpositalmente pra curtir minha tia bastante.

terça-feira, março 03, 2009

EU ODEIO A ESAF!

Há 2 semanas, tive uma semana bem trash. Em 3 dias eu consegui ser convocada para fazer um curso de formação de um concurso e ser excluída do concurso. Em resumo a ESAF fez uma caca muito grande de eu já estar eliminada na prova objetiva, mas eles foram me passando pras demais etapas: corrigiram a redação, depois me chamaram pros títulos e me chamaram pra perícia e o curso de formação. Só que aí outros candidatos viram a irregularidade e denunciaram pra ESAF. Dai saiu no DOU que eu fui excluída do concurso.

Realmente a ESAF pisou muito feio. No edital em que saiu o Resultado Final, muitos outros candidatos PNEs tanto do meu cargo qto de outros que tiveram nota objetiva abaixo dos 50% (que era regra do edital) e foram corrigidas as redações... o erro já começou aí! Só que pelos outros critérios de eliminação, eles foram cortados e só sobrou eu nesta situação. É mole?!

E eu que achei que a ESAF era uma instituição séria, pois antes mesmo de sair o edital me convocando pro curso de formação e pra perícia, me ligaram de lá dizendo que o tal edital iria sair, me informando que dia seria a perícia e me perguntando se eu iria comparecer. Pelo menos parecia ser séria, por respeitar o deficiente, não permitindo que ele perca um concurso por não saber a tempo da perícia, como ocorre com outras bancas ou órgãos públicos, que simplesmente liberam um edital ou publicam no DOU em geral numa 4a feira para ir fazer perícia no fim de semana. Onde estou trab atualmente, conforme já contei antes, o órgão publicou a convocação no DOU numa 4a para fazer uma perícia na 6a, contribuindo para que, facilmente, alguém deixe de comparecer.

O pior de tudo não é não ter passado na prova, pois no segundo dia de prova minha vó tinha falecido, então fiz a prova, em ambos os dias, sem a mínima condição emocional. O pior é a expectativa que a situação gera! Mas considerando que não passei por 2 pontos, acho que fui muito bem, considerando meu estado emocional na época e que a prova não era nada fácil. Isso prova que eu bati na trave e que, se eu tivesse estudado um pouquinho mais (ou estudado as coisas nada a ver de economia que caíram no concurso) eu teria passado. Quem sabe numa próxima, né?!?

Uma das coisas horríveis que tb aconteceram foi chato descobrir que na verdade minha família não estava me apoiando, me parabenizando pelo concurso, mas sim estavam preocupados com os interesses particulares e egoístas deles.
Minha mãe por ex nem me deu parabéns. Quando eu falei que tinha sido convocada pro curso de formação, a frase seguinte foi: "E como vc vai fazer pra ir pro curso de formação?" E daí como eu vou pro curso de formação?!? Eu ia de taxi, de carona, de jegue, por tele-transporte, pouco importa! Eu ia me virar e ir.
Tb tive q ouvir outra ótima dela: "Eu tava morrendo de vontade q vc fosse fazer esse curso pra eu passar mais de um mês sem ter q fazer almoço pra vc." Ela não tá mais fazendo almoço pra mim, e não é por causa do curso de formação... logo, outra frase completamente inútil e egoísta!
Meu irmão pelo menos foi gentil e me deu parabéns. Mas tive que ouvir uma ótima dele tb. Ele me ligou dizendo que por minha causa ele perdeu 1500 reais, pq ele ia ser instrutor do curso de formação (pq ele trab lá) e tinha sido vetado pq eu ia fazer o curso. Fazendo uma conta bem grosseira, pois não sei quanto ele ganha exatamente, 1500 reais ele ganha trabalhando uns 3 dias em um mês. Depois que fiquei sabendo da notícia de que eu iria ser eliminada do concurso, eu liguei pra ele pra dizer que a ganância dele tinha dado resultado.

Com uma família dessas, sinceramente, não preciso de inimigos, já cumpri minha cota nesta vida... affff...

