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quarta-feira, fevereiro 22, 2012

MARATONA DE TEATRO

O meu carnaval foi salvo pelo grupo Setebelos e seu Festival de Carnaval, em que cada dia havia uma peça diferente, lá no Teatro dos Bancários. Não assisti todas, pois não tive pique, mas estar lá em 4 dos 6 dias foi uma boa marca, não acham!?
Fui acompanhada por 2 amigos super queridos, sendo que cada um me acompanhou por 2 dias. Foi desopilação de fígado total, pois ri muito, ri até chorar de tanto rir.

Acho que, além do trabalho dos meninos, que é muuuuuiiiito bom, um ponto que merece destaque foi ter conhecido os pais de um dos atores, o Saulo.
No primeiro dia sentei ao lado de uma senhora e seu esposo. No final, a senhora veio me perguntar toda coruja o que eu havia achado, se já tinha assistido outras peças deles. Daí ela contou que era a mãe do Saulo, e que ela e o esposo estariam lá todos os dias, para assistir o filhote, claro! Casal super simpático!
No dia seguinte ficamos meio que os procurando, mas fomos na sessão das 19h todos os dias, exceto o primeiro, que foi às 21h. Logo deduzimos que o casal deve ter ido sempre às 21h.
No último dia que fui (ontem), estou eu saindo da sessão das 19h, prestes a entrar no carro e quem eu encontro: os pais de novo; desta vez eu estava saindo e eles chegando. Conversei bastante de novo com a mãe, que me contou o quanto o filho dela trabalha muito, das viagens pra se apresentar em casas de stand up, das várias apresentações que o grupo faz para empresas e tal. Eu comentei sobre a apresentação que tinham acabado de fazer, que tinha sito muito boa e que o Saulo tinha arrasado na equipe com o Lucas Moll (num tava puxando o saco não, foi verdade mesmo).
Enfim, um casal bem humorado, de bem com a vida e super corujas do filho ator. Posso dizer que parte do humor do Saulo ele herdou de berço...

terça-feira, janeiro 17, 2012

TUDO EM NOME DA RISADA

Fui num aniversário sábado e eu quem ganhei presente (kkkk): ingresso pra peça do Evandro Sandro (o Christian Pior do Pânico) no Teatro dos Bancários. 
Como ganhei em cima da hora, não consegui companhia pra ir: as pessoas que chamei ou já tinham compromisso ou não gostam de teatro. Fiquei triste ao descobrir que muitas pessoas não gostam de teatro. Eu sempre gostei tanto!

O espetáculo foi divertido, ri muito, mas fico triste ao ver humoristas que precisam usar de tantos termos e assuntos de baixo calão para provocar risadas. Eu acho que o humor pode ser sim de boa qualidade sem ser apelativo. 
Eu nunca fui num espetáculo de stand up e gostei. O Evandro interage bastante com o público, o que rende boas risadas. 

Mas o curioso do espetáculo é que num determinado momento do espetáculo ele falava sobre as músicas da Xuxa e da suposta alusão às drogas contidas nelas, com trechos de músicas tocados para embasar seu ponto de vista. Lá pelas tantas, ele chama uma pessoa da platéia para "encenar" a música, que mandava se fazer coisas como pular, gritar, correr e ficar parado como estátua. E quem ele chama ao palco? Um ex-colega de trabalho. 
Ao ver o mico que ele pagava, resolvi interagir e fazer ele pagar mais mico. No final, quando o Evandro deixou ele descer do palco e as pessoas começaram a aplaudir, eu gritei lá do fundo, onde eu estava: "Arrasou, Fulano". Segue abaixo reprodução aproximada do diálogo, pois não o lembro ipsis literis:

- Arrasou, Fulano!
- Já deu pra ele e tá esperando dar de novo.
- Só trabalhei com ele, dei pra ele não.
- Deixa eu ver a cara dessa daí (ele me chamou de alguma coisa, que agora não me lembro).  (Evandro e o Fulano olham para o público procurando quem gritou até me acharem e o Fulano me reconhecer) Ah, agora entendi!

