Mostrando postagens com marcador voando. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador voando. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, janeiro 22, 2010

ENCONTRO DE PORTADORES DE EB EM SP (ou GUIA-TURÍSTICA POR 2 DIAS)

Semana passada houve um encontro de portadores de EB no interior de SP. A meta dos organizadores era reunir o maior número de portadores possível. Conseguiram 61, o que com certeza é muito aquém da quantidade existente no Brasil,mas já foi um grande progresso.
O encontro foi muito bom: pude rever alguns amigos e conhecer outros que só tinha contato pela internet. Além disso, aprendi coisas novas.
Mas na verdade este post não é para falar sobre o encontro em si, mas sobre a experiência de levar 16 pessoas de Brasília para lá. Pessoas estas que (acho que) nenhuma tinha andado de avião na vida ou se hospedado em um hotel. Algumas foram só porque eu fui, senão não iam. E olha que não foram muitos daqui, pois muitos não foram na última reunião da Associação, logo não ficaram sabendo a tempo, e houve algumas baixas de última hora, a maioria delas por problemas de saúde.
No aeroporto, pra fazer check-in desse povo todo de uma vez só foi uma loucura, principalmente na ida. E no avião quase deixamos os comissários doidos pq pela numeração das passagens várias famílias ficaram separadas.
E andar o tempo todo com esse povo dizendo "gente, me segue" e olhando para trás toda hora pra ver se ninguém tinha se perdido. Foram diversas coisas que tive que ensinar: a procurar a bagagem na esteira no aeroporto, dizer que a geladeirinha do quarto do hotel se chama frigobar, a evitar comer ou beber algo do frigobar, senão na saída ia ter que pagar bem caro, dentre outras coisinhas. Eu tava brincando que eu era uma guia-turística, só faltou o uniforme e o salário. kkkkkk
Foi uma experiência cansativa, mas recompensadora. Lá no evento recebi vários elogios de uma das organizadoras, que eu só conhecia por e-mail e tel. Ela disse que, apesar do grupo que eu levei ter sido o maior, foi o que deu menos trabalho para ela, pois consegui passar as informações que ela necessitava direitinho. E na volta pra casa já tinha passado o medo de todos, todos estavam felizes e já desceram do avião todos na minha frente e descobriram a esteira onde estavam suas bagagens. Fiquei feliz ao ver que perderam o medo e aprenderam a se virar um pouco com essas coisas de aeroporto.

VOANDO OCEAN AIR

Na ida para SP fomos de GOL, e na volta de SP pra cá voamos pela Ocean Air. Nunca havia andado em um avião da empresa e foi uma experiência muito boa.
Pelo que eu vi, dois dos compromissos deles são: o vôo ser pontual e servir lanche quente.
O vôo foi pontualíssimo: 5 min antes do previsto as portas foram fechadas e decolou na hora certinha. Estava marcado para chegar às 11h: 5 pras 11h nós já tinhamos descido o avião, pegado as bagagens e já tinha achado minha mãe, que me esperava no aeroporto. Ou seja, chegou beeem antes do previsto.
O lanche também foi bom: um sanduíche com pão ciabata com queijo, presunto e pesto (aquela pastinha feita de temperos verdes). Só não foi melhor porque eu achei que tostaram muito o pão, que ficou meio duro.
Além disso, o avião era menor, com apenas 5 fieiras de cadeiras (sem a fileira F) e com um espaço entre uma cadeira e outra bem maior que o da Gol, de forma que pude esticar minhas perninhas na volta.
Considerando esta experiência, se o preço for semelhante ou pouca coisa maior do que na Gol ou na Tam, darei preferência a voar pela Ocean Air. Eu fui bem atendida, bem servida e mais confortável de volta para casa.

quarta-feira, dezembro 23, 2009

CONHECENDO O CHILE - INTRODUÇÃO

No início do mês, tive a oportunidade de ir a Santiago - Chile participar de um simpósio sobre EB. Foi uma viagem muito boa, tanto pelo Simpósio em si, que agregou muitos conhecimentos novos aos que eu já tinha, além de eu ter dito a oportunidade de compartilhar experiências minhas com os que estavam lá presentes, quanto pelas maravilhosas pessoas e lugares que conheci, além de, é claro, desenferrujar e aprender um pouco mais de espanhol.