Só estou publicando isso agora pq já estou mais tranquila com tudo que aconteceu do concurso. Procurei manter minha mente ocupada esses dias, pq mente vazia só pensa em coisa ruim. Voltei a destinar meus esforços e pensamentos a outras coisas importantes ao invés de continuar a desperdiçar essa energia.

domingo, novembro 09, 2008

EXATAMENTE 4 SEMANAS DEPOIS

Nesta data, exatamente 4 semanas depois, minha vó não conseguiu ficar sem meu vô e foi ficar junto a ele.

Sabíamos, por causa da idade e da perda, que ela não estaria entre nós por muito tempo, mas ninguém imaginou que fosse ser tão rápido. Apesar de toda a tristeza que isto nos causa, eu considero isso uma grande prova do amor que um sentia pelo outro. Pelo menos ela foi de maneira rápida e tranquila, sem muito sofrimento...

domingo, outubro 12, 2008

DEPOIS DE 99 ANOS... O DESCANSO

Na data acima, por volta de 8:30 da noite, o patriarca da família Ferreira pode finalmente descansar, depois de 99 anos de vida. Ele mais do que cumpriu a missão que ele tinha a cumprir por aqui e com certeza está em um lugar melhor do que todos nós.

quinta-feira, outubro 09, 2008

(DE NOVO) MAIOR ABNDONADA

Da vez anterior que fui maior abandonada, minha mãe foi para a cidade dela visitar meus avós. Chegando lá, meu avô não estava bem e foi internado. Ela ficou vários dias com ele no hospital e qdo voltou, ele ainda estava lá.

Mas ele piorou muito e os meus tios todos estão indo pra lá vê-lo, já pensando no enterro e essas coisas. Minha mãe inicialmente falou q não iria, pois acabou de voltar de lá, mas resolveu ir de novo.

As pessoas ficam preocupadas, querendo que ele recupere, mas 99 anos não é brincadeira não! Chega uma hora que o corpo não agüenta mais, vai se auto-degradando. E o corpo dele já agüentou bastante. É até melhor que ele descanse logo, para ele não sofrer muito.

quinta-feira, maio 24, 2007

BOLO-PUDIM NA ALEMANHA

Hj de manhã bem cedo o telefone toca. Normalmente qdo o tel toca cedo d+ lá em casa, a gente já fica meio preocupado. Como não temos parentes em Brasília e os parentes são orientados a, se acontecer alguma coisa na familia, não importa que horas, ligar pra gente, qdo recebemos ligações fora de hora já achamos que aconteceu algo com alguém da familia. Ainda mais q meu avô internado...
Mas felizmente era minha tia q mora na Alemanha. Como ela ligou na noite anterior e não nos achou, resolveu ligar cedo pra ver se nos achava em casa. Pois bem, tudo o que ela queria era a receita do bolo-pudim da minha mãe. Engraçado pensar q uma pessoa faz uma ligação internacional pra pegar uma receita!
O interessante foi o comentário dela a minha mãe dizendo que o Andreas (meu tio) adorou quando ela fez pudim pra ele. Tudo bem q pudim é algo gostoso mesmo, mas pelo comentário, acho que não deve existir pudim na Alemanha.

terça-feira, março 13, 2007

Viagem de familia

E lá fui eu no fds passado na minha corrida viagem de família. Embora cansativa, foi divertida no fim das contas. Vi muitos parentes que não via a muitos anos, em especial primos. Também vi varios filhos de primos meus (pq todos os meus primos q moram lá são beeeeem + velhos q eu): alguns eu não conhecia mesmo, outros eu vi muito pequenos e não iria reconhcer mais.

No sábado, na casa da minha prima, jogamos buraco. Mesmo a outra dupla sendo formada por 3 pessoas (pq meu tio tava aprendendo e minha mãe foi ajudar) nós ganhamos.

Mas o melhor foi a chácara. Teve várias coisas legais: peixe frito que meu irmão pescou no pesque-pague que minha prima trabalha; e pés de pupunha, dos quais meu primo colheu varios cachos de pupunha.