quarta-feira, janeiro 30, 2013

O PODER DA MÚSICA

Eu sempre tive uma relação muito forte com a música.
Desde que me entendo por gente, eu fazia minha árdua rotina de me arrumar de manhã cedo ouvindo música.
Com 4 anos, eu já ouvia o melhor da MPB graças a minha mãe e o melhor do rock dos anos 80 graças ao meu irmão. Quando digo 'ouvir', digo literalmente parar pra ouvir. E depois que aprendi a ler, eu pegava os encartes dos LPs e tentava apender a cantar aquelas letras complexas. 
Com 4 anos comecei a compor, mesmo sem saber escrever ainda. Me lembro, como se fosse hoje, de mim pequenina, com papel e lápis na mão pedindo pra minha mãe escrever pra mim. 
Com uns 8 anos eu já sabia gravar músicas em K7s, para assim ter as minhas músicas favoritas. Nessa idade também comecei a estudar teclado, atividade que fiz até os 10 anos de idade. 
Também coreografava minhas músicas dance favoritas na sala de casa.
Assistia loucamente a MTV na minha adolescência e gravei vários VHS com clipes musicais.
Participei de alguns corais e estudei um pouco de canto na Escola de Música de Brasília já na vida adulta. 
Bem, as circunstâncias da vida fizeram de mim uma cantora/compositora/musicista frustrada, mas me mantiveram a grande paixão pela música.

Mas quando entrei em depressão, anos atrás, isso mudou. 
Eu já não conseguia mais ouvir música. Já não sentia mais alegria. As músicas carregam emoções e sentimentos intrínsecos, mais os sentimentos que associamos a elas. Sempre que eu começava a ouvir música, sempre esbarrava em alguma que me aflorava algum sentimento, trazia alguma memória, ou me fazia lembar de algo pela letra. Daí aos poucos, tive que tirar a música de dentro de mim, pois ela me trazia mais sofrimento do que alegria.
Parei de ouvir música enquanto dirigia. Passei a ouvir só notícias no rádio em casa. Evitei o máximo que eu pude, até que eu melhorasse.
Para ir voltando aos poucos, e aos poucos voltar a sentir a alegria de ouvir música, passei a ouvir só músicas árabes, que tanto eram estudo, por causa da dança do ventre, quanto uma oportunidade de ouvir música sem sentimentos arraigados, e sem letra por mim entendível para despertar reflexões. Consegui voltar a sentir alegria, e usar a música como instrumento para isso.

Apesar desse período ter passado, mantive o hábito de ouvir noticias no rádio, e volta e meia, se me sinto meio desanimada, coloco em uma rádio musical.
Mas agora voltei a ter o prazer de ouvir música graças ao meu novo carro. Resolvi que eu queria ouvir mp3 por meio de um pendrive e pronto! Só que o som não tem entrada para pendrive, só toca CD de mp3. Dai paguei a bagatela de 20 reais para comprar um transmissor FM que liga no cinzeiro do carro, por meio do qual posso ouvir minhas musiquinhas. 
Eu já tinha um pendrive com bastante música e só o espetei lá, nem gravei nada novo. Ainda não consegui ouvir tudo que está lá, então pra que mais?!

Todo esse histórico foi para poder relatar o quanto meu humor mudou nos últimos dias. Só de ouvir músicas queridas e pode cantá-las loucamente pelo caminho afora, me torna outra pessoa, mais feliz,mais bem disposta.
Como diz o ditado, quem canta seus males espanta. Então, como diria a Rihanna, please don't stop the music.

domingo, janeiro 27, 2013

PEQUENOS PRAZERES DA VIDA: SORVETES "GOURMET"

Hoje, meio de saco cheio da vida, aproveitei os parcos raios de sol que surgiram no céu e resolvi dar uma volta.
Eu confesso que não gosto de sair muto aos domingos. Domingo é o dia que gosto de ficar largada em casa, de preferência de camisola, curtindo o ócio. Não gosto de marcar compromissos para o domingo, o que não quer dizer que deixarei de ir a algum lugar que um amigo tiver convidado. Mas é  o dia em que gosto de exercitar o ócio criativo (e também corrigir exercícios de alunos, quando é época de aulas).
Mas, considerando o sol, minha baixa autoestima (é tão esquisito escrever assim, mas é a nova ortografia!) no momento, a necessidade de comprar um presente e a promoção de varal de chão na Leroy Merlin que só ia até amanhã segundo a propaganda da TV, resolvi quebrar essa regra.
Depois de ir na Leroy, fui ao Park Shopping para comprar o presente. Aproveitei para ver a exposição Tesouros das Américas, que não é grande, mas é bem interessante. Além de aprender um pouco mais sobre as culturas nos nossos vizinhos, exercitei meu espanhol, pois as placas são escritas de um lado em português e do outro em espanhol. Vale a pena conferir, ainda mais que gratuita.

Mas este post é sobre sorvete, não é verdade? Quer coisa melhor para levantar o astral do que tomar sorvete, ainda mais que já faz dias que eu amanheço meio alérgica do frio, sei lá!? Quando eu quase ia embora, vi um quiosquinho chamado Mil Frutas. Resolvi parar nele antes de partir e não me arrependi.
Acho meio salgado pagar 10 reais numa bola de sorvete. Eu tb não gosto de lugares que vendem sorvetes por bola, porque dificilmente peço mais de uma, e assim deixo de saborear diversos sabores. (Quando vou a local com sorvete por quilo, em geral consumo umas 3 meias bolas de sabores diferentes.) Mas foi uma experiência bem boa.
Antes de pedir, claro, experimentei vários sabores para me decidir. Ei-los: laranja com gengibre (muito bom), limão siciliano com framboesa (azedo; a própria atendente me alertou), morango com lichia e hortelã (bom, mas não me emplogou), figo com mascarpone (excelente e bem docinho, indicado por uma das atendentes; e aprendi que mascarpone é um tipo de queijo), canela com gengibre (bom, porém bem forte; só a provinha dele já me foi suficiente); mas acabei ficando com o de limão siciliano com cascas de laranja, que é um bom equilíbrio entre doce e azedo. Não sei porque hoje eu estava à procura de algo levemente azedo. =D Valeu a pena conhecer...e saborear!

Ah, descobri também que meu carrinho tem força pra subir a subida do Park Shopping rumo ao Guará II. Eeeeeeeeeeee \o/

quarta-feira, janeiro 23, 2013

ADEUS ANO VELHO, FELIZ CARRO NOVO

Meu final de ano e começo do novo foi bem tumultuado e confuso. Diversas coisas aconteceram, mas como algumas delas estão pendentes, depois farei os devidos posts.

Este post é para falar sobre as minhas alegrias e tristezas automobilísticas...

