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quinta-feira, abril 18, 2013

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA: GORDURA + DINHEIRO ESCONDIDO

Depois do meu corpo me dar "férias forçadas" de quase uma semana (ele não teve paciência de esperar mais 2 semanas para eu entrar de férias, e quis "férias" adiantadas AGORA!!!), o que implica em dormir bastante e comer mal, tanto por dormir bastante quanto pelo desânimo por estar doente, assim que fiquei melhor meu copo resolveu pedir por gordura.
Meu corpo costuma me pedir coisas: sal, açúcar, gordura... Eu creio na teoria de que, quando o corpo precisa de algum nutriente, ele pede determinados tipos de alimento. Isso explicaria os desejos de mulheres grávidas; já li que, quando desejam algo, é que o cérebro sabe, de alguma forma, que aquele alimento contém a vitamina ou mineral necessário. O caso clássico é a vontade de comer terra, que normalmente significa que há carência de ferro.
Enfim, me de vontade de comer gordura e fui atrás dela, em forma de pizza. Fui a uma pizzaria dessas com pizzas a partir de 10,99 e comprei uma, metade portuguesa, metade marguerita. Na hora de pagar os 15 reais da minha pizza + embalagem pra viagem, me lembrei que só tinha 7 reais na bolsa. E lá não aceitava cartão, só dinheiro ou cheque. Fiquei triste por pensar em ter que fazer um cheque nesse valor e o banco me cobrar taxa por o valor ser pequeno, mas o que poderia eu fazer?! 
Por sorte me lembrei que costumo ter dinheiro emergencial escondido junto com o documento do carro. Olhei lá e oba! Uma nota de 20! A solução para todos os meus problemas.
A pizza estava boa e nem era daquelas que pingam óleo! Dá pra comprar lá outras vezes, fora de ataques de gordura. A maior parte dela, obviamente, foi congelada para momentos futuros. 
Esses pequenos, simples e baratos prazeres da vida que nos dão alegria no dia-a-dia.
Hoje complementei minha ingestão de gordura comendo ovo frito ao invés de cozido. =D

quarta-feira, outubro 19, 2011

QUANDO SE FAZ O QUE É NECESSÁRIO FAZER

Esse fim de semana foi muito curioso pelo seguinte aspecto: apesar de eu ter feito tudo o que relatei no post anterior, eu não estava bem de saúde e supostamente não deveria ter feito nem metade do que fiz.
Na sexta, por motivos que não vem ao caso, mas posso garantir que não foram climáticos, meu olho amanheceu no sábado levemente avariado. Fui para o curso a tarde dirigindo com o olho lacrimejando, o carro indo por inércia por já saber o caminho, freando nos pardais para a velocidade correta só de ver que existia uma placa, não por conseguir lê-la. Nos slides que foram projetados durante o curso não consegui ler praticamente nada, e o olho lacrimejando quase que como um rio, mas eu estava lá.
No espetáculo, que foi mais tarde, a coisa tava pior, obviamente, pois já tinha forçado o olho a tarde toda. Fiz uma super maquiagem adequada para não borrar com as lágrimas que escorriam pelo rosto e não pude maquiar as pálpebras, mas apenas a parte entre elas e as sobrancelhas (não sei se alguém percebeu). O tempo que eu podia, eu fechava um pouquinho os olhos que eu já sentia estarem bem vermelhos. A única coisa que fiz foi pedir que diminuíssem a iluminação na hora em que eu fosse dançar, de forma que meus olhos não doessem com a luz dos holofotes, nem eu ficasse franzindo a cara ou fechando os olhos. Deu super certo e a apresentação foi ó-ti-ma!
No domingo, como era de se imaginar, a situação estava bem pior. Mas eu tinha que ir ao outro curso: era questão de honra, pelos motivos expostos no post anterior. Tomei analgésico e, apesar do tempo nublado, meus olhos doíam com a claridade das nuvens. Tive que usar óculos escuros, que mantive durante todo o curso, e mesmo assim o rio de lágrimas correndo loucamente. Voltei pra casa, tomei mais analgésico e deitei para colocar meus colírios e compressas, quase sem aguentar. Passei o resto na noite ou com máscara de dormir + compressas ou na penumbra, pra aguentar abrir os olhos. 

