Sábado, Julho 11, 2009

REVIVENDO MEUS TEMPOS DE UNB

Terça passada estive na UnB, depois de um bom tempo sem ir lá. O objetivo era assistir a apresentação de um projeto final cujo assunto era testes de acessibilidade, meu objeto de estudo e hobby na área de informática. Fiquei muito feliz com a visita, pois pude rever muitas pessoas queridas e conhecer pessoas novas.

Como cheguei lá cedo, ainda no horário do almoço, fui ao PPNE (Programa de Apoio aos Portadores de Necessidades Especiais) para ver se eu encontrava alguém do povo conhecido. Encontrei uma meia dúzia de pessoas que já não via fazia tempo e pudemos papear enquanto almoçávamos.

Dentre as novidades estruturais na UnB, temos que o CESPE foi embora do subsolo da Ala Norte e as salas que eram usadas por ele serão (finalmente!) da Computação. Estas salas, além das poucas que já eram do Departamento, estão todas em reforma. Logo, a apresentação teve que ser no LINF.

Lá revi alguns amigos bolsistas, meu orientador e uma professora da minha banca. Além disso, conheci a orientadora do projeto final que foi apresentado, que já tinha experiência com acessibilidade, e uma orientanda dela, que no próximo semestre também apresentará projeto final sobre o mesmo assunto. Bom fazer novos contatos!

UM RETORNO AO PASSADO - MERCADO MUNICIPAL

Sexta da semana passada estive pela segunda vez no Mercado Municipal, certamente um dos lugares mais charmosos de Brasília. O Mercado Municipal fica da 509 sul, na W3 e é uma tentativa de resgatar a avenida que, um dia, já foi o centro comercial da capital.

No Mercado há de tudo um pouco: queijos, vinhos, artigos de mercearia, padaria, doces, temperos, frutas e hortaliças, e até mesmo panelas. Mas para quem é de fora e está acostumado com o conceito de um mercado municipal ser um grande espaço com um monte de banquinhas, cada uma vendendo um tipo de produto, vai estranhar. (O que seria o mercado municipal do DF, considerando os moldes tradicionais, é a Feira do Guará.) Todas estas coisas são vendidas em um mesmo estabelecimento, sendo tudo do mesmos donos (sendo um dos donos o famoso Ferreira, dono do Armazém do Ferreira, Bar do Brasil, Bar Brasília, etc... ou seja, vários dos bons bares de Brasília).

Mas o mais interessante é a decoração do lugar, que foi feita toda aproveitando sobras antigas de demolição do Rio e São Paulo: vitrais, bancadas, móveis de madeira, grades... A decoração é super charmosa! Para quem tiver curiosidade, próximo aos caixas, tem um folhetinho explicativo no qual há a origem de todas as coisas antigas usadas na decoração. Uma pequena aula de história.


Seguem algumas fotinhos:


Visão geral do teto do Mercado Municipal: http://www.flickr.com/photos/borboletaroxa/3711617888/


Azulejos de Athos Bulcão, parede feitas com tábua reaproveitada de construção, quadro de "santo" com cervejas, vaso com rolhas em cima de um barril: http://www.flickr.com/photos/borboletaroxa/3710817473/

Close dos azulejos (pena q ficou meio tremida): http://www.flickr.com/photos/borboletaroxa/3710850705/


Como era de se esperar, junto ao Mercado Municipal há o Bar do Mercado, cujas especialidades são o sanduíche de mortadela, composto por uma lapa de mortadela em um pouco de pão, e o pastel de bacalhau, que também é uma delícia.

Na verdade falar em delícias do local é fácil. Tudo é muito bom: os petiscos do bar, os queijos e frios do mercado, o bolo de aniversário... O atendimento é igualmente bom, todos são bem atenciosos. Só ficou um pouco lento no horário de pico, em que a cozinha demorava para dar conta dos pedidos.

Por falar em cozinha, to virando expert em visitar cozinhas. Acompanhada mais uma vez pelo colega de trab da minha mãe, visitador oficial de cozinhas, pela minha mãe e um amigo, fomos todos fazer um tour pela cozinha, com direito a toquinha no cabelo e tudo. O que mais gostei foram as máquinas para fabricação de pães, pois nunca tinha visto máquinas do tipo, nem sacos de farinha e pacotes de margarina gigantes.