A parte chata da viagem foi "trabalhar" de tradutora sem ganhar nada em troca. Mesmo que meu espanhol não seja lá essas coisas, pois tem muito tempo que parei de estudar o idioma, eu me esforçava para falar o espanhol mais correto possível, e as pessoas de lá sempre me entendiam e ainda ousavam me elogiar, dizendo que eu falava espanhol muito bem, o que sei não ser a realidade.
Em primeiro lugar, eu tinha que traduzir para minha mãe algumas das respostas que as pessoas davam. Ela, como tem noção de como conversar com estrangeiros (ou seja, falando devagar, pronunciando bem as palavras e sem usar regionalismos, procurando falar o português mais correto possível), pelo menos quando perguntava, os outros a entendiam na grande maioria das vezes, mas nem sempre ela conseguia compreender as respostas, pois muitas vezes continham palavras do espanhol que não possuem semelhança com o português, o que é normal.
O problema é que no Simpósio haviam mais 3 brasileiras que não sabiam espanhol nem como conversar com estrangeiros, então elas eram, muitas vezes, simplesmente incompreendidas. Daí o médico que coordenava o Simpósio (o qual eu já conhecia) após fazer uma cara de interrogação, virava para mim e dizia meu nome seguido de "traduzca!". Daí eu que tinha que me virar para dizer em espanhol o que as outras brasileiras tinham dito.

As postagens seguintes relatam um pouco dos passeios e das curiosidades do pouco que tive tempo de conhecer do Chile. O que posso dizer, baseada no que eu conheci, é que Santiago é uma cidade muito bonita e bem arborizada, com pessoas muito educadas e gentis com os turistas.Vale a pena conhecer!

domingo, março 15, 2009

PASSEANDO NAS NUVENS

Ontem fui ao CCBB, a princípio para ver um show que no fim das contas não gostei. Eu gosto muito do CCBB, sempre tem coisas interessantes para fazer lá, pena que é tão longe pra mim.

Eu acabei indo porque uma amiga insistiu para que eu fosse ao show, e minha mãe iria tb, logo, pq não ir?! Já esclareço que não gostei do show pq eu nunca tinha ouvido falar no compositor homenageado, não conhecia nenhum dos cantores nem nenhuma das músicas ali cantadas, exceto a última, que na verdade nem fazia parte do repertório original do show, embora a qualidade das músicas e dos intérpretes fosse muito boa. Mas é monótono vc ir num show q vc num conhece nada... =( E olha que não sou nenhuma aculturada musical, pelo contrário; meu conhecimento musical, especialmente em música de qualidade, é bem acima da média da maioria das pessoas.

O que “me salvou a noite” foi a exposição Galeria das Almas, que visitei antes do show.

No final do estacionamento do CCBB existe o Pavilhão de Vidro, que eu ainda não conhecia. Eu olhei aquilo de longe e via uma grade imagem de um céu azulzinho com lindas nuvens em plena noite. Na mesma hora pensei: eu quero ir lá ver as nuvens!

O artista Eder Santos aproveitou a estrutura de vidro e criou um céu que vc quase pode tocar. No terço superior das paredes de vidro, são colocados telões em que são projetadas imagens de nuvens andando pelo céu. Pelo salão todo há também pequenos postes de acrílico, com cerca de 1,5m de altura e no topo destes postes há prismas, onde são projetadas mais imagens de nuvens. Não sei se coincidência ou não, dentro do pavilhão estava beeeeem frio, então eu sento um choque grande com a temperatura e aquelas imagens imensas de nuvens nas paredes que vc quase pode tocá-las.

Sabe aquela música Maracatu Atômico, de Nelson Jacobina / Jorge Mautner, mais conhecida na gravação feita pelo Chico Science & Nação Zumbi? Há um trecho que diz: “Em cima do guarda-chuva tem a chuva, tem a chuva/ Que tem gotas tão lindas que até dá vontade de comê-las”. Eu tenho essa mesma sensação com as nuvens. Eu as acho tão lindas que sempre tive vontade de tocá-las, senti-las ou até comê-las. Eu acho o máximo quando estou no avião e eu vejo as nuvens acima de mim e depois passo no meio delas... Dá vontade de pôr a mão pra fora da janela (o que obviamente não é possível) e tocá-las!