Tudo começou no dia 22 de dezembro, em que fui pra faxina no apê e de noite ia feliz e contente a um aniversário. Quando saí do apê, vi que o carro estava esquentando, mas como fazia dias que eu não completava a água, achei que era a mera falta dela no radiador. Parei num posto, pedi para completarem e segui meu caminho. Fui fazer outras coisas e depois fui pra casa me arrumar pro aniversário. Mal saí de casa, percebi que o carro estava esquentando de novo. Como estava quase em frente a um posto, retornei para ir nele. mas o carro quase não chegou lá, pois embaçou tudo por dentro e eu tinha dificuldade para enxergar o caminho. 
Chegando lá, as tentativas de completar a água e esfriar o carro foram em vão. Por mais água que colocasse, ele não queria esfriar, o que indicava que a água saía por algum lugar. Depois de mais de meia hora no posto, sem sucesso, liguei para o esposo da aniversariante, para avisar o motivo do meu atraso. 
Imediatamente ele recrutou um amigo em comum para me buscar no posto e decidirmos o que fazer. 
Como o posto era do lado da casa do meu irmão, levei o carro pra lá (morrrrreeeendo de medo do carro não chegar) e fui de carona pra festa. 
Por ser o sábado antes do Natal, eu me lasquei. O carro só foi guinchado pra oficina no dia 26. O carro me foi devolvido 2 dias depois, sob a alegação de que não fora encontrado defeito. Peguei o carro  e fui na casa do meu irmão buscar o documento do carro, que estava lá pra poder ser liberado para ser guinchado. Quando cheguei lá, achei que o carro estava começando a esquentar. Quando saí, tudo se agravou, e optei só por sair do condomínio, parar o carro do lado de fora e chamar o mecânico. Liguei pra minha mãe pra ela poder me dar uma carona depois que o síndico chegasse, mas velho sem paciência é uma tristeza! Ela me largou lá pq uma vez na vida não podia chegar atrasada ao trabalho, pois o mecânico demorou pra chegar.
Enfim, o carro voltou pra lá, o qual só me foi devolvido já neste ano (mais uma vez, o feriado, desta vez o de Ano Novo, me lascou). Peguei o carro, dei uma volta e tava tudo bem. 
No dia seguinte, fui buscar minha mãe no aeroporto. Na volta, o problema foi outro, o câmbio, que não conseguia passar as marchas, e por isso perdia força e fazia o carro parar. Chamamos o mecânico de novo, e o carro foi pra casa na base do "pára, descansa e continua", pois ao ficar desligado um tempo, ele voltava a passar as marchas direitinho; mas depois ele voltava a se perder. Desta vez não tinha jeito: o preju era grande, pois teria que se trocar o câmbio. Só que até para achar alguém pra trocar o câmbio tava difícil (não sabia que tantas oficinas davam férias coletivas e fechavam por vários dias no começo de janeiro).
Já estava desesperada, sem esperança nenhuma, pois a coisa não andava, não havia uma solução aparente. E sem carro, eu fico completamente ingessada. Juntando com outras coisas que me chateavam, eu me senti num misto de tristeza profunda e desespero. 
Minha mãe me propôs chamar meu irmão pra conversar, pra ver se ele tinha alguma ideia que poderia me ajudar. Quanto ao carro, ele fez contato com um ex-colega de trab da minha cunhada, hoje vendedor de carros, e explicou minha situação, para ver como poderia me ajudar.
Felizmente ele foi e tem sido uma pessoa muito boa comigo: conseguiu vender meu carro (que a essa altura já havia virado um "elefante branco"); me deu toda a assessoria para comprar o carro novo (que foi comprado particular, já que na loja onde ele trab não tinha no momento um modelo automático que se adequasse ao meu orçamento), inclusive indo comigo ver o carro e fechar o negócio; providenciou a execução das minhas adaptações (e ainda se preocupou para que as adaptações não implicassem em "furar" demais o carro, pra depois ficar mais fácil dele vender quando eu for trocá-lo); e agora está me ajudando com os procedimentos relativos à transferência e vistoria do carro. 

Tudo está se desenrolando bem. E, o mais importante, quase um mês depois pude voltar a dirigir e ter minha liberdade, agora com o Branquelo.
Estou meio em fase de me adaptar a ele. Só neste domingo pude efetivamente dirigí-lo e, nossa, é muuuuito diferente! Primeiro que troquei um sedan por um hatch bem compacto. Segundo que o carro é 9 anos mais novo, o que implica que a tecnologia evolui. Portanto, apesar dele ser 1.1 e o antigo ser 1.6, esse é tão bom quanto. Bem, ainda falta testá-lo em uma subida mais acentuada para ver como ele responde. Mas a direção é beeem mais leve (ambas são hidráulicas), tão leve que eu ainda tenho medo de acelerar demais esse carro. 
O que posso dizer é que estou muito feliz com a mudança. 

Ela foi postergada por muito tempo por eu ter demorado a aprender a dirigir (conforme já relatado na série CNH) e, por eu ter só 3 anos de carteira, esse é o tempo que conta pra mim como tendo o carro. Mas na verdade, o carro já tinha muuuuuitos anos a mais. Portanto, tive uma sensação equivocada da passagem do tempo para um bem "perecível" mais um certo apego e a sensação não-consumista de "se tá funcionando, pra que trocar?". Aprendi que eu estava equivocada.

Lições aprendidas:
* Tenha amor (para cuidar bem), mas não tenha apego com carro.
* Não ter preguiça de ficar um dia sem carro de tempos em tempos pra fazer revisão no carro.
* Peça ajuda se tudo desandar. 
* O Universo consegue formas de te forçar a fazer as coisas que não se quer fazer.
* Tudo evolui; e costuma ser pra melhor.

terça-feira, dezembro 25, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - FIM DE SEMANA DE FAXINA E PRIMEIRA PARTE DA MUDANÇA (ou APÊ FICANDO COM CARA DE APÊ)

Em primeiro lugar, Feliz Natal a todos. 
Este ano Papai Noel me deu o maior presente que já ganhei: o apê. Este foi um presente que fui ganhando ao longo do ano, mais especificamente o longo dos 3 últimos meses, que foram de muita correria, mas tb de alegrias. Cada etapa vencida é muito gratificante. Acho que fui uma boa menina neste ano. =P 
Foi um fim de semana bem cansativo esse, mas consegui fazer o apê ficar com cara de apê, isto é, ficar algo mais habitável.