Vale a pena conhecer o local, seja pelo bar, seja pelos artigos do mercado, seja pela decoração. Motivos não faltam para uma visita.

Quarta-feira, Julho 08, 2009

CNH - PARTE 12 - PROVA 3 - A ÚLTIMA

Finalmente 29 de maio acabou a minha agonia (ou a maior parte dela, pois esta novela ainda não acabou). Antevéspera do meu aniversário e dia em que eu iria comemorá-lo: ou eu teria mais um motivo pra comemorar ou iria afogar minha tristeza com meus amigos. Felizmente aconteceu a opção "a".
Essa foi a prova mais tranquila de todas: o circuito foi beeeem pequeno (tanto que meu instrutor disse ter estranhado a rapidez com que eu retornei ao pátio do Detran) e eu nunca fiz uma garagem tão bem feita!
Como disse meu instrutor a um outro instrutor da mesma auto-escola que estava lá na hora (e que me deu aulas teórias): "Ela já podia ter tirado a carteira, mas esperou até o aniversário dela para fazê-lo." =D

E assim termina (?) minha saga sobre a carteira de motorista. Mas não percam! Ainda há alguns adendos interessantes sobre o assunto.

Terça-feira, Julho 07, 2009

CNH - PARTE 11 - MAIS ADAPTAÇÕES

E lá fui eu atrás do eletricista que fez as adaptações anteriores no meu carro. Felizmente, ele continuava trabalhando no mesmo local e continuava fazendo adaptações envolvendo parte elétrica. Pelo menos foi útil que eu aproveitei o embalo e fiz outra adaptação ultra importante: um botão para destravar por dentro as portas do carro.
E ficou tudo fashion, com botõezinhos vermelhos, mais bonitos do que os usados na adaptação anterior que ele mesmo fez. =D

Domingo, Julho 05, 2009

CNH - PARTE 10 - DE VOLTA AO DETRAN

Quando meu instrutor foi buscar meu processo no Detran pra poder marcar minha terceira prova, ele descobriu que, estranhamente, meu processo tinha voltado para o Núcleo Médico. Daí lá fui eu atrás do meu processo saber o que tinha acontecido.
No dia da prova 2, um examinador me pediu para acender e apagar o farol do carro com o carro em movimento. Por ser uma peça meio arredondada, eu precisaria das 2 mãos para fazê-lo, o que obviamente eu não fiz. Na verdade, nunca tinha pensado que seria necessário acender o farol em movimento. Isso gerou uma observação maluca na planilha da minha prova de que eu não conseguia manipular os instrumentos do painel. Além disso, havia comentários de que meu "copo" era muito grande e que isso me atrapalhava a dirigir.
Segundo algumas evidências que tenho, a médica examinadora estava de mau-humor e resolveu me sacanear. Isso foi constatado quando estive no Núcleo Médico conversando com os mesmos médicos que haviam me dado os laudos anteriores. Eles disseram que nunca iriam me pedir pra fazer tal coisa durante a prova, nem me reprovariam por esse motivo. Mas que, como havia documentado o problema, eles teriam que me dar um novo laudo me pedindo para fazer uma adaptação na parte do farol. Depois, em voz baixa, me perguntaram como era a médica que estava na minha prova, pq a "fulana" gosta de complicar a vida dos outros, dentre outras acusações de injustiças da parte dela com os deficientes.
Teoricamente, eu fui reprovada pela segunda vez por ter passado da linha lateral enquanto fazia a garagem. Mas meu instrutor, que assistia de longe, disse não ter me visto passar da tal linha, e acha que usaram isso como desculpa para me reprovar e poder mandar meu processo de volta ao Núcleo Médico para exigirem mais adaptações. Tanto que, nas 2 horas a mais de ala que fiz só para treinar isso, por nenhuma vez passei a tal linha. Juntando este fato ao comentário dos médicos do Detran, acho que meu instrutor estava certo.