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terça-feira, janeiro 12, 2016
EDUCANDO SOBRE VAGAS PREFERENCIAIS
Momento desabafo e boa ação do dia...
Hoje fui ao banco e, por ser um comércio movimentado, fui estacionar numa das vagas de deficiente localizadas junto ao supermercado que fica aos fundos do prédio.
Ao dar a volta pra chegar nas vagas, já vi de longe uma camionete gigante parada numa delas e na mesma hora pensei: dificilmente se trata de um deficiente ali.
Estacionei e fiquei só observando antes de sair do carro: havia um casal, de bobeira, com a porta entreaberta, e nada da plaquinha que permite a nós deficientes estacionarmos nas vagas preferenciais. Ou seja, uma cena clássica de um casal folgado que parou na vaga indevidamente enquanto outra pessoa foi no mercado.
Não resisti e fui conversar com o casal assim que saí do meu carro. Cheguei na porta entreaberta e disse: "Boa tarde, cadê a placa de deficiente de vocês?"
O que se sucedeu foi um monte de desculpas esfarrapadas obviamente. Dentre elas a clássica "acabei de estacionar aqui" e "vai ser rapidinho". E eu disse na cara deles que sabia que eles não tinham acabado de estacionar, pois dei a volta pra chegar na vaga na mão certa e vi de longe a camionete lá.
Perguntaram se precisavam que saíssem da vaga pra eu estacionar. Eu agradeci, disse que já tinha estacionado na outra vaga, mas perguntei: "E se só tivesse uma vaga aqui e vocês estivessem justamente nela???" Nessa hora, outro clássico: "Eu tava aqui com a porta entreaberta justamente se fosse esse o caso." E eu contra-argumentei: "E se tivesse carro atrás e eu não tivesse como parar pra descer do MEU carro para de dirigir ao carro DE VOCÊS, que nem na vaga deveriam estar???".
Por 2x eu disse a eles que só estava indo lá pois eu achava que eram pessoas de boa educação e que portanto, deveriam ter respeito pelas vagas das pessoas que REALMENTE precisam delas, o que não era o caso deles, pessoas saudáveis que podem caminhar o quanto desejarem. E no final reforcei de novo a ideia, sorri e desejei boa tarde.
Após subir a escada que me dava acesso ao prédio, observei que a camionete estava saindo da vaga. Isso é um forte indício de que minha conversa serviu de alguma coisa.
domingo, agosto 09, 2015
AMBULATÓRIO DO VIAJANTE (ou A BOA DA SEMANA - PARTE 1)
Essa semana, como parte dos meus preparativos para atravessar o oceano em breve, fui ao Ambulatório do Viajante no HRAN. Este serviço é muito interessante e destina-se à orientação dos viajantes quanto a vacinações necessárias e outras recomendações.
Consegui marcar com facilidade para mim e minha mãe e levamos nossos cartões de vacinação.
O local é de fácil acesso: fica no Ambulatório do HRAN, depois do BRB. Como é possível ver o BRB do balcão de informações do Ambulatório do HRAN, foi bem fácil localizá-lo.
A área de espera é ampla e fiquei feliz ao ver uma estante comunitária com livros. Não achei um que me agradou no dia, mas muito bom ver que as estantes comunitárias de livros tem se expandido por diversos lugares de Brasília. Ultimamente eu só doo livros nessas estantes, pois são ainda mais democráticas que as bibliotecas.
Fomos muito bem atendidas pelo médico (que não foi o que está na reportagem abaixo), que analisou nossos cartões de vacinação e os locais para onde iremos viajar. Ele nos mostrou uma série de normas e regulamentações sobre as vacinas necessárias em cada país e sobre situações em que se toma uma vacina X. Foi uma verdadeira aula! No final, chegamos à conclusão que nossas vacinas estão todas em dia (sim, adultos tem que tomar vacina também!) e que não precisávamos de nenhuma vacina extra para essa viagem. Mas foi muito bom não ser só aquela coisa bruta "você não precisa de nenhuma vacina", mas sim uma verdadeira explicação do motivo de não precisarmos de alguma vacina adicional. E no fim, ele estava até nos dando dicas turísticas!
Enfim, é um serviço de excelência, do qual saí muito bem orientada e satisfeita. Quem dera na nossa saúde pública predominassem médicos e serviços de saúde como esse. Super recomendo!
Mais informações sobre esse serviço podem ser lidas nessa reportagem institucional:
http://www.df.gov.br/conteudo-agencia-brasilia/item/19922-ambulat%C3%B3rio-no-hran-orienta-viajantes-brasilienses.html
http://www.df.gov.br/conteudo-agencia-brasilia/item/19922-ambulat%C3%B3rio-no-hran-orienta-viajantes-brasilienses.html
Destaco que eu consegui falar lá pelo tel 3325-4362, pois pesquisei numas reportagens mais antigas que essa que continham um outro número que não era mais do HRAN, mas que era de um posto de saúde que soube me informar o numero acima.
FAZENDO RECLAMAÇÃO NA CLARO (ou A BOA DA SEMANA - PARTE 2)
A segunda coisa boa da semana foi fazer uma reclamação na Claro. Sim! Fazer uma reclamação!!!
Durante essa semana aconteceu de eu tentar mandar um SMS e não conseguir de jeito nenhum! O sinal tava ótimo, eu recebendo mensagens de outra pessoa e eu não conseguia enviar. Tentei 3x e nada! Daí qdo cheguei em casa, fiz mais uma tentativa e resolvi ligar na Claro pra saber o que tava acontecendo.
Assim que falei com a atendente que tava com esse problema, ela foi ver os meus dados no sistema, Daí ela já foi me falando que eu tinha um plano tal, que antes eu tinha um desconto de 50% e que esse desconto tinha acabado recentemente. Daí ela me ofereceu um desconto de 30% num plano mais barato do que o que eu tinha! Sim!!! Foi-me oferecido um plano mais barato!!!
