sexta-feira, setembro 30, 2011

ARCO-ÍRIS AO REDOR DO SOL

Hoje cheguei no meu trabalho ao meio-dia e ocorria um fato muito curioso. Haviam umas 15 pessoas do lado de fora do prédio onde trabalho, todas olhando para cima e algumas tirando foto com o celular.
"Será que algo está caindo do prédio? O prédio está em chamas? Que raio está acontecendo no alto deste prédio?" pensava eu, enquanto manobrava o carro para estacioná-lo.
Ao sair do carro e olhar pra cima, dou de cara com algo assim.



Lindo, né? O fenômeno se chama halo e até que é comum.
Ao se aproximar da entrada do prédio vi um colega de trabalho o qual informei sobre o fenômeno e me pedi que me mandasse uma foto massa se fotografasse com o cel. Uma colega acabou tirando essa linda foto! Bem, taí pra provar que eu presenciei o fato.

O primeiro site a noticiar algo foi o G1: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2011/09/fenomeno-meteorologico-cria-arco-iris-em-torno-do-sol-em-brasilia.html Já tem diversas fotos bonitas na internet e até uns videozinhos no You Tube.

terça-feira, setembro 27, 2011

DIA (OU SEMANA) DE LUTA DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA

Dia 21 de setembro é o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência. Neste ano, o Ministério do Planejamento e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, em comemoração, organizaram o evento Acessibilidade Digital - um direito de todos, que foi realizado na ESAF. Foi um dia de palestras sobre acessibilidade.
Dois dos objetivos do evento eram apresentar a nova versão do e-MAG (Modelo de Acessibilidade de Governo Eletrônico), a 3.0, e o lançamento do portal www.pessoacomdeficiencia.gov.br Mas foi também um dia de palestras muito interessantes sobre acessibilidade e sobre os erros mais comuns em sites no que tange este assunto. Além disso, conheci pessoas muito legais.
Algo que me entristece nesses eventos é a simultaneidade de palestras. Portanto, deixei de assistir palestras das quais gostaria de participar e deixei de estar na palestra de um conhecido meu. Bem, pelo menos o encontrei antes do início do evento e conversamos um pouco.
Tomara que o governo promova mais eventos como esses, quem sabe uma vez por ano, para ver se assim incentiva os órgãos públicos a tornarem seus sites acessíveis.

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Minha semana de acessibilidade se encerrou no domingo, quando tive a alegria de ir ao último dia do Festival Assim Vivemos, que é um festival bienal de filmes sobre deficiência, que ocorre no CCBB. Lá os deficientes contam com legendas em todos os filmes, inclusive os nacionais (para os deficientes auditivos) e também possuem como opção o recurso de audiodescrição (para quem não sabe o que é, funciona como uma tradução simultânea, só que o audiodescritor tem a função de descrever as cenas do filme nos espaços "livres" entre as falas dos personagens).
Tive a oportunidade de assistir um filme chamado Além da Luz, que é um documentário que mostra a vida de vários cegos, suas dificuldades, suas lutas e suas alegrias, mas tudo de uma maneira bem otimista. Tive a oportunidade de aprender mais sobre as rotinas e dificuldades deles, e algumas soluções encontradas para se inserirem na sociedade. Foi uma ótima maneira de encerrar meu fim de semana, ainda mais que eu estava em muito boa companhia.

terça-feira, setembro 20, 2011

EVENTOS E DIVULGAÇÃO

Semana passada estive em 3 eventos, sendo um deles gratuito. Todos com público muito aquém do que poderia sido, pois foram eventos bem legais.
Na minha humilde opinião, o que faltou foi divulgação em todos os 3 casos. Pelo que percebi, foram divulgados a grupos muito restritos e em 2 dos casos meio em cima da hora. Acho que um cuidado que se tem que ter na organização de eventos é a divulgação com a devida antecedência, para as pessoas poderem se programar pra ir. Além disso, de alguma forma, deve-se tentar não restringir o grupo de pessoas a quem deve ser divulgado. Eventos não costumam ser como uma festa de aniversário em que você chama e "todo mundo" quer ir (afinal quem não quer comida grátis?!). Muitos não vão nem se interessar pelo evento, outros não vão por causa do dia (talvez já tenham algum compromisso), outros por causa do preço, outros por dificuldades de deslocamento e por aí vai. 
Eventos demandam tempo e divulgação "maciça". Se não tiver como prover algum desses itens, não espere muito do seu evento. Pode ser que, por sorte, ele seja um sucesso de público, mas é bem provável que ele não seja.

terça-feira, setembro 06, 2011

1ª VBF (ou AVENTURAS EM ALTO PARAÍSO, ou ainda CADEIRANTE POR 2 DIAS)

Esse post tem vários títulos e até poderia ter mais, pois foi um fds super animado e repleto de emoções, com muitas histórias pra contar pros netos (se Deus me der a graça de ter filhos primeiro).
Tudo começou a alguns meses quando um amigo da UnB me fez um convite irrecusável (e eu acho que se eu recusasse ele ia me encher tanto que eu ia acabar topando kkkkk): reunirmos um bando de amigos doidos da UnB e passarmos um fds em Alto Paraíso. E o melhor: eu era a convidada especial, pois ele pensou na trilha especialmente pra mim, pois a trilha era quase toda "pavimentada", com piso de madeirinha. Depois de alguns adiamentos por motivos de força maior, a viagem saiu no fds passado. 

Ficamos em 2 chalés numa pousada super fofa, da qual praticamente não saímos, pois a cachoeira era lá mesmo. Chegamos sexta a noite e voltamos pra Brasília depois do almoço de domingo.
Sexta nos reunimos no chalé maior e conversamos até altas horas. Sábado foi o dia de fazermos a trilha ecológica para a cachoeira.