Muitas vezes vemos pessoas passando por esse tipo de situação, mas não damos o devido valor. Infelizmente eu não tive maturidade para aprender essa lição só pela experiência dos outros. Só quando senti "na pele" que dei valor a algo tão simples quanto superar obstáculos sem importar com o que precisamos enfrentar.
Essa foi uma experiência que me mostrou que muitas vezes precisamos fazer coisas que nos parecem além da nossa capacidade. Mesmo "não dando conta", eu fiz o que EU achava que tinha que fazer, sem me preocupar em como eu estava; a força para isso iria surgir, mesmo não sabendo de onde. E eu não precisava bradar aos quatro ventos que eu estava passando mal. Dancei, estudei, me diverti, aprendi, e tudo isso apesar das lágrimas e da dor. Superar-se significa que, se formos parar por qualquer coisinha que nos incomoda, deixamos de viver. 

sábado, abril 17, 2010

CONVALESCENTE

Os meus amigos devem ter percebido que eu dei uma sumida nos meses de março e abril. Escrevi um pouco menos aqui no blog e respondi menos e-mails.
O que aconteceu foi que passei o mês de março quase todo e parte do mês de abril, num total de quase 40 dias, doente. Em resumo, tive uma baixa de inumidade e daí tudo de ruim aparece. Quando algo melhorava, aparecia outra coisa. Quando parecia que eu já estava bem, voltava de novo.
Foram dias tristes, em que eu só saía de casa para ir aos médicos, à aula de dança e para dar aula de inglês no sábado. (Acho que se eu não estivesse dando aula, eu acho que eu enlouqueceria ou ficaria totalmente deprimida.) Eu sentia muito mal estar, e eu dormia quase o tempo todo.
Mas felizmente agora estou bem. Voltei a trabalhar e os sintomas já passaram. Apenas sinto ainda muito sono, que é potencializado pela medicação que ainda estou tomando.

Alguns já me perguntaram o que aconteceu para que a minha imunidade baixasse, já que, na maioria das pessoas, ela baixa por causa de estresse. Comigo não foi diferente. Havia algo que me chateava e que eu não podia evitar, já que tinha que passar pela situação todo mês. Resolvi tentar me chatear menos com isso, ignorar a parte que me chateava, deixá-la entrar por um ouvido e sair pelo outro. No início deste mês já deu certo, quando tive que passar por essa situação de novo.

O importante é que aos poucos estou saindo do estado convaslescente e voltando à vida.

segunda-feira, outubro 19, 2009

SEMANA DO CARRO DODÓI - PARTE 2

Semana passada meu carro ficou novamente dodói. Quando fui trabalhar na terça, minha adaptação que acende os faróis deu problema que eu não tinha como desligar. Como se o problema não fosse resolvido, eu ia ficar sem bateria, tive que voltar do trabalho praticamente no mesmo momento que cheguei e acabei não voltando; foi praticamente todo o meu horário de expediente par resolver o caso.
Ao chegar à mecânica onde trab o eletricista que faz as adaptações, ele não estava nem havia outro eletricista. De tanto eu reclamar e encher o saco, me levaram a uma elétrica próxima ao local.
Para minha surpresa, lá o eletricista conseguiu resolver meu problema, e graças a isso acabei descobrindo um monte de podres do meu antigo eletricista.
Em resumo toda a adaptação que ele fez em maio foi mal feita, com peças de baixa qualidade, tanto que 10 dias antes uma das peças foi trocada e no dia tive que trocar 2 dos 3 botões novos que ele pôs. Além disso, o preço cobrado foi umas 3 ou 4x maior do que deveria ter sido cobrado em maio.
Eu fiquei muito indignada, pois fiz minahs adaptações com ele desde 2005 porque tive uma indicação. Agora eu descubro que, depois que vc vira cliente, o cara começa a abusar de você, ainda mais tendo como pretexto, um serviço personalizado, o qual você não tem como fazer pesquisa de preço nem avaliar se está barato ou não (só em situações extremas, como a que ocorreu).
Voltei a mecânica para reclamar e o que eu descubro: o cara é um free-lancer na mecânica. Por isso ele não foi trabalhar no dia e ninguém sabia dizer se ele ia ou não, nem porque ele não estava lá; e, no dia que precisei a 2 semanas atrás que ele socorresse meu carro, ele foi de metrô. (O que eu achei muito estranho na hora; afinal, meu mecânico ou a filha dele sempre dão um jeito de buscar o carro ou de trazê-lo de volta; se o eletricista trabalhava em uma mecânica, não tinha como conseguir um carro pra prestar socorro???)
Dois dias depois voltei a mecânica, encontrei o eletricista, expliquei a situação, mostrei a ele o servico porco que ele fez cobrando um preço abusivo e o convenci a me devolver o dinheiro que paguei em maio. Como eu não podia esperar que ele tivesse o dinheiro na hora, ficou combinado um prazo de um mês para ele me ressarcir. Vamos ver se ele será homem de cumprir a palavra dele.