Voltando à exposição, quando entrei naquela sala cheia de nuvens e um grande vão, e as nuvens tão perto de mim, eu entrei em um êxtase contemplativo tão grande que dava vontade de chorar de tão bonito. Eu fiquei boquiaberta que não conseguia me controlar. Fiquei um bom tempo lá olhando para aquilo, enquanto eu via que algumas pessoas apreciavam como eu e outras entravam e saíam rapidamente, sem entender nada da obra.

Esse é o tipo de exposição que vc tem que ter uma sensibilidade artística apurada, senão você sai de lá achando aquilo estranho ou sem sentido.

Faltou dizer que no meio do pavilhão havia tb um altar, na verdade um oratório, feito de madeira, que emitia uma música e no meio eram projetadas algumas imagens de uma mulher. Confesso que minha sensibilidade artística não foi apurada o suficiente para entender aquela obra. Só sei que a música por ela emitida ajudava a entrar no cima daquele céu cheio de nuvens.

Se vc for ao CCBB fazer outra coisa por lá até o dia 3 de maio, não deixe de visitar as nuvens, você vai se surpreender. (Não compensa ir lá só por causa dessa exposição, afinal eu devo ter ficado no Pavilhão no máximo uns 10 minutos.) Para mais informações sobre a exposição, acesse http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/bsb/DetalheEvento.jsp?Evento.codigo=33143&cod=3

Se eu for ao CCBB novamente enquanto a exposição estiver lá, tentarei tirar fotos.

sábado, janeiro 17, 2009

TURISMO CÍVICO

Aproveitei a oportunidade para fazer um pouco de turismo cívico, já que nunca tinha ido ao Complexo Cultural da República e a cerimônia foi lá. Tudo bem que meu turismo foi meio "tabajara" devido a falta de tempo. A Biblioteca só vi do lado de fora. No Museu, o máximo q fiz foi ver parte de uma exposição de fotos no hall de entrada do auditório e assistir parte de um documentário (enquanto eu esperava por quase uma hora para a cerimônia começar), ambos sobre a construção de Brasília.
Gostei muito do documentário, porque ele não relatou apenas aquela visão "romântica" que temos da construção de Brasília. Retratou bem o cotidiano das pessoas que participararam da construção e tratou de eventos lamentáveis, que eu particularmente nunca tinha ouvido falar, como o protesto dos trabalhadores devido a má qualidade das refeições servidas, o que ocasionou a invasão de um dos acampamentos pela polícia, que metralhou vários trabalhadores. (Lembrem-se que era época de ditadura!)
No mais, tirei algumas fotinhas dos prédios, que podem ser vistas no meu site de fotos.

terça-feira, agosto 07, 2007

QUE TERRA QUENTE É SALVADOR!

Na 4ª da semana passada fui a Salvador, com o objetivo de trabalhar lá na 5ª e 6ª. Voltei no domingo, pois sou filha de Deus e mereço um pouco de descanso depois da ralação... Fiquei hospedada na casa de uma amiga minha que morava aqui e se mudou pra lá. Tanto ela qto eu ficamos super felizes de nos vermos.

Como eu disse, 5ª e 6ª foi ralação mesmo. Fui acompanhar um evento e ficava meio que correndo de um lado pro outro pra tentar acompanhar tudo. Mas o pessola era super gentil e amigável. Me levavam água, lanchinho... não sei se engordei, mas eu comi guloseimas até!

Só no fds pude passear um pouco, mas como o tempo era curto, a maioria das coisas só vi passando de carro. De parar mesmo fui em poucos lugares: só no Elevador Lacerda e no Farol da Barra. Domingo fui na praia, pois seria quase um pecado eu ir lá e voltar pra esta secura daqui sem ir na praia.

Mas lá é muuuuuito quente! Não aguentaria passar muito tempo lá. O engraçado é que todos estavam sentindo frio! Isso mesmo, era época de "frio" para eles.... e eu me derretendo. O pior é que na 1ª noite, o filho mais velho desta minha amiga me disse que eu ia morrer de calor. Mas ele nem pra avisar q no quarto tinha ventilador de teto... Bem, eu não fico olhando pro teto das casas e eu não sou acostumada com ventilador de teto... como eu ia adivinhar? Só no dia seguinte que me disseram que tinha ventilador, aí os dias seguintes foram mais tranquilos.