No sábado passei o dia quase todo com a diarista lá. Foi o dia da faxina: tirar todo aquele insuportável pó branco de resto de obra que me sujava em cada canto que encostava. Além do calor horrendo que fazia lá (não vejo a hora do rapaz o ar condicionado ir lá colocá-lo na parede; ele disse que ia na semana passada, mas pelo visto, não quis receber o pagamento dele antes do Natal), ainda aguentar o cheiro de produto forte num espaço reduzido. 
O produto forte era um limpa rejunte, pois o pedreiro foi um cara muito lambão, não muito chegado a limpar as coisas. Durante a obra, ele até pareia um cara que gostava de deixar tudo limpo: nas fases mais críticas do pó, por 2x cheguei lá sem avisar e ele tava varrendo o chão. Mas o banheiro ficou por último, e ele deixou a lambança de rejunte seco por cima dos azulejos, sem limpar os excessos. Como quando eu vi já tava tudo seco, ele disse que comprando limpa pedra saía facinho. Comprei limpa rejunte, por ser mais adequado, mas não saiu facinho coisa nenhuma, a coitada da diarista teve que raspar muita coisa com espátula pra sair. 
De tarde, tive algumas visitas relativas à obra: o eletricista/encanador/faz-tudo para instalar algumas coisas que precisavam de furadeira e me passar a lista de mais materiais elétricos que faltavam para ele poder fazer mais alguns ajustes que faltam; um rapaz encaminhado pela construtora para fazer o exaustor do banheiro funcionar e que, infelizmente, para poder efetuar o conserto, teve que fazer um buraco no gesso do meu banheiro; e de surpresa o pedreiro, para começar a arrumar o nicho da TV (que será assunto de outro post).
No domingo, foi dia do primeiro mutirão de mudança. Juntei 4 amigos (os quais sou muitíssimo grata) para buscar coisas que estavam em casas alheias: uma mesa que uma amiga me deu pois comprará uma maior para ela (a qual tb sou muitíssimo grata) e o fogão e refrigerador que comprei em promoção faz meses e tive que deixar em casa alheia. 
Por ser casa só de mulher e ficarmos felizes quando aparecem homens, aproveitamos para que eles levassem algumas coisas meio grandinhas e meio sem jeito de carregar que já podiam ir pra lá, como, por ex., os meus 4 puffs. 
O fim da manhã foi indo às casas buscar e descarregando as coisas no apê; de tarde foi arrumando tudo e trocando ideias. Sou muito grata pois 2 dos meus amigos tiveram uma ideia ótima de nova posição do box do banheiro, para que eu tenha muito mais espaço interno. Infelizmente o moço da loja de box não foi esperto o suficiente pra pensar nisso, mas vou solicitar nova visita para passar o novo projeto.
Aproveitei a presença deles para desencaixotar os eletros e colocá-los nos seus respectivos lugares, para eu poder testar posições, pois por mais que se meça, sempre ficava um medo de algo não caber onde eu tinha planejado e lascar meu projeto todo. Felizmente deu tudo certo.
Eles também montaram minha nova cama, mas aparentemente a fábrica mandou uma peça com furos nos locais errados, logo ficou uma folga na tampa do baú. Também não foram entregues os pés. Amanhã vou fazer contato para solicitar a vista de um montador da fábrica lá pra avaliar a situação.

Status da casa nova: Obra concluída, mas ainda faltam ajustes e algumas instalações. Mesa, 4 cadeiras, 4 puffs e um banquinho plástico (ou seja, já dá pras pessoas irem lá e terem onde sentar). Refrigerador, fogão e lava e seca nos seus lugares (apenas refrigerador em funcionamento). TV no seu lugar, mas sem poder girar e sem instalação elétrica. Material básico de limpeza e higiene existente. Cama que dá pra dormir no reveillon se eu ficar com preguiça de dirigir, mas ainda pendente de ajustes. Um monte de plástico, papelão e isopor jogados fora. Um cantinho com sobras de material da obra e algumas coisas que ainda serão usadas em etapas posteriores. Ar condicionado e persianas ainda encaixotados. Móveis planejados só em janeiro.

Mas o mais importante é já estar apresentável e poder receber os amigos. =D

segunda-feira, dezembro 10, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - O FIM ESTÁ PRÓXIMO!

Dando notícias a todos, depois de quase 2 meses de obras, o fim está próximo. Pelo menos no que se refere à parte de pedreiro. Já tenho a parede nova prontinha, 2 paredes pintadas de lilás (se bem que em uma delas ainda falta uma mão de tinta - com esse tempo chuvoso e a pouca ventilação de uma kit, demora pra secar) e as demais já pintadas, azulejos na cozinha/área de serviço. O banheiro, que ficou por último, que ainda tá mais enrolado, mas essa semana, mais tardar na outra (de repente demora pra secar o rejunte) deve estar tudo pronto. Os azulejos estão quase todos colocados na parte nova (lembrando que uma parede foi derrubada e refeita pra aumentar o banheiro), mas falta o piso e as pastilhas. 
Mas parando pra refletir, ainda falta muuuuuita coisinha. Acabamento é a parte mais chata! Essa semana deve ser instalado o suporte pra TV, semana que vem o ar condicionado. Ainda falta também instalar o tanque, chuveiro, acessórios para banheiro (incluindo o armário com espelho sob a pia), persianas e adesivos decorativos (mas isso tem que esperar acabar tudo)... Aff! Já fiz tanto, mas ainda falta tanto!
Isso sem contar os móveis planejados, que só serão montados o início de janeiro (devido à grande procura de fim de ano), os eletros que tem que ser desencaixotados e instalados (sendo que 2 deles ainda tenho que mandar buscar na casa de uma amiga, pois comprei de promoção e tive que deixar lá), a mesa que ganhei de uma amiga (e também tenho que buscar), a cama que tem que ser montada...
Bem, me mudar mesmo acho que só em janeiro, quiçá fevereiro, mas já quero estar com algo "apresentável"  no fim deste mês para a realização do evento "inauguratício" do ano: o Reveillon no Apê. Aguardem!!!

sexta-feira, novembro 30, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - AR CONDICIONADO