Depois me lembrei que eu tive problemas com a internet via cel pra acessar o GMail, que passou a achar que meus acesso pelo celular eram de um invasor e não me permitiram acessar meu e-mail pelo cel. Dai até parei de usar a internet no cel, que por não ser smartphone, eu não uso direto e uso só para ler e-mails, de preferência os com textos longos, pois a radiação me incomoda menos que a do computador; logo, só uso quando saio para lugares que eu tenho que esperar e tenho tempo ocioso para ler e-mails. Qdo falei isso, ela me ofereceu 100MB de internet grátis por mês, para eu não ter que gastar minha franquia para acessar a internet.
Depois ela me pediu para assim que terminássemos a ligação, eu desligasse meu aparelho por 15 min para que pudessem alterar as configurações, de forma a resolver os problemas. Quando liguei o cel, haviam SMSs da Claro com os números de protocolo de cada reclamação e alteração feita + uma mensagem de agradecimento por eu continuar na Claro.
Até agora, tudo voltou ao normal e também consegui usar a internet com a franquia grátis. Tudo resolvido, fui bem atendida e ainda saí ganhando coisas!!!
Parabéns pra Claro! Enquanto a Oi me dá muita dor de cabeça com meu fixo e internet, a Claro me tratou super bem para me manter como cliente, apesar dos problemas que enfrentei.
quarta-feira, junho 18, 2014
SERVIÇOS DE MARIDO DE ALUGUEL
Nesses dias de Copa, olha o azar que me dá: o conectorzinho da antena de TV solta-se do fio da antena e eu fico sem TV. Como não tenho TV a cabo (cheguei a conclusão que não valeria a pena pagar por algo que eu não teria tempo de assistir), tive que procurar alguém que pudesse crimpar novamente o cabo (embora seja um termo bastante usado em informática, em especial quando se fala em cabos de rede, eu confesso que só me lembrei do termo quando em uma das ligações um rapaz me falou - e pior, confesso que eu não sabia que havia um M no meio do verbo 'crimpar').
Imagina eu ficar sem poder ver os jogos de noite e fim de semana!
O problema era explicar via telefone, para uma grande maioria de atendentes mulheres, que esse era um trabalho que qualquer eletricista poderia fazer, que não tinha a ver com a antena em si.
Primeiramente liguei pra minha corretora de seguros, pois meu seguro de auto me dá direito a serviços pra casa. Lá a moça me disse que eu teria que procurar um antenista (nem sabia que existia essa profissão, mas beleza!).
Primeiramente liguei pra minha corretora de seguros, pois meu seguro de auto me dá direito a serviços pra casa. Lá a moça me disse que eu teria que procurar um antenista (nem sabia que existia essa profissão, mas beleza!).
Depois fui procurar na internet por lojas que vendem antenas, pra ver se eu achava o tal antenista. Tempo perdido! Nenhuma sabia me indicar algum.
Dai me lembrei dos chamados "maridos de aluguel": empresas que fornecem serviço de 'faz-tudo'. Nelas eu conseguiria a solução para os meus problemas.
Meu objetivo aqui não é fazer propaganda das empresas, mas sim falar sobre as opções de serviços. Então, quem quiser, posso passar as referencias em particular depois.
Em todas as 2 empresas que liguei e fui muito bem atendida. Uma eh uma rede, com diversas franquias. Dai quando liguei na central, a moça me disse que em até 48h me ligariam para agendar o serviço. Mas não demorou nem 15 min para me ligarem. Essa cobra por serviço executado. A princípio iriam lá fazer um orçamento, mas ai expliquei o problema (dai o rapaz que falou que era serviço de crimpagem do cabo) e ele me deu o valor.
Liguei em outra, que cobrava por hora. Dai a gerente me sugeriu que eu visse mais alguns serviços para fazer para completar a hora, uma vez que o meu serviço seria rápido. Achei bem honesto da parte dela e ela foi até me sugerindo serviços típicos que são feitos para completar a hora.
Como moro num imóvel novo e não consegui visualizar outros serviços a serem feitos, resolvi chamar a empresa que cobrou por serviço. Mas achei muito interessante a ideia de se cobrar por hora e certamente usufruirei do serviço no futuro.
Gostei muito do serviço prestado. Foram pontuais (chegaram até antes do horário) e viram que o conector não tinha simplesmente soltado, mas quebrado (provavelmente por ser forçado pelo movimento de girar minha TV, que fica num nicho feito na parede, de forma que ela pode ficar tanto virada para sala quanto para o quarto). Os 2 rapazes saíram para comprar o novo conector, inclusive compraram um mais resistente, e em pouco tempo voltaram e concluíram o serviço.
Foi uma experiência bem sucedida. Certamente recorrerei aos 'maridos de aluguel' em caso de outros problemas domésticos.
terça-feira, fevereiro 04, 2014
REMOVENDO MEU E-MAIL DE CADASTRO EQUIVOCADO
Ultimamente tenho tipo muitos problemas com pessoas que cadastram meu e-mail por engano em sistemas aleatórios. Muitos são em sites internacionais, e as pessoas que cadastraram erroneamente meu e-mail moram nos EUA.
A parte triste é que nos sites, não tenho como pedir para descadastrar. Já tentei de diversas formas, mas por serem grandes corporações, não há um e-mail para contato; em geral só tem telefones (americanos, claro!) e formulários que pedem outros dados, que eu não tenho. Daí fico recebendo e-mails com informações de outras pessoas.
Também já recebi e-mails de escolas e felizmente, por ser e-mails, eu respondi pedindo para tirar meu e-mail do cadastro.
Em geral as pessoas que cadastraram meu e-mail por engano possuem o mesmo primeiro e últimos nomes que o meu (os quais constituem meu e-mail), então deduzo que falta simplesmente alguma letra entre os 2 nomes. Só que o caso de ontem foi curioso em 2 aspectos.
O primeiro foi que, pela primeira vez, no próprio e-mail vinha dizendo: "Se você não criou uma conta no Instagram usando este endereço de e-mail, avise-nos."
O segundo é que ao clicar em 'avise-nos', foi aberta a seguinte tela:
Esta tela mostra 2 fatos muito interessantes: um é que eu achei que precisaria escrever uma mensagem, mas o e-mail já foi removido automaticamente; outro é que pela primeira vez vi que meu e-mail foi usado em um cadastro de uma pessoa cujo nome não tem nenhuma relação com o meu.