Teve um dia q depois de passear fomos lanchar e comemos um acarajé gigante! Pra vcs terem uma idéia deu pra 3 pessoas! Mas tudo bem, vale resslatar que compramos sorvete também, então talvez o acarajé desse para 2 pessoas.

Mas o importante é que eu voltei bem, linda e com fitinha vermelha do Senhor do Bonfim no braço... Em breve vcs verão algumas fotos em meu fotolog, cujo link está ao lado.

terça-feira, junho 12, 2007

VIAGEM - DIA 12 - CURITIBA

Fim de festa... sim, aviagem ta acabando... snif....

Hj de manhã fomos na tal festa q ocorria ontem, q na verdade era a Feira do Pinhão, uma feira q ocorre todo mês de junho em Curitiba. É uma mistura de festa junina com feira de artesanato. Tinha muita coisa interessante. Compramos pinhão pra trazer e comemos yakisoba de almoço.

Depois de descansarmos no hotel, fomos mais cedo (de novo!) pro aeroporto. Chegamdo lá nos deral a notícia de que Congonhas tava fechado (nosso vôo passava por lá), mas q iriam nos acomodar num vôo direto. Por um lado foi positivo não termos q ir p/ SP, mas o vôo sairia mais tarde do aeroporto. Desta forma demos várias voltas no aeroporto, olhamos as lojinhas, lanchamos, comprei presente de Dia dos Namorados pro Horst... e então fomos pra sala de embarque. qdo já estávamos lá descobrimos q o vôo atrasaria uma hora. E da-lhe esperar.

Em resumo: mofamos o dia todo no aeroporto e chegamos mais de uma hora mais tarde do q era pra chegarmos em Brasília. Já era 22:45 qdo chegamos. E ainda tinha q levantar cedo pra ir trab no dia seguinte.

VIAGEM - DIA 11 - BLUMENAU/CURITIBA

Último dia de Blumenau. Pra tentar aproveitar o dia, fomos no Museu do Cristal, ou Glasspark. É emocionante ver como o vidro é feito. É lindo!!! Como era complicado tirar fotos disso, só pude trazer pra casa coisinhas de vidro. Como eu queria ter dinheiro pra poder comprar as coisinhas de cristal colorido em formatos exóticos! Mas cristal é algo muito caro...

De qq forma, compramos tulipas com detalhes coloridos e um potinho com pedacinhos de vidro colorido (sobras de apara e estas coisas) parecendo aquelas garrafinhas de areia q tem no nordeste.

Depois tentamos ir na fábrica da Eisenbahn (cerveja que segue os padrões alemães de fabricação), mas lá só estaria aberto para visitação na parte da tarde. Desta forma, voltamos à pousada para nos organizarmos para viajar de tarde.

A viagem para Curitiba foi beeeeeem longa. Pra começar já tivemos q chegar uma hora mais cedo na rodoviária. E ainda teve mais umas 5h de viagem num ônibus pinga-pinga. No início é divertido, mas depois começa a cansar.

Bem, qdo cheguei no hotel, eu só queria cama. E tinha uma festa na praça ao lado do hotel; em frente ao hotel tava cheio de gente! Mas eu cai na cama... Disse ao Horst q ele podia ser feliz e ir pra festa. E ele realmente foi, mas já estava perto do fim naquele dia.

sexta-feira, junho 08, 2007

VIAGEM - DIA 10 - BLUMENAU

Frio, frio, muuuito frio! Foi isso q senti hj de manhã. Mas mesmo com tanto frio esta corajosa pessoa foi tomar banho e.... cadê a água quente??? Daí MAIS frio ainda: pense numa pessoa morrendo de frio, testando se um chuveiro esquenta e só aguentando agua fria.... Só me restou sair correndo pra debaixo das cobertas.

Claro q eu coloquei o Horst para resolver o problema, afinal eu não tinha como sair de debaixo do edredom. No fim, descobrimos q o chuveiro tava queimado e tiveram que trocar o chuveiro. Moral da estória: manhã perdida nesta brincadeira.

Mas tudo bem... de tarde fomos ao centro conhecer alguns pontos turísticos. Fomos ao Museu da Cerveja ver máquinas antigas e aprender como é o processo de fabricação da cerveja. No fim do dia, fomos jantar no shopping, mas fiquei muito trsite de ser um shopping gde com uma praça de alimentação tão minúscula. Nao tinha nem meia dúzia de lanchonetes. Qunaod vi q minhas opções eram pizza, sanduiche e pastel, até perdi a fome.