Já perto do fim da construção do meu apê, descobri que ele teria preparação para ar condicionado split. Até aquele momento, parecia ser um 'plus' dispensável. Ainda mais que a preparação estava na parede do banheiro (aquela que iria ser derrubada), direcionando para perto da entrada do apê, um local que não fazia sentido (bem, faria sentido se fosse continuar o grande vão para uso comercial, mas enfim).
Durante a reforma, depois de ir lá num dia de sol à tarde, com o tempo ainda seco e quente, descobri que era uma boa ideia eu ter ar condicionado no meu quarto, pois uma vez que, como só há janelas de um lado, não há ventilação, e lá estava um verdadeiro forninho.
Mas aí eu precisava mudar a tubulação do ar, para ele poder ser ligado no meu quarto. Solicitei ao engenheiro responsável pela obra do prédio a indicação da pessoa ou empresa que fez a instalação original. Tentei contato em vão por alguns dias. Informei o ocorrido e pedi outra referência. Liguei para o contato passado e agendei visita para o dia seguinte. Fiquei feliz ao descobrir que ficaria barato fazer o serviço e ficaria pronto em um dia, no máximo 2. 
Era uma quinta ou sexta e a pessoa me prometeu começar na segunda. O pedreiro da minha obra nem tinha quebrado a parede do banheiro pq tava com medo de estragar a tubulação, mas o rapaz disse que podia quebrar e deixar a tubulação lá solta. Apressei o pedreiro pra quebrar a parede "pra ontem". 
O cara do ar condicionado não apareceu...
Esperei até terça, e deu-se início a uma romaria de ligações. Só consegui que o cara me atendesse na quinta. Pediu desculpas pq tava enrolado em outro serviço, mas que iria na sexta, no máximo segunda. Perguntem se ele apareceu!? Outro bolo...
Ainda tentei ligar pro cara, mas na primeira tentativa não deu certo, dai não tentei mais. A essa altura, o pedreiro já me apressava, pois queria emassar a parede do quarto e não podia, pois ela ainda iria ser quebrada pra passar as tubulações do ar. Ele disse que tinha um amigo que fazia este tipo de serviço, mas que ele tinha emprego fixo durante a semana e que só no fim de semana poderia ir ver. Pedi ao pedreiro que fizesse contato com o amigo e pedisse pra ele ir. 
Eu não vi o cara, mas o pedreiro me passou o orçamento. Mas como eu tinha urgência e a disponibilidade do cara não era muita, resolvi fazer outros orçamentos. Pedi sugestão à síndica do prédio, que me passou 2 contatos. Uma colega de trabalho também me passou um. Liguei no da colega de trab e em um dos da síndica. Os dois foram lá e fizeram orçamentos semelhantes, com a diferença que um não puxaria a fiação elétrica, já o outro sim. Fiquei com o que faria tudo. 
Ele esteve na quinta, me deu orçamento na sexta e o serviço foi feito na segunda desta semana. A preparação está feita. Agora só falta instalar o aparelho.
Passei a semana pesquisando por aparelhos na internet, para achar um preço bom. Pelas minhas buscas no Buscapé, achei o melhor preço no Novo Mundo, com um bom desconto para pagamento à vista com boleto bancário e frete grátis. Vale destacar que procurei por marcas já consagradas de eletrodomésticos (nada daquelas marquinhas genéricas) e também por lojas conhecidas (não estava a fim de arriscar). 

A primeira observação importante é que, quando forem solicitar orçamento de um serviço deste tipo, peça orçamento dizendo que quer o aparelho instalado, com tudo o que for necessário. No primeiro orçamento que o cara com quem eu fiz me passou, quando indaguei que isso era para o aparelho instalado, ele me disse que aquele era o valor sem instalação e sem fazer alguma coisa que já não lembro mais o que era. Daí eu disse a ele que eu não queria nada pela metade, que eu queria pagar pra ter o aparelho lindo e instalado na parede, pois quando o pedreiro pintasse minha parede, não era pra se quebrar mais nada. (O 'lindo' foi por minha conta agora =D) Daí ele refez o orçamento dele, que não aumentou muito, mas garantiu que tudo quanto necessário fosse feito. 
Agora é aguardar a pintura da parede (que está secando a massa) e o aparelho chegar.

A segunda observação importante é que depois dos 2 últimos orçamentos eu fui entender o motivo do primeiro cara ter me dado bolo. Ele passou um orçamento muito a quem do valor dos outros dois, era menos da metade. Daí acho que, ao invés do cara ter a dignidade de ter dito que o orçamento tava errado e me passar o valor correto, resolveu não fazer e não me avisar. Simples assim.

terça-feira, novembro 27, 2012

GARÇONS PRESTATIVOS

Ontem fui no lançamento do livro de um colega da UnB. Fazia um tempão que não nos víamos presencialmente; pelo menos nessas horas e-mail e Facebook encurtam as distâncias. O evento foi ótimo, e ele estava super feliz. Vale destacar que, como eu estava sozinha, enquanto estava lá, li boa parte do livro, o qual gostei bastante. 
Bem, mas este post é pra falar um pouco sobre bom atendimento, sensibilidade e independência.

As pessoas sabem que sou uma pessoa "metida a independente". Em muitas situações sou independente, apesar da minha deficiência, e mesmo no que não sou, eu tento ser, ou pelo menos finjo ser.
O lançamento foi no restaurante Carpe Diem e não ia perder a oportunidade para comer algo lá. Resolvi comer kafta, mas a de lá não era no espeto, era envolta por uma massa fininha como de crepe. A porção vinha com 2, mais batatas fritas e o molho de hortelã. 
Quando chegou o prato, eu olhei pra kafta e pensei: "E agora, como vou comer isso?" E não era pela quantidade... (A quantidade se resolve de maneira bem simples: embalagem pra viagem!)

Pra quem não sabe ou nunca se tocou, eu tenho pouca força nos braços, o que implica que eu tenho dificuldade para partir alimentos. Se algo está bem cozido, eu parto sem problemas, mas se é algo um pouquinho mais consistente... 
Como isso se aplica em vários momentos da minha vida, a solução mais prática, pra não depender dos outros, é comer usando guardanapo. Pizza costumo comer desta forma. Só se eu tiver numa pizzaria ou numa festa, com todo o tempo do mundo, daí eu peço pra alguém partir. Mas confesso que eu acho um saco ficar pedindo pros outros, embora eu saiba que devo rever esse hábito.

Voltando ao kafta, eu olhei pra ele, olhei pro guardanapo e olhei pra ele de novo. Peguei o guardanapo e o usei para colocá-lo no meu prato. mas mesmo assim fiquei pensando: "Come-lo-ei com guardanapo? Estou num restaurante mais fino, todo mundo vai estranhar." Enquanto eu pensava em dizer mentalmente a mim mesma "f...-se, vou comer assim mesmo", na mesma hora veio um garçom se oferecer para partir pra mim, o que aceitei gentilmente.
Mas alguns pedaços ficaram grandes para mim (considerando minha boa pequena) e lá fui eu partir mais alguns. Num primeiro momento, consegui partir alguns poucos. Quando me preparei para partir de novo, eis que surge no nada outro garçom, me indagando se os pedaços ainda estavam grandes se oferecendo para partir mais. Como depois que se partiu tudo em pedaços bem menores, o prato já ficou cheio (e ainda tinha outro kafta), ele me gentilmente me sugeriu que, caso eu quisesse, poderia-se embalar o outro para viagem. Eu disse que certamente usaria desse serviço, só iria esperar mais um pouco pra ver se eu comeria um pouco de batata frita, a qual no fim das contas eu mal provei, por falta de espaço estomacal.