Parte deste diálogo pode ser comprovada no fim do vídeo abaixo. Pena que pararam de gravar e não pegou o diálogo todo.
http://www.youtube.com/watch?v=GXUihXiTv4E

Tudo em nome da risada! kkkkk

Na saída ainda encontrei um conhecido meu que me elogiou pela minha "participação" na peça. Comédia!!!

Ah, pra quem ficou com vontade, a procura foi tanta que a temporada que seria só no fim de semana passado foi estendida para o próximo fim de semana. Então, quem tiver afim, corra e compre seu ingresso.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

1º FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTE DE BRASILIA

Essa semana começou o 1º Festival Internacional de Arte de Brasília, que vai até 12 de fevereiro. 
A abertura, dia 04, foi em grande estilo, com show do Paulinho da Viola, com abertura do grupo Choro Livre, representando o Clube do Choro.

O festival está super completo, com música, dança e teatro. A programação oficial (completa e já atualizada depois do início do festival) está em http://festiarte2012.blogspot.com/p/programacao-completa.html

Esse festival me fez lembrar os tempos aúreos do governo de Cristovam Buarque (na época também do PT), em que havia o projeto Temporadas Populares. Na época os ingressos custavam 5 reais para shows e teatro. Me lembro de ter visto shows de rock no extinto Gran Circo Lar e de MPB no Teatro Nacional, além da peça Confissões de Adolescente, moda na época.

Voltando aos dias de hoje, foram bem disputados os ingressos pro Paulinho da Viola. A bilheteria do Teatro Nacional abre sempre às 14h para distribuição dos ingressos. Cheguei lá por volta de 13h e me assustei já no estacionamento, cheio como se fosse já o espetáculo.
A fila dava infinitas voltas dentro do hall do teatro e saía. Não sei dizer quantas pessoas estavam lá, mas era muuuuuuuita gente.
Procurei logo a fila preferencial que, caso não existisse, eu iria criar (kkkk). Já haviam algumas pessoas na fila. Fiquei em pé nela um tempo e depois sentei no chão. As 2 senhoras as quais eu estava entre elas sugeriram que eu sentasse num banco próximo que estava vazio, pois elas guardariam meu lugar. Sentei e fiquei conversando com uma pessoa que acabei de conhecer até começar a distribuição.
Tudo acabou nuns 25 min. Afinal, eram umas 3 ou mais pessoas entregando 2 convites por pessoa, logo as filas andavam rápido. Por estar na fila preferencial, não tive dificuldade para conseguir meu par de ingressos. Ah, detalhe, nesse dia eu fiquei sem almoçar. Da próxima vez levarei algo pelo menos pra lanchar.
Depois de garantir os meus, encontrei 2 amigas na fila gigante quando eu ia embora. Uma chegou por volta de 12:15 e conseguiu. Já a outra que estava mais atrás, pois chegou 12:30, já não conseguiu. 
Isso gerou diversas reportagens, as pessoas reclamando porque disseram que iria-se distribuir uma certa quantidade de ingressos, mas boa parte destes foram distribuídos previamente pro pessoal das secretarias que apoiaram o festival.

O show do Paulinho da Viola foi muito bom. A produção do teatro pecou na parte técnica, pois houve problemas no retorno e no microfone do cavaquinho do Paulinho da Viola. Houve demora para corrigir os problemas, mas depois foi só alegria. 
Depois de tudo isso que aconteceu no primeiro dia, resolveram que os grandes shows ocorrerão no Centro de Convenções. Assim foi possível distribuir mais de 2 mil ingressos, segundo algumas reportagens. A distribuição continua sendo no Teatro Nacional.