VIAGEM - DIA 9 - BLUMENAU

Hj de manhã fomos embora de Floripa. Chegamos em Blumenau para nos hospedarmos na "casinha de bonecas", apelido q eu dei à pousada onde ficamos (mesmo antes de ir eu já tava animada pra ficar na casinha de bonecas). A pousada (e o restaurante q fica nos fundos) são cuidados por uma família muito gentil.

Munidos de mapa, fomos às compras =D Em Blumenau tem uma espécie de shopping só de roupas e calçados, tudo a preço de banana se compararmos com Brasília. Fiz a festa lá! Mas só comprei coisa baratinha pra depois não ficar com peso na consciência. Depois fomos em outra malharia mai ou menos próxima onde fizemos mais compras.

Por fim, jantamos na Vila Germânica, onde acontece a Oktoberfest. Embora as lojinhas estivessem fechadas, as construções em si são muito fofas, todas em estilo germânico. No restaurante só tocava música alemã ou as músicas de propaganda da Oktoberfest. Comemos sushi, sashimi e uma massa com frutos do mar (olha os frutos do mar de novo...). Até queria comer algo típico alemão, mas a maioria dos pratos envolvia porco.

VIAGEM - DIA 8 - FLORIPA

Hj fomos passear na Lagoa da Conceição. É um lugar meio afastado: sobe morro, desce morro, passa no meio de mato... mas a distância vale a pena. O lugar é muito agrdável com paisagem bonita. Tinham muitos batquinhos na beira da lagoa e resolvemos fazer um passeio de barco.

Existe uma linha, como se fosse de ônibus, só q é de barco, com paradas de ônibus (digo, paradas de barco) e tudo! Esses barcos fazem o trajeto Lagoa / Costa. A comunidade da Costa é uma coisa mais simples, pequena, na beira de uns morros. parece q tem uma cachoeira bonita se vc andar bem pra dentro da comunidade. Nós ficamos na beira da lagoa mesmo, apreciando a paisagem e comendo seqüência de camarão de almoço (mais uma vez frutos do mar... q coisa ruim, né?!).

Quando pegamos o barco de volta, tinha uma feirinha de aresanato na praça da Lagoa da Conceição. Feirinhas são sempre divertidas! Sempre com coisinhas bonitas e interessantes pra ver...

VIAGEM - DIA 7 - FLORIPA

Como a farra de ontem foi até mais tarde, levantei meio tarde e não fiz nada de manhã. De tarde fomos caminhar pela beira da praia.

As meninas moram num condomínio enoooooorme (são 34 prédios) bem perto da praia. Não dá pra ver o mar da janela, mas não precisa caminhar nem 5 mim q já tá no calçadão. Pena q a água é poluída por ali, então não dá pra tomar banho... eh, bem, quem é q iria tomar banho com o frio q fazia? Era só pra admirar a paisagem mesmo.

Fizemos uma longa caminhada por umas 3 praias, q durou horas. Depois voltamos, descansamos e fomos num barzinho próximo comer alguma coisa. A princípio a Rita tinha pensado num bar à beira-mar com música ao vivo, mas este era meio longe e eu já tinha andado muito. Então fomos em um mais perto q não era à beira-mar, mas mesmo assim era bem aconchegante.

VIAGEM - DIA 6 - JOINVILLE / FLORIPA

Hj contratamos uma guia de turismo para darmos um rolé pela cidade. Passamos a manhã toda neste passeio. Conhecemos os principais pontos turísticos e depois fomos almoçar. Como tínhamos a guia só pra gente, dava pra fazer as coisas com calma, sem afobamentos.