No fim deu tudo certo: comi um kafta; o outro mais a batata frita foram embalados pra viagem e fui embora satisfeita. Vale destacar o excelente atendimento dos garçons, altamente prestativos, sem mesmo eu ter solicitado. Estão de parabéns e o local merece minha vista mais vezes.

domingo, novembro 25, 2012

CONHECENDO O SUDOESTE - BUTEKO 101

Na última sexta fui num happy hour com colegas do trabalho. O local escolhido, por ser perto do trab, foi um local chamado Buteko 101, localizado na quadra 101 do Sudoeste.
Eu gostei muito do lugar. Fisicamente, nada de especial, mas tudo que nos foi servido estava bom. Como eu iria dar aula depois (achei muito triste o happy ter sido marcado pra 'aquele' dia, pois era uma aula de reposição, ou seja, com todas as sextas possíveis para marcar o happy, marcaram logo pro dia em que eu ia dar aula), tive que ir meio correndo e não pude beber nada alcoólico, mas enfim, não ia deixar de participar.
Enfim, eu pedi suco de acerola, que estava bem cremoso, embora fosse de polpa; não tava aquela coisa aguada que costumam ser sucos de polpa por aí. Como precisava comer algo rápido e com “sustança”, resolvi pedir um caldo. Nas opções havia caldo de camarão, que estava só 2 reais mais caro que os demais. Resolvi experimentar e não me arrependi. Tava MUITO bom!
O pessoal pediu chopp, que chegou em canecas que estavam brancas de tão embaçadas. Um colega disse que tava até com "dó" de tomar de tão trincando que tava o chopp; ou seja, super aprovado. O pessoal pediu também carne de sol com mandioca. Eu não sou de carne vermelha, então experimentei a mandioca. Tava crocante por fora e desmanchando por dentro. Uma delícia. 
Foi uma experiência muito boa ir a este bar. Eu super recomendo.  

domingo, novembro 18, 2012

NO MEIO DA W3 NORTE TINHA UMA ÁRVORE

Ontem, como é costume de todo sábado, fui na W3 Norte. Depois do meu compromisso, combinei de ir com uma amiga no cinema no Boulevard Shopping. Por isso, segui a W3 toda até chegar lá. 
Quando ia sai do meu primeiro compromisso, tava caindo um toró daqueles. Até esperei um pouco pra sair, mas logo a chuva acalmou e segui meu caminho. Pela W3, haviam alguns trechos com água empossada, mas tava normal.
O assustador foi ver, quando cheguei na altura da 712 Norte, uma árvore caída bloqueando a pista oposta a que eu ia. A árvore caiu do canteiro do meio,  foi arrancada com raiz, calçada e tudo. Felizmente, eu estava do lado contrário e a polícia já estava no local, já tendo feito o bloqueio da W3. Os bombeiros ainda não haviam chegado.
Imagina o susto de alguém que estivesse passando na hora?!
Eis uma foto da árvore obtida no site do G1: 


P.S.: Não tive como deixar de parafrasear Carlos Drummond de Andrade no título. =D

sexta-feira, novembro 16, 2012

MEU PRIMEIRO CHÁ DE CASA NOVA SURPRESA ( AINDA FORA DA CASA NOVA)

Eu, por fazer compras variadas pela internet, sou cadastrada em alguns sites, dentre eles o site da Copacor, que é uma loja de utilidades domésticas lá de Taguatinga. Nunca estive lá fisicamente, mas já comprei presentes de casamento 2x no site. 
Há menos de um mês recebi propaganda deles com a nova linha da Tramontina, chamada Rock 'n' Cook. Não sou muito de 'cook', mas quem sabe com o 'rock' junto eu não me animo a aprender a cozinhar. kkkk

Eu fiquei encantada com a linha e fui até pesquisar na internet para conhecer a linha completa (na Copacor não tinha todos os itens). Me encantei com alguns itens específicos e listei 5 deles em um e-mail bem sugestivo que mandei aos meus contatos, com uma mensagem que, em resumo, dizia "se alguém quiser me dar de presente, eu certamente ficarei muuuuuuito feliz". Mandei os links para eles, indicando o site da Copacor e, no caso do que não havia lá, indicando outro site de confiança. 

Esse e-mail chegou a uma amiga que nem sabia ainda da minha mudança e, como todo fim de ano nosso grupo realiza uma confraternização de fim de ano, ela resolveu unir o útil ao agradável: juntar a confraternização com chá de casa nova surpresa. 
Esse ano, optamos por adiantar a confraternização, por uma questão de não tumultuar com os demais compromissos de cada um no mês de dezembro, e aproveitamos o feriado de ontem pra fazê-la.
Quando cheguei ao local, estranhei ao ver uma mesa com presentes e eu ter chegado de mãos abanando. Como de outras vezes já fizemos amigo oculto daqueles de sortear na hora, eu achei que se tratava disso, e fiquei triste por ninguém ter me avisado que tinha que levar algo. Na hora, meio que desconversaram, mas nem imaginava a surpresa. 
Além de estar junto com pessoas muito queridas, em reuniões que são sempre agradáveis, ainda ganhei diversos presentes. Todos fizeram discursos, e felizmente me escapei de ter que fazer um. =D

Eu ganhei os 3 itens que eu mais queria da lista: a frigideira com desenho de guitarra e fundo roxo, a assadeira com desenho de fita cassete e o kit pra pizza com forma com desenho de disco vinil (na verdade a forma está vindo pelo correio; eu ganhei o comprovante da compra). Além disso, ganhei uma fruteira linda para pôr em cima da mesa, uma mini cafeteira bem fácil de usar, uma tábua para pastinhas e pãezinhos (como disse uma amiga, super útil para as baladas no apê) e 2 panos para cobrir o fogão com trabalho manual lindo, com um trançado feito com fitas de cetim.
P.S.: No sábado seguinte, ganhei também a espagueteira a linha Rock 'n' Cook, que vem decorada com laterais flamejantes. Linda demais! Um item que irá facilitar o preparo dos meus bifuns, já que a tampa é própria para escorrer o líquido do cozimento.

