- Park Shopping: deficiente tem direito a isenção da taxa de estacionamento sem limite de tempo. A única chatice é ir em um guichê especifico, em frente à Forever 21, para validação. Mas a atendente me disse que a validação não precisa ser na saída. Pode-se ir ao guichê a qualquer momento, liberar o cartão e passar o resto do dia no shopping.
- Terraço Shopping: Isenção de 2h para deficientes. Liberação é feita em qualquer caixa de pagamento de estacionamento.
- Brasília Shopping: Isenção de 2h para deficientes. Tem que se ir em um balcão de informações localizado no térreo, próximo ao elevador panorâmico, que efetua a autorização da isenção. Necessário apresentar carteira de motorista. Na hora da saída, vai-se a qualquer caixa de estacionamento para liberação do ticket e pagamento o restante das horas, se for o caso.
- Pátio Brasil: Não dá isenção alguma. Portanto, um shopping a se evitar.
- Boulevard Shopping: Uma amiga me informou, via Facebook, que há isenção de 2h para idosos. Logo, é provável que tenha para deficientes. Não estive lá depois de receber esta informação para confirmá-la. (As vezes que fui lá, a muito tempo atrás, eu usava a isenção do Carrefour, que era ter 2h grátis para compras acima de um valor X que não me lembro mais. Não sei se isto ainda existe.)
quarta-feira, dezembro 28, 2016
ISENÇÕES PARA DEFICIENTES EM SHOPPINGS NO DF
terça-feira, janeiro 12, 2016
EDUCANDO SOBRE VAGAS PREFERENCIAIS
domingo, março 31, 2013
TROCA DE SELO DE DEFICIENTE + RENOVAÇÃO DA CNH
terça-feira, novembro 27, 2012
GARÇONS PRESTATIVOS
No fim deu tudo certo: comi um kafta; o outro mais a batata frita foram embalados pra viagem e fui embora satisfeita. Vale destacar o excelente atendimento dos garçons, altamente prestativos, sem mesmo eu ter solicitado. Estão de parabéns e o local merece minha vista mais vezes.
segunda-feira, setembro 17, 2012
ACESSIBILIDADE, TRIBO DE JAH E O SUMIÇO DO CARRO
quarta-feira, novembro 16, 2011
I SALÃO DA ACESSIBILIDADE
segunda-feira, outubro 17, 2011
FINS DE SEMANA ESPETACULOSOS
Também foi a estreia do meu nome artístico: Parvaneh Avivit. O que significa? Nada mais nada menos que o nome deste blog.
terça-feira, setembro 27, 2011
DIA (OU SEMANA) DE LUTA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA
Dois dos objetivos do evento eram apresentar a nova versão do e-MAG (Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico), a 3.0, e o lançamento do portal www.pessoacomdeficiencia.gov.br Mas foi também um dia de palestras muito interessantes sobre acessibilidade e sobre os erros mais comuns em sites no que tange este assunto. Além disso, conheci pessoas muito legais.
Algo que me entristece nesses eventos é a simultaneidade de palestras. Portanto, deixei de assistir palestras das quais gostaria de participar e deixei de estar na palestra de um conhecido meu. Bem, pelo menos o encontrei antes do início do evento e conversamos um pouco.
Tomara que o governo promova mais eventos como esses, quem sabe uma vez por ano, para ver se assim incentiva os órgãos públicos a tornarem seus sites acessíveis.
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Minha semana de acessibilidade se encerrou no domingo, quando tive a alegria de ir ao último dia do Festival Assim Vivemos, que é um festival bienal de filmes sobre deficiência, que ocorre no CCBB. Lá os deficientes contam com legendas em todos os filmes, inclusive os nacionais (para os deficientes auditivos) e também possuem como opção o recurso de audiodescrição (para quem não sabe o que é, funciona como uma tradução simultânea, só que o audiodescritor tem a função de descrever as cenas do filme nos espaços "livres" entre as falas dos personagens).
Tive a oportunidade de assistir um filme chamado Além da Luz, que é um documentário que mostra a vida de vários cegos, suas dificuldades, suas lutas e suas alegrias, mas tudo de uma maneira bem otimista. Tive a oportunidade de aprender mais sobre as rotinas e dificuldades deles, e algumas soluções encontradas para se inserirem na sociedade. Foi uma ótima maneira de encerrar meu fim de semana, ainda mais que eu estava em muito boa companhia.
segunda-feira, agosto 22, 2011
ACESSIBILIDADE? CADÊ?
domingo, agosto 14, 2011
PAIS FAMOSOS COM FILHOS DEFICIENTES
sexta-feira, julho 29, 2011
GENIALIDADE PRECOCE
- Você gostaria de ter dedos?