Na verdade meu amigo que organizou o passeio estava um pouco equivocado sobre a acessibilidade da  cachoeira, embora eu tivesse explicado para ele sobre minha dificuldade com terrenos acidentados. A maior parte da trilha foi de boa, por ser de madeira, mas no fim o caminho era de pedra bruta, pontuda, daquelas ótimas pra machucar os pés, e o acesso da trilha pra cachoeira ou era com muitas pedras ou com muitas raízes de árvores. Optei pelas raízes. 
A parte mais curiosa foi que, em nossas conversas sobre a viagem, ele fez uma proposta curiosa, a qual ele estava com certo receio de fazer (creio que ele achava que eu poderia com raiva ou algo assim). Como a trilha era de 2400m, uma distância longa para mim, ele propôs alugarmos uma cadeira de rodas, para que assim pudesse me conduzir por esse caminho. Eu topei a ideia, e alugamos a cadeira por apenas 20 reais por até 10 dias. Ela foi bem útil, usada em outros trechos também, como do chalé pro restaurante, e várias pessoas se interessaram por aprender a me conduzir na cadeira. Nunca havia usado cadeira de rodas, mas como convivi com vários cadeirantes na UnB, tinha algumas noções de como conduzir. Ensinei o que sabia e deu certo. O melhor foi que ela ajudou a poupar meus pezinhos, que voltaram intactos da viagem, o que foi mais do que surpreendente, considerando a sensibilidade da minha pele.No fim foi uma curtição só, pois quase todo mundo queria pilotar um pouquinho a cadeira.
A maior parte da trilha foi feita na cadeira, mas como eu disse, houve as partes tensas de pedras pontiagudas que eu tive que fazer a pé mesmo, pra tristeza dos meus pezinhos, que ficaram doloridos depois. Alguns trechos foram beeeem tensos, a ponto de eu quase desistir. Mas valeu a pena, pois a trilha é linda e é um presente de Deus poder me deleitar vendo toda aquela flora do cerrado, com suas diversas espécies de árvores. Há um trecho curioso com muito samambaiaçus que dá até uma sensação de que vc está em outro lugar que não o cerrado.
Entrar na água foi outra novela. Ao ver que as opções que eu tinha para chegar até a água eram pedras pontuda e raízes, eu me senti meio frustrada, com aquela sensação de "poxa, passei por isso tudo pra chegar aqui e nem poder tocar a água?!". Com muita dificuldade e ajuda de vários amigos, passei boa parte das raízes. Mas ainda havia um desnível alto para entrar na água e não havia como descer sozinha. Daí tive que apelar para o colo do amigo mais forte da turma. Pegar-me no colo normalmente é uma tarefa arriscada, pois posso me machucar se eu for pega nos lugares errados. Felizmente, dando as instruções certas, no fim tudo acabou bem. Não fui até a cachoeira pois o poço tinha profundidade a qual eu não cosneguiria por meus pés no chão. E como não sei nadar...

Pra voltar, havia o caminho mais curto, que não fizemos na ida porque queríamos passar pela trilha ecológica. Só que este caminho era uma grande escadaria íngreme, com piso não bom (sinceramente não me lembro mais se era de pedras pontudas, mas só o fato de ser muito íngreme já atrapalhava minha vida). Daí tive meu momento Rainha do Egito, como alguém o denominou: todos os homens do grupo se revezaram em grupos de 4 para poder carregar-me na cadeira escada acima. Chique não?! Foi cansativo pra eles, tadinhos, mas foi muito mais fácil e rápido em comparação com a ida.

Uma pergunta que surgiu durante essa aventura toda: Já que existem cadeiras próprias para práticas de diversos esportes, será que existem cadeiras de rodas off-road?  A resposta: Sim, elas existem! Basta perguntar ao "grande oráculo cego da internet" (Não entendeu a piada? Digite "oráculo" no campo "Pesquisar este blog") que ele mostrará várias fotinhos.

A noite preparamos queijos e carnes no Grill do George Foreman e "assamos" marshmallow com velas, já que não era permitido fazer fogueiras. Fez-se também um espeto de marshmallows no Grill pra ver se dava certo, mas era beeem mais divertido na nossa fogueira improvisada.
Domingo foi o dia mais relax. Pretendíamos fazer mais coisa, mas por motivos de força maior, só arrumamos nossa bagagem pela manhã e fomos almoçar no Rancho do Seu Valdomiro, onde comemos a famosa matula (mais informações em http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americadosul/brasil-chapada_dos_veadeiros-culinaria.shtml) e comprei pra trazer pra casa licor de ananás. De lá, voltamos pra casa.

Há muitas histórias hilárias, mas separei as melhores pra relatar aqui:

Copaíba = feijão?!
Enquanto fazíamos a trilha, líamos as plaquinhas colocadas em diversas árvores com nome vulgar e científico. Lá pelas tantas, vimos um pé de copaíba, o qual admirávamos pela sua cor avermelhada quando a árvore está descascando. Ao ler a plaquinha disse:
- Nossa, copaíba é da família das leguminosas!
A resposta de uma das pessoas que me acompanhava foi:
- Bem, se copaíba é uma leguminosa, tomar óleo de copaíba e comer feijão é a mesma coisa. 

Joga luz!!!
Uma parte da turma resolveu refazer a trilha a noite, para admirar bichinhos noturnos. Os "expedicionários" estavam equipados com 2 bastões de neon e uma pequena lanterna para clarear o caminho. Após algum tempo de caminhada, começaram a ouvir passos de algum animal. Uma das pessoas fala pra um dos que carregavam o bastão de neon e fala: "Joga luz!". O outro estende o bastão em direção ao local de onde vinha o barulho, mas o bastão não iluminava grandes coisas e não deu pra ver qual era o animal. Daí novamente a frase "Joga luz!" é pronunciada. O outro pára, fica sem entender e pergunta: "Mesmo?!". A resposta é "Sim! Joga luz!". Bem, o bastão de neon é jogado no meio do mato. 
E o que era pra ser feito? Era pra outra pessoa, que carregava a lanterna direcionar o feixe de luz naquela direção.