Parabéns ao Instagram por possuir um serviço eficiente. Enquanto isso, continuarei recebendo e-mails de contas telefônicas de uma mulher residente nos EUA...
quarta-feira, novembro 13, 2013
FALTA DE RESPEITO ÀS VAGAS PREFERENCIAIS
Como o meu post bombou no Facebook, resolvi republicá-lo aqui:
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Minha aventura de 2ª feira no mercado:
(P.S.: Conforme um amigo sugeriu no Face, da próxima vez tirarei uma foto do fato)
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Minha aventura de 2ª feira no mercado:
Em frente ao mercado que fui tem só 3 vagas (as outras são um pouco mais longe), sendo 1 dela para idosos e outra para deficientes.
O que uma madame loira fez? Parou o carro, com o pisca-alerta ligado, atravessado nas 2 vagas preferenciais!
O que eu fiz? Parei o carro e primeiro buzinei pra ela. Como ela não se tocou que era pra ela, eu parei meu carro no meio da rua, liguei o meu pisca-alerta, desci e fui falar pra ela sair da vaga.
Eu: Moça, você está parada atravessada em uma vaga pra deficientes.
Ela: (grossa, claro!) Já estou saindo dela, você pode esperar?
Eu: Claro, desde que você nunca mais pare numa vaga de quem verdadeiramente precisa.
Esperei ela manobrar (Nem me esforcei pra dar uma rezinha pra que ela saísse mais rápido; deixei ela ficar indo e voltando manobrado até conseguir sair) e sair, e entrei na vaga.
Fiquei feliz que o carro parado atrás de mim não me buzinou. =D
(P.S.: Conforme um amigo sugeriu no Face, da próxima vez tirarei uma foto do fato)
terça-feira, maio 14, 2013
ABRAÇO!!!
É tão bom quando a gente pede um abraço e ganha um tããããão bom
que NEM a outra pessoa quer te soltar. =D
domingo, abril 28, 2013
SECADOR DE CABELOS? PARA QUE, QUANDO SE TEM UM AQUECEDOR?! (+ LISTA DE SUGESTÕES DE PRESENTES)
Não sou adepta de secadores de cabelo. Sempre achei um porre, uma perda de tempo, ver minha mãe gastando muitos minutos secando o cabelo toda vez que o lava. Mais ainda quando ela cismava em querer secar o meu.
Não sou adepta de escova no cabelo, por considerar uma perda de tempo. Ademais, quando se tem pouco cabelo e o escova, ele fica menos ainda.
Mas com esses dias frios, dá uma preguiça lavar o cabelo. Só de pensar no frio que vai ficar minha cabeça depois até secar... Ui! Principalmente porque não lavo o cabelo no chuveiro, mas no tanque. Sim, no tanque! Por isso fiz questão de colocar um tanque no apê (além, claro, do fato que
não é nada higiênico lavar um pano de chão na pia da cozinha ou o banheiro). Nessas horas, um secador é beeeem útil!
E por que lavar no tanque? Bem, eu só consigo tomar banho quente e meu cabelo é oleoso/misto. Se eu o lavar com água quente, ele ficará mais oleoso. Logo, lavo-o no tanque, com água fria. Minhas madeixas agradecem.
Esses dias algumas pessoas me pediram sugestões de presentes de aniversário. Fiz a lista, como já virou costume, pois sempre tem gente que pede e sempre tem gente que gostaria de pedir e fica com vergonha.
O link é esse: https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0Agh4Bcz-psVedGtORktkMlc3ZFdBTmdvMFJlNmJOUGc&usp=sharing
O link é esse: https://docs.google.com/spreadsheet/ccc?key=0Agh4Bcz-psVedGtORktkMlc3ZFdBTmdvMFJlNmJOUGc&usp=sharing
Quando fui fazer a lista, era um dia frio e pensei: podia ser uma boa eu ter um secador, pra secar meu cabelo nos dias frios...
Hoje está frio. Antes de lavar meu cabelo, confabulei que iria fazer pra sentir menos frio. Daí tive um estalo quando vi o climatizador no meu quarto (que tenho usado bastante estes dias na função aquecedor). Por que não usá-lo para secar meu cabelo, já que é tão quente quanto um secador, com a vantagem de que não preciso segurá-lo, permitindo poder ir penteando enquanto seca?! (Com um secador, primeiro preciso pentear o cabelo todo, e só depois secar, sem poder contar com o auxílio de pente, escova ou qualquer objeto que seja.)
O resultado: cabelo seco bem rápido e, como eu o estava penteando e secando ao mesmo tempo, deu até um efeito liso.
Portanto, pra que um objeto que irá só ocupar espaço e usarei raramente?! Secador tirado da minha lista. Viva o aquecedor... e a criatividade!!!
segunda-feira, abril 08, 2013
DIMINUIÇÃO ASSUSTADORA DO MEU GRAU
Conforme contei no post
anterior, a última vez que eu tinha revisto meu grau tinha quase 2
anos. Logo, fui na oftalmo para novo exame.
Meu grau passou vários
anos estável em 4.75 de miopia, depois começou a cair. No último
exame, apareceu 0.25 de astigmatismo.
O estranho foi fazer o
exame e pela primeira vez eu achar que, por mais que ela trocasse as
lentes para mim, ainda não estava bom. A parte boa foi que meu grau
caiu pra caramba. Agora tenho só 3.75 de miopia e nada de
astigmatismo. Ela disse que, como o grau está diminuindo e se
reacomodando, que é normal eu achar que a nova lente “não estará
boa”. Ela me recomendou voltar em 6 meses para uma nova avaliação.
Eu confesso que já
sentia uma certa dificuldade para ler na tela no computador. No note
em casa, ou eu aumentava a letra, ou eu tirava o óculos. Mas como
tive uma irritação recente no olho, eu achava que podia ser por meu
olho não ter se recuperado totalmente.