Fomos em 2 museus bem curiosos: o da Bicicleta e o do Ferro de Passar. O da Bicicleta é muito louco, tem cada coisa doida! E ainda tava um amigo do dono do museu, que fabrica bicicletas malucas. Batemos altos papos com ele e ele mostrou o portfólio de bicicletas feitas por ele. Além disso, o museu coleciona qq coisa relacionada a bicicleta, de embalagens de produtos que contenham desenhos de bicicleta até peças de bicicleta. Muito curioso. Quem tiver interesse me conferir, aí vai o site deles: www.museudabicicleta.com.br

O Museu do Ferro de Passar é menorzinho, mas tb interessante. Descobri q já existiram ferros q pesavam 12Kg. Já pensou passar roupa com uma coisa dessas? No album tem uma foto do Horst "passando roupa" (quem me dera ele ser um rapaz aplicado assim...hihihi)

Depois do almoço seguimos viagem para Florianópolis. Floripa é uma cidade legal, só pelo fato de ter mar.... ah, o mar, q saudade dele. Mas hj não foi dia de mar. Já chegamos de tardinha e fomos pra casa de 2 amigas, uma delas meio-prima do Horst e a outra namorada de um primo dele. Fizeram uma mini-festa pra gente. Foi um amigo delas muito legal, pena q o outro q ia bateu o carro de tarde! A Tania fez strogonoff de camarão pra gente e ficamos comendo, bebendoe batendo papo até tarde.

quinta-feira, maio 31, 2007

VIAGEM - DIA 5 - JOINVILLE

Hj é dia mais lindo do ano!!! =D

Hoje não deu pra fazermos muita coisa pq tá o tempo todo garoando. A temperatura caiu mais um pouco, mas não chegou aos pés de Curitiba. Fomos no Museu da Imigração ver coisinhas antigas. Também passeamos em outra parte do centro e fomos a um shopping (embora shoppings sejam sempre a mesma coisa!).

De noite fomos na Casa de Cultura, onde houve uma apresentação de música com alunos da Escola de Música de lá. Depois houve a abertura de uma exposição de instrumentos musucais. Foi bem legal, pois tinha umas coisas antigas, instrumentos esquisistos que eu nunca tinha visto... e a gente podia tocar em tudo, tirar foto, muito legal.

Finalmente fomos ao restaurante de frutos do mar em frente ao hotel. Comemos um rodízio de frutos do mar ma-ra-vi-lho-so! Uma variedade muito grande e uma boa música ambiente. Achei curioso existir em Joinville uma espécie de "rádio por assinatura" própria para lugares que precisam de música ambiente. E nesta "rádio" existem vários "canais", como "samba e pagode" ou "cantores internacionais"... parece q são dezenas de opções pra vc escolher.

VIAGEM - DIA 4 - JOINVILLE

Saimos no fim da manhã para Joinville. Pena q eu dormi boa parte da viagem, então não pude apreciar a paisagem. Aqui está mais quente q em Curitiba, mas continua frio.

Demos uma volta pelo centro da cidade próximo ao hotel. Fomos na Rua das Palmeiras e conhecemos um pouco do comércio local. Jantamos num restaurante chinês bastante simpático, com um aquario cheio de peixinhos...

VIAGEM - DIA 3 - CURITIBA

Hj tiramos o dia para passear no ônibus de turismo, que consiste em uma linha de ônibus que circula por 25 pontos turísticos de Curitiba. A compra de um bilhete dá direito a 4 reembarques, assim as pessoas podem escolher alguns locais para conhecer. Passamos a tarde toda neste passeio. Paramos no Jardim Botânico, Ópera de Arame, Museu Oscar Niemeier e na torre panorâmica da Brasil Telecom. Durante o passeio teve outros lugares q deu vontade de conhecer, mas vai ficar para uma próxima. Fiquei espantada de, em um dos parques pelos quais o ônibus passou, ter dezenas de capivaras. Sim! Capivaras! Pena q não deu pra tirar fotos delas, pois o ônibus tava em movimento.

Na nossa última parada, connhcemos uma moça de Rondônia que se propôs a, nos últimos 3 dias da viagem dela, percorrer todos os 25 pontos turísticos. Mas ela não era muito disciplinada, apesar da força de vontade.

Este foi o dia mais frio q passamos em Curitiba. Não sei qtos graus deu de madrugada, mas foram poucos. Só sei dizer q, às 5 horas da tarde fazia 7 graus. No mais, fomos arrumar as malas para amanhã seguir viagem.

segunda-feira, maio 28, 2007

VIAGEM - DIA 2 - MORRETES

Tiramos o domingo para fazermos o famoso passeio de trem. Fomos de busão até a cidade de Morretes, uns cento e poucos km de Curitiba. O caminho é lindo! Fomos pela Estrada da Graciosa, um caminho de paralelepípedos cheio de curvas bem acentuadas. O ônibus tem q ir devagar quse parando e em alguns trechos da estrada só dava pra passar um carro de uma vez. Não consegui tirar fotos da Estrada, pois a trepidação era tanta q não saiu uma foto que presta. Mas é muito bonita, cercada de árvores, plantas e flores. Em alguns trechos dá pra ver um rio, ao redor do qual exitem várias chacaras e locais de banho para turistas.