Os itens da linha Rock 'n' Cook terão que ficar dependurados em exposição na cozinha, pois mais do que tudo, são lindos itens decorativos. Afinal, ser fashion e exclusiva é o máximo!

terça-feira, novembro 13, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - PAPEL DE PAREDE OU NÃO, EIS A QUESTÃO

Como me disse uma amiga, também colega de trabalho, essa vida de peão de obra é sofrida. Todo dia em que eu vou à obra antes de ir pro trab, eu sujo meus sapatos e calça. Antes era alaranjado, por ser pó de tijolo. Agora é branco por causa do pó de massa corrida e de reboco. Mas agora já está mais perto do fim do que do começo da reforma. As paredes já existem. falta fazer os acabamentos e pintar.
Inicialmente, quando fui no show room da loja onde encomendei meus armários planejados, havia um ambiente com papel de parede branco com flores roxas. Eu achei lindo, e pensei em fazer algo igual no meu quarto.
Mas papel de parede é algo que sai caro. Bem, sai muito mais caro do que pintar. Não ficaria nenhum valor absurdamente caro revestir com papel de parede só uma parede, mas quando pensei no tanto que já gastei com material de construção, comecei a pensar 2x antes de fazer mais este gasto.
O meu quarto atual tem 2 paredes lilás e eu gosto dele assim. É exclusivo e elegante. Considerando a teoria de que "em time que está ganhando não se mexe", comecei a pensar em simplesmente pintar de lilás as paredes do quarto. Mas em comparação ao papel de parede, ficaria muito chocho.
Como então equilibrar elegância e preço? Com adesivos decorativos! Comprei alguns bem legais (de borboletas, claro!) lá na Leroy Merlin. A ideia é pintar as paredes coloridas e depois aplicar os adesivos em cima. Vai ficar bem bacana.

sexta-feira, outubro 26, 2012

COMPRANDO CADEIRAS NO SHOPPING ID

Algo que eu deveria procurar com alguma urgência eram cadeiras adequadas para o apê, pois sem cadeiras, como poderei receber meus amigos?
Tudo bem que tenho 4 pufes quadradinhos, mas isso é muito pouco. Portanto, precisava de 4 cadeiras.
E o que eu quis dizer com "cadeiras adequadas"? Bem, quanto a mesa, não tenho muita exigência, pode ser uma simples mesmo, mas pra mim, cadeira barata não dá! cadeiras baratas implicam em cadeiras duras, mal estofadas. De que adianta eu ter cadeiras desconfortáveis que eu não consigo usar?!
Minha primeira ideia foi encomendar, para que fosse bem acolchoada como eu desejava. Vi os preços em 2 locais lá no Guará, mas ainda não era exatamente como eu queria.
Daí tive a ideia de ir passear no Shopping ID a uns dias atrás. Em cerca de 2h30 que andei por lá, fui em várias lojas e vi diversos modelos de cadeiras. Algumas, personalizáveis, eram um sonho de tão bonitas e macias, mas o preço era proporcional à altíssima qualidade. Outras não valiam o preço por serem simplórias demais. Felizmente, a mais barata que achei, dentre as bem acolchoadas, possui um design bonito que me agradou.
Valeu a pena ir ao Shopping ID para comprar cadeiras de qualidade. Recomendo por ser um lugar tranquilo e com estacionamento sobrando no fim de semana. E claro, por ser um shopping especializado em móveis, bastava sair pela porta de uma loja e entrar em outra.

quarta-feira, outubro 17, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - COMO LIGAR A ENERGIA DE UM IMÓVEL NOVO

Minha primeira aventura da série "Reformando meu apê" trata do processo de ligação de energia elétrica. Esta é uma dica que vale pra todo mundo que comprou um apartamento na planta e vai ser o primeiro morador.
Primeiramente liguei no telefone da CEB para pedir orientações da documentação que eu teria que levar. Felizmente não era nada complexo: apenas documentos pessoais básicos e, como ainda não possuo escritura, o contrato de compra e venda. O detalhe é que o contrato deveria ter as firmas reconhecidas.
Resolvi ir mesmo assim numa agência da CEB, já que o pedido só pode ser presencial mesmo. Vai que a atendente me passou informação errada (bem, ela me passou o horário de funcionamento errado; sorte que eu fui no horário em que a agência estava aberta)! 
E não teve jeito! Segundo o que a atendente me passou pessoalmente, é uma norma da ANEEL (eu não verifiquei isso depois na net; quem quiser verifique!) que só pode ligar, religar ou transferir a conta de luz com um contrato, de compra ou aluguel, com firma reconhecida ou a escritura do imóvel.

Fiquei chateada porque ia demorar mais pra ligar, mas a atendente foi super gentil e disse que me esperava daqui a alguns dias, e que torcia para que ela mesma pudesse me atender de novo. E foi bom que ela me deu algumas dicas úteis para eu não perder tempo.
A primeira foi levar da próxima vez um identificador de alguma outra conta de luz do condomínio ou de outro morador. Não sei porque o sistema de lá é tão ruim! De posse do meu endereço certinho, fizemos paticamente todas as combinações de busca possíveis, com endereço completo e várias tentativas com partes diversas e nada!
A segunda foi que, omo meu contrato era antigo, eu não conseguiria reconhecer as firmas das pessoas da construtora. Portanto, eu deveria solicitar que a própria construtora reconhecesse as firmas. Daí, depois de reconhecidas, eu iria ao cartório reconhecer a minha.
Daí foram mais alguns dias pra construtora reconhecer as firmas da via que ela tinha para que fizéssemos a troca: eu daria minha via do contrato sem reconhecerem troca da via deles reconhecida. Demorou uns dias a mais, mas deu tudo certo.
Quando fui reconhecer minha firma, achei interessante me pedirem no cartório para eu assinar de novo o contrato na frente do funcionário. Eu estranhe, pois eles têm inhas assinaturas lá, mas sabe como é, com o tanto de fraude que existe, essa é uma regra deles agora.
Depois disso, voltei à agência da CEB na quinta-feira e, segunda passada, ligaram a luz. Uma coisa boa foi que a ligação já foi feita como imóvel residencial, pois várias outras pessoas no prédio já tinham ligado a luz e constavam todos como residencial. A princípio, o correto seria terem ligado como comercial e depois eu ter que solicitar a mudança, mas já foi feito certinho de uma vez só. Um trabalhinho a menos.
Esta foi uma tarefinha burocrática, mas que tem que ser feita. Vamos ver agora quanto vem minha conta mês que vem, com taxa de ligação e tudo.

Fica ai a dica: se você comprou imóvel na planta e seu contato não possui firmas reconhecias, trate de fazê-las! Vai evitar perdas de tempo futuras.

segunda-feira, outubro 15, 2012

REFORMANDO MEU APÊ - MEU CASULO EM OBRAS

Desde o fim de semana passado, meu casulo está em obras. Não sei quando elas vão acabar, mas espero que não demorem muito.
Primeiro, veio a parte chata de procurar pessoas para tocar a obra, marcar com elas para fazer orçamentos, etc. Até combinar tudo para finalmente começar, é meio chato: muitos telefonemas, espera, "bolo" das pessoas que não cumprem com o horário que você marcou...
Mas creio que a parte mais chata de uma obra, pelo menos na minha percepção até agora, é a compra de material. É algo que não acaba nunca! E cada vez é uma facada maior que a outra. Cada item rende idas a várias lojas, para ver modelos, anotar preços... E como sempre "falta algo", você acaba indo a mesma loja váááárias vezes.
Por hora, já visitei várias lojas do SIA, a Leroy Merlin e lojas da Rua das Elétricas (109/10 sul). A maior parte do meu material tenho comprado na AC Coelho (já fiquei até conhecida o vendedor kkkk). O próximo passo será passear por lojas que vendem pisos e revestimentos, para tentar encontrar dos mesmos modelos que foram usados na construção. Bem, já tive sucesso na busca por tomadas e interruptor iguais aos já existentes lá na Rua das Elétricas. Vamos ver no que dá.

domingo, outubro 07, 2012

CHAVINHA DA FELICIDADE (ou DEPOIS DE EXATOS 9 MESES, O PARTO!)