Meu grande problema
quando meu grau muda é trocar a lente ficando o mínimo possível
sem óculos. Desta vez resolvi experimentar a Ótica Brasiliense da
504 Sul, pois lá é laboratório e eles fazem propaganda de óculos
em 20 minutos. Claro que não é bem assim, depende do grau, se tem a
lente pronta lá, etc. Como meu grau é relativamente alto, a lente
precisa ser feita daquela mais fina, logo eles não tinham para
pronta entrega. Mas pelo menos só deixei o escuro lá. Daí a lente
foi encomendada e depois eu fui lá só para, nos 20 min, montar a
nova lente no óculos. Para quem é muito míope, é assustador
pensar em ficar sem óculos, ainda mais tendo que trabalhar e
dirigir. Tá, eu já trabalhei e dirigi com meu olho em situações
bem adversas, piores do que se eu tivesse sem óculos, mas quando se
acostuma com a “muleta”, a sensação de ficar sem ela causa
medinho.
Minha ida lá para
buscar os óculos foi bem satisfatória. Os escuros estavam prontos e
eu esperei calmamente sentada numa poltrona pelos 20 min pro meu
óculos de grau ser montado (foi 20 min MESMO, valeu a pena
esperar!). Quando fui estava uma senhora que é gerente/dona ou
esposa do gerente/dono sentada numa poltrona ao meu lado com a
filha, que deve ter aproximadamente minha idade. Ela foi muito gentil
e me perguntou se eu estava esperando a montagem do óculos, me
ofereceu água (que eu aceitei) e café e me mostrou onde era o
banheiro, caso eu quisesse usar.
Enfim, fui muito bem
tratada e o serviço foi feito no prazo indicado, sem eu ter que
passar pelo transtorno de ficar dias sem óculos. Recomendo.
Tal foi minha surpresa
ao colocar as lentes novas. Nossa, até me lembrou quando eu comecei
a usar óculos. A diferença foi muito gritante, e eu percebi o
quanto estava enxergando mal com lentes “vencidas”. Nuca mais vou
ficar mais de 1 ano sem revisar meu grau.
terça-feira, novembro 27, 2012
GARÇONS PRESTATIVOS
Ontem fui no lançamento do livro de um colega da UnB. Fazia um tempão que não nos víamos presencialmente; pelo menos nessas horas e-mail e Facebook encurtam as distâncias. O evento foi ótimo, e ele estava super feliz. Vale destacar que, como eu estava sozinha, enquanto estava lá, li boa parte do livro, o qual gostei bastante.
Bem, mas este post é pra falar um pouco sobre bom atendimento, sensibilidade e independência.
As pessoas sabem que sou uma pessoa "metida a independente". Em muitas situações sou independente, apesar da minha deficiência, e mesmo no que não sou, eu tento ser, ou pelo menos finjo ser.
O lançamento foi no restaurante Carpe Diem e não ia perder a oportunidade para comer algo lá. Resolvi comer kafta, mas a de lá não era no espeto, era envolta por uma massa fininha como de crepe. A porção vinha com 2, mais batatas fritas e o molho de hortelã.
Quando chegou o prato, eu olhei pra kafta e pensei: "E agora, como vou comer isso?" E não era pela quantidade... (A quantidade se resolve de maneira bem simples: embalagem pra viagem!)
Pra quem não sabe ou nunca se tocou, eu tenho pouca força nos braços, o que implica que eu tenho dificuldade para partir alimentos. Se algo está bem cozido, eu parto sem problemas, mas se é algo um pouquinho mais consistente...
Como isso se aplica em vários momentos da minha vida, a solução mais prática, pra não depender dos outros, é comer usando guardanapo. Pizza costumo comer desta forma. Só se eu tiver numa pizzaria ou numa festa, com todo o tempo do mundo, daí eu peço pra alguém partir. Mas confesso que eu acho um saco ficar pedindo pros outros, embora eu saiba que devo rever esse hábito.
Voltando ao kafta, eu olhei pra ele, olhei pro guardanapo e olhei pra ele de novo. Peguei o guardanapo e o usei para colocá-lo no meu prato. mas mesmo assim fiquei pensando: "Come-lo-ei com guardanapo? Estou num restaurante mais fino, todo mundo vai estranhar." Enquanto eu pensava em dizer mentalmente a mim mesma "f...-se, vou comer assim mesmo", na mesma hora veio um garçom se oferecer para partir pra mim, o que aceitei gentilmente.
Mas alguns pedaços ficaram grandes para mim (considerando minha boa pequena) e lá fui eu partir mais alguns. Num primeiro momento, consegui partir alguns poucos. Quando me preparei para partir de novo, eis que surge no nada outro garçom, me indagando se os pedaços ainda estavam grandes se oferecendo para partir mais. Como depois que se partiu tudo em pedaços bem menores, o prato já ficou cheio (e ainda tinha outro kafta), ele me gentilmente me sugeriu que, caso eu quisesse, poderia-se embalar o outro para viagem. Eu disse que certamente usaria desse serviço, só iria esperar mais um pouco pra ver se eu comeria um pouco de batata frita, a qual no fim das contas eu mal provei, por falta de espaço estomacal.
No fim deu tudo certo: comi um kafta; o outro mais a batata frita foram embalados pra viagem e fui embora satisfeita. Vale destacar o excelente atendimento dos garçons, altamente prestativos, sem mesmo eu ter solicitado. Estão de parabéns e o local merece minha vista mais vezes.
No fim deu tudo certo: comi um kafta; o outro mais a batata frita foram embalados pra viagem e fui embora satisfeita. Vale destacar o excelente atendimento dos garçons, altamente prestativos, sem mesmo eu ter solicitado. Estão de parabéns e o local merece minha vista mais vezes.
sábado, junho 09, 2012
HISTÓRIA DE BRASÍLIA EM ÁUDIO
Participo de uma comunidade virtual chamada MeYouHealth (http://challenge.meyouhealth.com), onde há o Daily Challenge, que consiste em um "desafio" diário com o objetivo de aumentar o bem-estar pessoal. O desafio de hoje era ler sobre a história da cidade onde vive, de forma que, sabendo um pouco da história do local, pode-se entender e se integrar mais à comunidade.