Vale destacar que, qdo o recepcionista do hotel tentou nos vender o pacote, veio com a conversa de que deixaríamos de conhecer a Estrada da Graciosa. No fim da viagm fui conversar com o motorista do ônibus; ele disse q não é ônibus de qq tamanho q passa lá, e que caminhão não pode passar, mas q aquela linha sempre passa por lá. Percebemos, portanto, que o recepcionista nos quis dar o golpe, mas fomos mais espertos... hehehe


A cidade em si é um ovo, mas como não sabiamos nada da cidade, ficamos um tempo andando aletoriamente até vermos as placas da Rota do Pedestre, que contém algumas infos úteis de pontos turísticos. Fomos primeiramente o psto de info turística, para obetremos lgumas infos sobre a cidade. Conseguimos varios folhetos de propagandas de restaurantes que continham mapinhas da cidade, assim conseguimos nos achar. Fomos para a beira do Rio Nhundiaquara (que em tupi-guarani quer dizer "buraco de peixes"), onde fica o centro gastronômico e de artesanato do local. Depois de andar um pouco e tirar fotos do rio, fomos almoçar o prato típico da região: o barreado. Consiste em uma carne de panela que, segundo a lenda, é cozida por 24 horas com alguns temperos. Mas o mais curioso é o modo de preparo: coloca-se um pouco de farinha no prato e em seguida a carne com um pouco de caldo. O garçon mistura até formar uma massa dura, tão dura q ele vira o prato de cabeça pra baixo em cima da sua cabeça (conforme foto que pode ser vista no meu site de fotos - ver link no menu à direita) e a massa não cai! Curioso é pouco para descreve-lo. Para comer, obvimente, coloca-se um pouco mais de caldo.



A volta foi feita de trem. A viagem demora um pouco, mas é muito interessante. A vista, assim como na ida, é muito bonita. Tivemos a oportunidade de vermos ruinas de construções antigas, paisagens interessantes, incluindo até canyons com rio passando embaixo. Tentei tirar algumas fotos, algumas sairam boas, outras não.

VIAGEM - DIA 1 - CURITIBA

Bem, chegamos em Curitiba praticamente na hora do almoço, então assim que chegmos no hotel, a primeira coisa q queríamos era um lugar pra almoçar. Pedimos indicação para o recepcionist do hotel q nos indicou um resturante a 2 quadras do hotel. Mas andamos, andamos e não achamos o tal do restaurante, então acabamos comendo um PF mesmo. Mas eu nunca vi um PF tão grande. Dava pra 2 super de boa! Sabe o q foi o pior de tudo? Saber q tinha um restaurante colado no hotel e que na pressa/fome nem vimos.
O hotel é num lugar super bom: em frente a chamada Boca Maldita. Apesar do nome, nada mais é que um local onde acontece de tudo: pessoas fazem caricaturas, vendem artesanato, fazem pregações, declamam poesia, cantam ópera... muito divertido ficar observando esta movimentação cultural.
Depois de descansarmos um pouco, ligamos para a Rodoferroviária para descobrir se ainda conseguirímos passagem para viajar de trem no dia seguinte. O recepcionista tentou nos vender um pacote turistico q recusamos; optamos por escolher nosso trajeto por conta própria mesmo. Felizmente não iríamos nos arrepender.
Depois fomos à Rua 24 Horas. Fiquei um pouco decepcionada: achava q era um lugar grande, mas era simplesmente uma galeria. Já que estávamos lá, tirmos algumas fotos e paramos em uma lanchonete, que depois tinha até música ao vivo. assim como aconteceu no PF, a porção de sopa que pedimos era gigantesta! Enchia 2 tigelas; parecia q tínhmos pedido 2 porções, mas era só uma.
Voltamos cedo, pois no dia seguinte tinhamos q levantar cedo pra pegar estrada...