Enfim, foi uma viagem inesquecível pra mim, algo que eu nunca imaginaria que fosse ocorrer, algo que não tem preço e ficará guardado pra sempre na memória. Agradeço imensamente aos meus amigos que me apoiaram e me ajudaram o máximo que puderam durante a viagem.

Não vejo a hora de acontecer a 2ª VBF!

segunda-feira, agosto 29, 2011

KIT DE SOMBRAS 3D - LUISANCE

No início do mês, em uma visita a uma drogaria, acabei vendo uma paleta de sombras 3D. Tudo bem que sou beeeeem desleixada com maquiagem (na correria do dia-a-dia, acabo considerando "perda de tempo"), mas não resistir ao ver a paleta 3D, já que uma bailarina de dança do ventre precisa ter uma grande variedade de sombras em cores chamativas (a idéia é que nem a do teatro: a maquiagem tem que estrapolar a normalidade, senão o público não consegue enxergar).
 Achei que o preço estava bom pela quantidade de sombras (são 45) e, ao perguntar em quantas vezes dividiam o kit + o remédio que comprei, me informaram que eu podia dividir em 3x, aproveitei a oportunidade. Além disso, como havia uma caixa aberta como mostruário, pude ver as cores e experimentar, o que não daria pra fazer se tivesse comprado pela internet.


Como no fim de semana fui a uma Festa Pirata, por estar fantasiada (na verdade pseudo fantasiada, pois montei a fantasia em casa), resolvi estreiar o kit. A-DO-REI!
Usei 3 tons de sombra na minha maquiagem: uma branco perolada, uma dourada e uma lilás. Ficou lindo, com super brilho e ótima fixação. A fixação foi tanta que, na hora te tirar, não consegui tirar como de costume, só com papel higiênico: tive que molhar, passar sabonete e esfregar o papel para sair completamente.
Hoje, procurando por uma foto pra ilustar este post, descobri que as sombras 3D duram até 12h, por isso a dificuldade para retirar a sombra.
Ainda não usei a parte de baixo do kit, que é uma paleta com algumas cores de batom, blush e pó, mas não tenho grandes expectativas quanto a ela, pois esses produtos em kits não costumam ser bons, só servem pra quebra-galho.
Enfim, foi uma boa compra, que recomendo.

quarta-feira, agosto 24, 2011

CAPTCHA PRA QUÊ?!

Um ano e meio depois do Banco do Brasil fazer o favor de tirar aquele teclado virtual que só servia pra atrapalhar e tornar o acesso a conta inacessível, eis que conseguem me surpreender negativamente.
Essa semana fui acessar minha conta na internet e pra minha surpresa colocaram um CAPTCHA para realizar qualquer transação bancária, como agendar um pagamento. Você já tem que digitar a senha da internet pra entrar na sua página e pra fazer a transação já tem que digitar a senha do cartão. Pra que mais o CAPTCHA? Pra tornar o site inacessível de novo?!

* Para mais detalhes sobre teclados virtuais e CAPTCHA, basta pesquisar por essas palavras na barra de pesquisa do blog que encontrarão explicações sobre esses assuntos em posts anteriores.


segunda-feira, agosto 22, 2011

ACESSIBILIDADE? CADÊ?

Um texto que relata um pouquinho das dificuldades em termos acessibilidade de verdade. Aparentemente não interessa ao governo.


Cadê os outros 75% que deveriam ter sido investidos em acessibilidade?!?

sábado, agosto 20, 2011

SEJA UMA TESTEMUNHA SILENCIOSA DA SUA VIDA

Como já comentei em um post junho passado, já fiz 2 períodos de meditação guiada via internet pelo Chopra Center. Foram experiências muito boas, e essa semana comecei o Desafio de 21 Dias de Meditação, o qual faço pela segunda vez.
O legal de fazer pela segunda vez é que na primeira você certamente está mais é se acostumando com a disciplina de meditar todo dia; já na segunda, como você já sabe como é, está mais tranquilo para assimilar mais e mais auto-conhecimento. Além disso, as meditações são todas novas; portanto, não é uma mera repetição do que já foi feito anteriormente.

Após essa introdução, começo a falar sobre o assunto deste post, que foi a lição da minha meditação de hoje, o sexto dia do Desafio: aprendemos a ser uma testemunha silenciosa de nossas vidas. O que somos hoje depende das escolhas que fizemos nos dias, semanas e meses anteriores. Segundo o que foi dito na meditação, para entender o que no ocorre hoje, basta lembrar do que fizemos e pensamos há 6 meses.
De maneira geral, nós simplesmente acordamos, passamos o dia e vamos dormir sem prestar atenção no que ocorreu conosco naquele dia. Ou seja, não somos conscientes do que realizamos aquele dia. E prestarmos atenção nas nossas escolhas nos faz termos escolhas mais conscientes, mais benéficas a nós mesmos.
Durante a meditação foi feito um exercício muito interessante, o qual é sugerido pra ser feito todos os dias quando formos nos deitar. Consiste em, por no máximo 5 minutos, recapitularmos nosso dia. Devemos imaginar que nosso dia é uma gravação que vemos na TV e que apertamos o botão FF (fast foward) do controle remoto da nossa mente. Ou seja, teremos somente as imagens, sem áudio. Além disso, como estamos vendo rápido, não há tempo para julgarmos se aquilo foi bom ou ruim. Nosso corpo sabe quais as sensações que aqueles fatos causaram. Portanto, devemos ser meros telespectadores, sem julgamentos de qualquer espécie.
O objetivo disso é primeiramente termos consciência dos nossos atos. Assim, conseguimos enviar ao nosso subconsciente quais escolhas foram boas e quais não foram, de forma que, na hora que formos realizar algo semelhante, nosso corpo saiba se aquilo foi bom ou ruim da vez anterior. Além disso, serve para nós liberarmos os fatos ruins que ocorreram durante o dia, de forma que não "perambulem" pela nossa mente, nos perturbando.