Acabei desistindo de ir no show do Gilberto Gil, pois chovia na hora do almoço, daí não me animei a ir pra fila. Os próximos que pretendo ir são do Milton Nascimento, da Vanessa da Mata, o Circo da China e o Grupo Udi Grudi. Tomara que eu consiga ir neles todos.

quarta-feira, maio 11, 2011

CONHECENDO O DF - CONIC

Sábado fui num espetáculo e dança do ventre no Teatro Dulcina de Moraes, no CONIC. Confesso que fui ao CONIC umas 2x em toda minha vida, mas de dia, em alguma loja que só tinha lá para comprar algo muito específico. Nunca tinha ido lá à noite.
Como a fama do lugar à noite, não é das melhores, não quis ir sozinha. Deixei meu carro em um outro local, movimentado e teoricamente seguro, no qual era me buscou e de lá fomos juntas.
Por causa do espetáculo no teatro, o local estava cheíssimo de gente, logo nossa chegada às 20h foi bem tranquila.
Na hora da saída, por volta de 22:30, continuava o movimento do pessoal por causa do teatro, mas havia também umas outras pessoas esquisitas. Havia também um som quase ensurdecedor de um rap com uma letra “super criativa”. Um dos caras cantava um verso e o outro dizia “só o ouro”. A música inteira era isso, um verso, “só o ouro”, outro verso, “só o ouro”. Comédia demais.
Felizmente estava super bem policiado, tão bem policiado que o carro da minha amiga ficou preso por uma viatura e um ônibus da polícia parados em fila dupla. E lá foi ela, pedir ao policial pra chegar o ônibus pra frente pra podermos sair.
Não conhecia o Teatro Dulcina e gostei. É um bom espaço. O único problema foi a falta de ar condicionado (devia estar com defeito), que tornou o lugar insuportavelmente quente. Eu tava quase passando mal e no fim, enquanto procurávamos nossas amigas que dançaram pra cumprimentá-las, uma amiga passou mal que até saiu do teatro pra tomar um ar. Imagina as coitadas dançando naquele calor e ainda com a iluminação em cima delas!
Não posso esquecer de comentar que o espetáculo foi muito bom, com figurinos lindíssimos. Minhas 2 amigas que se apresentaram arrasaram!

terça-feira, agosto 31, 2010

ASSISTINDO PEÇA DO G7

Na quinta estive na abertura de um evento promovido pelo local onde trabalho. Houve um monte de discursos chatos, depois uma palestra muito interessante que tratava das mudanças da nossa sociedade nos últimos 50 anos e os problemas oriundos dessas mudanças, em especial no que tange aspectos comportamentais (poderia comentar só sobre a palestra, mas isso seria um outro post, e dos grandes) e em seguida um coffee-break.
Mas o principal foi o encerramento da noite, que contou a participação do Grupo G7 com a peça “A comédia como ela é”. Foi uma apresentação reduzida, pois o tempo disponível era curto. Logo, dos 5 quadros que deveriam ter, segundo info que li na internet, só foram apresentados 3: um dramalhão mexicano; o chamado “momento romântico”, em que os atores chamam pessoas ao palco para fazerem declarações de amor, pagarem mico e concorrerem a algum prêmio (no caso haviam prêmios oferecidos pelo órgão onde trabalho); e um Romeu e Julieta musical moderno.
Uma pena que não levei máquina fotográfica, pois no início da peça eles mesmos falaram que quem quisesse estava livre para gravar e filmar, desde que sem flash.
Um colega que trabalha no mesmo corredor que eu pagou o aior mico sendo chamado para ser um dos personagens da primeira parte. Mas ele entrou tanto no personagem que no fim da peça teve uma moça comentando que achavam que ele era do grupo e que só tinham colocado um crachá nele para disfarçar.
Para quem nunca viu uma peça do G7, eu super recomendo. Agora tenho que descobrir quando haverá temporada de “A comédia como ela é” para ver a peça inteira.

quinta-feira, agosto 12, 2010

RIO DE JANEIRO

Como eu disse em meu post anterior, passei o fim de semana no Rio. Foram dias bem proveitosos ao lado de um grande amigo.