- Que coisas você não consegue fazer sem os dedos?
- Você consegue dirigir? (E, depois de eu responder que sim e explicar como) Mas não dá pra andar de moto, né? Nem de bicicleta.
- Seus pais estranharam muito quando você nasceu?
sexta-feira, maio 13, 2011
ABUSOS EM VAGAS PARA DEFICIENTE
E olha que Curitiba é uma das capitais "mais civilizadas" do país. Imgina a situação no resto do país.
quarta-feira, abril 27, 2011
A LIGA - DEFICIENTES
quarta-feira, março 23, 2011
BRASIL 21 - CADÊ AS VAGAS PARA DEFICIENTES???
terça-feira, março 15, 2011
UMA ESCOLA DE SAMBA ONDE, QUEM SABE UM DIA, EU POSSA DESFILAR
segunda-feira, fevereiro 28, 2011
FELIZ DIA DAS DOENÇAS RARAS
Parabéns a todos nós que temos doenças raras, em especial para nós que somos deficientes por causa de alguma delas. A luta diária continua. Torço para que um dia sejamos vistos pelas autoridades e pela população em geral, obtendo deles o respeito e os direitos devidos.
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
RELÓGIO NOVO - A SAGA
Inicialmente fiquei meio apavorada, pois desde que me entendo por gente uso relógio, mas como estava num momento em que precisava relaxar, achei que poderia ficar um pouco sem a pressão do tempo.
Mas ao voltar ao dia-a-dia, ele se faz necessário, pois infelizmente o tempo nos domina. Passei diversos ias usando o relógio do celular, mas tinha horas que eu queria ver as horas, por ex. dirigindo, e não podia. Logo achei que deveria procurar um relógio novo.
Eu criei alguns critérios que meu relógio novo deveria conter:
- Ter visor pequeno: considerando que meu bracinho é quase tão grosso quanto um palito de dente, um visor médio já é suficiente para ficar mais largo que meu braço.
- Ter todos os números: pra mim até hoje não é imediato ler as horas em relógio de ponteiro; portanto, relógios faltando números ou só com os pauzinhos nos lugares dos números, nem pensar!
- Ter ponteiro os segundos: para se ter certeza de que ele está funcionando.
- Ser fácil de colocar e retirar: um fecho fácil de se mausear é importantíssimo, por motivos óbvios.
Primeiramente descobri que a "moda" agora em relógios femininos são relógios com poucos números. Tava difícil achar um que tivesse os números todos. A certa altura comecei a aceitar ter um relógio só com os números pares e pauzinhos nos lugares dos ímpares. Mas mesmo assim tava difícil. Quando achava algo que me agradava ou ficava largo no meu braço ou não tinha os segundos. Assim que comecei a achar modelos que me agradavam, não conseguia usar os fechos... Afff... tava difícil!
Rodei o Park Shopping inteiro e nada! Saí decepcionada, achando que não iria encontrar nada que me agradasse e que eu pudesse usar sem problemas. Nunca tinha pensado que as minhas atrofias atrapalhariam tanto essa compra.
Alguns dias depois, fui ao Brasília Shopping comprar meu ingresso pro show da Shakira. Como estava com um tempo sobrando, resolvi recomeçar a procura. Fui a mais algumas lojas e nada! Em uma, fui até com a vendedora no relojoeiro pra ver se era possível afrouxar ou trocar o fecho de um relógio, mas segundo ele não era possível. Tudo indicava que seria mais uma decepção...
Quando estava indo embora, passei em frente a Mormaii e por acaso vi uma estante com diversos relógios. Resolvi dar uma paradinha e tive 2 grandes surpresas.
A primeira foi ser atendida pelo filho de uma ex-colega de trab da minha mãe, que conheci pequenininho e não via a diversos anos. Ele disse ter me visto entrar na loja e pediu a vendedora que deveria me atender para ele me atender, pois precisava falar comigo.