domingo, outubro 04, 2009

SEMANA DO CARRO DODÓI

Esta semana meu carro resolveu dar problema 2x. Felizmente eram coisas simples, que foram resolvidas no mesmo dia, e um problema não tinha nenhuma conexão com o outro, foi pura cioncidência mesmo.
Mas de qualquer forma, é um trasntorno levar carro a oficinas e ficar aguardando resposta sobre o que aconteceu, quando o carro vai ficar pronto, etc.
Pra ver se meu carro ficava mais feliz comigo e parava de dar problema, levei ele no fim da semana para uma lavagem geral e aspiração. Claro que uma coisa não tem nada a ver com a outra,mas o que vale é a intenção.

quinta-feira, agosto 20, 2009

CIRURGIA DENTÁRIA

Nesta terça passei por uma cirurgia dentária. Era para serem extraídos 3 dentes: um por motivo de saúde e 2 por motivos estéticos (quem mandou eu ter a boca pequena demais e não caber todos os dentes... kkkk).
Mas infelizmente, devido a minha doença, que ocasiona sensibilidade extrema na mucosa bucal, além de uma diminuição na amplitude da abertura da boca, extrair o dente que realmente precisava ser extraído foi uma tarefa complexa. Foram necessárias 3 ou 4 anestesias locais para que o cirurgião-dentista conseguisse chegar com o instrumento no local certo para extrair o tal dente. (Fiquei completamente anestesiada de um lado, da metade do nariz até quase o meu olho.) Como ele achava que já tinha judiado da minha boca o bastante por um dia, ele me liberou para que depois marcássemos para a extração dos 2 outros dentes, que será mais fácil por se localizarem mais a frente.
Apesar de toda a preocupação, a cirurgia e a recuperação foram um sucesso. Mesmo sem dar ponto (algo que não é possível no meu caso), não havia sangramento algum ao tirar o curativo após 3 horas do fim da cirurgia. Não senti dor alguma após passar o efeito da anestesia e as lesões na parte interna da minha bochecha estão cicatrizando bem, graças ao antibiótico e ao corticóide que estou tomando e aos bochechos que estou fazendo. Nesses dias passei a base de alimentos líquidos e pastosos por precaução, mas estou voltando aos poucos à alimentação normal.

Agora é só terminar de me recuperar pra marcar a segunda parte.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