Finalmente, depois de tanta demora, finalmente recebi a chave do meu apê. \o/

Eu estava até brincando que tava parecendo um parto, pois, segundo o contrato, a obra seria concluída em 31 de dezembro do ano passado. Sabemos que a data de término da obra nunca é a que consta no contrato, e que o término da obra não é sinônimo de receber a chave, mas mesmo assim demorou pra caramba.
Se, hipoteticamente, eu tivesse engravidado na data de conclusão da obra, o menino estaria nascendo! Portanto, ao ver que o ano corria e nada de receber as chaves, eu cheguei à conclusão que o recebimento das chaves foi equivalente a um parto, pelo menos em tempo transcorrido.
Enfim, desde então, estou na correria louca de ir atrás de pedreiro, orçamentos, compra de material... Aff! É muita coisa pra uma pessoa só! Como eu já tava ficando cansada com isso tudo, decidi contratar minha amiga que fez meu projeto para administrar minha obra, o que já me aliviou bastante. Mas mesmo assim, é muita correria.
Por fim, o que posso dizer é que, apesar da canseira, a sensação de felicidade é muito grande. Não vejo a hora de começarem as obras, para que ele deixe de ser um grande vão branco com banheiro minúsculo e vire o MEU APÊ.

A partir de agora iniciarei a série de posts “Reformando meu apê”, para tratar destes assuntos. Espero que possa ser útil a alguém. Não percam as cenas dos próximos capítulos!

segunda-feira, setembro 17, 2012

ACESSIBILIDADE, TRIBO DE JAH E O SUMIÇO DO CARRO

Finalmente estou de volta ao blog!!! eeeeeeeeee \o/

Agradeço a todos pela paciência e por aqueles que puxaram a minha orelha, me cobrando novos vôos desta borboleta que vos fala. Esta borboleta vem voando em alta velocidade, faltando tempo para se dedicar a este humilde espaço pessoal. Nas próximas semanas procurarei, na medida do possível, preencher as lacunas dos meses passados. 

Este post é pra falar sobre um evento excelente que ocorreu no TCU na semana passada: Controle das Políticas Públicas de Acessibilidade. Mais informações sobre o que aconteceu no link http://www.tcu.gov.br/acessibilidade
Pra quem me conhece, eu não poderia ficar fora dessa. Infelizmente por questões profissionais, só estive na parte da tarde, mas valeu super a pena. Além da oportunidade de me atualizar com o que está ocorrendo Brasil afora relacionado a este assunto, conheci pessoas interessantíssimas, fiz contatos importantes, me diverti e aprendi muito. 
Destaco a exposição Além dos Sentidos, aberta até dia 28 deste mês. Nela estão expostos trabalhos de pintura e escultura de artistas locais, todos deficientes, e da artista Cristina Portella, que produz quadros táteis, acessíveis para deficientes visuais, com relevos e texturas diferenciados. è divertido até para quem não é deficiente, fugir da regra do "Não toque" de todas as exposições. 

Mas este post é sobre as curiosidades deste evento, senão este post não teria graça. Primeiramente, o que me fez ganhar o dia, o mês e quiçá o ano, foi conhecer ao vivo a Lêda Spelta e o Horácio Soares, pioneiros em acessibilidade digital no Brasil, dos quais posso dizer que sou "fã", uma vez que boa parte do conhecimento inicial que possuo nessa área foi graças a leitura de textos e artigos escritos por eles. No fim da palestra, mesmo sendo interrompida quinhentas vezes, consegui conversar com o Horácio (nem tentei conversar com a Lêda, pois o assédio era maior) e trocar algumas ideias com ele, expondo resumidamente minhas pesquisas na área, as quais fiquei muito feliz por ele ter se interessado. Ele também foi responsável por fazer a ponte entre eu e a Fernanda Lobato, da Secretaria de Logística e Tecnologia da Informação - SLTI, do Ministério de Planejamento, onde são definidas as estratégias de implementação da acessibilidade digital nos órgãos públicos.
No fim do primeiro dia do evento, ocorreu um coquetel no restaurante do TCU, onde, além de ter sido super bem servida, tive a oportunidade conversar com diversas pessoas interessantes. O coquetel foi regado a música e poesia. No encerramento, show da bando Tribo de Jah. Muita gente foi embora antes do show começar, mas valeu a pena ficar, pois foi super animado e divertido. O Procurador do TCU Sergio Caribé, quem foi responsável pela organização do evento e é cadeirante, estava todo animado durante o show, ao contrário da imagem que temos de que quem tem alto cargo é sisudo e, muitas vezes, até chato. O show durou 1h15 e só não durou mais porque não permitiram. 
O caminho do local do evento ao restaurante era longo, e era necessário passar por um grande túnel/passarela de vidro. Meu carro estava estacionado próximo ao elevador mais próximo ao evento; logo, ao fim do show, tive que pe4rcorrer todo o caminho de volta ao meu carro. Não sei se saí meio apressada, mas quando voltei, o caminho estava todo escuro. Eu fui me guinado pelas luzes dos postes da rua, que eram visíveis por causa do vidro. Era um breu total! Quando saí do túnel, continuou não tendo vivalma e luz somente nos halls de elevadores. Cheguei até o elevador o qual deveria usar para descer à garagem no subsolo, mas daí não sabia qual andar estava meu carro! Tentei o S1, mas só haviam salas lá; logo, fui para o S2. Saí do elevador, comecei a procurar meu carro e... cadê meu carro? E olha que eu não estava bêbada, pois só bebi água e suco, nem com sono, nem noiada, apesar do show ter sido de reggae. Havia um carro no estacionamento, em que vi entrar um cadeirante, e depois estavam 2 rapazes desmontando a cadeira para colocá-la no bagageiro. Tive que ir lá, na maior cara de pau, dizer: "Olha, eu nunca vim aqui no TCU e eu entrei nesse estacionamento vindo pleo caminho tal, e quando parei o carro a portaria estava aqui a esquerda. Mas meu carro não está aqui!" Daí fizeram mais algumas perguntas para entender melhor a situação e daí ouvi a pessoa de dentro do carro me pedir pra entrar no carro pois daríamos uma volta para localizar o carro. Quando entro, para minha surpresa, de quem era o carro? Do Procurador Caribé! E o mais comédia foi onde estava o carro. Bastou dar uma voltinha e o localizamos. Como? bem, quando saí do elevador, havia saída pros dois lados. Não prestei atenção, e fui pro lado contrário de onde meu carro estava. Bastou dar a volta e lá estava o carro! kkkk Eu agradeci muito, num misto de alegria e vergonha.
No dia seguinte, enquanto conversava com o Horário, ele foi chamado pra tirar foto com o Procurador. Ele foi lá, e depois o fotógrafo me chamou para tirar foto com eles. Ao me posicionar junto ao Procurador, ele me sotou a seguinte piadinha: "Não vai perder seu carro hoje de novo, hein?!" Eu respondi, rindo, que naquele dia eu já sabia das 2 saídas. kkkk