Antes que me perguntem, não tive tempo de ir ao Pão de Açúcar ou ao Cristo Redentor. Pelo que me falaram, seriam passeios nos quais eu gastaria muito tempo. Mas o vi de dentro de táxis e posso dizer que são muito bonitos mesmo.

Optei por fazer outras coisas legais: ir a praia (óbvio!), ao teatro e visitar uma amiga querida que reside lá.
Quanto ao teatro, fui assistir a peça Calígula, com o Thiago Lacerda, por 30 reais, preço inimaginável aqui em Brasília. A peça é sensacional com atuações brilhantes de todo o elenco. Valeu muito a pena!

Alguns fatos interessantes sobre o Rio:
  • Aparentemente há mais táxis do que carros particulares nas ruas. Muitas vezes eu via 3 táxis passando lado a lado ou uns atrás dos outros. Logo, foi bem fácil circular pela cidade.
  • A quantidade de teatros também é muito maior do que a que estou acostumada. Em frente ao prédio do meu amigo havia um pequeno teatro e vi mais alguns outros, mesmo tendo rodado pouco pela cidade.
  • Em Copacabana (onde mais andei) as calçadas são acessíveis, possuindo sempre o piso tátil. Estavam em muito bom estado, exceto algumas que foram danificadas por raízes de árvores.
  • Pra quem está acostumado com associar o Rio a sol e praias, como lá estava nublado (até chuviscou um dia) e somando-se a maresia, lá fazia mais frio do que em Brasília. Logo, usei bastante o blazer que levei.
Posso dizer que gostei do pouco que conheci do Rio. Tenho que ir lá outra vez para conhecer mais.

domingo, julho 26, 2009

MINHA PRIMEIRA FARRA MOTORIZADA

Ontem o dia foi de altas emoções motorizadas. Sabe aqueles dias que dá vontade de ir à forra, de tirar o atraso e se divertir a valer? Eu estava me sentindo assim, e agora, que sou uma menina superpoderosa que posso ir para onde eu quiser, resolvi fazer uma extravagância neste sábado.
Primeiramente fui para a Asa Norte para um compromisso que já tenho todo sábado. Depois fiz um lanche, aproveitei um tempinho que sobrou e fui a casa de um amigo e depois fui ao Teatro da Escola Parque da 308 Sul para assistir a peça Poupurri Cláudio Falcão 2, pois era o último fim de semana em cartaz.
A peça foi muito boa. Eu gosto muito do trabalho do Cláudio Falcão. Acho as personagens dele muito boas: Berenice, a mãe, Maria do Socorro (ou Mary of Help), a filha, e Gorete, a empregada. Pena que nesse espetáculo teve pouca participação da Gorete, que para mim é a melhor das personagens.
Eu, mesmo sabendo onde era o Teatro da Escola Parque, errei a entrada do Teatro. Foi uma beleza! Tive que dar voltas até pra desfazer meu erro e chegar lá. E o coitado do meu amigo que me acompanhou chegou bem antes e ficou lá um tempão me esperando.
Depois fui a casa de outro amigo me arrumar para irmos a Festa do Ridículo.

domingo, maio 03, 2009

ADOÇÃO AO CONTRÁRIO

Na quinta-feira eu estava na página inicial do Correio Braziliense quando vi a seguinte foto na parte das reportagens destaques (aquelas que ficam aparecendo as fotos e descrições de reportagens e as reportagens citadas vão mudando). Num relance exclamei para mim mesma: "Eu conheço esta pessoa".

Daí voltei na foto e não tive dúvidas: era o William, que foi professor das Artes Cênicas e me deu aula de OBAC (Oficina Básica de Artes Cênicas). =D

Bons tempos de OBAC... Nunca me diverti tanto na UnB! Tanto pela disciplina quanto pelo professor (um doce de pessoa!) e pelos colegas; tudo era muito bom, divertido, desccontraído e aleatório.