TRAB DE TARDE DEFINITIVAMENTE NÃO É PARA MIM

Comecei no meu novo emprego tem quase um mês, e, passados poucos dias, já descobri que trab de tarde é horrível!
Inicialmente, mesmo acordando relativamente cedo (8h), eu não consiguia fazer nada de manhã! Como levo quase 2h pra me arrumar (tomar banho, fazer curativo, passar cremes e óleos, tomar café), quando acabo essa maratona, já é quase hora de almoçar. To começando a almoçar 10:30, e estava comendo pouco, pois não tinha fome, e normalmente nem conseguia comer tudo que deveria e deixava comida no prato. Quando acabo de almoçar e saio correndo pra conseguir chegar no trab 12h. Quando chego, estou cansada e com calor devido a agitação. E umas 14h já estou com fome!
Na primeira sexta neste esquema o cansaço já era tão grande dessa correria que passei a tarde toda cansada, com sono... Uma outra consequência horrível é que, depois de uns 10 dias, constatei perda de peso. Tudo bem que me pesei em uma balança diferente e de moite, um horário totalmente diferente... Pode parecer besteira, mas recomenda-se, para um bom controle de peso que reflita melhor a realidade, pesar sempre na mesma balança, no mesmo horário e, preferencialmente no mesmo dia da semana. Também é bom tirar os sapatos e qualquer coisa que esteja usando "a mais", como casacos. Mas como a diferença foi de um quilo, mesmo com a diferença de horário e balança, certamente alguns gramas eu já tinha perdido. =(
Chegou um ponto em que eu me sentia cansada e fraca demais, daí fui numa consulta de emergência com minha nutricionista pra ver o que fazer. Da consulta anterior, 40 dias antes, eu havia perdido 1,5Kg!!! Que desespero!!!
Por hora, como plano emergencial, estou levantando antes da 7 e tomando só um suplemento e não a super-vitamina que eu tomava de manhã, pra eu ter fome às 10:30 e almoçar direito. O suplemento que eu colocava na minha super-vitamina eu passei a trazer para o trab e tomá-lo com iorgute. Só isso já me fez sentir um pouco melhor.
De qq forma, espero que breve eu consiga mudar meu horário pra de manhã, senão vou ter um treco! Talvez a redução pra 6h já melhore, mas o RH tá enrolando com o meu processo de rduação da jornada de trabalho. Ele ficou 2 semanas engavetado e só abriram o processo pq eu liguei lá pra ter notícia. Depois, conversando com meu chefe, ele me aconselhou a ligar no RH a cada 3 dias, pra dar uma forçada. Agindo dessa forma, já consegui que o processo já tramitasse para 2 outras áreas, o que é um grande progresso. Vamos ver quando o resultado vai sair...

quarta-feira, dezembro 17, 2008

NO MEIO DO CAMINHO TINHA UM BURACO...

Sabe aquele poema do Carlos Drummond de Andrade: “No meio do caminho tinha uma pedra”? Pois bem, no meu sábado passado havia um buraco no meio do caminho... um buraco grande e cheio de água, tipo aqueles q o pneu cai dentro pq vc não viu o buraco. E meu pé esquerdo caiu bem “gostoso” dentro dele.Na hora foi tanta dor que eu mal saía do lugar. Sorte q pude contar com amigos muito bons que me ajudaram bastante. Apenas uma amiga não ajudou assim constantemente, mas não posso exigir isso das pessoas. Eu já aviso logo que quem é fraco com sangue e essas coisas não deve ficar por perto. Talvez tenha sido o caso dela.Dois amigos foram a uma drogaria comprar material para fazer curativo e um analgésico. Na volta, foram 4 pessoas me ajudando a fazer o curativo, alguns colocando a mão na massa mesmo, outros pegando as coisas necessárias e outro sempre seguando a lanterna do celular. Foram 4 "auxiliares de enfermagem" ma-ra-vi-lho-sos!!!
Eu não consegui subir as escadas para ir ao apê... na verdade eu não conseguia me mexer. Tiveram q descer 2 cadeiras: uma para eu me sentar no meio da rua e outra para apoiar meu pé. Portanto, tudo foi feito no meio da rua, com uma iluminação péssima se não fosse a lanterna.Confesso fazer esta postagem com grande emoção e gratidão, já que em situações do tipo geralmente as pessoas tem estômago fraco e não ajudam muito. Não foi o que aconteceu no dia. A presteza desses amigos foi comovente. Não tenho palavras para agradecer-lhes! Nessas horas conhecemos os amigos de verdade.