A segunda foi achar um relógio que atendesse meus critérios, e ainda ter borboletas e detalhes roxos! eeeeeeeeeeee
Claro que aproveitei para trocar contatos. Espero que não demoremos muito para nos reencontrarmos. Foi bom que o ajudei a cumprir com as metas de vendas dele e fui super bem atendida.
quinta-feira, novembro 04, 2010
MAIS UMA PALESTRA SOBRE ACESSIBILIDADE
Embora eu tenha tratado um pouco de aspectos técnicos sobre acessibilidade de sites (já abordados em palestras anteriores), desta vez eu tinha um público de não-profissionais da informática. Portanto, foi uma palestra bem simples, focado em conceitos básicos.
O principal que martelei na cabeça deles foi que deficiente visual não é sinônimo de cego, assim como deficiente auditivo não é sinônimo de surdo. Se eles conseguiram sair de lá com essa ideia em mente, já me dou por satisfeita, pois consegui pelo menos conscientizá-los de conceitos importantes e desconhecidos de quem não tem convivência com PNEs.
Surgiram perguntas muito interessantes, por ex. se existe ex-deficiente. A resposta: claro que existe! Não são muitos, certamente, mas a medicina tem avançado tanto que é possível uma pessoa recuperar o que perdeu a ponto de deixar de ser legalmente um deficiente.
Também aprendi com eles enquanto esperava a hora da minha palestra, pois fiquei no auditório ouvindo outras discussões que ocorriam. Foi interessante ouvir sobre as realidades de alguns pólos e as dificuldades que enfrentam para levar cursos gratuitos à população.
Foi uma experiência produtiva. Acho que a maioria dos que assistiram gostaram do que apresentei. Já recebi até o feedback por meio de quem me convidou para fazer a palestra de que sugeriram que eu fosse aos pólos para palestrar aos monitores dos cursos. Tomara que a sugestão seja acatada e possa ser implementada. Acho que seria uma experiência muito rica para todos nós.
quarta-feira, agosto 18, 2010
VOCÊ ESTACIONA SOBRE A CALÇADA?
Tentei adicioná-lo a postagem, mas por algum motivo o video não abriu e não consegui que o Firefox instalasse o plugin apropriado. Logo, terei que fazer uma descrição dele.
O vídeo mostra um rapaz cadeirante que não possui pernas andando pela rua quando de repente há um carro parado bem em cima da calçada por onde ele deveria passar. Ele se levanta da cadeira, apoiando no carro e na parede, com muita dificuldade, obviamente, e se posiciona sob o capô do carro. Fecha a cadeira de rodas, passa-a em frente ao carro, abre-a do outro lado e continua seu caminho. Ou seja, ele teve um trabalhão danado para continuar seu caminho por causa de um motorista que não respeita os outros. E se fosse alguém que não conseguisse sair de sua cadeira
Por isso que eu me revolto mesmo quando não posso estacionar em uma vaga para deficiente porque um folgado com preguiça de parar o caro longe a ocupou.
quarta-feira, junho 23, 2010
PALESTRA SOBRE ACESSIBILIDADE - MINHAS IMPRESSÕES
O público não foi grande, mas bem seleto. Eram pessoas realmente interessadas no assunto, ou porque já pesquisavam sobre ele ou que precisavam entendê-lo por motivos profissionais, por ex. Tive a alegria de contar com a presença de 2 amigas, uma delas a responsável pelas fotos, nas quais não fiquei linda, afinal não estava posando para elas; foram expontâneas.
Aqui trago para vocês um resumão do que falei e que não consta escrito na apresentação. (Aos interessados em ter a apresentação, basta entrar em contato que eu envio por e-mail.) O vídeo exibido na apresentação pode ser baixado em diversos formatos no site http://acessodigital.net/video.html
As historinhas práticas contadas por mim e pelo Daniel foram muito úteis para passar a realidade dos deficientes visuais e da acessibilidade foram muito boas, mas não cabem aqui, senão o post iria ficar gigantesco.
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Deficiente visual não é sinônimo de cego!
Os deficientes visuais podem ser divididos em 2 grandes grupos:
Deficiente visual parcial (visão subnormal ou com baixa visão): Pessoas que possuem dificuldade de enxergar que não pode ser corrigida por lentes ou cirurgias. Normalmente conseguem ler textos em fonte ampliada (em geral tamanho 24) ou com ajuda de lupas. A visão é suficiente para, por ex., se desviar de obstáculos.
Deficiente visual total (ou cego): Aquele que possui uma visão muito limitada. Em geral conseguem apenas distinguir a presença ou ausência de luz ou ver silhuetas. É muito raro uma pessoa que não possua nenhum resquício de visão, por menor que seja.