Importante destacar que estes ensinamentos se relacionam diretamente com a Lei da Potencialidade Pura, que é uma das 7 Leis Espirituais do Sucesso, de Deepak Chopra. Dentre as sugestões para se colocar em prática a Lei da Potencialidade Pura estão ser uma testemunha silenciosa de cada pequena coisa (em especial o que se relaciona com fenômenos da natureza) e praticar o não-julgamento.

Para finalizar, coloco aqui o encerramento da meditação de hoje: "Hoje eu sou responsável pelo que vejo. Eu escolho os sentimentos que eu vivencio. Eu defino os objetivos que alcançarei. E tudo que acontece comigo, eu peço por isso e eu recebo como eu pedi."

Sejamos portanto testemunhas silenciosas de nossas vidas para que possamos aprender fazer as escolhas corretas.

domingo, agosto 14, 2011

PAIS FAMOSOS COM FILHOS DEFICIENTES

Um fato muito curioso que observei hoje assistindo programas dominicais fazendo homenagens de Dia dos Pais: a presença de 2 filhos deficientes na televisão, sendo seus pais conhecidos do público em geral.
Um fato muito importante pode ser observado a partir disso. Apesar de todas as adversidades, o preconceito está diminuindo e a aceitação aumentando por parte da população, a ponto dos famosos não se importarem em trazer a público que "sim, eu possuo um filho deficiente, e aí?". Esses pais são exemplos no quesito amor, ao aceitarem e tratarem com todo carinho seus filhos, ao contrário de muitos que não aceitam o filho que possui uma deficiência ou doença crônica e, ou escondem o filho, ou fingem que o filho não tem nada, negligenciando-o inclusive de tratamentos que poderiam melhorá-lo, ou se separam, para terem o mínimo de contato possível com o filho.

sexta-feira, julho 29, 2011

GENIALIDADE PRECOCE


Na terça passada fui mais uma vez ao Mittelalter ver uma amiga minha dançar. A apresentação foi bacana como sempre, pois na minha humilde opinião, ela dança muito bem. Mas o motivo deste post é contar sobre uma garotinha de 6 anos que conheci e que, por incrível que pareça, foi o ponto alto da noite.
Por ser terça, o local estava relativamente vazio e escolhi uma mesa que ficada num ângulo bom para assistir às danças. Nela estava ocasionalmente sentada a menininha sozinha, estrategicamente perto dos músicos pra poder brincar com os instrumentos musicais antes da apresentação. Como lá as mesas são grandes e “coletivas”, ou seja, você senta onde tem vaga e provavelmente na sua mesa sentarão pessoas as quais não conhece (a não ser que esteja em um grupo de umas 10 pessoas no mínimo), eu sentei na mesa onde estava a menininha.
Enquanto esperava algumas chegarem (que num primeiro momento eu nem tinha certeza se iriam mesmo), a menininha começou a puxar papo. Ao me ver e ver minhas habilidades ao usar o cel pra mandar mensagens, ela tirou diversas conclusões e foi me fazendo uma série de perguntas sobre “como é viver sem dedos”. (Como ela mesma já deduziu que eu não tinha dedos e eu não achava que a conversa iria se alongar tanto, não expliquei pra ela o que aconteceu de verdade com meus dedos, mas enfim)
Separei algumas das melhores perguntas dela, as quais eram tão instigantes que algumas eu nem soube num primeiro momento como responder. Impressionante a complexidade das perguntas para uma criança de apenas 6 anos.
  • Você gostaria de ter dedos?
  • Que coisas você não consegue fazer sem os dedos?
  • Você consegue dirigir? (E, depois de eu responder que sim e explicar como) Mas não dá pra andar de moto, né? Nem de bicicleta. 
  • Seus pais estranharam muito quando você nasceu?
Pense numa garota precoce e que adoooora conversar com qualquer pessoa e sempre tem assunto! Como ela ficou muito tempo na minha mesa, tanto o pai quanto a mãe, em momentos distintos, foram lá me perguntar se ela estava perturbando. Eu disse que não, que ela estava sendo uma ótima companhia enquanto esperava minhas amigas chegarem e as apresentações começarem. O próprio pai me perguntou: “Você tem certeza que ela não está incomodando? Pois se deixar ela vai longe...”

Conversamos sobre a escola dela, sobre ela gostar de viajar, sobre pessoas sem mãos que ela já viu na TV, incluindo outro comentário impressionante: “Mas elas são diferentes de você, pois elas não tem as mãos e você só não tem os dedos.” Já é complexo para muitas pessoas adultas diferenciarem isso, imagina para alguém de tão tenra idade!

Apesar da perguntação, foi uma conversa super agradável, e eu tava curiosa para ver até onde a curiosidade dela iria. Tadinha, ela ficou tão triste e deslocada quando minhas amigas chegaram e a mãe foi lá mandar ela voltar pra mesa da família. Depois ela até foi lá algumas vezes, me perguntar mais alguma coisa e conversar com minha amiga dançarina, quando sentou conosco em um intervalo.

Torço para que, daqui a alguns anos, ela siga alguma profissão em que ela possa usar bastante esse dom investigativo!