P.S.: Como estou postando isso atrasadamente, por falta de tempo para terminar de escrever o post no dia que comecei, comunico que hoje, dia 27/12, as coisas já estão bem melhores. O pé não ta 100% ainda, toda hora tenho q colocá-lo para cima para não ficar doendo e não voltei ainda a usar todos os meus sapatos. Mas já ta bem melhor, já que o vermelhidão e as bolhas não existem mais. Agora são só 3 machucados, sendo 2 bem pequeninos q nem incomodam.

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Mudando de assunto, isso me fez lembrar uma estória engraçada. Há alguns anos, lá na UnB, eu conversava com 2 amigos (outros 2, nenhum deles estava no dia relatado acima) sobre Drummont. Não me lembro como a conversa surgiu. Só me lembro que eu expressava minha adimiração a obra do escritor e os 2 metiam o pau, em especial no poema citado no início da postagem. Um dizia q esta estória de pedra no meiodo caminho era horrível. E ele completou dizendo que, se havia uma pedra no caminho, era só chutá-la e pronto! Ela não estaria mais no caminho e pronto. Tentei convencê-lo de q a pedra não era física, mas uma metáfora para problemas, dificuldades q passamos, mas ele não quis saber. Enquanto discutíamos o que aparece? Uma pedra no meio da calçada. E o que ese meu amigo fez? Simplesmente a chutou. Claro, todos caímos na gargalhada!

sábado, maio 17, 2008

DESCONTANDO MINHA TRISTEZA EM SAPATOS

Entre os 2 feriados passados (21 de abril e 1 de maio) eu comecei a ter uma reação alérgica. Não descobrimos até hj porque isso ocorreu, mas suspeita-se de algo alimentar. O fato é que na semana do 1 de maio, eu comecei a me empolar e coçar toda. Neste ponto em que a coisa ficou braba, saí um dia do trab e fui na emergência de um hospital, pra que algum médico me passasse um antialérgico. Saí de lá triste, afinal teria q tomar antibiótico e antialérgico por mais de 1 semana, naqueles horários horríveis desses tipos de remédio (6 em 6h, 8 em 8h), que sempre te obrigam a acordar de madrugada pra tomar remédio.

Daí, já que teria q ir no comércio aqui perto de casa onde ficam as farmácias grandes pra comprar os remédios, e há uma grande loja de sapatos o lado que justamente estava com promoção de sapatilhas Moleca, resolvi afogar minha tristeza em compras.

Dizem q os melhores amigos de uma mulher deprimida são o cartão de crédito e o shopping center. Por muitos anos, achei que isso era pura besteira, uma desculpa esfarrapada para gastar. Mas há alguns bons anos eu descobri por acaso que isso era verdade. Fui ao shopping certa vez comprar algo para dar alguém de presente e ao olhar, experimentar e comprar algo bonito pra mim eu estava deprimida e fiquei feliz. Claro, por pouco tempo, mas fiquei feliz. A partir deste dia, passei a acreditar na tal teoria. Não passei a usá-la comumente, senão depois vem a depressão qdo chega a fatura do cartão de crédito. Se usei 3x antes deste dia, foi muito. Na verdade, no dia da compra dos sapatos, só aproveitei a compra que eu já pretendia fazer e fiz num dia que estava triste.

Chegando na loja, pedi a uma vendedora para me mostrar as sapatilhas da promoção. Depois fiz a pergunta crítica: “Qual desses vc tem tamanho 34?”. Ao contrário das respostas negativas que normalmente recebo, a vendedora diz: “Todos! Afinal acabou de chegar tudo novo pro Dia das Mães”. Nunca me senti tão feliz: poder escolher modelo e cor que eu quisesse. E a vendedora foi me trazendo vários modelos de sapatos. Quase fiquei doida! É claro q alguns eu eliminei pq não eram macios, outros pq eram parecidos com algum que eu já tinha, outros pq eram meio caros...

Moral da estória: comprei 4 sapatos, sendo 2 que estavam na promoção (q são iguais, mas cores diferentes, obviamente), um de couro e um com um ar mais sofisticado, mas nenhum deles custou mais que 40 reais. Já que a compra foi grande e já ia dividir no cartão em suaves prestações mesmo, aproveitei e persuadi minha mãe a escolher um sapato de presente de Dia das Mães, pq daí eu já matava dois coelhos de uma vez.