Conforme a sugestão dada, pesquisei no Google utilizando as palavras 'Brasília' e 'história'. Obviamente, o primeiro link era o verbete da Wikipedia. Comecei a ler, mas ao ver seu tamanho, dei só uma passada muito rápida.
Conforme a sugestão dada, pesquisei no Google utilizando as palavras 'Brasília' e 'história'. Obviamente, o primeiro link era o verbete da Wikipedia. Comecei a ler, mas ao ver seu tamanho, dei só uma passada muito rápida.
O mais legal foi descobrir que há uma versão de áudio pro verbete. Sinceramente nunca tinha reparado aquilo e não sei para quais tipos de verbetes o áudio é feito. Por curiosidade dei o play e, ao carregar o áudio vi, pra minha surpresa, que eram mais de 3 horas de gravação!
Para quem tiver a curiosidade, o áudio localiza-se do lado direito, abaixo da primeira figura.
Embora o áudio seja gigantesco, uma grande iniciativa, que beneficia grupos como os deficientes visuais, para os quais será muito mais agradável ouvir uma gravação feita por uma pessoa do que a leitura robotizada feita por um software leitor de tela. Wikipedia, meus parabéns!
Marcadores:
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terça-feira, setembro 06, 2011
1ª VBF (ou AVENTURAS EM ALTO PARAÍSO, ou ainda CADEIRANTE POR 2 DIAS)
Esse post tem vários títulos e até poderia ter mais, pois foi um fds super animado e repleto de emoções, com muitas histórias pra contar pros netos (se Deus me der a graça de ter filhos primeiro).
Tudo começou a alguns meses quando um amigo da UnB me fez um convite irrecusável (e eu acho que se eu recusasse ele ia me encher tanto que eu ia acabar topando kkkkk): reunirmos um bando de amigos doidos da UnB e passarmos um fds em Alto Paraíso. E o melhor: eu era a convidada especial, pois ele pensou na trilha especialmente pra mim, pois a trilha era quase toda "pavimentada", com piso de madeirinha. Depois de alguns adiamentos por motivos de força maior, a viagem saiu no fds passado.
Ficamos em 2 chalés numa pousada super fofa, da qual praticamente não saímos, pois a cachoeira era lá mesmo. Chegamos sexta a noite e voltamos pra Brasília depois do almoço de domingo.
Sexta nos reunimos no chalé maior e conversamos até altas horas. Sábado foi o dia de fazermos a trilha ecológica para a cachoeira.
Na verdade meu amigo que organizou o passeio estava um pouco equivocado sobre a acessibilidade da cachoeira, embora eu tivesse explicado para ele sobre minha dificuldade com terrenos acidentados. A maior parte da trilha foi de boa, por ser de madeira, mas no fim o caminho era de pedra bruta, pontuda, daquelas ótimas pra machucar os pés, e o acesso da trilha pra cachoeira ou era com muitas pedras ou com muitas raízes de árvores. Optei pelas raízes.
A parte mais curiosa foi que, em nossas conversas sobre a viagem, ele fez uma proposta curiosa, a qual ele estava com certo receio de fazer (creio que ele achava que eu poderia com raiva ou algo assim). Como a trilha era de 2400m, uma distância longa para mim, ele propôs alugarmos uma cadeira de rodas, para que assim pudesse me conduzir por esse caminho. Eu topei a ideia, e alugamos a cadeira por apenas 20 reais por até 10 dias. Ela foi bem útil, usada em outros trechos também, como do chalé pro restaurante, e várias pessoas se interessaram por aprender a me conduzir na cadeira. Nunca havia usado cadeira de rodas, mas como convivi com vários cadeirantes na UnB, tinha algumas noções de como conduzir. Ensinei o que sabia e deu certo. O melhor foi que ela ajudou a poupar meus pezinhos, que voltaram intactos da viagem, o que foi mais do que surpreendente, considerando a sensibilidade da minha pele.No fim foi uma curtição só, pois quase todo mundo queria pilotar um pouquinho a cadeira.
A maior parte da trilha foi feita na cadeira, mas como eu disse, houve as partes tensas de pedras pontiagudas que eu tive que fazer a pé mesmo, pra tristeza dos meus pezinhos, que ficaram doloridos depois. Alguns trechos foram beeeem tensos, a ponto de eu quase desistir. Mas valeu a pena, pois a trilha é linda e é um presente de Deus poder me deleitar vendo toda aquela flora do cerrado, com suas diversas espécies de árvores. Há um trecho curioso com muito samambaiaçus que dá até uma sensação de que vc está em outro lugar que não o cerrado.
Entrar na água foi outra novela. Ao ver que as opções que eu tinha para chegar até a água eram pedras pontuda e raízes, eu me senti meio frustrada, com aquela sensação de "poxa, passei por isso tudo pra chegar aqui e nem poder tocar a água?!". Com muita dificuldade e ajuda de vários amigos, passei boa parte das raízes. Mas ainda havia um desnível alto para entrar na água e não havia como descer sozinha. Daí tive que apelar para o colo do amigo mais forte da turma. Pegar-me no colo normalmente é uma tarefa arriscada, pois posso me machucar se eu for pega nos lugares errados. Felizmente, dando as instruções certas, no fim tudo acabou bem. Não fui até a cachoeira pois o poço tinha profundidade a qual eu não cosneguiria por meus pés no chão. E como não sei nadar...
Pra voltar, havia o caminho mais curto, que não fizemos na ida porque queríamos passar pela trilha ecológica. Só que este caminho era uma grande escadaria íngreme, com piso não bom (sinceramente não me lembro mais se era de pedras pontudas, mas só o fato de ser muito íngreme já atrapalhava minha vida). Daí tive meu momento Rainha do Egito, como alguém o denominou: todos os homens do grupo se revezaram em grupos de 4 para poder carregar-me na cadeira escada acima. Chique não?! Foi cansativo pra eles, tadinhos, mas foi muito mais fácil e rápido em comparação com a ida.