quarta-feira, julho 20, 2011

DANÇANDO NO NORTE


Neste mês de julho, via viagem relâmpago de férias foi ao Pará, minha terra natal, desta vez para as Bodas de Prata de um primo.
Confesso que, devido a depressão da qual estou tentando me recuperar, não tinha nenhuma motivação para viajar. Acabei resolvendo ir por insistência de 2 primos.
Pra eu me manter motivada depois de ter comprado a passagem, inventei de fazer uma apresentação de dança do ventre como “presente de bodas”. Tive menos de um mês para ensaiar uma coreografia com véu, pois apesar de eu já ter uma coreografia pronta, eu achei que só uma música era muito pouco e, como a coreografia que eu tinha pronta não usava nenhum elemento, resolvi que a segunda coreografia deveria conter algum; e como o véu é um dos elementos mais fáceis...
Depois foi a confusão para saber se no local da festa eu teria espaço suficiente para me trocar, pois se fosse apenas aqueles banheiros que, ao abrir a porta, já dá direto no vaso e na pia, sem condições!
Como tava difícil descobrir esta info antes de chegar lá, e minha mãe resolveu que iria comemorar o aniversário dela fazendo um almoço de família no dia seguinte à festa das Bodas, eu estava mais propensa a fazer neste dia do almoço, só pra família, por poder me trocar tranquilamente em um quarto da casa do meu primo.
Mas descobri que teríamos que almoçar correndo para voltar pra Belém (estávamos em Castanhal, aprox. 70 km de Belém) a tempo do vôo, daí lá fui eu mudar de ideia de novo. Combinei que levaria a roupa e demais apetrechos pro lugar da festa e lá eu daria uma olhada no banheiro pra ver se dava pra me trocar. Se desse, eu dançava; senão, ficaria pro dia seguinte.
Faltou dizer que, foi só minha mãe ficar 2 dias longe de mim (pois ela viajou antes), mal cheguei e ela começou a me estressar. Minha raiva foi tamanha que eu disse que eu não tinha obrigação nenhuma de estar ali, ainda mais aguentando encheção de saco dela. Portanto, se no dia seguinte ela me enchesse o saco de novo, eu daria um jeito de pegar um ônibus e ir pro aeroporto pra pegar qualquer vôo que fosse possível de volta pra casa. Daí ela maneirou no dia seguinte e consegui “sobreviver” à viagem.
O importante foi que no fim deu tudo certo: dancei na festa, como era o plano original. E fiquei muito feliz com a reação das pessoas. Surpreendentemente começaram a bater palmas espontaneamente quase no fim da segunda música (o que é algo muito raro, pois normalmente é a bailarina quem começa a bater palmas para “acordar” o público, que em geral está admirando a dança sem nem conseguir piscar os olhos). E alguns tempo depois, foi uma gracinha ver algumas criancinhas da família tentando me imitar. Tão fofo!


Vídeos:

quarta-feira, julho 13, 2011

DECLARAÇÕES DE AMOR ANONIMAS NO PARQUE DA CIDADE

Hoje voltando pra casa passei de carro pelo Parque da Cidade no fim do dia, quando presenciei algo muito inusitado.
Em um certo ponto, observei diversos postes de luz com folhas A4 pregadas escrito algo feito em  computador. Devido ao trânsito e a não enxergar muito bem de longe, mesmo com óculos, não conseguia ler o que estava escrito, até frear para passar em um quebra-molas. 
Em cada poste haviam 3 folhas, pregadas com fita adesiva transparente. Em cada uma delas impresso na vertical em caixa alta 2x o dizer TE AMO. E isso seguia por diversos postes seguidos, não sei dizer quantos.  Depois haviam alguns postes sem nada e mais postes com os papéis, agora apenas 2 por poste, até chegar próximo da saída ao lado da polícia civil.
Observei até o fim e não achei nenhuma identificação do autor e do destinatário.

Só sei que fiquei lendo e dizendo TE AMO para mim mesma...

quarta-feira, julho 06, 2011

CABELO NOVO COM MEGA HAIR



No domingo fui a Hair Brasília 2011, feira de cabelos e beleza, que aconteceu de 3 a 5 no Centro de Convenções. Era aberta a todo o público e gratuita, embora fosse muito mais interessante para os profissionais da área.
Mas quem não era profissional podia aproveitar bastante. Podia-se conhecer e adquirir diversos produtos. Eu particularmente fui com a mente focada para produtos para auxiliar no tratamento da queda de cabelo. Nesse sentido comprei um tônico capilar de uma fábrica mineira e um shampoo para engrossar os fios da Redken, que é uma marca americana muito conhecida pelos seus produtos capilares.

A grande novidade do dia para mim foi o mega hair. Normalmente as pessoas usam o mega hair para terem cabelos mais longos. Eu, de enxerida, fui perguntar se poderia ser usado para preencher os locais onde me falta cabelo. Descobri que sim, e fui observar como era a técnica usada para colar o novo cabelo.
O mais importante no meu caso era a técnica de colocação, que não poderia causar danos ao meu couro cabeludo nem doer. Por meio da técnica de aplique da Express Hair, que usa uma espécie de pistolinha que aplica 7 mechas de uma vez só, de maneira rápida e indolor, permitindo ainda uma distribuição mais uniforme. Mesmo não sendo profissional, enquanto passava pela transformação, era possível ouvir dos profisionais que ali passavam o quanto a técnica era interessante e mais prática.
Fiquei quase 1h lá como modelo da aplicação das mechas. Enquanto isso, profissionais admiravam, tiravam fotos, faziam perguntas ao cabeleireiro sobre o método. O comentário mais interessante foi de uma profissional que passou com uma amiga. A amiga passou direto pelo estande, mas a outra foi lá chamá-la e fez os seguintes comentários: "Fulana, vem cá ver o aplique sendo feito nessa moça. Olha, ele (o cabeleireiro) já fez a metade do cabelo dela. Olha na outra metade o tanto que é pouquinho o cabelo dela!"  E ficaram lá as 2, me admirando. kkkkk
No estande não havia espelho, portanto vi como ficou por meio de foto de celular (o pessoal do estande ficou de me mandar fotos do antes e depois, mas nem mandaram). Ao chegar em casa, pude ver quanta diferença!