Considerando que pagarei prestações até quase o fim do ano e que já havia comprado mais 2 sapatos a pouco tempo, não devo comprar mais sapatos neste nem no próximo ano. =D

NÃO CONFIEM EM ENTRGA DE PRODUTOS DA DROGARIA ROSÁRIO

No mesmo dia, antes de comprar os sapatos, fui nas drogarias próximas da loja pra comprar os remédios. Curiosamente, na drogaria onde sempre compro remédios, que é de uma rede grande, não tinha o antibiótico que eu tinha que comprar, sendo que é um dos antibióticos mais comuns que existem e que eu já tinha comprado 3 frascos na semana anterior. Resolvi ir na Drogaria Rosário, que fica no mesmo comércio, mas que eu nunca tinha ido lá. Lá tb não tinha, mas ao contrário da drogaria anterior, que disse que não conseguiria em outra filial para me entregar naquela noite, eles afirmaram que me entregavam 2 frascos até 19:30, que era o horário que eu tinha q tomar a próxima dose do remédio. Fiz outras compras e deixei pagos os 2 frascos. Optei por não comprar o terceiro frasco, pq lá estava mais caro o que na outra drogaria, que eu tinha comprado na semana anterior.

Daí deu 19:30 e nada do remédio chegar... o tempo foi passando e nada! Em resumo, minha mãe ligou 3x no tel geral de tele-entregas pra reclamar que a entrega não fora feita na hora prometida. Na terceira ligação, ela conseguiu o tel da filial onde havíamos feito a compra e ligou lá pra reclamar. Depois ligaram aqui em casa dizendo que o entregador tinha saído para fazer entregas, dentre elas a minha. Mas foi chegando perto de 22h, e as drogarias iriam fechar e eu ia ficar sem o remédio. Minha mãe, coitada, foi lá na Rosário pegar o dinheiro de volta, sob a promessa de que nunca mais entraríamos naquela drogaria novamente. Pegou o dinheiro e foi rodar outras drogarias pra achar o remédio. Nesse meio o que acontece? O entregador chega com o remédio. Mas minha mãe já tinha devolvido o dinheiro e eu não sabia. Liguei pra ela avisando, por desencargo de consciência.

Ela voltou pra casa, ainda preocupada em ir no dia seguinte repagar os remédios. Eu disse que não, que ela já tinha gasto dinheiro ligando 4x pra lá mais o combustível. Eles que se quisessem que viessem buscar!

Na manhã seguinte, chega um entregador, com mais um frasco (o que eu não comprei, lembram?). E não falaram nada com ele nem que este frasco não estava pago, nem que tinha que receber o dinheiro dos outros 2 frascos. Mas minha mãe falou com o moço da situação, dando o dinheiro e pedindo para ele acertar tudo lá, senão ia sobrar provavelmente pro coitado do entregador da noite pagar o preju do caixa. Assim, tudo ficou resolvido!

Depois de todo esse transtorno, eu posso até entrar naquela drogaria (ou qualquer uma da rede) pra comprar algo, mas pra entregar, nunca mais!

quinta-feira, julho 19, 2007

CONJUNTIVITE VIRAL - SEQUELAS

Bem, vcs lembram que eu tive conjuntivite ha alguns meses atras. Pois bem, depois que passou a crise horrível, eu fui uma paciente má e não voltei na minha oftalmologista. Mas tenho minhas razões: primeiro viajei no meu niver, depois foram provas e provas na UnB... mas esta semana eu fui.

Interessante como vc acha q está bem qdo não está. Depois de examinar o meu olho e dizer que ele ainda está cicatrizando, o que vai demorar mais alguns meses, ela foi fazer aquele tete de colocar as letrinhas na parede longe pra eu ler. Nossa, q susto eu levei! Eu olhava para as letras (pelas outras vezes que eu fiz o teste eu sabia que as letras q ela projetava na parede eram beem grandes), mas eu não conseguia ler! Era como se o meu grau tivesse piorado absurdamente! Mas ela me disse que é pq meu olho não cicatrizou ainda, que só vai voltar ao normal lá pro fim do ano.