Mas bem, falando da reportagem, já pensou uma família de brasileiros adotar uma criança escocesa?! Parece doideira né? Mas foi o que aconteceu com o William.

http://www.correiobraziliense.com.br/html/sessao_13/2009/04/30/noticia_interna,id_sessao=13&id_noticia=103870/noticia_interna.shtml?

Pra mim, ele sempre teve um jeitão que lembrava um inglês: olhos claros (se não me enagno azuis) e pele branca que chega a ser cor-de-rosa, além de ser alto. Mas com sobrenome Ferreira, tipicamente português e altamente comum no Brasil, nunca imaginei que ele pudesse ser estrangeiro.

Dois fatos curiosos:
  1. Fiquei surpresa por saber que ele fez participações em novelas da Globo. Dentre as citadas na reportagem, eu vi A Favorita e vejo Caminho das Índias. Confesso que não vejo todos os capítulos e se tenho algo mais interessante pra fazer, não fico lá assistindo, mas boa parte dos capítulos das 2 novelas eu vi pelo menos um pedaço. Portanto, me surpreendi de nunca tê-lo visto na TV.
  2. Coincidência ou não, ontem encontrei uma colega que fez OBAC comigo e ela comentou sobre a reportagem do Correio.

quinta-feira, março 26, 2009

CONTRASTE CULTURAL

No Brasil, "90% das cidades não têm cinema, teatro ou museus. Só 14% dos brasileiros vão ao cinema e 93% nunca foram a uma exposição de arte."
http://jornalnacional.globo.com/Telejornais/JN/0,,MUL1055437
-10406,00-GOVERNO+PROPOE+MUDANCAS+NA+LEI
+ROUANET.html

Enquanto isso, em Londres ingressos para espetáculos teatrais que nem estreiaram já estão esgotados...
http://g1.globo.com/jornalhoje/0,,MUL1056404-16022,00-MUSICAIS+ESTAO+COM+INGRESSOS+ESGOTADOS+EM
+LONDRES.html

terça-feira, outubro 07, 2008

DICA CULTURAL – TEATRO - COMO PASSAR EM CONCURSO PÚBLICO

No domingo fui assistir à peça “Como passar em concurso público”, do grupo G7, daqui de Brasília. Curiosamente, no início da semana passada, na hora do almoço, conversávamos no trab sobre teatro e a peça citada foi comentada. Eu disse q eu não tinha assistido na temporada do ano passado, mas eu queria muito assistir. Coincidência ou não, uns 2 dias depois (na sexta) minha chefe me fala que viu uma faixa de propaganda da peça. Futuquei na internet e descobri que o G7 se apresentaria no Teatro Nacional no domingo, a princípio em sessão única, mas acabaram abrindo uma sessão extra mais cedo.

Como já estava em cima da hora, liguei na bilheteria do teatro pra saber se ainda havia ingresso, pra eu não dar caminhada perdida na hora do almoço. Pra minha felicidade, a pessoa q me atendeu disse que ao meio dia (horário da abertura da bilheteria) que começariam a serem vendidos os ingressos da sessão extra (que até me interessava mais, por ser mais cedo). Na hora do almoço fui comprar os ingressos. Só não comprei pra primeira fila pq não quis (como sou “muito alta”, ficar na primeira fila = ficar de pescoço pra cima), comprei na segunda fila... hihihihi

Recomendo a todo mundo a peça. Os atores são muito bons e vc ri o tempo todo. Eles interagem muito com o público, o q aumenta a comédia do espetáculo. As piadas são bem feitas e exploram muito a parte corporal e as mudanças de vozes.

É claro que é mais engraçado ainda pra quem é (ou foi) concurseiro, mas é risada garantida pra todas as idades. Digo todas as idades pq muitos pais levaram crianças pra assistir a peça. Tá, não sei se era, mas acho que não deveria ser censura totalmente livre não, mas anyway.

No final do espetáculo, eles nos informaram que a partir deste fim de semana estarão no Teatro dos Bancários com a peça. Programão pra quem gosta de uma boa comédia!