Há ainda o daltônicos, que legalmente não são deficientes visuais, mas são tratados como tal quando falamos de acessibilidade de sites, por ser uma doença que altera a percepção das cores. Existem três tipos de daltonismo, sendo que o tipo mais comum é aquele em que o indivíduo não enxerga as cores verdes e vermelhas (e cores derivadas, como o rosa). Os outros dois tipos são mais raros: em um deles não se enxerga a cor azul e no tipo mais grave não há a percepção de cores (ou seja, enxerga-se preto, branco e cinza apenas).
Por que considerar como grupo prioritário quando se trata de acessibilidade de sites o deficiente visual?
O deficiente visual, antes do surgimento do computador, da internet e das tecnologias assistivas, possuía um acesso muito limitado a informação e cultura. A ele não é possível ler um jornal, uma revista ou um livro. A televisão só podia ser ouvida. Com poucas bibliotecas com livros em Braille disponíveis, a única fonte de informação possível era o rádio. Além disso, um deficiente visual possui dificuldade de deslocamento, o que dificulta a realização de compras.
Atualmente, usando um computador, o deficiente visual tem acesso em diversos sites a notícias e livros. Além disso, pode fazer compras sem sair de casa, podendo pesquisar soznho por informações sobre os produtos que deseja, sem depender das descrições de vendedores e familiares, necessárias quando se vai a uma loja física.
O grande oráculo cego da internet: o Google
Quem possui um site acessível também está facilitando sua localização pelo Google. Isso porque ele usa princípio semelhante ao leitor de tela para indexar os sites: ele procura por todo o texto disponível. Se um site é totalmente feito em flash, por ex., não haverá palavras para o Google indexar, nem para o leitor de tela ler.
Programas leitores de tela
Identificam o texto escrito na tela e o convertem para um sintetizador de voz, responsável por transformar o texto em voz. No Brasil, os deficientes visuais costumam usar os programas leitores de tela Jaws e Virtual Vision. Os dois leitores possuem funcionalidades semelhantes, logo a escolha entre usar um e outro vai mais do gosto de cada usuário, em geral motivado pelo programa que ele conheceu primeiro.
O Daniel (coordenador do DFJUG) citou que para o Linux, existe o leitor de tela Orca que já vem no CD de instalação do Ubuntu.
Validação automática da acessibilidade de um site
Para validação automática de sites brasileiros, utiliza-se em geral os 2 programas abaixo. Essa validação deve ser feita pelo programador do site, pois os resultados permitirão a correção de erros “grosseiros” de acessbilidade.
Da Silva – ferramenta web disponível no site www.dasilva.org.br em que basta digitar uma URL e é feita a validação
ASES – software público voltado para os desenvolvedores, permitindo a validação de diversas páginas simultaneamente diretamente pelos códigos-fonte; possui ferramentas interessantes, como simulador de daltonismo. O Daniel inclusive fez o convite para que os desenvolvedores possam contribuir melhorando o código ou adicionando novas funcionalidades.
Foi apresentada uma tela do Da Silva com a validação de um site governamental, o qal teve um resultado muito interessante para análise. Este site possui o selo de acessibilidade AAA (ou riplo A), atendendo todos os níveis de prioridade definidos na WCAG e no eMAG. Na validação automática constatou-se que o site não possui erros de acessibilidade que possam ser verificados automaticamente. Entretanto, possuía um exagerado número de avisos (pontos que não podem ser verificados automaticamente): mais de 500 na prioridade 1 e mais de 200 em cada uma das prioridades 2 e 3. Conclui-se, portanto, que os programadores se preocuparam apenas em eliminar os erros, conseguir o selo de acessibilidade e estar dentro da lei. Um site que possui quase 1000 itens que precisam ser verificados manualmente muito provavelmente não está acessível.
Exemplos de não-acessibilidade
Foi mostrado que muitas vezes correções simples, que podem ser facilmente incorporadas às boas práticas de programação, aumentam a acessibilidade de um site. Entretanto, há ainda alguns desafios, como lidar com teclados virtuais de bancos e CAPTCHAS (aqueles caracteres distorcidos que aparecem em figuras para lermos digitarmos). Existem soluções menos tradicionais para esses tipos mais complexos de não-acessibilidade, mas que não são considerados pela maioria dos sites.