E eu achando que já estava boa...

sexta-feira, maio 04, 2007

CONJUNTIVITE VIRAL... AFFF...

Bem, eu poderia escrever um livro sobre este meu episódio da conjuntivite... vou começa-lo então... hihihi =D

A conjuntivite viral é um tipo beeeem forte que, segundo minha oftalmologista, pra melhorar meeeesmo, demora quase 1 mês.

Pra mim, até o momento, ela teve as seguintes fases:

  • "Ah, isso não é tão ruim assim": como no início eu conseguia abrir o olho, ler e fazer as coisas quase normalmente, eu tava achando menos pior do que as minhas ulcerações da córnea (que me obrigavam a ficar uma semana literalmente sem abrir o olho e doiam pra caramba)
  • Bebê que acabou de nascer: é a fase em que o mal-estar é tão grande que eu só comia, dormia e ia no banheiro (bebês não vão no banheiro, mas vcs entenderam a ideia).
  • Corcunda de Notre Dame: depois de alguns dias, o olho começa a inchar ao redor; como a conjuntivite tava num olho só e eu andava abaixada por causa da fotofobia, eu me achava bem parecida com o Corcunda.
  • Dor e sangue: no ápice do inchaço meus olhos doiam e sangravam um pouco, mas minha oftalmologista disse q é normal pra este tipo de conjuntivite.
  • Japonesa: depois a conjuntivite passou rpo outro olho e como tava tudo inchado, eles abriam bem pouquinho... só faltou ficar com os olhinhos puxados!
  • Tudo turvo: fase em que estou agora; tudo é meio embaçado... e do nada fica tão embaçado q eu tenho q parar, pingar o colírio, fechar os olhos... aí ficam novinhos em folha.
Esta última fase é "ótima": vc tá bem e de repente é como se vc ficasse muito míope sem óculos, tudo fica embaralhado. Isto gera situações hilárias, como o diálogo entre eu e minha mãe que escrevo a seguir:

- (eu, que estava de blusa rosa) Que legal mãe! Hj estamos nós duas de rosinha...
- (minha mãe olha pra mim com cara de interrogação) ???
- (eu resolvo chegar mais perto dela) Ah, esquece... sua blusa é laranja com (listra) branco.


O meu tratamento consiste em: colírio lubrificante (do tipo lágrima artifical) e muuuuitas compressas de soro gelado. Parece que o soro gelado é a única coisa que realmente resolve... Depois minha oftalmologista me passou um colírio com antibiótico, pra evitar alguma contaminação oportunista da fraqueza dos meus olhos.

Ah, sim, claro, faltou contar a parte do drama do meu namorado achando que ELE tinha pasado a conjuntivite para mim (ele tb está no fim da recuperação da conjuntivite dele, que começou umas 2 semanas antes da minha). Em uma de minhas várias consultas com minha oftalmologista (eu tava indo lá 2x por semana) ela me contou que ele foi lá (pra consulta dele de acompanhamento da conjuntivite dele) e que ele ficava falando desesperado com ela: "Fui eu que passei a conjuntivite pra ela... fui eu!", embora tanto eu qto ela tivéssemos dito que não tinha nada a ver, pois nós ficamos sem se ver por alguns dias no período que a conjuntivite dele era contagiosa e que eu me encontrei com ele 2 fds seguidos antes de eu pegar conjuntivite. Mas ele não se conformava. Insistia que a culpa era dele. Ela brincou dizendo que na próxima consulta dele ela ia dizer que infelizmente não dava pra faezr teste de DNA do vírus pra provar que o meu vírus não era o mesmo do dele.

Por fim, exponho as perdas e ganhos da conjuntivite:

  • PERDAS: deixei de ir a um churrasco, um casamento e de ir a um encontro com pessoas de Goiânia que eu não vejo há muito tempo.
  • GANHOS: bebia mais água (pois como eu lacrimejava de monte, eu tinha q me reidratar) e praticava mais tai chi (pois eu me cansava de ficar só deitada e queria fazer algo pra ficar em pé).