Entrar na água foi outra novela. Ao ver que as opções que eu tinha para chegar até a água eram pedras pontuda e raízes, eu me senti meio frustrada, com aquela sensação de "poxa, passei por isso tudo pra chegar aqui e nem poder tocar a água?!". Com muita dificuldade e ajuda de vários amigos, passei boa parte das raízes. Mas ainda havia um desnível alto para entrar na água e não havia como descer sozinha. Daí tive que apelar para o colo do amigo mais forte da turma. Pegar-me no colo normalmente é uma tarefa arriscada, pois posso me machucar se eu for pega nos lugares errados. Felizmente, dando as instruções certas, no fim tudo acabou bem. Não fui até a cachoeira pois o poço tinha profundidade a qual eu não cosneguiria por meus pés no chão. E como não sei nadar...
Pra voltar, havia o caminho mais curto, que não fizemos na ida porque queríamos passar pela trilha ecológica. Só que este caminho era uma grande escadaria íngreme, com piso não bom (sinceramente não me lembro mais se era de pedras pontudas, mas só o fato de ser muito íngreme já atrapalhava minha vida). Daí tive meu momento Rainha do Egito, como alguém o denominou: todos os homens do grupo se revezaram em grupos de 4 para poder carregar-me na cadeira escada acima. Chique não?! Foi cansativo pra eles, tadinhos, mas foi muito mais fácil e rápido em comparação com a ida.
Uma pergunta que surgiu durante essa aventura toda: Já que existem cadeiras próprias para práticas de diversos esportes, será que existem cadeiras de rodas off-road? A resposta: Sim, elas existem! Basta perguntar ao "grande oráculo cego da internet" (Não entendeu a piada? Digite "oráculo" no campo "Pesquisar este blog") que ele mostrará várias fotinhos.
A noite preparamos queijos e carnes no Grill do George Foreman e "assamos" marshmallow com velas, já que não era permitido fazer fogueiras. Fez-se também um espeto de marshmallows no Grill pra ver se dava certo, mas era beeem mais divertido na nossa fogueira improvisada.
Domingo foi o dia mais relax. Pretendíamos fazer mais coisa, mas por motivos de força maior, só arrumamos nossa bagagem pela manhã e fomos almoçar no Rancho do Seu Valdomiro, onde comemos a famosa matula (mais informações em http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadosul/brasil-chapada_dos_veadeiros-culinaria.shtml) e comprei pra trazer pra casa licor de ananás. De lá, voltamos pra casa.
Há muitas histórias hilárias, mas separei as melhores pra relatar aqui:
Copaíba = feijão?!
Enquanto fazíamos a trilha, líamos as plaquinhas colocadas em diversas árvores com nome vulgar e científico. Lá pelas tantas, vimos um pé de copaíba, o qual admirávamos pela sua cor avermelhada quando a árvore está descascando. Ao ler a plaquinha disse:
- Nossa, copaíba é da família das leguminosas!
A resposta de uma das pessoas que me acompanhava foi:
- Bem, se copaíba é uma leguminosa, tomar óleo de copaíba e comer feijão é a mesma coisa.
Joga luz!!!
Uma parte da turma resolveu refazer a trilha a noite, para admirar bichinhos noturnos. Os "expedicionários" estavam equipados com 2 bastões de neon e uma pequena lanterna para clarear o caminho. Após algum tempo de caminhada, começaram a ouvir passos de algum animal. Uma das pessoas fala pra um dos que carregavam o bastão de neon e fala: "Joga luz!". O outro estende o bastão em direção ao local de onde vinha o barulho, mas o bastão não iluminava grandes coisas e não deu pra ver qual era o animal. Daí novamente a frase "Joga luz!" é pronunciada. O outro pára, fica sem entender e pergunta: "Mesmo?!". A resposta é "Sim! Joga luz!". Bem, o bastão de neon é jogado no meio do mato.
E o que era pra ser feito? Era pra outra pessoa, que carregava a lanterna direcionar o feixe de luz naquela direção.
Enfim, foi uma viagem inesquecível pra mim, algo que eu nunca imaginaria que fosse ocorrer, algo que não tem preço e ficará guardado pra sempre na memória. Agradeço imensamente aos meus amigos que me apoiaram e me ajudaram o máximo que puderam durante a viagem.
Não vejo a hora de acontecer a 2ª VBF!
Não vejo a hora de acontecer a 2ª VBF!
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sexta-feira, maio 13, 2011
ABUSOS EM VAGAS PARA DEFICIENTE
Na quarta passada foi exibida reportagem no DFTV sobre contêineres em vagas de deficiente e de idoso nas entrequadras do Plano. Isso ilustra um pouquinho do que nós deficientes físicos passamos no dia-a-dia para tertarmos estacionar e assim frequentar o comércio.
Isso me lembra um e-mail que uma amiga me mandou há poucos dias, que consiste em um vídeo feito em Curitiba, com o objetivo de conscientizar motoristas a não usarem vagas de deficiente com a desculpa esfarrapada de que "vou ali só um minutinho e já volto". Sou completamente a favor do video e acho que deveriam fazer a mesma campanha em várias capitais, incluindo a nossa capital do país. Algumas vezes já dei puxão de orelha verbamente em gente que pára nas vagas de deficiente do prédio onde eu trab, me atrapalhando a estacionar, só porque está lá "esperando por alguém por um minutinho".
E olha que Curitiba é uma das capitais "mais civilizadas" do país. Imgina a situação no resto do país.
E olha que Curitiba é uma das capitais "mais civilizadas" do país. Imgina a situação no resto do país.
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quarta-feira, abril 27, 2011
A LIGA - DEFICIENTES
O tema do programa A Liga, exibido na Band na terça passada, foi a vida de pessoas com deficiência, abordando tanto os exemplos de superação, em especial por meio do esporte e das artes plásticas, como as dificuldades enfrentadas no dia-a-dia por nós. Além disso tratou de algo inédito para mim: os depoimentos do amor das esposas dos deficientes e dos preconceitos que sofreram por insistirem em seus relacionamentos.