Alguns fatos sobre mega hair, no meu caso específico:
  • A parte mais cara foi a compra do cabelo, o qual é vendido por gramas e há uma tabela de acordo com o tamanho dos fios, variando de 30 a 60 cm. Tive que comprar de 60 cm pois só tinha desse tamanho na cor que eu queria. Depois foi até aparado um pouco. Mas é importante que o cabelo fique maior que o original, pois se for fazer uma reaplicação (quando o cabelo crescer consideravelmente é recomendado retirar e aplicar mais acima) ele não irá ficar menor. Comprei 74 gramas, o suficiente para cobrir as imperfeições no meu couro cabeludo. Mas já faz uma imensa diferença no volume do cabelo. Segundo a moça que me vendeu o cabelo, o máximo que eles vendem é 100g por pessoa, pois mais que isso pode pesar demais e danificar o cabelo original.
  • Aceitei a sugestão de comprar mechas mais claras. No primeiro momento, queriam me vender aquele loiro bem amarelo, quase branco, o qual achei que ia ficar esquisitíssimo. Optei por um tom mais próximo do meu cabelo. Na verdade foram uns 3 tons abaixo da cor do meu cabelo. O bom disso foi que várias pessoas acharam que eu simplesmente tinha feito luzes.
  • Ao lavar a primeira vez no dia seguinte, senti um pouco o peso pois lavo o cabelo no tanque de lavar roupa. Logo ele todo jogado pra frente e molhado pesa um pouquinho. Mas foi só aparar uma parte com a mão que não me incomodou mais. 
  • Pentear é mais demorado, afinal, há muito mais cabelo. Diariamente penteia-se só do aplique pra baixo, mas me orientaram a 2x por semana pentear a raiz do cabelo. Embora as pessoas tenham medo de fazer isso, ajuda na conservação de ambos os cabelos. 
  • Não deve-se usar secador direcionando o calor nas emendas, ou seja, deve-se escovar do aplique pra baixo. Mas como me dá medo fazer escova com alguém que não entenda de aplique, vou passar a usar o cabelo mais ao natural. Se eu precisar escovar para algum evento mais especial, vou fazer a primeira vez (pelo menos) no salão onde se faz o aplique com essa técnica que usei (que fica bem perto da minha casa).
  • Fiz uma hidratação hoje pois ambos os cabelos estavam secos, e com o volume extra meu cabelo ficou muito frizado. Melhorou muito a aparência depois da hidratação.
Claro que não é uma solução definitiva para o problema, é só um paliativo, mas muda muito a aparência e melhora a auto-estima. Foi bom que o cabeleireiro me deu a dica de uma marca de shampoo importado para ajudar a recuperar a calvície. Segundo ele, ele conseguiu melhorar uma senhora que tinha calvície a uns 11 anos, que em 4 meses já era possível ver os cabelinhos nascendo onde não tinha mais nada. Vou experimentar e depois comento qual a marca e se fez efeito mesmo.

segunda-feira, junho 20, 2011

MEU ACOLCHOADO DE BORBOLETAS

Ano passado, por meio de uma amiga, conheci o projeto Love Quilts Brasil, cujo objetivo é presentear crianças que possuem alguma doença crônica com colchas bordadas a várias mãos com o tema que a criança escolher.
Sugeri que fossem inscritas as crianças portadoras de epidermólise bolhosa (doença da qual sou portadora) assistidas pela APPEB, que á associação que assiste os portadores aqui do centro-oeste e divulga a doença na região, da qual sou relações públicas e volta e meia escrevo posts aqui sobre palestras que eu dei.
Em fevereiro foi feita a grande entrega dos acolchoados das crianças inscritas. As voluntárias, que segundo relatos da minha amiga, acharam o máximo a entrega coletiva, ois foi uma verdadeira festa, perguntaram a ela como ela havia conhecido a associação e ela explicou que me conhecia fazia tempo e que estudamos juntas na UnB. Também mandou uma foto de nós 2 para elas. Daí elas resolveram, à parte do projeto, fazer um acolchoado pra mim.

Há umas 2 semanas, essa amiga, que hoje mora no Rio, mandou e-mail para um grupo de amigos, eu inclusive, que estaria aqui no fim de semana passado e que queria nos rever. Marcamos um lanche no domingo à tarde. Quando confirmamos local e horário, ela disse que viria me buscar, pois queria "me ar um negocinho". Até ai, nada de mais, pois como meu aniversário há 20 dias e ganhei alguns presentes atrasados, e por essa amiga não morar mais qui em Brasília, deduzi que ela queria me dar um presente atrasado. Mas não imaginava qual seria o presente.
Ela veio, unto com a mãe, que também é voluntária do projeto para fazerem a entrega do meu acolchoado. Mal pude acreditar quando vi,pois era algo completamente inesperado. O tema, escolhido pela minha amiga, não podia ser outro: borboletas roxas! =D


Obrigada a todas as voluntárias pela imensa surpresa e pelo belíssimo trabalho. Não tenho nem palavras pra descrever a alegria que foi. Minha cara na segunda foto acho que diz tudo. E mais uma vez essa minha amiga me surpreendendo, assim como na minha formatura.

Para quem se interessou pelo projeto, pode conhecê-lo em www.lovequiltsbrasil.org

P.S.: Em tempo, coloco o link para o blog da Ivani, que é a coordenadora do projeto, em que ela fala sobre o processo de produção do meu acolchoado:
http://ivani-arteemcasa.blogspot.com/2011/06/um-acolchoado-pra-la-de-especial.html

quinta-feira, junho 16, 2011

SEMANA DE MEDITAÇÃO - AS 7 LEIS ESPIRTUAIS DO SUCESSO

No inicio de abril observei que dentre os livros de cabeceira da minha mãe estava o clássico da auto-ajuda 'As 7 leis espirituais do sucesso' de Deepak Chopra, publicado no início dos anos 90. Embora já tivesse lido o livro mais de uma vez, esse é aqueles livros que você volta e meia tem que estar relendo, pois não é algo automático entender tudo que o livro ensina e, o mais importante, colocar tudo em prática. 
Resolvi portanto aproveitar momentos em que minha mãe não estivesse em casa para reler o livro, sempre tendo o cuidado de não desmarcar o livro para não atrapalhar a leitura dela. Além da releitura, que foi muito boa, o mais curioso foi ler no fim do livro o autor pedindo pras pessoas mandarem cartas, daquelas de papel, já que a internet não era popular ainda, para os Estados Unidos, com comentários, impressões e como o livro teria melhorado suas vidas. 
Pensei: se ele já fazia isso no início da década de 90, imagina o que ele não deve fazer hoje com a internet?
Achei a página dele, me cadastrei para receber um jornalzinho por e-mail com as matérias recentes e em poucos dias recebi um e-mail falando de um desafio gratuito de 21 dias de meditação. Como eu tava mal pra caramba, resolvi encarar o desafio pra ver se eu melhorava. A-do-rei!
Indiquei também para uma amiga, que também estava numa fase complicada e ela adorou também e, assim como eu, persistiu até o fim. 