domingo, julho 29, 2012

BRIGADEIRO DE CAPIM SANTO - feito por mim =D

Vi no programa Estrelas uma receita super fácil que fiquei louca para tentar: brigadeiro de capim santo (ou capim cidreira, ou capim limão, como preferir). É super fácil, ainda mais quando se tem um pé de capim cidreira na janela do apartamento. =D
Essa receita me lembra do picolé de capim santo da Sorbé, o meu favorito, o qual tinha o prazer de tomar quase toda semana, por haver um daqueles freezers no comércio próximo ao meu antigo local de trabalho. Ele consegue ser super refrescante e ao mesmo tempo não é ácido, como por ex. um picolé de limão.
Na hora da receita não vi quanto do capim era necessário, assim fui ver na internet e cheguei à conclusão de que era algo em torno de 15 a 20 folhas. Fora isso, é uma lata de leite condensado e um pouco de leite. 
Minha mãe executou a parte mais complexa: bater as folhas com o leite. Fora isso, é só levar tudo ao fogo até engrossar. Um detalhe importante é que na TV fizeram num ponto que ficaria muito duro quando esfriasse (só ficava bom para, como na TV, comer de colher quentinho na hora). Daí o ponto, segundo ela, é o "ponto de brigadeiro em que se vê o fundo da panela". Confesso que esse ponto ficou muito bom quando levado à geladeira.
No fim, temos um delicioso brigadeiro verdinho pra comer de colher! Eu achei que com 20 folhas o gosto ficou meio forte, acho que com 15 fica melhor, mais suave. Uma pena é que não rende muito. Como leite condensado + leite é muito mole, até engrossar ele vai minguando tanto que no fim fica só um pouquinho.
Embora eu tenha a-do-ra-do, acho que a única pessoa que gostou foi minha mãe. Fizemos para outras pessoas, que provaram, mas não se empolgaram tanto quanto nós. Bem, cada um com seu gosto. Tente e tire suas próprias conclusões.

quinta-feira, julho 19, 2012

MINHA TEORIA SOBRE 2012, BEBÊS E NUMEROLOGIA

Neste mês de "férias", pelo menos como teacher, aproveitei para visitar alguns amigos que tiveram bebês recentemente.
Nunca vi tantos bebês de gente conhecida nascendo... Primeiramente, achei que estava ficando velha demais, por estar na idade dos amigos terem filhos; mas depois analisando friamente, vi que os pais e mães dos bebês são de várias faixas etárias, ou seja, tem gente mais nova que eu e tem gente consideravelmente mais velha. Logo, essa teoria foi logo taxada como sendo "coisa da minha cabeça".
Então por que tantos bebês? No meu trabalho, são tantas crianças nascendo este ano que quase todo mês, junto com os aniversariantes, tem entrega de fraldas. Minha teoria da conspiração é que, como dizem que 2012 é o fim do ano, as pessoas estão querendo cumprir o dever cristão de povoar o mundo, mesmo que ele vá acabar. kkkkk
Outro detalhe importante é que 3 dos 4 bebês que nasceram até a presente data foram no dia 28 (em diferentes meses). haverá alguma relação numerológica entre 2012 e o número 28?!

quarta-feira, junho 20, 2012

CULINÁRIA NORDESTINA: INHAME

Um certo dia, em que estavam reunidos vários colegas da UnB de origem nordestina, surgiu um papo sobre inhame. Para mim, inhame era cará. Eu até sabia que o cará se chamava cará, mas não sabia o que verdadeiramente era o inhame. Segundo os colegas, não se encontra facilmente inhame aqui em Brasília, só em locais como a Feira do Guará ou trazido como muamba por alguém de lá. 
Para ilustrar, segue uma foto do que afirmaram ser inhame.


Conversa vai, conversa vem por e-mail, um amigo conseguiu importar inhame do nordeste mais de 3 meses depois da conversa inicial. Poucos dias depois, marcamos a "sessão de comida nordestina", sendo eu a única sem origem nordestina direta a participar do almoço. No cardápio, purê de inhame, frango caipira, ovos caipiras mexidos e feijão de corda com abóbora, regados a muita manteiga de garrafa.

O que dizer sobre o inhame? Bem, eu achei com gosto de batata, o que fez as pessoas quererem me bater. Mas eu entendo: como boa paraense sou louca por farinha de tapioca, que parece (e talvez tenha gosto de) isopor! kkkk 
Tudo estava muito gostoso, mas para mim, o melhor prato do dia foi o feijão de corda com abóbora, o qual até repeti. Esse sim foi tuuuuudo de bom!

sábado, junho 09, 2012

HISTÓRIA DE BRASÍLIA EM ÁUDIO

Participo de uma comunidade virtual chamada MeYouHealth (http://challenge.meyouhealth.com), onde há o Daily Challenge, que consiste em um "desafio" diário com o objetivo de aumentar o bem-estar pessoal. O desafio de hoje era ler sobre a história da cidade onde vive, de forma que, sabendo um pouco da história do local, pode-se entender e se integrar mais à comunidade.
Conforme a sugestão dada, pesquisei no Google utilizando as palavras 'Brasília' e 'história'. Obviamente, o primeiro link era o verbete da Wikipedia. Comecei a ler, mas ao ver seu tamanho, dei só uma passada muito rápida.
O mais legal foi descobrir que há uma versão de áudio pro verbete. Sinceramente nunca tinha reparado aquilo e não sei para quais tipos de verbetes o áudio é feito. Por curiosidade dei o play e, ao carregar o áudio vi, pra minha surpresa, que eram mais de 3 horas de gravação!
Para quem tiver a curiosidade, o áudio localiza-se do lado direito, abaixo da primeira figura.
Embora o áudio seja gigantesco, uma grande iniciativa, que beneficia grupos como os deficientes visuais, para os quais será muito mais agradável ouvir uma gravação feita por uma pessoa do que a leitura robotizada feita por um software leitor de tela. Wikipedia, meus parabéns!