Os mais legal foi ver os apresentadores encarando vivências de como ser deficiente. Um dos apresentadores passou 6h andando numa cadeira de rodas acompanhado de um cadeirante, que foi lhe ensinar os macetes do manejo da cadeira de rodas. Outra foi mais radical: passou 24h com tampões nos olhos, vivendo como uma deficiente visual, que precisou andar pelas ruas de São Paulo, pegar ônibus, comer e até mesmo tentar cozinhar na sua própria cozinha de casa.
Foi um programa super enriquecedor para mim que desejo compartilhar com vocês leitores.
Os links para as 6 partes do programa seguem abaixo. Divirtam-se, aprendam, se emocionem e divulguem aos amigos.
quinta-feira, abril 14, 2011
EXPLORÇÃO DE PREÇOS NA PÁSCOA
É de conhecimento público que diversas datas comemorativas/feriados se transformaram simplesmente em datas em que se há a obrigação de se dar um presente a alguém, de forma que o comércio tenha aumento em sua lucratividade. Uma dessas datas é a Páscoa.
Poucas são as pessoas que dão o devido significado à Páscoa. Em geral só se preocupam em comprar ovos de chocolate para as crianças, pois a mídia as "hipnotiza" para que se compre o ovo X com o brinquedinho vagabundo Y dentro, e mais nada. Vale lembrar que em alguns países, como na Alemanha, a Páscoa possui mais significado que o Natal. Lá é na Páscoa que ocorre a grande reunião familiar.
Há algumas semanas, fui comprar os ovos para os meus sobrinhos, 2 crianças. Para não me entristecer com os preços, eu simplesmente fui olhando: este ovo vem com tal brinquedo dentro, este outro com o outro brinquedo, e assim sucessivamente. No fim, escolhi os ovos que continham os brinquedos que talvez mais agradem os 2.
Deixei para ver no caixa o preço do ovos: 25 reais cada um. Um absuuuuuuurrrrdo! Mas já que tem que ter as porcarias dos brinquedinhos dentro, fazer o quê!
Esses dias fui a um mercado comprar umas coisinhas e lembrei que precisava comprar um ovo para minha mãe, já que ela é chocólatra. Olhei, olhei e achei um que vinha dentro de uma latinha toda decorada, que depois servirá como porta-lápis ou porta-qualquer-treco. Decidi-me por comprá-lo pois ela ficaria com o ovo e eu com a latinha, assim ambas ficaríamos felizes. O preço do ovo: 15 reais e uns centavos, do mesmo tamanho dos que comprei para as crianças. E olha que esse também vinha com um brinde.
É realmente triste como as crianças são manipuladas pela mídia e manipulam os adultos...
Para mim, a Páscoa é mais divertida (e muito, mas muito mais barata) quando na minha infância sempre faziam caça aos mini-ovinhos de chocolate na escola de inglês onde estudei. Ou na família do meu ex, gaúchos de origem alemã, em que se passa meses guardando cascas de ovos que são pintadas pelas crianças e enchidas de amendoim por dentro, para presentear a todos. Divertido, lúdico, lindo e barato! Outra idéia sensacional está em http://marketingnacozinha.com.br/2011/04/inove-na-pascoa: uma dica ótima para se fazer ovos em casa sem nem precisar comprar as formas!
Estão aí as dicas pra quem se interessar. Boa Páscoa antecipadamente a todos!
Estão aí as dicas pra quem se interessar. Boa Páscoa antecipadamente a todos!
sábado, julho 17, 2010
ARRASTÃO DO DETRAN
Ontem tive uma noite muito divertida. Além de ter saído com pessoas agradabilíssimas, presenciei cenas de morrer de rir. O Detran estava recolhendo todos os carros que estavam em fila dupla na comercial e levando para o depósito.
O procedimento é interessante, a começar pela mega estrutura: uns 5 carros desses com sirene em cima para dar cobertura, mais uns 2 caminhões grandes para levar os carros e uma empilhadeira, para elevar os carros até o alto do caminhão. Detectado o "alvo", a empilhadeira pára na lateral do carro e o suspende bem alto, como se fosse um troféu. Depois o carro é colocado em cima do caminhão para ir para o depósito.
Sabemos da falta de vagas em alguns lugares do Plano, como Setor Comercial e redondesas. Nas quadras, se tiverem muitos bares, obviamente não vai ter espaço para todos os carros. Mas em muitos casos temos é preguiça dos condutores. Em muitos casos, se entrarem na quadra residencial ao lado, vão encontrar vagas. (Na quadra em questão haviam vagas na parte residencial, pois eu estive lá.)
Mas não, esses irresponsáveis simplesmente largam os carros atrás do outros que estão estacionados e vão se divertir nos bares. E você, que estacionou corretamente em uma vaga, na hora de ir embora tem que perder seu tempo e pagar o mico de buzinar até doer os próprios ouvidos até que um infeliz venha tirar o carro que está atrás do seu. Uma vez já passei por essa experiência de passar 5 min dentro do meu carro buzinando até que o dono do outro carro aparecesse. Ninguém merece! Tem mais é que serem multados mesmo.
O procedimento é interessante, a começar pela mega estrutura: uns 5 carros desses com sirene em cima para dar cobertura, mais uns 2 caminhões grandes para levar os carros e uma empilhadeira, para elevar os carros até o alto do caminhão. Detectado o "alvo", a empilhadeira pára na lateral do carro e o suspende bem alto, como se fosse um troféu. Depois o carro é colocado em cima do caminhão para ir para o depósito.
Sabemos da falta de vagas em alguns lugares do Plano, como Setor Comercial e redondesas. Nas quadras, se tiverem muitos bares, obviamente não vai ter espaço para todos os carros. Mas em muitos casos temos é preguiça dos condutores. Em muitos casos, se entrarem na quadra residencial ao lado, vão encontrar vagas. (Na quadra em questão haviam vagas na parte residencial, pois eu estive lá.)