Essa semana recebi mais um dos jornalzinhos por e-mail, anunciando novo curso gratuito online, desta vez o estudo das 7 leis espirituais do sucesso. E como são 7, o curso dura 1 semana. Ainda é possível se inscrever.
Esse curso é bem mais interativo que o anterior, que era só áudio e umas perguntas no final para reflexão. Esse tem vídeos, textos, áudios e muitas perguntas para refletir sobre o estudo da lei do dia. Ou seja, pra mim que já li o livro, é um aprofundamento, pois não fica restrito a leitura: você aprende mais sobre a lei e já começa a colocá-la em prática na mesma hora.
Embora preferencialmente seja bom começar no domingo, porque cada lei corresponde a um dia da semana e se propõe estudar durante uma semana (domingo à sábado), eu comecei na terça estudando a lei correspondente a esse dia. Como eu já conheço as leis, não me fez diferença começar pelo meio. Não se se faria diferença pra quem não conhece.

O único inconveniente é que é tudo em inglês, e no desafio de 21 dias era só áudio. Como eu disse, nesse agora tem partes escritas, mas a maioria das informações depende de áudio. Portanto, é pré-requisito que domine a audição da língua inglesa para poder aproveitar. E como o Deepak é indiano radicado nos Estados Unidos, ainda tem um sotaquezinho diferente.

Pra quem se interessou:
http://www.mentorschannel.com/bestsellers/DC_YOGA/homepage1.asp?pk=222&af=3

terça-feira, junho 14, 2011

CONHECENDO O DF – TAQUARI

Domingo fui a uma chácara localizada no Taquari. O Taquari é uma região de casas e chácaras, localizadas entre o Colorado e o Lago Norte. Pelas informações do dono da casa, a parte onde ele mora, a de chácaras, é irregular, pois é quase na beira de uma encosta.
Eu só sabia da existência desse lugar porque na subida do Colorado tem uma placa indicando acesso ao Taquari a 500m. Dá pra se chegar pelo Lago Norte também, mas tem que subir um morro na terra; logo é preciso um bom carro para subir. Pela subida do Colorado é mais longe e mais terra, mas o terreno é mais plano, logo considero um acesso melhor.
O local é lindo, no meio do mato, estrada de terra... e do terraço da casa a vista é linda! Dá pra ver a Torre Digital e também os pontos mais em destaque no Plano, como a Torre de TV e o Banco Central. Até tem uma cachoeira bem pertinho, mas não deu pra ir desta vez pois já cheguei meio tarde (na verdade nem sei se dá pra eu ir; me falaram que a descida é bem íngreme). Um daqueles locais tranquilos que dá vontade de morar quando estiver aposentada. kkkk
Foi uma tarde maravilhosa, na companhia da família Daudt, da qual eu me considero agregada. Pra quem não tem família no DF, é ótimo poder ir em festas animadas, cheias de gente, em que se conhece todo mundo e mal dá tempo de conversar com todos. Além, é claro, do carinho com que sou sempre recebida por todos eles.

sexta-feira, junho 10, 2011

BIFUM – MAIS BARATO E MUITO MAIS SAUDÁVEL QUE MIOJO

Esta semana fui na loja onde sempre compro produtos naturais e lanchinhos saudáveis, pois precisava de açúcar mascavo. No caixa, me deparei com uma grande compra de uma senhora que incluída pacotinhos de bifum.
Pra quem nunca ouviu falar, o bifum, ou macarrão de arroz, é muito usado na culinária oriental. Ele parece um macarrão "cabelo de anjo", mas mais fininho ainda e branquinho, já que sua única matéria-prima é arroz.
Como eu só tinha comido bifum em restaurantes, ao ver o pacotinho para preparar em casa resolvi perguntar como se preparava, se era difícil... Para minha surpresa, ele é facílimo de preparar. Basta mergulhar em água fervente por somente 1 minuto (a senhora me deu a dica de que, e deixar cozinhar muito mais do que isso, ele fica grudento, que nem arroz "unidos venceremos").
Comprei um pra experimentar e super gostei! Fácil de preparar, saudável e engordativo. Preparei um pacotinho de 70g, tirando um pouquinho para minha mãe experimentar. Depois de pronto, adicionei molho shoyu, óleo de amendoim (super nutritivo, é um dos óleos da lista que uso constantemente para variar o azeite de oliva), os legumes cozidos que estavam na geladeira e pedacinhos de frango. Ficou uma delicinha. 
Confesso que da próxima vez não comerei um pacotinho quase todo. Como o bifum é fininho, você nem percebe, mas ele é massudo. Uma meia hora depois tava me sentindo meio empanzinada por ter comido massa demais.
Super recomendo para quem quer fazer uma refeição rápida e saudável. Já vi que quando eu estiver na kit comprarei bastante bifum pra comer no jantar. =D

segunda-feira, junho 06, 2011

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA: CALDO DE CANA

No fim do ano passado, quando começou a fase trash da minha vida, passei a não conseguir perceber, quiçá admirar, a beleza de coisas simples da vida. Para dar um exemplo bem claro, por vários meses perdi o prazer de dirigir: de poder ir a qualquer lugar, do vento entrar pelas janelas do carro, de acelerar onde não há pardais, de arrancar num sinaleiro antes de todo mundo por ter carro com câmbio automático...
Parte do meu tratamento psicológico/psiquiátrico atual consiste em voltar a encontrar coisas que me dão prazer. Não coisas "grandes" ou importantes, mas o prazer das pequenas coisas o dia-a-dia. Pode parecer bobagem, mas digo a vocês que não é fácil. Hoje dei um pequeno grande passo.
Voltei para casa de tarde, morrendo de calor com o sol de rachar. No meio do caminho me lembrei de quiosque de lanches na entrada da minha quadra onde faz meses que há uma faixa escrita "Temos caldo de cana". Adoooooooro caldo de cana, mas incrivelmente, nunca tinha dado uma paradinha no lugar para tomar um copo. Hoje parei, sentei numa das mesinhas de plástico e pedi logo um copo de 500 ml. Parece que meu calor e sede não passariam se eu não tomasse aquele copo de caldo de cana. Foi uma alegria momentânea tão boa e, depois de tanto tempo, não me parecia uma alegria efêmera.
Cheguei em casa ainda com calor e sede, mas feliz, bastante feliz!

quarta-feira, junho 01, 2011

MEU ANIVERSÁRIO E O COFRINHO DO APÊ

Este ano quase não comemorei meu aniversário. Não estava no ânimo de comemorações. Eu precisava que acontecesse algo muito forte que me fizesse ter vontade de comemorar.
Em conversa com meu psiquiatra a algumas semanas, ele disse que não havia nada de errado em não comemorar, mesmo que eu tradicionalmente adore meu aniversário. Uma porque boa parte das pessoas não se importa com aniversário a ponto de comemorar, e outra parte simplesmente odeia aniversários. Mas, se eu quisesse manter a tradição, que ao invés de celebrar aniversário e supostamente as coisas boas que aconteceram no ano anterior (que no meu caso foram poucas) eu poderia simplesmente celebrar a vida. O fato de estarmos vivos já é uma grande bênção de Deus.
Ao ouvir estas palavras, me animei um pouco mais com a ideia, mas decidi que se eu fizesse algo, não faria uma festa por conta própria, como em anos anteriores, mas sim simplesmente marcaria de ir a algum lugar, cada um pagaria o seu e pronto.
Semana passada surgiu a empolgação que faltava: comprei um apêzinho. Quer dizer, paguei a entrada e assinei o contrato. Ainda serão longas prestações e um bom tempo esperando ele ficar pronto (em algum dia do ano que vem eu estarei morando nele; se daqui um ano eu estiver lá, já me sinto no lucro).
Posso dizer, portanto, que na verdade eu estava celebrando o apê, e não meu aniversário em si. Só coincidiu das 2 coisas acontecerem próximas. 

Mas a festa foi bem legal. Muitas pessoas foram, senti falta de algumas, mas sempre tem pessoas que não podem por outros compromissos ou adoecem. O mais bizarro foi que consegui chegar atrasada na minha própria festa! A explicação é simples. Semana passada estive em um salão para fazer uma hidratação (que por sinal a-do-rei) graças a um cupom de sites de compras coletivas. Daí comentei com a cabeleireira: "Poxa, uma pena que o cupom só vale até quinta, senão ia vir fazer a hidratação no dia do meu aniversário." Ela me disse que não seria bom, pois corria o risco do meu cabelo ficar meio pesado no dia. Mas me convenceu a ir lá fazer uma escova no dia do aniversário.
Fui pra fazer uma escova, logo marquei um horário razoável para se fazer a escova e chegar a pizzaria onde seria a comemoração. Mas ao se tocarem que era meu aniversário, não me deixaram sair com uma "simples" escova. Meu cabelo foi levemente ondulado e depois ficou cheio de spray para segurar os cachinhos. Cheguei atrasadéssima, uma galera já me esperava, mas valeu a pena, pois o cabelo ficou muuuuuito bom!
A inovação foi pedir para que, ao invés das pessoas me levarem presentes, que colaborassem com "o valor que o coração desejar e o bolso permitir" para o cofrinho do apê. Fiquei muito surpresa com o resultado. Não achei que fosse render tanto. E cada um contribuiu como quis, desde notas de 100 reais até moedinhas e uma ficha de sinuca (sim, ela apareceu junto às moedas). 
De presentes "materiais", ganhei um colar de uma amiga no sábado, pois ela não poderia ir na comemoração, mas fiz quetsão de usá-lo pois achei lindo; e uma grande amiga costureira que fez pra mim um pano de prato e um pano de secar mão, os dois com desenhos de bules e xícaras. Super fofos! Foi o primeiro presente que ganhei para a casa. Espero que os paninhos me tragam muito boa sorte!

Pra variar, sempre há a turma que chega mais tarde e é quase expulsa junto comigo dos lugares, pois já estão querendo fechar e a gente lá jogando conversa fora. kkkkkk Adooooro isso!

Para quem não pôde ir, saibam que ano que vem ocorrerão o chá de casa nova e os eventos inaugurativos (digo eventos pois é uma kit, não caberá todo mundo de uma vez kkkkkkk)

sexta-feira, maio 27, 2011

MINHA IDADE "INTERIOR"

Aproveitando o ritmo de aniversário, um amigo me mandou um teste interessante feito pela Unimed, chamado Idade Interior. Eu não chamaria deste nome, pois para mim dá a idéia de um teste psicológico ou intelectual, quando na verdade é um teste sobre alimentação, saúde e estilo de vida.
O teste afirmou que estou 2 anos mais velha do que minha idade real. "Ganhei anos" por causa de doenças, atividades físicas, vida afetiva e ter passado por muitas experiências "marcantes" (para usar um termo ameno) recentemente.
Mas tá bom. Dois anos não é tanta diferença assim. Se tivesse dado uma diferença grande, era de se preocupar.
Vale a pena fazer o teste e, quem sabe, rever alguns conceitos em seu estilo de vida:  www.idadeinterior.com.br