Mas não, esses irresponsáveis simplesmente largam os carros atrás do outros que estão estacionados e vão se divertir nos bares. E você, que estacionou corretamente em uma vaga, na hora de ir embora tem que perder seu tempo e pagar o mico de buzinar até doer os próprios ouvidos até que um infeliz venha tirar o carro que está atrás do seu. Uma vez já passei por essa experiência de passar 5 min dentro do meu carro buzinando até que o dono do outro carro aparecesse. Ninguém merece! Tem mais é que serem multados mesmo.
quinta-feira, junho 10, 2010
POR FALAR EM ACESSIBILIDADE...
No final da semana passadaaconteceu algo para mim inédito, fruto de muita perseverança.
Uma colega de trabalho me abordou no corredor para dizer que, depois de 3 anos de luta e muitos ofícios para o DETRAN, ela tinha conseguido que ampliassem a quantidade de vagas para deficientes no estacionamento do prédio onde trabalho. Ela disse que somos 5 pessoas com necessidades especiais no órgão onde trabalho. (Isso em apenas 3 andares do prédio, que são cedidos por outro órgão para o órgão onde trabalho.) Logo ela pleiteou e conseguiu: 5 vagas!
Agora eu posso estacionar na porta do meu prédio e chegar a ela facilmente, pois já haviam rampas, ao invés de estacionar numa vaga especial que havia atrás do prédio, parando ais longe e tendo que subir e descer vários lances de escada até chegar à portaria.
Parabéns a esta colega: uma pessoa com iniciativa, que não ficou só reclamando e sim foi à luta.
Agora eu posso estacionar na porta do meu prédio e chegar a ela facilmente, pois já haviam rampas, ao invés de estacionar numa vaga especial que havia atrás do prédio, parando ais longe e tendo que subir e descer vários lances de escada até chegar à portaria.
Parabéns a esta colega: uma pessoa com iniciativa, que não ficou só reclamando e sim foi à luta.
quinta-feira, maio 13, 2010
TIGUAN - O CARRO QUE ESTACIONA SOZINHO
Essa semana, ao começar a ler a revista Veja Brasília - Comer e Beber, dei de cara com uma porpaganda muito interessante. Ela falava sobre o carro Tiguan, da VW, primeiro carro vendido no Brasil com a função Park Assist, que praticamente estaciona o carro sozinho em vagas que necessitam baliza, bastando apenas controlar a velocidade com o freio (o carro gira sozinho o volante pra você!).
Mais informações em www.volkswagen.com/br/pt/carros/tiguan.html
Algo muito prático para pessoas como eu que naturalmente já possuem dificuldade para fazer muitos movimentos de volante e que não aprendeu a fazer baliza na auto-escola porque o Detran não cobra nas prova aqui de Brasília (e os instrutores fazem cara feia para te ensinar).
Este opcional custa aproximadamente 4 mil, o que é uma pechincha se comparado com o valor do carro, que é de 125 mil (!), um SUV com dezenas de itens de itens de série que você nunca vai usar. Ou seja, na minha opinião, não vale a pena.
Mas seria bom se esse opcional estivesse disponível para carros um pouco mais simples. Enquanto isso, essa facilidade tecnológica fará parte somente do meu imaginário.
sexta-feira, agosto 21, 2009
PROBLEMA COM ANÚNCIO NOS CLASSIFICADOS - VALEU A PENA RECLAMAR
Desde o fim de semana estamos anunciando um ap para alugar. Ligamos no sábado para os classificados do Correio Braziliense para colocar o anúncio no jornal de domingo. Foi dito que o anúncio também ficaria na internet de domingo a terça. Mas no domingo o anúncio não estava lá.
Na segunda liguei e fiz a reclamação. Constataram a falha e prometeram republicar o anúncio no jornal de quinta (dia de destaque dos anúncios de imóveis) e na internet de quinta a sábado, a custo zero obviamente, pois o erro foi deles.
O acordo foi cumprido e recebemos muito mais ligações na quinta do que no domingo passado, a ponto de eu ficar com dor de cabeça por causa do tel tocando o dia todo. (Olha que beleza o início das minhas férias: eu, presa dentro de casa, dando uma de telefonista... kkkkk)
Isso prova 2 coisas:
Na segunda liguei e fiz a reclamação. Constataram a falha e prometeram republicar o anúncio no jornal de quinta (dia de destaque dos anúncios de imóveis) e na internet de quinta a sábado, a custo zero obviamente, pois o erro foi deles.
O acordo foi cumprido e recebemos muito mais ligações na quinta do que no domingo passado, a ponto de eu ficar com dor de cabeça por causa do tel tocando o dia todo. (Olha que beleza o início das minhas férias: eu, presa dentro de casa, dando uma de telefonista... kkkkk)
Isso prova 2 coisas:
- Valeu a pena fazer a reclamação.
- A internet é um meio de divulgação muito melhor do que o jornal impresso.
quarta-feira, abril 29, 2009
MESAS PREFERENCIAIS
Ontem vi uma coisa bem legal no Brasília Shopping: na praça de alimentação eu, por coincidência, sentei exatamente em frente a um restaurante numa mesa que tinha um adesivo vermelho num canto da mesa. Curiosa, fui ler o que estava escrito e descobri que era uma mesa preferencial! Sinceramente, fora do Restaurante da UnB (o famoso RU), nunca tinha visto local com mesas preferenciais.
Pena que o adesivo vermelho talvez não chame a atenção o suficiente informando que é uma mesa preferencial. Eu acharia melhor que o adesivo fosse azul com o tradicional símbolo da cadeirinha e talvez com o desenhinho equivalente de grávida e idoso, como já vi em alguns lugares, como por ex. caixas preferenciais de supermercados. Todos reconheceriam mais facilmente que aquela era uma mesa preferencial, pois eu só descobri porque eu li as letrinhas muídas do adesivo.
Pena que o adesivo vermelho talvez não chame a atenção o suficiente informando que é uma mesa preferencial. Eu acharia melhor que o adesivo fosse azul com o tradicional símbolo da cadeirinha e talvez com o desenhinho equivalente de grávida e idoso, como já vi em alguns lugares, como por ex. caixas preferenciais de supermercados. Todos reconheceriam mais facilmente que aquela era uma mesa preferencial, pois eu só descobri porque eu li as letrinhas muídas do adesivo.
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